Publicado por: Filomena Barata | Julho 2, 2008

Filomena Barata, No meu vestido de seda bordarei as palavras que te quero dizer

No vestido da minha seda
mil fios estão ainda para tecer, pano fino, a brilhar
lembrando o luar de Maio, o meu lugar

No meu vestido de seda
bordarei as palavras que te quero dizer
como se o tecido e o corpo
fossem a matéria mesma: a minha pele.

Brilhará o pano dourado
na trama que para ti vou inventar
Trama de Clio, será?

Sim, porque a deusa da História ainda não começou tecer!

A Primavera é o meu luar
e nela bordei a poesia que se espalha agora ao vento,
mas Julho, lugar de Verão, será meu o Tempo de ver o Mar

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