Publicado por: Filomena Barata | Dezembro 14, 2009

>Os meus lugares

>

(o rio foi fotografado pela Mariana)

«Ningém é filho do poema universal.
Nem pai
do seu rebanho de versos.
O que eu busco é um lar.
Um lar mais natural nas palavras
da terra
com os lábios invisíveis sobre o livro
dos mortos».
………….
………….
Armando Silva Carvalho (1938), “O que foi passado a limpo”, in Poemário (2008), Assírio & Alvim

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Responses

  1. >e eu fui ler bem o texto dos teus perseguidores … uf, se te entendo.

  2. >… um belo poema para me acompanhar durante esta semana que agora se iniciou. Obrigado.Óptima semana!


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