Publicado por: Filomena Barata | Julho 29, 2011

Ficará sempre este rio, Filomena Barata

 
fala-me de ti, de nós
sabes bem que poderei mergulhar
silenciar até, se preciso fôr,
mas nunca me esconderei de mim, nem da Luz destes lugares

não, nunca amordaçarão o rio
nem a custo de paredes ou paredões
ele correrá sempre o curso que tem que ser feito
até que o Atlântico o vá acolher.

e o tempo apenas passa no compasso desse abraçar
porque, sabes bem, este rio ninguém consegue parar.

nem o Adamastor o consegue amedrontar

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