Colóquio «Políticas Públicas para o Património Imaterial na Europa do Sul: percursos, concretizações, perspetivas» (27 e 28 de Novembro de 2012)

Cartaz Colóquio

Nos próximos dias 27 e 28 de novembro será realizado em Lisboa, o Colóquio InternacionalPolíticas Públicas para o Património Imaterial na Europa do Sul – percursos, concretizações, perspetivas. O Colóquio tem como objetivo refletir sobre os processos de desenho de políticas públicas e os principais programas e medidas de valorização do PCI desenvolvidos em Portugal, Espanha, França e Itália para fins da implementação da Convenção UNESCO 2003, com especial enfoque sobre a constituição de inventários como medidas fundamentais para a salvaguarda do PCI.
Confrontando as principais estratégias desenvolvidas em cada um dos países, assim como os percursos históricos de que resultaram essas mesmas estratégias, o Colóquio pretende refletir, por um lado, sobre os papéis aí reservados para as entidades governamentais (de âmbito nacional, regional e local), as entidades de carácter científico e cultural (museus, universidades, centros de pesquisa, associações) e os detentores do PCI (“comunidades, grupos, indivíduos”).Por outro lado, tendo em conta o papel desempenhado pela Antropologia, não apenas no estudo dos factos de cultura desde recentemente objetificados como “PCI”, mas também no próprio processo de elaboração da Convenção da UNESCO, o Colóquio pretende refletir sobre o papel e o envolvimento da disciplina na definição e implementação daquelas políticas e estratégias, identificando as oportunidades, os resultados e, também, os problemas metodológicos, epistemológicos e/ou políticos que daí podem decorrer.

O Colóquio é realizado pela Direção-Geral do Património Cultural, no âmbito de candidatura aprovada pelo Programa IBERMUSEUS, em colaboração com o Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades (CIDEHUS) da Universidade de Évora, contando igualmente com o apoio do Institut Français du Portugal.

Inscrições: a participação no Colóquio é gratuita, mediante inscrição prévia junto da Direção-Geral do Património Cultural (Departamento de Bens Culturais – Divisão do Património Imóvel, Móvel e Imaterial), através do E-mail: pci.div@imc-ip.pt .

Informações: Tel: 213 614 306 ; pci.div@imc-ip.pt

Anexo(s):
Programa do Colóquio 2012
Colóquio PCI_Programa PT. pdf  |  Programa FR. pdf   |  Programa ES. pdf

Ficha de Inscrição.doc

A partir de:

http://www.ipmuseus.pt/pt-PT/patrimonio_imaterial/dpi_noticias/ContentDetail.aspx?id=4532

Publicado por: Filomena Barata | Novembro 15, 2012

João Pessoa, Memórias

Fiz a instrução primária no colégio Lusitano, que ficava na rua onde eu morava, na Vila Alice, paralela à estrada de Catete.
Um dia a professora (não me recordo do nome, pode?…) mandou fazer uma redacção da casa onde morávamos ou onde gostaríamos de morar.
Eu pensei: “da minha casa não vejo flores, nem árvores, nem o mar; Não havia nenhuma montanha, nem as casas dos vizinhos tinham alguma coisa que pudesse dar uma redacção em condições. Então, usei a segunda hipótese, imaginar a casa onde gostaria de viver.
Inspirei-me na Cela, na Província do Quanza- Sul, onde eu passava férias com os meus pais, em casa de uns amigos deles.
Então falei que, quando acordava bem cedo, na Cela, sentia um fríozinho, que levava a minha mãe a vestir-me uma camisola de lã. Era estranho eu vestir uma camisola de lã em África, mas ali de manhã, todos se agasalhavam àquela hora.
Respirava um ar diferente, daquele que respirava em Luanda.
Então descrevia o que fazia durante o dia.
Contava que gostava de ver as vacas irem para o pasto na montanha e depois como eram mungidas.
Finalmente, dizia que habitualmente, tomava o mata-bicho, na fábrica do queijo da Cela. Claro que descrevia como era feito o queijo e como eu gostava daquele sabor…
Para encurtar as coisas, quando chegou a hora de entregar as redacções, foram escolhidos três ou quatro alunos para lerem o que tinham escrito. Eu fui um deles e fui o primeiro a ler.
A senhora professora, mandou-me sentar, depois de eu ler, e disse:
“Menino João, ainda não percebeu que vive em África?
Não sabe que o que está a contar não existe em Angola?
Os seus paizinhos só lhe mostraram a cidade de Luanda?
Vou lhe dar um “mau”, porque o menino não cumpriu o que lhe pedi!
O menino não estava com atenção na aula; estava a sonhar ou quê?”
Eu tinha 9 anos, e fiquei cheio de problemas de consciência. A senhora professora tinha toda a razão: Eu estava a sonhar!
Mas depois pensei, “na Cela, de manhã, fazia um friozinho tão bom!”
João PessoaP.S. -Obrigado ao José Augusto Duarte Ferreira, por me fazer lembrar deste episódio da minha infância.
Publicado por: Filomena Barata | Novembro 15, 2012

João Pessoa, Eu gosto de escrever …

Eu gosto de escrever!
Gosto, mas não sabia!
Aliás, um dia e fiquei envergonhado quando me apercebi que um senhor me veio perguntar onde ficava a rua cujo nome constava dum papel que ele me mostrava.
Eu pouco sensível à situação, fiz uma pergunta estúpida. Estúpida que magoou o senhor que, com tímido, me entregava o papel.
Não me diga que não sabe ler!
Ele, baixou os olhos, para esconder como eles ficaram molhados e respondeu, “não sei, não senhor.”
Falou baixinho, como se não quisesse que mais alguém soubesse.
De repente senti um estalido na minha cabeça, como se tivesse despertado de um momento de sonolência, ficando a agarrar o dedo dele, no momento em que me entregou o papel. Agarrei o papel e o dedo. Fiquei assim uns segundos, vendo os olhos molhados dele, ao mesmo tempo que os meus soltavam uma gota salgada, como que a pedir desculpa.
Aconteceu na Vila Alice em Luanda.
O papel indicava uma morada, por coincidência, ao lado da minha casa.
Ele ficou a trabalhar na empresa de camionagem “Os Lusitanos”, onde ele ficou como aprendiz de mecânico. Eu comecei a dar aulas de alfabetização com este aluno de nome, Cardoso Miala. Depois vieram mais, cheguei a ter na minha garagem, vinte alunos.
Era depois do jantar, e em segredo, não fosse ser acusado de subversão…
É por isso, tantos anos passados, noto, que tanta gente comenta as publicações do Facebook, clicando no “gosto”.
Que desperdício!
Será que não sabem a riqueza que é, saber escrever?!
Aproveitem, pratiquem!
É com a prática, que aprendemos, cada vez melhor, a descrevermos imagens, paisagens, situações.
Só sabemos a falta que nos faz, aquilo que não temos!
Leiam e escrevam!
João Pessoa
P.S. -Comecem por contar uma estória (ou história…), simples, como por exemplo, como aprenderam a mexer no computador…

E comentem, comentem sempre, os “posts” dos outros.
Clicar no “gosto” é desperdício!

