Publicado por: Filomena Barata | Maio 9, 2011

Filomena Barata, poesia

 
 
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    Filomena Barata

    morrerei hoje exausta
    e sem nostalgia, nem daqui nem dali
    sei que a areia é quente
    escorre tanto nas minhas mãos como aqui

    nós que do grito do sangue fizemos poesia
    sem saber de onde se paria

    aqui e ali
    fazemos das letras pequenas nós de palavras

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