Publicado por: Filomena Barata | Setembro 20, 2008

Filomena Barata, O Museu da Electricidade, Lisboa

Museu de electricidade, Fotografias Filomena Barata

Museu da Electricidade, Fotografia Filomena Barata

Museu da Electicidade, Fotografia Filomena Barata

Museu da Electricidade, Fotografia Filomena Barata

Se estiver em Lisboa, aproveite e vá vistar o Museu da Electricidade. Ver o rio e com ele sonhar.

O Museu da Electricidade ou Edifício Central Tejo situa-se na freguesia portuguesa de Santa Maria de Belém, no concelho de Lisboa, mais precisamente na Avenida de Brasília.

É um edifício do século XX, tendo a sua construção sido iniciada em 1914. Cinco anos volvidos começa a sua laboração. Sofreu diversas ampliações, das quais se destaca a que foi delineada pelo engenheiro Fernand Touzet e também o edifício das caldeiras de alta pressão. Este último edifício inicia a sua laboração em 1941. O fornecimento de energia eléctrica à cidade de Lisboa era efectuado por esta central termoeléctrica. Passa à reserva em 1951, tendo sido desactivada oficialmente em 1975.

O edifício, propriedade da EDP, foi adaptado a museu no final da década de 80 tendo sido inaugurado em 1991.

Informação citada a partir de Wikipédia. Ver: Wikipédia e www.guiadacidade.pt

E.T: Sem temor de parecer memorialista (mas afinal não é ela que nos faz saber contar histórias ?), ainda recordo a primeira vez que, há mais de vinte anos, a Luísa Santos, na senda de Jorge Custódio, dava os primeiros passos para o reconhecimento da “Arqueologia Industrial”, à época tão incipiente em Portugal, e que me mostrou este espaço inactivo.
Mais tarde, chegámos a trabalhar todos juntos na Exposição sobre «Vidro em Portugal» que teve lugar no Museu de Arte Antiga, através da Associação de Arqueologia Industrial. Belo, imponente, cheio da maquinaria da antiga central eléctrica, ficou-me na memória. De tal forma, que o mostrei ao meu grande amigo Francisco Rocha que aí acabou por fazer uma das suas exposições de escultura. O convite e o catálogo tinham fotografias da Inês Gonçalves.
Eu, nesse caso, apenas tive a sorte de olhar para o espaço com outros olhos e … ajudar a limpar com óleo Jonson as peças de mármore que ele aí expôs. Ainda hoje, para o serão, vou tentar encontrar mais esses fragmentos de memória.
Entretanto, a Central Tejo, para além do educatico Museu de Electricidade, tem também um amplo espaço para expsosições temporárias e ali tenho podido ver belíssimas mostras de arte contemporânea.

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Responses

  1. Muito giro. Gostei do que escreveste e gabo–te a paciência de comentares tudo o que visitas aqui. pelo menos partilhas a tua realidade, não é?. Pois, força. Escreve que eu leio. Beijinho


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