Publicado por: Filomena Barata | Abril 3, 2009

>O Sabor do Amor (reed.)

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Um dos mais belos filmes que vi nos últimos tempos.
De facto, não existe crescimento sem sofrimento.
Não existe alegria sem provação.

Sem ter, aparentemente, qualquer semelhança, recordou-me um dos filmes da minha vida «Um dia inesquecível», onde Sofia Loren e Marcelo Mastroianni decobrem a intimidade no lugar ensimesmado que conseguem inventar, quando um mundo quase irreal, com a loucura de pano de fundo, do lado de fora, parece estar-se a construir numa Itália fascista.

No «Sabor do Amor» é a escrita que assume o verdadeiro valor da comunicação. Tudo o resto não representa senão o papel de uma iniciação que há que fazer, para melhor aprender o espaço da intimidade.
A escrita e a palavra dita são esse lugar de libertação.

Mas, diz-se no filme, alguém terá que ficar no mesmo lugar para que o resto (ou o outro) possa crescer no movimento.

Reeditei-o após ter de novo visto o filme em casa que, veementemente,recomendo.

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Responses

  1. >Obrigada a ti Bettips. Pelo~s segredos que descobres entre os dedos.

  2. >Lá está a minha flor/pedra para ti! Sei que farás um riso…E há tantas pedras com flores lá!Onde o sabor é do tempo…Abç


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