Publicado por: Filomena Barata | Março 4, 2011

Cabinda

 
Meninos e meninas
deste GRUPO
Acordai, despertai
dessa letargia
Vamos olhar
… Vamos ver Cabinda
Terra da nossa terra
esta terra que dá saudade
e trás nostalgia na muxima.Façamos de Cabinda
O prefácio do livro
Façamos de Cabinda
o norte do nosso livro
E com as outras provincias
Povoemos os nossos corações
com a alegria da saudade
Com a alegria do êxito
Com a alegria de sermos o que somos
Com a alegria de sermos Portugal
Com a alegria de sermos Angola.
Filhos de duas pátrias que se unem
Pela irmandade
pelos sentires dos dois povos.

Saiu assim, aqui agora, espontâneo, simples.

Álvaro Silva. alto Dondo 13 de Outubro 2011.

 

Falemos de Cabinda
Terrada Floresta do Maiombe.Falemos de Cabinda
Terra de rios
… e florestas.Falemos de Cabinda
terra de ouro preto
e gente nobre.Onde Com fiote se fala
e no pau de Cabinda
os amores se eternizam.

Saiu assim, espontâneo… se com poesia se vota , amigo Alipio Mendes aqui expresso meu contributo apelando ao voto através das “espontaneades da minha alma.”

Alvaro Silva.

Alto Dondo – 20h 40′ 10 de Outubro de 2011.

Alto de Lândana ou Caconco, a 50 kms da cidade de Cabinda. Vista paara a foz do Rio Chiluango.
Futila, Fotografia de Graça Rolo
praia da Futília, fotografia de David Rodrigues
Igreja Católica “Rainha do Mundo”, Cabinda. Fotografia de António Barata

Largo junto à Missão Católica. Cabinda. Fotografia de Fernando Moreira.
Vista aérea de Cabinda. Fotografia Francisco Pinto.
Na floresta do Maiombe. Fotografia gentilmente cedida por Maria José Franca
  • A floresta do Maiombe tem algo mesterioso que nos marca para a vida , tive o previlegio recente de fazer em pleno Maiombe uma obra de caracter desportivo e jamais poderei esquecer tão profunda experiência ! O cheiro e o silencio da noite ficam…e sabendo respeitar aquele povo quase que atingimos a perfeição entre povos ,demonstrando que muita gente está errada sobre esta zona lindíssima do nosso planeta.

    há 5 horas ·Não gostoGosto · 1 pessoaA carregar…
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    Maria José FrancaTive o privilégio de passar alguns dias em plena floresta do Maiombe, em 1968, passando por N’Cuto. Em muitas zonas não se vê a luz do sol e havia que desbravar caminho. Foi uma experiência inesquecível de uma férias em Cabinda. Adolescente que eu era, interiorizei a vivência plena em contacto com a natureza selvagem e com gente pura e sã. Ainda hoje tenho gravadas as imagens na memória e no coração.

     

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Publicado no Facebook por

Eduardodracula Matumona; Fernando Arrais Duarte e Álvaro Silva

«Cabinda é uma das 18 províncias em que Angola se encontra dividida administrativamente. Este território está completamente separada do resto do país pela República Democrática do Congo, que rodeia a província a Este e a Sul. A norte encontra-se a República do Congo e a Oeste o Atlântico. Esta situação geográfica fez com que, durante anos, certos grupos procurassem a independência da zona com o nome da República de Cabinda, já que para além disso, trata-se de umas das províncias mais ricas de Angola, graças ao petróleo. A cidade não é muito bonita, mas tem alguns arredores lindíssimos. Quando lá chegámos, um guia levou-nos a uma espécie de cemitérios de barcos, que também era um porto, e que era muito bonito. Trata-se de uma das zonas mais pobres de Cabinda, e aqui podem ver-se por todo o lado barracas feitas com todo o tipo de materiais, muitos deles recolhidos dos barcos que estão na margem do lugar abandonado há anos. Tem um grande encanto porque está repleto de barcas de madeira e de gente que faz negócio ou vai de um lugar para o outro. São pessoas humildes de Cabinda que fazem a sua vida neste lugar. A sujidade é evidente neste ponto da cidade, mas ainda assim vale a pena visitá-lo».

