Publicado por: Filomena Barata | Maio 24, 2014

Álvaro Silva, Bom dia, bom dia!

Meus amigos.<br /><br />
Bom dia, bom dia.<br /><br />
Ontem foi assim </p><br />
<p>A lua surgiu,parida das entranhas da escuridão e prateou a terra com a sua luz argentina.<br /><br />
Meu olhar melancólico varreu a imensidão do firmamento e na retina ficaram os imensos pontos luminosos que se destacavam do escuro e estrelado céu.<br /><br />
A suave brisa nocturna, refrescou com o seu perfume de vento e limpou do firmamento as esparsas nuvens brancas que ensombravam a luz pálida da lua.<br /><br />
O luar desta noite cálida de fim de estação, neste Maio mês de Maria e de saudades eternas, fizeram-me regressar aos meus tempos de folguedos ao luar. Nas rodas rodadas com o cantar  do Que  linda barquinha, do passarão, passarão, do cavalo quem cai, revivi a minha meninice e transportei-me no tempo para  aquele tempo da minha infância onde vivi com a inocência da minha tenra idade momentos de extrema felicidade, lembrados hoje com a nostalgia que as agruras da vida colocou no ponto do percurso traçado pelo destino ou pelas estranhas coincidências da vida.<br /><br />
Tudo mudou. Mudou o tempo, mudei eu, mudou o espaço,…. só a Lua e o luar não mudaram e os sentires da minha alma que me trazem para estes pálios de gratas recordações.<br /><br />
Um grande abraço a todos.</p><br />
<p>Luanda,24 de Maio de 2014.<br /><br />
Varito.” width=”471″ height=”263″ /></div>
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Meus amigos.
Bom dia, bom dia.
Ontem foi assim

A lua surgiu,parida das entranhas da escuridão e prateou a terra com a sua luz argentina.
Meu olhar melancólico varreu a imensidão do firmamento e na retina ficaram os imensos pontos luminosos que se destacavam do escuro e estrelado céu.
A suave brisa nocturna, refrescou com o seu perfume de vento e limpou do firmamento as esparsas nuvens brancas que ensombravam a luz pálida da lua.
O luar desta noite cálida de fim de estação, neste Maio mês de Maria e de saudades eternas, fizeram-me regressar aos meus tempos de folguedos ao luar. Nas rodas rodadas com o cantar do Que linda barquinha, do passarão, passarão, do cavalo quem cai, revivi a minha meninice e transportei-me no tempo para aquele tempo da minha infância onde vivi com a inocência da minha tenra idade momentos de extrema felicidade, lembrados hoje com a nostalgia que as agruras da vida colocou no ponto do percurso traçado pelo destino ou pelas estranhas coincidências da vida.
Tudo mudou. Mudou o tempo, mudei eu, mudou o espaço,…. só a Lua e o luar não mudaram e os sentires da minha alma que me trazem para estes pálios de gratas recordações.
Um grande abraço a todos.

Luanda,24 de Maio de 2014.
Varito.

Publicado por: Filomena Barata | Maio 9, 2014

Termos angolanos, partilhados por Alipio Mendes

 

Termos Angolanos

 

