Publicado por: Filomena Barata | Maio 31, 2009

>Maio, Maio meu

>


Finda-se o Maio

mas para ele fica ainda o abraço, o poema e o ramo de flores que guardei para vós.
«Não acabarão nunca as minhas flores, não acabarão os meus cantos.
Eu, cantor, levanto-os,
e eles espalham-se,
são flores que murcham e amarecelem
e são levadas para longe, para a dourada mansão das plumas.
Já amadurecem as flores: troquem-se por roupagens e jóias,
ó princípes: mostram o rosto luminoso, irradiam;
só na primavera colho a flor amarela.
Já amadureceram as flores nas faldas da montanha!».
Versão de Helberto Helder
Aztecas, América
in a Rosa do Mundo, Assírio & Alvim
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