Publicado por: Filomena Barata | Junho 21, 2009

>Marânus, Eleonor e a Saudade

>
(…)
Tu saberás, um dia, quem eu sou …
Há-de surgir das bandas do nascente
Um claro sol de espiríto divino.
E não mais me verás. E, nesse instante,
Existirás em mim, como eu existo
Nesse teu pobre corpo aginizante.

Eis o grande segredo … o meu segredo»

Marânus, Teixeira de Pascoaes

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