Povo Tchokwe - Lunda Norte

Em angola não tem policia, tem magala ou malaike
angolana não fica com má aparência, fica ngaxi ou rebentada
angolano não foge, tira voado
angolano não é passageiro, é pax
angolano não é mais velho, velho, é kota, papoite, mamoite
angolano não vende, páya ou emporra
angolano tem dinheiro, está bossanga ou ferve, está quente
angolano não está mal, tá malaike
angolano não fala, da uma dica
angolano não atrapalha, maia
angolano não é cidadão, é muadié ou wi
angolano não tem problema, tem babulo
angolano no táxi não encosta, emagrece
angolano não goza, estiga
angolano não é grosso, é caenche
angolano não viola, ngombela
angolano não mente, da bilingue ou dá jajão, intruja
angolano não é mentiroso, é intrujão
angolano não bebe cerveja, bebe birra ou piven
angolano não bebe whisky, bebe mambito
angolano não tem dinheiro, tem cumbu/tem massa/tem os que faz rir
angolano não viaja, sapa
angolano não liga luz, faz um gato
angolano não é diplomata, é nguvulo
angolano não escuta música, curte os brindes ou sons
angolano não trabalha, bumba ou buli
angolano não luta, bila
angolano não curte, tchila
angolano não faz amor, tchaca, cuna, péra, orça ou tira uma agua, serra
angolano não peida, bufa
angolano não conquista mulher alheia, trola
angolano não tem moto, tem uma turrum
angolano não é multado, é penteado
angolano não está aflito, está paiado
angolano não difama, estende, zongola
angolano não tem ressaca, ta over
angolano não vê mulher bonita, vê mboa
angolano não tem namorada, tem garina…ducha.daia
angolano não fica pobre, fica wazebele ou ancorado
angolano não olha, gala, mara
angolano não tem traje de gala, tem grife
angolano não pega, canga
angolano não tem rabo, tem mbunda, turugo
angolano não tem alguma coisa, tem um bom mambo
angolano não passa a perna, faca
angolano não extorque, parte braço
angolano não facilita, da falida
angolano não tem mulher ou namorada, tem dama, xkindosa, tucha
angolano não conquista a mulher, dica dama
angolano não e polígamo gajo de gajas
angolano não atende funeral, vai ao komba ou oscar
angolano não faz crédito, faz kilapi
angolano não pensa, banzela
angolano não vai, tira o pé
angolano não diz: tudo bem? Diz tass
angolano não rouba, gama
angolano não ultrapassa, da mbaia
angolano não morre, da caldo ou da ntum
angolano não estuda, amarra
angolano não conduz, ele pega ou nduta
angolano não come, pita
angolano não bebe, chupa, chucha, torra
angolano não roça., tarracha
angolano não dança, baila, arrasta o pé
angolano não toma o pequeno-almoço, matabicha
angolano não vai a festa, vai ao boda
angolano não veste, trapa
angolano não faz xixi, da uma sussa
angolano não tem amigo, tem camba
angolano não tem mama, tem xuxa
angolano não vai para terra, vai para banda
angolano não tem mau hálito, tem dizumba malaica! Catinga
angolano não se pendura em carros, se magwela
angolano não faz a bola passar por cima, cabrita ou dá mé
angolano não faz a bola passar entre as pernas, dá da ova ou caguero
angolano não tem sorte/oportunidade, tem fezada
angolano não se droga, chuta-se
angolano não é criança, é ndengé
angolano não passeia, zunga
angolano não sente frio, sente kawelo
angolano não afunda, smasha
angolano não faz musculação, manguita
angolano não sai à noite, desbunda
angolano não joga, péla
angolano não arranja dama, lhe morrem
angolano não tem finta, tem vira-vira.
Angolano não reprova, pica
angolano não telefona, fona
angolano não tem fome, tá fobado
angolano não come, pápa
angolano não é angolano, é mwangolé
angolano não é refugiado, é turísta

Publicado por: Filomena Barata | Abril 15, 2014

Filomena Barata, 25 de Abril SEMPRE!

Originally posted on aeppea:

Abril tem cheiro a cravos ou a rosas

mesmo às papoilas que nascem nos campos e nos jardins

Abril tem o Céu aberto e as cores que formos capazes de inventar.

Tem um nome só: LIBERDADE!

[25 à rua!]
No Carmo, ao chegar houve desde senhoras a abrir portas e janelas para colocar os homens nas posições dominantes sobre o Quartel, até ao simples espectador que enrouquecia a cantar o Hino Nacional. O ambiente que lá se viveu não tem descrição, pois foi de tal maneira belo que depois dele nada de mais digno pode acontecer na vida de uma pessoa.
Salgueiro Maia (capitão de Abril
)25 de Abril

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Publicado por: Filomena Barata | Abril 1, 2014

Arquitectura Portuguesa em Angola, Maria Helena Teixeira

Quem foi o arquitecto do Banco Nacional de Angola?
VASCO REGALEIRA (1897|1968)
Arquitecto português, com obra fundamentalmente feita durante o Estado Novo, ficou conhecido como o arquitecto das novas igrejas, por ser responsável pela construção de uma panóplia destes edifícios nas décadas de 40/50.
PROJECTOS
1947|Sanatório D. Carlos, Lisboa, Portugal
1949|Biblioteca Municipal Dr. Jaime Dias, Castelo Branco, Portugal
1951|Igreja de Santo Contestável, Lisboa, Portugal
1955|Igreja de Santo São João de Brito, Lisboa, Portugal
1956|Banco Nacional de Angola, Luanda, Angola
Publicado por: Filomena Barata | Março 24, 2014

Filomena Barata, 25 de Abril SEMPRE!