Publicado por: Filomena Barata | Novembro 6, 2012

Álvaro Silva, Meus amigos … tenho medo do esquecimento

Meus amigos,
Assim pensei , assim escrevi de forma espôntanea , sem prumos nem arrumos e convosco o atrevimento da partilha. Para os amigos a vénia pela complacência aos críticos minha mão a palmatória.

 

Foz do Cunene

Tenho medo,
Sim, tenho medo de ser

mais um cidadão anómimo deste mundo.Tenho medo do tempo que passa
tenho medo da inércia que nada muda

tenho medo da vida,
desta vida que me resta
e no anonimato me deixa

tenho medo de partir
sem nada deixar
tenho medo,
sim, tenho medo
de só lágrimas deixar
e no peito dos que me amam
somente a saudade ficar.

Tenho medo
Medo de nada deixar
Por não ter…
Por nada ter
se não esta vontade
de vos querer deixar
algo mais que o meu anonimato
algo mais que a saudade
algo que mais que um simples epitáfio,

Tenho medo
medo de ser
um cidadão desconhecido deste mundo.

Medo
por não ter sabido
Colocar a pedra
Neste alicerce do mundo.
Para meus feitos perpetuar.

Tenho medo
Medo do esquecimento.

Luanda, 05 de Novembro de 2012.

Publicado por: Filomena Barata | Novembro 4, 2012

Filomena Barata, Vamos conhecer a Província de Trás os Montes e Alto Douro?

Foto de Maria Celeste Gerald
Olá Angola…
Olá Portugal…
Trás -os -Montes….O CORAÇÃO DAS PEDRAS
Nesta região define-se pela geografia aquilo que se tem dificuldade em definir de outra forma.
Cresce assim a ideia de que Trás -os- é um rincão português mais ou menos entregue a si próprio e à SUA SORTE e que se corporizou no até hoje célebre dito: Para lá do Marão, mandam os que lá estão.
Desde então, a estranheza em relação a Trás-os-Montes ainda não diminuiu de intensidade.Para a maior parte das pessoas,a região TRASMONTANA continua a ser um amontoado de pedras apenas célebre pela sua amplitude térmica (merecedora,naturalmente, de outro provérbio: em Trás-os -Montes, nove meses de Inverno e três de Inferno)
Foto de @[100001353923709:2048:Maria Celeste Gerald]<br /><br />
Olá Angola...<br /><br />
Olá Portugal...<br /><br />
Trás -os -Montes....O CORAÇÃO DAS PEDRAS<br /><br />
Nesta região define-se pela geografia aquilo que se tem dificuldade em definir de outra forma.<br /><br />
Cresce assim a ideia de que Trás -os- é um rincão português mais ou menos entregue a si próprio e á SUA SORTE e que se corporizou no até hoje célebre dito:   Para lá do Marão,mandam os que lá estão.<br /><br />
Desde então, a estranheza em relação a Trás-os-Montes ainda não diminuiu de intensidade.Para a maior parte das pessoas,a região TRASMONTANA continua a ser um amontoado de pedras apenas célebre pela sua amplitude térmica(merecedora,naturalmente, de outro provérbio:  m Trás-os -Montes, nove meses de Inverno e três de Inferno)
  • Filomena Barata Vai já para o nosso blogue.
  • Tomás Gavino Coelho E quem melhor para definir o Coração das Pedras que Miguel Torga, um dos grandes vultos transmontanos? Leiam atentamente:
    Para Miguel Torga, nenhum deus é digno de louvor: na sua condição omnisciente é-lhe muito fácil ser virtuoso, e enquanto ser sobrenatural não se lhe opõe qualquer dificuldade para fazer a natureza – mas o homem, limitado, finito, condicionado, exposto à doença, à miséria, à desgraça e à morte é também capaz de criar, e é sobretudo capaz de se impor à natureza, como os trabalhadores rurais trasmontanos impuseram a sua vontade de semear a terra aos penedos bravios das serras. E é essa capacidade de moldar o meio, de verdadeiramente fazer a natureza, malgrado todas as limitações de bicho, de ser humano mortal que, ao ver de Torga, fazem do homem único ser digno de adoração.

Pedro Moreira Campos e 2 outros membros adicionaram fotos ao álbum Tras -Os-Montes e Alto Douro.

Boticas  aldeia de Vilarinho Seco, Trás -os Montes e Alto Douro
Boticas , fonte dos Amores ,Trás -os Montes e Alto Douro
Boticas , vista geral,Trás -os Montes e Alto Douro
Boticas , parque de Carvalhelhos, Trás -os Montes e Alto Douro
Boticas , o Canastro e o Guerreiro ,Trás -os Montes e Alto Douro
Vimioso, Castelo Algoso ,Boticas , Trás -os Montes e Alto Douro
Vimioso, ponte medieval sobre o rio Maças Carção ,Trás -os Montes e Alto Douro
Vimioso, Igreja Matriz ,Boticas , Trás -os Montes e Alto Douro
Vimioso, ponte São Joanino ,Boticas , Trás -os Montes e Alto Douro

Foto
Tu, José Carlos e Pedro Moreira Campos gostam disto.
Hélder Alvar Montalegre nocturno.
Maria Celeste Gerald linda esta foto…no meu imaginario consigo ver uns morcegos ,bichinhos que dormem dependurados e que por vezes nos assustam…coisas da Mae Natureza
A propósito de Trás os Montes:

Castros e Berrões

http://www.castrosyverracos.com

Os chamados “verracos”, berrões ou verrascos são as típicas esculturas de granito do ocidente da Península Ibérica que representam toiros, porcos e javalis. A sua distribuição coincide em grande parte com o território dos vetões. Foram talhados em blocos, representando o animal de corpo inteiro, bem…
Assunção Roxo muito legal… partilhei!! Obrigada.
Maria Celeste Gerald Filomena….As coisas que voce sabe…SE FOSSE DESSA REGIAO SERIA IMBATIVEL….

Foto
Tu, José Carlos e Pedro Moreira Campos gostam disto.
Foto
  • Hélder Alvar O rio Cávado que nasce em Montalegre e desagua em Esposende passamdo por Barcelos. Recebe as águas do Homem e do Rabagão.