Eduardo Matumona

CABINDA  CAPITAL: Cabinda ÁREA: 7.270 km2 POPULAÇÃO: 170.000 MUNICÍPIOS: 4 - Cabinda, Cacongo. Buco-Zau, Belize CLIMA: tropical húmido PRODUTOS PRINCIPAIS: agrícolas­ – mandioca, banana, café;  minerais – petróleo, ouro, manganês, urânio, quartzo, fosfatos;  outros – madeiras preciosas, pesca, pecuária DISTÂNCIAS EM KM: Luanda 480 – M'Banza Kongo 365 – Ondjiva 1.945 INDICATIVO TEL: 2312.
Fernando Arrais Duarte 3 de Março de 2011 8:27
CABINDA

CAPITAL: Cabinda
ÁREA: 7.270 km2
POPULAÇÃO: 170.000
MUNICÍPIOS: 4 – Cabinda, Cacongo. Buco-Zau, Belize
CLIMA: tropical húmido
PRODUTOS PRINCIPAIS: agrícolas­ – mandioca, banana, café;
minerais – petróleo, ouro, manganês, urânio, quartzo, fosfatos;
outros – madeiras preciosas, pesca, pecuária
DISTÂNCIAS EM KM: Luanda 480 – M’Banza Kongo 365 – Ondjiva 1.945
INDICATIVO TEL: 2312.

Álvaro Silva
Cabinda, nossa Província mais a norte, comemorou no passado dia 28 de Maio, o 55º. aniversário. Foi a 28 de Maio de 1956 que a Cidade que dá o nome a Província foi elevada a categoria de cidade.

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  • Um pouco de história
  • O que é hoje conhecido como a cidade de Cabinda, segundo dados documentais, em 1885, chamava-se Porto Rico, delegação do distrito do Congo, então governado por Serpa Pimentel.
    … Dois anos depois, Cabinda deixou de ser uma delegação do distrito do Congo e passou a sede de circunscrição administrativa e em Julho de 1890 foi elevada à categoria de vila.
    Serpa Pimentel, já na qualidade de governador do distrito do Congo, com sede em Cabinda, propôs, em 1896, que fosse designada por Vila Amélia. Ao ser elevada, em 28 de Maio de 1956, ao mesmo tempo sede distrital, a cidade de Cabinda, hoje com o figurino jurídico-administrativo de município sede e com uma população estimada em 186.345 habitantes, segundo dados da administração municipal de Cabinda de 2009, passou a ser o local onde a administração colonial portuguesa concentrou os principais serviços de apoio à governação.
    Assim foram surgindo as juntas locais, comissões municipais e a câmara municipal, estruturas que vieram dar outra dinâmica à vida económica e social da então sede distrital.Origem do nomeO nome Kabinda, que actualmente se escreve com C, tem como origem um dignitário do antigo reino do Ngoyo, chamado Binda, que até à morte viveu na aldeia Buku Nyonyon, nas proximidades do rio Lucola.
    Segundo o historiador João Gime, dada a confiança que Buku Nyonyon tinha granjeado junto do décimo e último soberano do reino do Ngoyo, Mua-Ndjimbi, foi-lhe conferido o titulo vitalício de Mafuka, com o cargo de intendente geral do Comércio do Reino.
    Cargo comparável ao de um ministro, o Mafuka ou intendente geral do Comércio do Reino, tinha como principal responsabilidade cobrar impostos – denominados em língua “ibinda” inbiku – aos navegadores europeus que desembarcavam na costa de Cabinda para reabastecimento.
    De tanto se falar de Mafuka Binda, os colonizadores portugueses, que tinham dificuldades em pronunciar nomes locais, omitindo por vezes certas guturais, começaram a juntar a última sílaba de mafuka com binda (Mafu Kabinda), dando assim origem ao topónimo Kabinda.
    João Gime garante que “foi assim que os europeus acabaram mais tarde por atribuir a esta terra, incluindo os seus habitantes, o nome de Cabinda”.TchiowaTchiowa é o nome com que os autóctones da região centro sul de Cabinda davam ao mercado ou praça, onde se fazia a permuta de produtos da região com sal.
    Naquela época, disse João Gime, o comércio de sal era preponderante e feito apenas por dignitárias da terra, os únicos que tinham autorização para ir buscar água do mar para o fabricar. Os outros habitantes estavam proibidos de o fazer. Quem violasse esse princípio, sublinhou, era submetido a um severo castigo pelos grandes senhores da terra.
    Com o decorrer dos anos, e porque o local era frequentado por várias pessoas provenientes do interior e exterior, os naturais de centro sul passaram a designar o local de Tchiowa.
    Mais tarde, refere João Gime, Tchiowa passou também a ser chamado Tchiowa Tchi-muissi, designação que resultou do facto de ter havido no antigo bairro do Tafe, na zona da Praia Girassol, um riacho, cujas águas, reza a história, fumegavam, fenómeno que levou as populações a considerarem o lugar a casa da sereia.
    Fruto desse mito, ao termo Tchiowa foi acrescido o nome Tchimuissi, que na língua local significa tudo o que fumega.
    João Gime declarou que a sereia Tchimuissi foi, também, durante muitos anos, considerada pelas populações locais a divindade protectora da cidade de Tchiowa.
    Muito venerada pelas populações da cidade de Cabinda, à sereia eram atribuídos vários milagres.
    No caso da falta de água nas cacimbas da cidade de Cabinda, por exemplo, os habitantes de Tchiowa dirigiam-se ao rio em procissão com oferendas para implorarem água à divindade. “JA”
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  • Jornal de Angola
  • Fotografia de Rafael Tati : Largo do Lazer
     