Abril tem cheiro a cravos ou a rosas

mesmo às papoilas que nascem nos campos e nos jardins

Abril tem o Céu aberto e as cores que formos capazes de inventar.

Tem um nome só: LIBERDADE!

[25 à rua!]
No Carmo, ao chegar houve desde senhoras a abrir portas e janelas para colocar os homens nas posições dominantes sobre o Quartel, até ao simples espectador que enrouquecia a cantar o Hino Nacional. O ambiente que lá se viveu não tem descrição, pois foi de tal maneira belo que depois dele nada de mais digno pode acontecer na vida de uma pessoa.
Salgueiro Maia (capitão de Abril
)25 de Abril

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Publicado por: Filomena Barata | Março 11, 2014

Luanda despertou molhada, Álvaro Silva

Alvaro Silva
Bom dia , Bom dia meus amigos.
Quero aqui partilhar isto que aqui escrevo , de forma espontânea, sem prumos nem arrumos.Luanda despertou molhada.
A chuva caiu devagar, lentamente e molhou a terra sedenta. Os pingos refrescaram os escaldantes tectos de zinco das casas dos musseques que clamavam por uma trégua ao calor sufocante dos últimos dias. A chuva tamborilou e arrancou o som característico no seu bater na chapa de zinco, trouxe a saudade lembrada dos tempos de criança e molhou alegremente as ruas empoadas da cidade.
As crianças brincam inocentemente nas águas vermelhas de terra que arrastam o lixo para os esgotos de céu aberto. A água caída das nuvens carregadas acumulam-se em autênticas lagoas formadas nos buracos das ruas ainda sem asfalto. A lama salpica as paredes caiadas de branco das casas do musseque, levantada pelas rodas dos carros que transitam displicentemente pelo chão irregular das estradas de terra batida.
Mulheres e crianças depositam apressadamente os recipientes de plástico de cores diversas nas goteiras para o aproveitamento da água que escasseia e assim aumentarem o suprimento do tão procurado líquido.
Nos bairros pobres a chuva é alegria , mas é também preocupação, pois traz trabalhos e cuidados acrescidos as mães cujos filhos irrequietos em grupos de miúdos encontram nas lagoas perigosas o local ideal para os seus folguedos de criança. É vê-los de olhos brilhantes , corpos franzinos , magros ,nus de sorrisos rasgados mergulharem , alegremente nos charcos de água que arrasta o lixo e os dejectos onde inocentemente brincam, alheios a tudo.
Na cidade de asfalto, o céu cinzento de nuvens baixas, descarrega generosamente a água que lava o negro tapete e deixa no ar o cheiro de terra e asfalto molhados.
Homens, mulheres e crianças de batas brancas vestidas a caminho da escola abrigam-se apressadamente da chuva debaixo dos prédios e dos alpendres das ruas por onde passam . É grande a confusão. Passeios apinhados de gente que sobe, de gente que desce, gente que corre, gente que caminha apressada, . Trânsito desordenado onde os candongueiros são ao actores principais desta peça na sua forma indisciplinada de conduzirem a margem do que as regras de trânsito preceituam.
Do alto dos prédios a água cai , generosamente, escorre pelas paredes de betão e ruma em direcção as sarjetas, desaparecendo no interior do tapete asfáltico.
O céu escuro deixa a sua cor cinzenta triste que cobre a cidade e esconde na sua imensidão o horizonte para lá do mar, para lá da terra distante, onde a minha saudade morre na lembrança daqueles que amo.
A chuva amainou o calor, secou os suores, refrescou a terra e as suas gentes.
A chuva trouxe a saudade, trouxe a nostalgia dos tempos que o tempo marcou no passado.

Luanda, 11 de Março de 2014.

 

Fotografia Filomena Barata

Fotografia Filomena Barata

Publicado por: Filomena Barata | Dezembro 4, 2013

Álvaro Silva, Prenúncio de Dezembro

Bom dia , bom dia , meus amigos.
Bom dia meus amigos de cá desta Angola que vive já os ares da festa natalina e aquece com este sol inclemente de prenúncio do mês de Dezembro.
Bom dia , aos meus amigos de lá, daquela Terra Lusitana, terra de gente sofrida , com quem me solidarizo todos os dias, terra linda de gente humilde , onde deposito as minhas saudades, pelos amigos que tenho e por aqueles que amo.
É Sexta-Feira. Aqui agitam-se as gentes nos planos para o inicio do fim de semana. O calor intenso que se faz sentir, leva a crer que a Praia e os recantos a beira mar serão para muitos os lugares escolhidos, para o alivio do calor e o prazer reconfortante do banho de praia, entre o convívio de amigos e familiares.
Quero Desejar a todos os meus amigos e membros deste Grupo uma boa Sexta Feira e um bom inicio de fim de semana. Para os meus amigos lá, na Terra distante, onde o frio a lareira convida, envio-vos um forte e caloroso abraço e o calor deste sol da nossa Terra. Estamos juntos.