Foto
Tu, José Carlos e Pedro Moreira Campos gostam disto.
Hélder Alvar Homenagem ao barrosão. Castelo de Montalegre ao fundo.

Foto
Hélder Alvar Vilarinho de Negrões-Montalegre.
Hélder Alvar O Larouco ao fundo.
Hélder Alvar Castelo de Montalegre-Afonsino e dionisino

Hélder Alvar Silos de batata de semente na Capital da Batata portuguesa-Montalegre anos 60.
Tu, José Carlos e Pedro Moreira Campos gostam disto.

Hélder Alvar Penedo do Podão feito pelos povos Callaicos-Bíbalos em Vilar de Perdizes.

Vimioso, ponte São Joanino ,Boticas , Trás -os Montes e Alto Douro
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Tu e José Carlos gostam disto.
Pedro Moreira Campos Vimioso, ponte São Joanino ,Boticas , Trás -os Montes e Alto Douro

Pedro Moreira Campos Vimioso, Igreja Matriz, Boticas , Trás -os Montes e Alto Douro

Pedro Moreira Campos Vimioso, ponte medieval sobre o rio Maças Carção ,Trás -os Montes e Alto Douro

Hélder Alvar Paisagem barrosã- próximo de Paradela-Montalegre- Ao fundo o Gerês.

Hélder Alvar Fumeiro Barrosão.

Hélder Alvar Arado e semeia da batata no Planalto.

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Tu, José Carlos e Aida Cerqueira gostam disto.
Hélder Alvar Montalegre no Inverno.

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José Carlos gosta disto.
Hélder Alvar Vaca de raça Barrosã.

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Tu e José Carlos gostam disto.
Hélder Alvar Croça de juncos, capa de burel, malho de malhar centeio, arado, ´fiadeiro de lã, cribo, tamancos ou socos, almotolia, enxada, gadanho, espadela etc.
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Tu, José Carlos e Aida Cerqueira gostam disto.

Hélder Alvar O toiro de raça barrosã do Planalto do Barroso…raça autóctone de carne excelente.

A famosa Porca de Murça, marca de bons vinhos e azeite,Trás-os -Montes e Alto Douro

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Hélder Alvar Vilar de Perdizes em dia de S. Martinho. Toda a aldeia se junta em torno do Magusto e do Vinho novo.

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  • Hélder Alvar Aldeia de Vilar de Perdizes e em último plano o Deus Larouco ( 1525m).

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Hélder Alvar Igreja de S. Miguel de Vilar de Perdizes que segundo a lenda teria sido edificada por um dos filhos da Maria Mantela-Lenda local espalhada por todo o Trás-os-Montes.

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  • Hélder Alvar Tia Ana Pitinha, sábia de Vilar de Perdizes desaparecida há 3 anos. Ensinou-me muitas rezas contra o coxo e outras mazelas.

Boticas  aldeia de Vilarinho Seco, Trás -os Montes e Alto Douro
Pedro Moreira Campos Boticas aldeia de Vilarinho Seco, Trás -os Montes e Alto Douro
Orinda Rodrigues Charrua É PENA NÃO PODER PARTILHAR , LUGAR ,LINDO, MESMO.
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Hélder Alvar Pão centeio no estendal..Em Vilar de Perdizes¨.

Boticas , parque de Carvalhelhos, Trás -os Montes e Alto Douro
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Pedro Moreira Campos Boticas , parque de Carvalhelhos, Trás -os Montes e Alto Douro
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Hélder Alvar Mapa de Trás-os-Montes, GaliZa e Minho, visto por Ptolomeu.

Boticas , vista geral,Trás -os Montes e Alto Douro
Pedro Moreira Campos Boticas , fonte dos Amores ,Trás -os Montes e Alto Douro

Boticas , fonte dos Amores ,Trás -os Montes e Alto Douro
Pedro Moreira Campos Boticas , fonte dos Amores ,Trás -os Montes e Alto Douro

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Hélder Alvar Jovens de Meixedo -Montalegre.
Orinda Rodrigues Charrua Lá está o garrafão …. onde está um português…

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Hélder Alvar Fim de tarde na Ponte Romana de Chaves.

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Hélder Alvar O Ti Zé Farrapo de Montalegre com o seu Macobio e o carro.

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Hélder Alvar Restaurante Ponte Romana com um amigo advogado.

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Tu e José Carlos gostam disto.
Hélder Alvar Ponte de Trajano ( séc II) edificada em 104 dC.

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Hélder Alvar Congresso de arqueologia em Boticas onde tb estou presente a meio do magote.
Hélder Alvar O Redentor e o barbas em primeiro plano são conhecidos teus Filomena Barata.

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Hélder Alvar Montalegre em dias de Inverno.

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Hélder Alvar Anciã de olhar terno, telúrica como a terra que a viu nascer.

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Hélder Alvar A capa de burel de origem celta perdura em Barroso.
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Hélder Alvar Barbear do porco.

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Hélder Alvar Chamusco do porco em Pitões das Júnias. O Padre local espela o porco com o fachuco.

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Hélder Alvar Matança do Porco em Barroso.

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Tu e José Carlos gostam disto.
Hélder Alvar Manada em Barroso: Vilarinho da Mó-Boticas.
Filomena Barata Lindíssima!
Filomena Barata Logo mais levo tudo para o blogue. 

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Hélder Alvar Castelo de Algoso-Vimioso.

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Hélder Alvar Castelo de Chaves: D.Afonso III e D.Dinis.

Murça ,  Vilares Murça, fachada principal da Capela Barroca
Pedro Moreira Campos Murça , Vilares Murça, fachada principal da Capela Barroca

Murça e a sua Igreja Matriz, , Trás-os -Montes e Alto Douro
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Pelourinho de Murça , Trás-os -Montes e Alto Douro
Pedro Moreira Campos Pelourinho de Murça , Trás-os -Montes e Alto Douro

Fumeiro em Pinheiro Novo , Vinhais,Trás-os-Montes e Alto Douro
  • Alvaro Silva Xiça!!!!! Que bom!!!! E a “vinhaça”, por onde anda.
  • Fatima Alegre Martinho Maduro tinto Varito!
  • Filomena Barata Lembro os que não conhecem a região e a história das saborosas alheiras que, ao que consta, terão sido inventadas sem uso de carne de porco por motivos religiosos, pois no território hoje português sempre conviveram povos de todos os credos, alguns dos quais interditavam o consumo de carne suína. Peço ajuda aqui ao Hélder Alvar.
Pedro Moreira Campos Bom dia Filomena e restantes amigos
  • Alvaro Silva Sim, Fátima só pode ser maduro tinto. Até faz água na boca e com um queijinho da Serra é de lamber os beiços e chorar por mais.
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  • Pedro Moreira Campos Mirandela esta linda cidade é conhecida pelo fabrico das boas e famosas alheiras ,,, Tras-os Montes e Alto Douro

Pedro Moreira Campos Serra de Montesinho, Tras-os Montes e Alto Douro
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A PRODUÇÃO LITERÁRIA DOS AUTORES DE ANGOLA NO REGIME COLONIAL

 

Enquanto decorria a elaboração da Bibliografia de Autores de Angola, naturais ou naturalizados, logo se evidenciou uma situação que antes poderia não ocorrer com tanta clareza: a do peso castrador que o sistema colonial exerceu sobre a produção literária dos filhos de Angola.

