Publicado por: Filomena Barata | Março 12, 2009

>O Tejo, esse outro lugar que é meu (reeditado)

>

(imagem: Mariana, a caminho da escola)

Cada dia que começa, penso … será um novo dia sem outro igual!

Como o rio que hoje me levará de Lisboa a Santarém, no ençalço dos fragmentos de uma história perdida, talvez somente escondida, mas que a todo o custo se quer preservar…
receamos sempre rasgar, partir … arrancar, porque, no fundo, esperamos que cada muro, cada pedra ou peça ou (fragmento dela) tenha ainda uma história para desvendar .. e que não tenhamos sabido perscrutar o que de tão pouco restou dos lugares de tempos imemoriais.
como se fossem fragmentos/testemunhos de nós (tão importantes afinal … porque se algo nos distingue dos outros animais é essa capacidade de deixar marcas intencionais) que não queremos destruir, porque a História ainda é o nosso único lugar de pacificação. O único que conseguimos narrar…

Logo voltarei a esse caminho do Tejo …a essa ligação de capitais:
de Scallabis que, como Salacia no Sado, foi para o Tagus um lugar central à Felicitas Iulia Olisipo.

Há muitos anos atrás colaborei numa exposição que se chamava «Arqueologia no Vale do Tejo».
Quem me dera hoje fazer de novo uma viagem renovada, totalmente recriada a esse vale mistérico que é o do Tejo …

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