Praia do Futungo de Belas- Luanda e o Por do Sol no Rio Cuanza em Cambambe, Dondo.

Foto de Alvaro Silva.
Foto de Alvaro Silva.
Publicado por: Filomena Barata | Novembro 20, 2013

Autores de Angola (elaborado por Tomás Gavino Coelho)

AUTORES E ESCRITORES DE ANGOLA (1.184)

A (172)

Abel dos Santos (…, Luanda) – A Guerra em Angola (…); A  Importância da Vida (…); Gestão dos Recursos Humanos (…); O Nosso Mato (…); Crónicas do meu passado (2011).

Abel Paulo Gamba “Khoisan” (…, Luanda) – Bósnia, Rwanda e Kosovo: o Conselho de Segurança das Nações Unidas nos três conflitos (2013).

Abílio Esmael Jamba (1988, Huambo) – O conflito de gerações (2013).

Abraão Eba (Abraão Pedro André) (1966, Luanda) – Dom Fofo: o morto vivo (c/ Jadd Santos) (2005).

Abreu Paxe (1969, Vale do Loge) – A chave no repouso da porta (2003); O vento fede de luz (2007).

Adão de Almeida (1979, Luanda) – Estudos de Direito Público e matérias conexas (2009); Autorizações Legislativas e Controlo Parlamentar do Decreto-Lei Autorizado – O Caso Angolano (2010).

Adebayo Vunge (1981, Luanda) – Dos Mass Media (2006); A credibilidade dos media em Angola (2010).

Adelina de Kandingi (…, Luanda) – Ensino Superior Privado em Angola: sua evolução – 1992/2007 (2013).

Adolfo Castelbranco d’Oliveira (1953, Luanda) – Uma persiana na janela (2010); Mel e Gindungo (2013).

Adolfo Luxúria Canibal (Adolfo Augusto Martins da Cruz Morais de Macedo) (1959, Luanda) – Rock & Roll (1984); Estilhaços (2003); Desenho Diacrónico (2011); Estilhaços e Cesariny (2011).

Adriano Barbas “Tchissole” (1976, Luanda) – O sol da manhã dos teus olhos (2009).

Adriano Botelho de Vasconcelos (1958, Malanje) – Voz da terra (1974); Vidas de só revoltar (1975); Células de ilusão armada (1983); Emoções (1988); Anamnese (1989); Abismos de silêncio (1992); Tábua (2004); Clipes e máximas d’Olímias (2005); Luanary (2007); Lápis & Ponta: Dicionário da minha existência (2009).

Adriano da Costa Sobrinho “Kubungu” (1957, Cassoneca) – Desgraçado (…); Nuvens sensatas (…); Arco-íris do amor (2002).

Adriano Gomes (…, Bongo) – Helmintoses dos ruminantes domésticos (2010); Gado e Agricultura Familiar no Sudoeste de Angola: a ecologia da sobrevivência (2013).

Adriano João Marques da Silva (1955, Luanda) – Em nome de todos os meus (2003).

Adriano Kilamba (Bernardo Adão António) (1970, Bom Jesus) – Nas lezírias do Bom Jesus (2013).

Adriano Mixinge (1968, Luanda) – Tanda (2006); Arte Contemporânea, artistas e debates, Made in Angola (2009); O ocaso dos pirilampos (2013).

Adriano Parreira (1953, Namibe) – Dicionário glossográfico e toponímico da documentação portuguesa sobre Angola (1990); Economia e sociedade em Angola: No tempo da Rainha Jinga: Século XVII (1997); A máquina de dúvidas: o conceito de negro na literatura de viagens sobre Angola séculos XV – XVII (1998); Breve cronologia da História de Angola: 1489-1706 (2003); Dicionário de Biografias Angolanas: séculos XV-XVII (2003); Dicionário de Etnologia Angolana (2013); Diário de um Sargento. Memórias de Angola (1896-1898) (2013).