A população nativa era olhada e usada apenas como força de trabalho e só muito poucos, os filhos de uma pequena elite já aculturada e europeizada, conseguiam sobressair. Foi o caso de José da Silva Maia Ferreira, homem culto e viajado, filho de um português e de uma senhora de Luanda que, após os estudos concluídos em Portugal e no Brasil, publicou em 1849 aquela que viria a ser a primeira obra de um filho do país: “Espontaneidades da minha alma”, um livro de poesia com dedicatória às senhoras da sua terra, mas onde a forma, o estilo e o vocabulário pouco têm de África, de Angola.

Só após um longo hiato de quarenta e dois anos um outro angolano publicaria a sua primeira obra, também um livro de poesia intitulado “Delírios”, em 1891: Joaquim Dias Cordeiro da Matta. O livro foi lançado numa época de forte efervescência popular à volta do ultimato britânico sobre a questão do Barotze e do mapa cor-de-rosa, um tempo em que jornalistas e outros literatos apenas viam os seus escritos impressos nos jornais, revistas e almanaques da colónia, mas onde já expunham claramente ideias autonomistas e independentistas. Nomes como Pedro da Paixão Franco, Urbano de Castro, Silvério Ferreira ou Francisco Castelbranco, entre outros, foram muito importantes para a discussão dessas ideias, amplamente difundidas pela imprensa da época, debate que se prolongaria ainda para o século XX.

Mas voltemos aos livros. No ano seguinte, em 1892 portanto, um outro angolano conseguia ver o seu livro publicado, depois de inicialmente o ter visto em folhetins, tanto em jornais de Portugal como em jornais de Angola. Tratava-se de Pedro Félix Machado, também ele mestiço e estudante em Portugal onde cursou Direito. O seu livro, intitulado “Scenas d’África: ? – Romance íntimo”, já se destaca por conter um forte cariz regional, já é de Angola e dos seus costumes que se fala, ainda que escrito num estilo algo queirosiano, europeu portanto.

A seca de produção, contudo, continuava, e só dezassete anos depois, em 1909, Augusto Thadeu Bastos, o filho de um abastado comerciante da Catumbela, publica “Traços gerais sobre a etnografia do Distrito de Benguela”.

Três anos depois, em 1912, Pedro da Paixão Franco publicava em Portugal o seu livro “História de uma traição”, um libelo acusatório contra antigos companheiros, jornalistas como ele, fruto ainda do rescaldo dos debates na imprensa angolana iniciados em finais do século XIX.

Continuando na senda dos grandes hiatos temporais surge, quinze anos depois, em 1927, a primeira obra de Óscar Ribas, um livro de poesia intitulado “Nuvens que passam”. Dois anos passados, em 1929, vem a público “História de Angola”, a primeira abordagem do tema sob o olhar de um filho do país: o luandense Alberto de Lemos.

Entramos na década de 30, período em que quatro autores conseguem publicar: Francisco Castelbranco, também à volta da história, publica, em 1935, “História de Angola: desde o descobrimento até à implantação da República (1482-1910)”. No mesmo ano, António de Assis Júnior estreia-se com o seu “O segredo da morta”. Dois anos depois, em 1937, Geraldo Bessa Victor aparece com “A poesia e a política” e, mais dois anos passados, em 1939, surge Tomaz Kim com “Em cada dia se morre”.

A década de 40 abre com bons prenúncios: logo em 1940 o benguelense Ralph Delgado publica “A famosa e histórica Benguela: catálogo dos governadores (1779-1940)”, e Maurício Soares, um descendente de colonos madeirenses, publica “… e Ramiro também ficou”. Em 1944 vem a público uma outra obra, desta vez de uma mulher que será a primeira angolana a publicar um livro: Lília da Fonseca com “Panguila”. Mas só no fim deste período, em 1948, três novos títulos surgem: “Silêncio” de Humberto da Sylvan, “O imbondeiro maldito” de Mário Milheiros, também este descendente de colonos madeirenses da Humpata, e do malanjino Alfredo Diogo Júnior o livro“Angola: a ocupação holandesa e a restauração: factos determinantes”.

Já se revela mais pujante a década de 50 onde os assomos de uma elite literária começam a surgir. Logo em 1950 Manuel Júlio de Mendonça Torres redige “O Distrito de Moçâmedes nas fases da origem e da primeira organização”; em 1953 Mário Pinto de Andrade colige uma “Antologia temática de poesia africana”; no ano seguinte, em 1954, dois autores se revelam: o moçamedense Joaquim Pedro Arroja Júnior com “Flores negras” e a luandense Maria Joana Couto com “Braseiro ardente”. Em 1956 mais três autores vêm as suas primeiras obras publicadas: Cochat Osório escreve “Calema”, Mário António de Oliveira publica “Poesias” e Roberto Correia edita “Assim somos todos”. Em 1957, vindo também das terras quentes do Namibe, Clodoveu Gil mostra-se com “Temas eternos: poesia” e Eugénio Ferreira, um madeirense que viria a naturalizar-se angolano, publica “Feiras e presídios” em 1958. Também em 1958 António A. M. Cristão, outro moçamedense, publica “Memórias de Angra do Negro: Moçâmedes”. Em 1959 o emérito historiador Ilídio do Amaral inicia o seu rico percurso histórico-literário com a publicação de “Subsídios para o estudo da evolução da população de Luanda”.

Mas, se é na década de 50 que surge o movimento intelectual “Vamos descobrir Angola!”, apenas na década seguinte este apelo começa a dar frutos. Aqui fica a lista dos autores desse período e das suas primeiras obras, onde já despontam nomes importantes da luta contra o colonialismo, por paradoxal que isso possa parecer dada a repressão do regime, ou talvez até por isso mesmo, onde a poesia, a arma literária de resistência por excelência, tem a maior preponderância nas publicações:

1960 – Arnaldo Santos com “Fuga”; Cândido da Velha com “Quero-te intangível, África”; Carlos Alves “Cave” com “O povoamento de Angola”; Costa Andrade com “Terra de acácias rubras”; Henrique Abranches com “Cigarros sujos”; Inácio Rebelo de Andrade com “Um grito na noite”; José Luandino Vieira com “A cidade e a infância”.

