Publicado por: Filomena Barata | Agosto 9, 2012

Carta Aberta aos meus amigos, Álvaro Silva

Carta aberta aos meus amigos.

Um dia parti para um destino incerto.
Na bagagem o vazio da saudade daqueles que ficavam para trás; dos familiares, dos amores, dos amigos, do tempo que a vida marcou.
Um dia parti para um destino incerto.
No peito o coração dorido reclama por coisas impossíveis, na mente os receios e os medos que as incertezas transmitem…
Noites intermináveis de sonhos irrealizáveis, no esbarrar com o impossível, tornam inquietantes os momentos do meu viver…
No raiar do dia uma réstia de luz bruxuleante, ilumina timidamente o que de esperança ainda me vai na alma.
Corre o tempo e com ele a vida. Vive-se num mundo de incertezas e de destinos escuros. No horizonte distante perdem-se o olhar e os sonhos.
No cerrar dos olhos e na crispação do rosto, o testemunho do fracasso…, no morder dos lábios, no retorcer frenético das mãos, a vontade, a raiva contida pelo esforço titânico de querer vencer.
Vivem-se momentos atrozes de tortura íntima, pálios resplandecentes, incendiados de vontades extremas, relampejam no meu cérebro a tenacidade e a costumaz certeza de que um dia cairei sim…, mas levantarei o meu braço em sinal de vitória, por não ter sossobrado ao escárnio e à apatia daqueles que um dia por mim passaram…
Nos meus ais, nos que de mim brotaram e nos de minha amada paridos, nos amigos que me acreditaram e que comigo partilham alguns dos muitos ideais aqui escritos estará a certeza da caontinuação da minha luta.
Assim pensei, assim escrevi de forma espontânea, sem prumos, nem arrumos e como sempre digo, aos amigos a vénia pela complacência aos críticos minha mão a palmatória.

Fotografia FB

Álvaro Silva- 08-08-2012

 

Acordei assim:

Vivo esperando que a vontade dos outros, façam a minha vontade. Caprichos, hipocresias, más vontades e o desrepeito e falta de amor ao próximo são ainda apanágio de muito gente que com sorrisos de hipocrisia, escondem a torpeza e vileza dos seus sentimentos e das suas intenções.
Não temo a justiça dos homens, temo sim a justiça de Deus.

 


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