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  • reis do congo
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  • 1.º D. João 1.º – Geging-a-cúum…
  • 2.º D. Afonso 1.º – Nepemba-anginga
  • 3.º D. Garcia 1.º – Necanga-ampemba
  • 4.º D. Diogo 1.º – Nepuri-anginga

  • 5.º D. André 1.º Necumba-ampuri

  • 6.º D. Bernardo 1.º – Nevica-ampuri

  • 7.º D. Álvaro 1.º – Nenimi-a-luqueni-luambemba

  • 8.º D. Álvaro 2.º – Nepanzu-a-nimi

  • 9.º D. Álvaro 3.º – Nenimi-ampanzu

  • 10.º D. Pedro 1.º Necanga-ambica

  • 11.º D. Afonso 2.º – Nebemba-a-cang

  • 12.º D. Bernardo 2.º – Nenimi-a-canga

  • 13.º D. Ambrósio 1.º- Nenimi-a-canga

  • 14.º D. Álvaro 4.º – Neginga-a-nimi

  • 15.º D. Álvaro 5.º – Nepanzu-a-nimi

  • 16.º D. Álvaro 6.º – Nenimi-a-aluqueni-luazeme

  • 17.º D. Garcia 2.º Necanga-a-luqueni

  • 18.º D. António 1.º – Nevitta-a-canga (morreu na guerra a que se refere a memória de Luís da Motta Fêo)

  • 19.º D. Álvaro 7.º – Nepanzu-a-mabandu

  • 20.º D. Álvaro 8.º – Nebemba-a-panzu

  • 21.º D. Pedro 2.º – Necanga-a-panzu

  • 22.º D. Álvaro 9.º – Nepanzu-a-civilla

  • 23.º D. Rafael 1.º – Neginga-a-canga

  • 24.º D. Afonso 3.º – Nebe,ba-a-nimi

  • 25.º D. Daniel 1.º – Nemialla-miassibuilla

  • 26.º D. Manuel 1.º – Nenimi Evúgi

  • 27.º D. Pedro 3.º Nesamo-a-mabandu

  • 28.º D. Manuel 2.º – Nepanzu-a-nimi

  • 29.º D. Garcia 3.º – Necanga-a-mabandu

  • 30.º D. Nicolau 1.º – Nemassaqui-manimi

  • 31.º D. Sebastião 1.º – Nenanga-quiacanga

  • 32.º D. Pedro 4.º – Nebica-a-vitta

  • 33.º D. Álvaro 10.º – Nebemba-a-sungu

  • 34.º D. José 1.º – Nipaxi-giacanga

  • 35.º D. Afonso 4.º – Necanga-a-canga

  • 36.º D. António 2.º – Nevitta-a-panzu

  • 37.º D. Álvaro 11.º – Necanga-a-canga

  • 38.º D. Aleixo 1.º – Nepanzu-a-mabandu

  • 39.º D. Henrique 1.º – Nemassaqui-mapanzu

  • 40.º D. Pedro 5.º – Necivilla-a-canga

  • 41.º D. Álvaro 12.º – Nepanzu-a-nimi

  • 42.º D. Garcia 4.º – Necanga-a-mabandu

  • 43.º D. Garcia 5.º – Necanga-ambemba

  • 44.º D. André 2.º – Nebigi-a-luqueni (não se coroou)

  • 45.º D. Henrique 2.º – Nepanzu-a-xindi-a-nimi-a-luqueni (reinante desde 1842, foi coroado aos 13 de Janeiro de 1844).

  • Bibliografia:  

 
Cabinda e As Construções da Sua História 1783-1887
Alberto Oliveira Pinto Colecção: Olhar a HistóriaEditor: Dinalivro / FNAC… Ano de edição: 2006Tipo de artigo: LivroISBN: 9789725764022C.I.: 00000159412Edição: 6Preço: 25,24 €

 

Responses

  1. […] por Filomena Barata ⋅ Janeiro 19, 2012 ⋅ Deixe um Comentário A partir de:   https://aeppea.wordpress.com/2011/03/04/cabinda/       Alvaro Silva Falemos de Cabinda Terrada Floresta do Maiombe.Falemos de Cabinda Terra de […]

  2. Excelente, continuamos a contar com a colaboração de todos.

    • Sofia, o Grupo somos todos nós. Eu é que vos agradeço. Verás que um dia nos vai muito agradar de temos conseguido dar a conhecer melhor Angola e Portugal.

      Filomena Barata


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