1961 – Agostinho Neto com “Poemas”; Alexandre Dáskalos com “Poesias”; Amaro Monteiro com “Vozes no muro”; António Jacinto com “Poemas”; Ernesto Lara Filho com “Picada de marimbondo”; Lourenço Mendes da Conceição com “Portugueses de direito e portugueses de facto”; Manuel dos Santos Lima com “Kissanje”; Tomás Jorge com “Areal”; Viriato da Cruz com “Poemas”.

1962 – António Cardoso com “Poemas de circunstância”; Gonzaga Lambo com “Cancioneiro popular angolano: subsídios”; Henrique Guerra com “A cubata solitária”.

1963 – Américo Boavida com “Angola: cinco séculos de exploração portuguesa”; Maria Helena de Figueiredo Lima com “Em torno da Guiné e de Cabo Verde”.

1964 – Maria Eugénia Lima com “Entre a parede e o espelho: poemas”; Maria José Pereira da Silva com “Labaredas em prece”.

1965 – Rui Burity da Silva com “Ochandala”.

1966 – Alda Lara com “Poemas”, publicação póstuma; Jorge Macedo com “Tetembu”; José Manuel Mendes com “Enquanto cresce este rio audaz”.

1967 – David Mestre com “Kir-Nan”; Manuel Rui com “Poesia sem notícias”.

1969 – Manuela Cerqueira com “Menina do deserto”.

Depois, já entrados na década de 70 e até à independência de Angola, outros nomes irão afirmar-se, muitos deles também perfeitamente engajados na continuação da luta anticolonialista pela via intelectual. Aqui fica a lista:

1970 – Carlos Ervedosa com “Arqueologia angolana”; Carlos Martins de Castro Alves com “Bernardino Freire de Figueiredo Abreu e Castro: boquejo biográfico do colonizador de Moçâmedes”; Eleutério Sanches com “Tuque-tuque de batuque”; Wanda Ramos com “Nas coxas do tempo”.

1971 – Honorinda Cerveira com “Kiangala”; João Abel com “Bom dia”; João Maria Vilanova com “Vinte canções para Ximinha”; Manuel C. Amor com “Na rota do Quinaxixe”.

1972 – Domingos Van-Dúnem com “Auto de Natal”; Eduardo Brazão Filho com “Cidade e sanzala”; Fragata de Morais com “Terreur en Verzet”; Maria do Carmo Marcelino com “Obra poética”; Olga Gonçalves com “Movimento”; Ruy Duarte de Carvalho com “Chão de oferta”; Samuel de Sousa com “Poesia”.

1973 – Aristides Van-Dúnem com “A última narrativa de vovó Kiala”; Jofre Rocha com “Tempo de cicio”; Leonor Correia de Matos com “Origens do povo Chope segundo a tradição oral”; Mário Lopes Guerra “Benúdia” com “A bola e a panela de comida”; Pepetela com “As aventuras de Ngunga; Severino Moreira com “Flores no charco”.

1974 – Adriano Botelho de Vasconcelos com “Voz da terra”; Monteiro dos Santos com “Corpus”; Raul David com “Colonizados e colonizadores”; Rui Romano com “Poesia”; Uanhenga Xitu com “O meu discurso”.

1975 – Arlindo Barbeitos com “Angola Angolê Angolema; Jorge Arrimar com “Ovatylongo”.

Só então, com os bons ventos da independência, a pujança livre e sem amarras dos autores nascidos em Angola se revelou na sua plenitude e, até hoje, são já em grande número os novéis escritores com obras publicadas, seja no país natal, seja na diáspora.

Pelo meio, para além dos que escaparam ao crivo da minha pesquisa, ficaram muitos autores de reconhecido mérito, homens e mulheres com obra dispersa por jornais, revistas, almanaques e publicações diversas, sem alguma vez terem visto editado algum livro seu. Para esses autores, também, uma homenagem.

 

Tomás Lima Coelho

 

 

 

 

Publicado por: Filomena Barata | Outubro 25, 2012

O Dia Mundial da Massa, Maria Clara Santos

O Dia Mundial da massa

O mundo é pródigo em ideias. Invenções. Aliciantes. Curiosidades e até ridicularias.
Não sei onde cabe o dia mundial das massas. Mas eles lá sabem. Saberão?
Sei que cabe à minha mesa e na minha bolsa. Na boca e no palato. No prazer e nas caixas registadoras. Em qualquer ” ristoranti “. Na mesa dos portugueses,tanto como na dos italianos. Mas não nas contas. Vai escasseando e privando-nos assim de escolhermos uma qualquer pizaria para nos regalarmos com um belo e saboroso prato di pasta. Lá está, pasta. Pressupõe, bem abonada de massa. Nos tempos que correm, direi que, tarde piaste. Está tudo de tanga e não tarda nada a população ficará que nem um esparguete escorrido e al alho que é para nos irmos alimentando que não somos mais que os italianos que adoram esse pitéu.

Mas afinal que dia é hoje?! Diz que é o dia mundial da massa. Ocorre-me coisas boas como massada de marisco, embora haja pouca massa para um prato de custo tão elevado. Depois, penso em todos os restaurantes de pasta onde se come massas de todo o tipo; quentes e frias. Em saladas.No forno. Macarrão, penne, fusilli, tagliatelli. E tantas outras. Há até a aletria que os nortenhos adoram, sobretudo no natal e na páscoa. Eu também, que tenho lá as minhas origens e isso está na massa do sangue. Há também a massapão mas isso são contas de outro rosário e tem a ver com o sul e os doces bem algarvios. E por fim há também uma forma de fazer pão que é amassando a massa, ou rebocando paredes que é fazendo argamassa.
Da outra massa há muita variedade evidentemente,só que não se passeia pelas nossas contas com a mesma variedade de quem está bem instalado na vida e com os bolsos a deitar fora de tanta massa que conseguem, sabe-se lá como, ou sabe-se lá porquê.
Ocorre-me a canção de intervenção tão actual: eles comem tudo, eles comem tudo, eles comem tudo e não deixam nada. Nem sequer uma bolonhesa para nos aconchegar o estômago e a alma.
Enfim, com todo este relambório esqueci-me de dizer que hoje o meu almoço é uma massa negra com salmão fumado. É para celebrar o dia, que eu gosto de celebrações. Quem encostou a barriguinha ao balcão assim como que a dizer que aqui quem é a pessoa da massa, quem é ?! A minha cria que por acaso adora massas.
Ah, a propósito, levou-me ao Campo Pequeno no domingo, à pizaria Delci. Eu escolhi pasta à Delci. Maravilhosa. Ela pasta ao pesto. Maravilhosa também. Quanto à massa despendida, enfim, nem tanto ao mar nem tanto à terra. Pode dizer-se que já comi muito mais caro em Lisboa e não tão bem. O atendimento óptimo e o lugar um must. As pessoas que lá estavam, tudo gente com alguma massa e querendo comer massa.

m.c.s.

