Publicado por: Filomena Barata | Julho 26, 2009

Filomena Barata, Natália Correia (de novo)

Ser navegador … Ser navegador

Não é termos sido é sermos ainda

É irmos a Vénus ou seja onde for

Espetar os cornos onde o espaço finda.

É haver Camões como uma revolta

E haver Gil Vicente como um desafio

A esse Encoberto que nunca mais volta

Porque é o pretexto do nosso vazio.

(…)

É a Liberdade como a luz para onde

Corre a alegria da cabra

E o povo é a sede e a Pátria é a fonte

Trabalho do sangue que não mais acaba.

Natália Correia, Poemas a Rebate
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