Publicado por: Filomena Barata | Março 25, 2011

Amor, António Mega Ferreira

Publicado por Filomena Barata


«Às vezes, como náufragos, precisamos de nos agarrar a uma reminiscência banal, para evitarmos que tudo se dissolva na falsa enunciação da memória, na sua trágica encenação de efeitos sem correspondência com a realidade».
António Mega Ferreira, Amor, Lisboa, 2002.

António Mega Ferreira é, para mim, dos dos melhores cultores actuais da língua portuguesa.
Para ele vai a minha homenagem, porque a escrita tem essa capacidade de fixar a memória.
Sem a escrita e o ritual, qualquer monumento, sítio ou emoção não se pode narrar. Acaba por se tranformar em pó!

Quem disse algum dia que «as palavras leva-as o vento» tão longe está dessa capacidade do Homem se projectar enquanto tal, de se libertar.
Porque quando tudo morrer, a palavra ficará.

Fot: P.P. a quem agradeço a cedência da fotografia.

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Responses

  1. >Aprendi um dia o valor da palavra como o que nos faz reviver e sonhar o futuro. Obrigado por ter entendido de outro modo o seu valor.


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