O Dia Mundial da massa

O mundo é pródigo em ideias. Invenções. Aliciantes. Curiosidades e até ridicularias.
Não sei onde cabe o dia mundial das massas. Mas eles lá sabem. Saberão?
Sei que cabe à minha mesa e na minha bolsa. Na boca e no palato. No prazer e nas caixas registadoras. Em qualquer " ristoranti ". Na mesa dos portugueses,tanto como na dos italianos. Mas não nas contas. Vai escasseando e privando-nos assim de escolhermos uma qualquer pizaria para nos regalarmos com um belo e saboroso prato di pasta. Lá está, pasta. Pressupõe, bem abonada de massa. Nos tempos que correm, direi que, tarde piaste. Está tudo de tanga e não tarda nada a população ficará que nem um esparguete escorrido e al alho que é para nos irmos alimentando que não somos mais que os italianos que adoram esse pitéu.
Mas afinal que dia é hoje?! Diz que é o dia mundial da massa. Ocorre-me coisas boas como massada de marisco, embora haja pouca massa para um prato de custo tão elevado. Depois, penso em todos os restaurantes de pasta onde se come massas de todo o tipo; quentes e frias. Em saladas.No forno. Macarrão, penne, fusilli, tagliatelli. E tantas outras. Há até a aletria que os nortenhos adoram, sobretudo no natal e na páscoa. Eu também, que tenho lá as minhas origens e isso está na massa do sangue. Há também a massapão mas isso são contas de outro rosário e tem a ver com o sul e os doces bem algarvios. E por fim há também uma forma de fazer pão que é amassando a massa, ou rebocando paredes que é fazendo argamassa. 
Da outra massa há muita variedade evidentemente,só que não se passeia pelas nossas contas com a mesma variedade de quem está bem instalado na vida e com os bolsos a deitar fora de tanta massa que conseguem, sabe-se lá como, ou sabe-se lá porquê. 
Ocorre-me a canção de intervenção tão actual: eles comem tudo, eles comem tudo, eles comem tudo e não deixam nada. Nem sequer uma bolonhesa para nos aconchegar o estômago e a alma.
Enfim, com todo este relambório esqueci-me de dizer que hoje o meu almoço é uma massa negra com salmão fumado. É para celebrar o dia, que eu gosto de celebrações. Quem encostou a barriguinha ao balcão assim como que a dizer que aqui quem é a pessoa da massa, quem é ?! A minha cria que por acaso adora massas. 
Ah, a propósito, levou-me ao Campo Pequeno no domingo, à pizaria Delci. Eu escolhi pasta à Delci. Maravilhosa. Ela pasta ao pesto. Maravilhosa também. Quanto à massa despendida, enfim, nem tanto ao mar nem tanto à terra. Pode dizer-se que já comi muito mais caro em Lisboa e não tão bem. O atendimento óptimo e o lugar um must. As pessoas que lá estavam, tudo gente com alguma massa e querendo comer massa. 

m.c.s.
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  1. Filomena Barata partilhou a foto de Filomena Barata.
    Comecei o dia a homenagear as Mulheres Republicanas. As de ontem e as de hoje.
    Claro que, felizmente, no mundo e no meu também há homens. mas deles é mais comum contar-se a História.
    São milénios de história no masculino.Por isso termino

     o dia fazendo juz a todas essas mulheres de hoje e de ontem que, no seu dia a dia, independentemente da sua profissão, devoção, crença ou lugar, continuam a lutar pelos direitos da mulher e pelo direito a ser FELIZ e IGUAL!Dedico, portanto, os trabalhos aqui editados hoje a todas eles, não podendo esquecer, pois sobre elas me debrucei um pouco mais, por nos unir uma grande amizade de anos e anos e de valores que nos são comuns, aDuarte Cristina; a Fátima Albarran; a Blé Guimaraes; a Teresa Monteiro; aMaria Duran Kremer; a Célia Anica, entre tantas que marcaram a minha vida ou que me têm acompanhado.
    À minha filha, Mariana Lampreia, para que a vida lhe sorria.

    Viva a República!

