porque não se pode falar do ponto onde nasce o mar
como se diz do rio que me abraça agora?
porque o mar não nasce, nem morre
mas escorre daqui até ali, dali até acolá,
galgando tudo até chegar a ti
porque não posso fazer do mar a minha casa
se afinal habita nele a minha lembrança?
a minha porta e a tua janela
a minha pele e o teu sorriso irrequieto
as cores de todos os peixes e dos navios que nele navegam
porque não posso dizer ao Atlântico que me leve agora?
se moro aqui, quando na noite tu percorres ruas de um Sul tão distante
porque sei que foi neste mar,
neste lugar de todos,
que tudo começou entre nós
e ele nos banhará por todo o sempre.
A todos vós, pedindo desculpa de não ser poetisa, um abraço do tamanho do Atlântico.


Olá Filomena,
Boa Noite,que escreve assim…o meu amar é o teu e o meu…é poetisa!
que bom e maravilhoso,sinto-me em casa,
Muito obrigada por este momento maravilhoso,estou feliz!
Bjossssssssssssssssssssssssssssssssss,Mil.
Dalita Bagarrão.
By: Anónimo on Setembro 23, 2011
at 2:05 am
Muito obrigada eu pelo teu comentário.
Vem sempre Dalita.
Um grande abraço. Filomena Barata
By: Angola em Portugal - Portugal em Angola on Setembro 30, 2011
at 10:11 am