Publicado por: Filomena Barata | Agosto 26, 2008

>Ao Eduardo Prado Coelho, fazedor de palavras – um ano depois

> Com ele vão tantas coisas ditas … tantos sentidos desvendados, fazedor que foi de ideias e de palavras…
Esse inventor do dia a dia vivido, reflectido, partilhado …

Que dizia que se as mulheres não soubessem ler não faria sentido a escrita!

Para ele, e mesmo sendo dos antipodas da sua forma de ser e de viver dedico as palavras de Epicteto na sua «Arte de Viver»:

” Aquele que viveu bem, conforme à necessidade, por sábio e conhecedor das coisas divinas o devemos tomar”.

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