Publicado por: Filomena Barata | Maio 16, 2011

Filomena Barata, Conhece a Vila Museu de Mértola, ali onde o Guadiana vai devagar ter ao mar?

Sinta o tempo que que parece não findar nas ruas de Mértola.
Não se sabe se ali é o Mediterrâneo que chega pelo leito do Guadiana,
ou se para o mar se escoa o calor e os minérios do Levante, a partir do Pomarão.
Em Mértola, em cada viela, sussuram séculos de histórias.
Mundos de mundos que ali nunca deixaram de se sobrepor, de coexistir.
Na Matriz, mesquita que também o foi, marca-se o Sagrado no Mihrab.
É branca, caiada, como o são as páginas brancas sobre as que se escreve uma história que ali não parece findar, onde Romanos, Visigodos, Muçulmanos, Cristãos deixaram marcas, rastos dos caminhos sulcados e das viagens feitas rio acima e abaixo.

Se puder visitar Mértola, não deixe de ir à Basílica Paleocristã; ao Núcleo Arqueológico do Edifício dos Paços do Município, ao Museu Istâmico.

Fique, fique por ali, e vá devagar dar um mergulho às piscinas naturais das Minas de S. Domingos, conhecendo um pouco do Paraíso em Portugal.

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