    Foto: Comecei o dia a homenagear as Mulheres Republicanas. As de ontem e as de hoje.<br />
Claro que, felizmente, no mundo e no meu também há homens. mas deles é mais comum contar-se a História.<br />
São milénios de história no masculino.</p>
<p>Por isso termino o dia fazendo juz a todas essas mulheres de hoje e de ontem que, no seu dia a dia, independentemente da sua profissão, devoção, crença ou lugar, continuam a lutar pelos direitos da mulher e pelo direito a ser FELIZ e IGUAL!</p>
<p>Dedico, portanto, os trabalhos aqui editados hoje a todas eles, não podendo esquecer, pois sobre elas me debrucei um pouco mais, por nos unir uma grande amizade de anos e anos e de valores que nos são comuns, a Duarte Cristina; a Fátima Albarran; a Blé Guimaraes; a Teresa Monteiro; a Maria Duran Kremer; a Célia Anica, entre tantas que marcaram a minha vida ou que me têm acompanhado.<br />
À minha filha, Mariana Lampreia, para que a vida lhe sorria.</p>
<p>Viva a República!
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  13. Filomena também foste tomada pelo inimigo da Pátria?
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  14. ˙ouıd o ɹǝzɐɟ ɐ nosɹnɔsıp ɐʌןıs oɔɐʌɐɔ ǝnbɹod ‘oıɹáɹʇuoɔ oɐ ɐpɐçı ıoɟ ןɐuoıɔɐu ɐɹıǝpuɐq
  15. ATOS FALHADOS! la diria Freud
    ¡ɐıɹóʇıʌ à ǝʇ-ɹɐınƃ ǝp-áɥ ǝnb
    ‘sóʌɐ soıƃéɹƃǝ snǝʇ sop
    zoʌ ɐ ǝs-ǝʇuǝs ɐıɹʇád ó
    ‘ɐıɹóɯǝɯ ɐp sɐɯnɹq sɐ ǝɹʇuǝ
    ¡ןɐƃnʇɹod ǝp ɹopuǝןdsǝ o
    oʌou ǝp ǝɾoɥ ıɐʇuɐʌǝן
    ‘ןɐʇɹoɯı ‘ǝʇuǝןɐʌ oãçɐu
    ‘oʌod ǝɹqou ‘ɹɐɯ op sıóɹǝɥ
  16. Filomena Barata foi identificada em 4 fotos no álbumFotos do Mural de Fatima Porto.
    Foto: POETAS!</p>
<p>Ah Poetas<br />
Que gritam aos ventos<br />
Seus pensamentos<br />
Dores e paixões<br />
Em tempestades<br />
Arrancando da alma<br />
Esventrando do Ser<br />
Angústias choradas</p>
<p>Ah Poetas<br />
Semeiam Amor<br />
Nas palavras que sentem<br />
Escritas com ardor<br />
Vibram em desejos<br />
Explodindo<br />
Em segredo<br />
De ais abafados</p>
<p>Ah Poetas<br />
Passeiam<br />
Viajam na imaginação<br />
Que afagam encantos<br />
Uivando ao Luar<br />
Em fantasias fatais<br />
No silêncio da noite<br />
Igual a um conto de fadas</p>
<p>Ah Poetas... Poetas<br />
Perfeito o teu sentir  </p>
<p>Fátima Porto<br />
In “ecos d’alma”
    Foto: MEU SONHO EM DESEJO</p>
<p>Vou fechando os olhos<br />
Suavemente<br />
Para não acordar<br />
De meus delírios<br />
Imaginários</p>
<p>São como fados<br />
Angústia que trago<br />
Devastando<br />
Meu arrojo</p>
<p>Sofro porque estas em mim<br />
Abraçando<br />
E imaginando<br />
Tocar meus lábios fechados</p>
<p>Quase que deduzo sentir<br />
Esse desejo<br />
Tão ténue<br />
Mansamente<br />
Querido</p>
<p>Mas é apenas uma ilusão<br />
Pois de valido nada existe…</p>
<p>Fátima Porto
    Foto: SORRISOS EM FLOR</p>
<p>Meninos<br />
Gerados como uma flor<br />
No cheiro da terra vermelha</p>
<p>Meninos<br />
D’ alma e coração cheios<br />
Com sorrisos no olhar</p>
<p>Meninos<br />
Que saltam, pulam p’los dias<br />
Na inocência d’amar</p>
<p>Meninos<br />
Que traduzem desejos<br />
Abraçando a esperança</p>
<p>Meninos<br />
Que doam seus risos<br />
Em canções d’alegria</p>
<p>Ah como vou espalhar<br />
Flores, sorrisos e abraços<br />
Aos meninos da minha terra…</p>
<p>Dedicado aos meninos do Bailundo e a todos os meninos de Angola.<br />
Fátima Porto
    Foto: PORQUE CHORAS TERRA MINHA</p>
<p>Porque choras minha terra<br />
De alma cheia<br />
Em lágrimas de Cabinda ao Cunene</p>
<p>Porque choras<br />
Deixando soltar o cheiro<br />
Das acácias rubras</p>
<p>Porque choras<br />
Com teu sabor acre-doce<br />
Da mukua e dos tambarinos</p>
<p>Porque choras<br />
Quando se ouve o batuque ao longe<br />
Misturado com kissange e marimbas</p>
<p>Porque choras<br />
Abafando os teus gritos de dor<br />
Em mãos postas numa oração</p>
<p>Oh minha terra saudosa<br />
Como eu choro contigo<br />
Das lembranças que minh’alma guarda…</p>
<p>Fátima Porto<br />
Fotografia de : Victor Sousa
  17. Viva a República em Portugal
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  18. Filomena Barata partilhou a foto de Ze Dado.
    INDIGNADO 5 DE OUTUBRO
    Foto: INDIGNADO 5 DE OUTUBRO
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  19. Viva a República em Portugal
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  20. Mulher em protesto interrompe comemorações do 5 de outubro – JN
    shar.es
    Uma mulher interrompeu o discurso de Cavaco Silva, nas comemorações de 5 de outubro, para protestar pela situação de necessidade que vive. Houve ainda uma cantora lírica a interpretar o “Firmeza”, de Fernando Lopes Graça, também em protesto. Antes, a bandeira nacional foi hasteada ao contrário, por …
  21. Viva a República!!
  22. Portugal hasteou a sua bandeira ao contrário.
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    Foto: Portugal hasteou a sua bandeira ao contrário.<br />
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  23. 5 de Outubro
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  24. E quem conhece a republicana Alda Guerreiro?
    [Setúbal na Rede] – Mulher esse Grande Património da Humanidade
    O Portal do Distrito
  25. VIVA A REPÚBLICA!
    Foto
  26. Viva a República em Portugal!
    Filomena Barata e Maria José Franca, A propósito da República: ser Mulher hoje
    aeppea.wordpress.com
    Ana Maria Gonçalves Dias defendeu, em 1910, no Congresso Republicano do Porto, que “todas as mulheres feministas devem ser em Portugal republicanas, visto que só da República podem aguardar l…
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  27. Viva as Mulheres Republicanas!
    Maria José Franca, As Mulheres da República: Maria Veleda
    aeppea.wordpress.com
    Maria Veleda com o Jornal «República» na mão Foto de família – em 1953: Sentados, da esq.ª para a direita: prima Justina, tia Alice, MARIA VELEDA, avó Arminda e a minha mãe (Laura, neta de Ma…
  28. Proclamação da Républica na Câmara Municipal de Lisboa
    1910/Lisboa
    por José Relvas e Eusébio Leão
    Foto: Proclamação da Républica na Câmara Municipal de Lisboa<br />
1910/Lisboa<br />
por José Relvas e Eusébio Leão

    Filomena Barata
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  29. Bom dia Portugal: bom dia Mundo onde se fala Português!
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  30. Implantação da República PortuguesaIlustração alusiva à Proclamação da República Portuguesa a 5 de Outubro de 1910.A Implantação da República Portuguesa foi o resultado de um golpe de estado organizado pelo Partido Republicano Português …Ver mais

    Foto: Implantação da República Portuguesa </p>
<p>Ilustração alusiva à Proclamação da República Portuguesa a 5 de Outubro de 1910.A Implantação da República Portuguesa foi o resultado de um golpe de estado organizado pelo Partido Republicano Português que, no dia 5 de Outubro de 1910, destituiu a monarquia constitucional e implantou um regime republicano em Portugal.</p>
<p>A subjugação do país aos interesses coloniais britânicos, os gastos da família real, o poder da igreja, a instabilidade política e social, o sistema de alternância de dois partidos no poder (os progressistas e os regeneradores), a ditadura de João Franco, a aparente incapacidade de acompanhar a evolução dos tempos e se adaptar à modernidade — tudo contribuiu para um inexorável processo de erosão da monarquia. portuguesa do qual os defensores da república, particularmente o Partido Republicano, souberam tirar o melhor proveito. Por contraponto, o partido republicano apresentava-se como o único que tinha um programa capaz de devolver ao país o prestígio perdido e colocar Portugal na senda do progresso.</p>
<p>Após a relutância do exército em combater os cerca de dois mil soldados e marinheiros revoltosos entre 3 e 4 de Outubro de 1910, a República foi proclamada às 9 horas da manhã do dia seguinte da varanda dos Paços do Concelho de Lisboa. Após a revolução, um governo provisório chefiado por Teófilo Braga dirigiu os destinos do país até à aprovação da Constituição de 1911 que deu início à Primeira República. Entre outras mudanças, com a implantação da república, foram substituídos os símbolos nacionais: o hino nacional e a bandeira.
  31. Portugal hasteou a sua bandeira ao contrário.
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    Foto: Portugal hasteou a sua bandeira ao contrário.<br />
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  32. Mais uma!!
    Foto: Mais uma!!
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Proclamação da Républica na Câmara Municipal de Lisboa

Bom dia , bom dia, meus amigos de cá , bom dia , bom dia meus, amigos de lá.
Aos de cá votos de uma excelente jornada laboral, aos de lá, um bom descanso, neste feriado de fim de semana prolongado, com uma data de referência na história de Portugal. 5 de Outubro o dia da Implantação da República. Viva a República Portuguesa, vivas aos filhos daquela “Ditosa Pátria” que necessita neste momento de todo o nacionalismo dos seus filhos para sair da crise em que se encontra.
Força .Portugal. Força Angola. Estamos Juntos.

lustração alusiva à Proclamação da República Portuguesa a 5 de Outubro de 1910.A Implantação da República Portuguesa foi o resultado de um golpe de estado organizado pelo Partido Republicano Português que, no dia 5 de Outubro de 1910, destituiu a monarquia constitucional e implantou um regime republicano em Portugal.

«A subjugação do país aos interesses coloniais britânicos, os gastos da família real, o poder da igreja, a instabilidade política e social, o sistema de alternância de dois partidos no poder (os progressistas e os regeneradores), a ditadura de João Franco, a aparente incapacidade de acompanhar a evolução dos tempos e se adaptar à modernidade — tudo contribuiu para um inexorável processo de erosão da monarquia. portuguesa do qual os defensores da república, particularmente o Partido Republicano, souberam tirar o melhor proveito. Por contraponto, o partido republicano apresentava-se como o único que tinha um programa capaz de devolver ao país o prestígio perdido e colocar Portugal na senda do progresso.

Após a relutância do exército em combater os cerca de dois mil soldados e marinheiros revoltosos entre 3 e 4 de Outubro de 1910, a República foi proclamada às 9 horas da manhã do dia seguinte da varanda dos Paços do Concelho de Lisboa. Após a revolução, um governo provisório chefiado por Teófilo Braga dirigiu os destinos do país até à aprovação da Constituição de 1911 que deu início à Primeira República. Entre outras mudanças, com a implantação da república, foram substituídos os símbolos nacionais: o hino nacional e a bandeira». (Texto obtido a partir da Internet)
Bandeira Nacional
Heróis do mar, nobre Povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Hino Nacional « A Portuguesa » musica: Alfredo Keil – poesia: Henrique Lopes Mendonça
(c) 2004
Publicado por: Filomena Barata | Outubro 5, 2012

Filomena Barata, Lacobriga e a Ponta da Piedade

>

A Ponta da Piedade (nas fotografias) descrita por Manuel Teixeira Gomes, sétimo Presidente que a República Portuguesa teve, homem do mundo e algarvio de Portimão:
«Caminho estreito e arenoso, entre sebes de cornicabra por onde assomam com frequência as pás das figueiras da Barbaria, ali muito definhadas pela exposição e violência dos ventos reinantes.
(…) Ao longo da “Ponta da Piedade”, e depois cercando-a, crescem no mar inúmeras rochas acasteladas, algumas ligadas por arcos naturais, e dispostas em tôrno de pátios onde a água se faz transparente como esmeralda líquida (…).
A água conserva-se até onde a vista alcança, no mesmo tom de turqueza molhada, e o corte perfeito da penha de Sagres, perpendicular, rectíssimo, acaba no horizonte a linha de costa.»

Manuel Teixeira Gomes, in Regressos


O território hoje designado por Algarve entrou na esfera de influência romana nos finais do século III ou inícios do século II, quando Gadir (Cádis) reconheceu a supremacia latina.
As fontes clássicas referem que foi ocupado, antes da chegada de Túrdulos e Celtas, na segunda metade do I milénio a. C., pelos Cónios, um povo de origem não Indo-Europeu.
Na costa algarvia quer Plínio, quer Pompónio Mela e Ptolomeu nomeiam a existência de uma importante localidade designada Lacobriga, entre as que também o foram no período compreeendido entre os dois primeiros séculos de dominação romana, situando-a Plínio entre as populações célticas e Mela refere-se-lhe junto ao Promontório Sacro …

A povoação Lacobriga, cujo topónimo deve ter dado origem à actual Lagos, deveria situar-se junto de Monte Molião, onde se encontraram importantes vestígios arqueológicos, se bem que sejam também conhecidos achados de origem romana em Lagos, muito possivelmente devido ao desenvolvimento de um núcleo portuário.

Lacobriga deve ter devido a sua importância à produção de preparados de origem pescícola, como o denuncia a existência de conjuntos de cetárias.
O núcleo urbano deve ter sido abandonado a partir do século VII.

Se quiser conhecer um pouco mais de Lagos em Período Medieval, proponho a leitura de:
Entre Muralhas e Templos: a Intervenção Arqueológica no Largo de Santa Maria de Graça (2004-2005), coordenada por Marta Diaz-Guardamino e Elena Morán.

A obra centra-se na intervenção efectuada no Largo de Santa Maria de Graça (onde se teria implantado a Igreja Matriz de Santa Maria de Graça, que fora edificada no século XIV), onde se situava um cemitério medieval, utilizado durante a Época Moderna e Contemporânea, até ao século XIX.
No século XV, este cemitério recebeu a primeira sepultura do Infante D. Henrique, falecido em Sagres, tendo sido posteriormente trasladado para o Panteão Régio de Santa Maria da Vitória, na Batalha.

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