Adriano Sebastião (1923, Calomboloca – 2010, Luanda) – Dos campos de algodão aos dias de hoje (1993); Missombo (2010).

Adulcino Silva (1932, Ambriz) – Acusamos a descolonização (1976); Cabinda: a verdade oculta (1994); Cisco de gente (1998); Encontros com Salazar (2009).

A. F. Cláver Pitra “Tarisaval” (1965, Ordem-Cabinda) – Antologia de Poemas de Tarisaval – I (2013).

Afonso Bambi (1983, Negage) – Origem e evolução do Município do Negage: 1925-1975 (2011).

Afonso Rafael Dala (1970, Kuchi) – 4 bigodes e uma ventosa (2013).

Afonso Soares Lopes (1929, Catumbela) – Fábulas e contos de África (2004); Café amargo: Angola em tempos de guerra (2011); Portugal na hora da vergonha (2012).

Agenor Miranda (1907, Luanda – 2004, Rio de Janeiro) – Oferenda: como a flor que se oculta entre as folhas (1998); Poemas infantis (1999); Caderno de Português (2000).

Agnelo Carrasco (1951, Lubango) – A longa marcha dos direitos humanos (2005).

Agnelo de Oliveira (…, Tombwa) – A gaivina (1964).

Agostinho João António (…, Samba Caju) – Metodologia de Ensino de Biologia (2009).

Agostinho Neto (1922, Kaxicane – 1979, Moscovo) – Poemas (1961); Sagrada Esperança (1974); A renúncia impossível (1982).

Agostinho Pereira de Miranda (1948, Benguela) – The tax structure of angolan petroleum E&P operations (1982); Extra territorial implications of FCPA statutory rules (1988); The US foreign corrupt practices act: the american ideal in the land of foreign trade (1989); Direito mineiro angolano (1997); Legislação de Investimento Estrangeiro nos PALOP (2003).

Aguinaldo Guedes da Costa Cristóvão (1982, Luanda) – Pessoas com quem falar (I, II, III) (c/ Isaquiel Cori) (2006).

Aida Gomes (1967, Londuimbali) – Os pretos de Pousaflores (2011).

Aires de Almeida Santos (1922, Chinguar – 1991, Benguela) – A casa (1987); Meu amor da Rua 11 (1989).

Akiz Neto (1959, Luanda) – No crivo do meu sonho (1988); Na trajectória da serpente (1995); Cócegas e despertar (1996); Horoscópio da fragmentação (1997); Borboletas da paz: antologia poética (1999); No umbigo da palavra (2003); A construção figurativa do gesto (2007); Poeticidade no discurso prosaico de Wanyenga Xitu (2010); Poesia porta metal (2011); Contingência: Afectos, Revoltas e Ternura – Antologia: poemas de Jofre Rocha (2013).

Albano Cardoso (1966, Luanda) – Atlético Petróleos de Luanda: uma história desportiva (2004); Tic-tacteando o florescer da idade (2010); Sob vigilância (2013).

Albano Vicente Lopes Ferreira (1965, Luanda) – Função de grandes vasos arteriais em diferentes grupos étnico-raciais (2003).

Alberto Colino Cafussa (1974, Kalandula) – Tendência de Voto do Eleitor Angolano nas Eleições Legislativas de 2008 (2012).

Alberto de Lemos (Alberto Jorge Júdice Ferreira de Lemos) (1893, Luanda – 1970, Lisboa) – História de Angola (1929); A reconquista de Angola e o dever português contemporâneo (1934); História da Estatística Ultramarina (1936); Bases para a solução do problema da colonização de Angola (1936); Introdução ao Censo Geral da população de Angola em 1940 (1941); Altas questões da Administração Colonial Portuguesa (1947); Breve esboço histórico ao Tricentenário: 1648-1948 (1948); Catálogo dos Governadores de Angola: 1575-1948 (1948); Colonização étnica (1957); Nótulas históricas (1969).

Alberto Graves Chacusanga (1978, Huambo – 2011, Luanda) – Provérbios: filosofia dos Ovimbundu (2005); Guia de conversação Umbundu-Português (2006).

Alberto Kuzoma Nzuzi (1972, Mbanza Kongo) – Use e será anglófono (2010).

Alberto Oliveira Pinto (1962, Luanda) – Eu, à sombra da figueira-da-Índia (1990); Concerto na nespereira (1991); O saco dos livros (1991); A família dos paladinos (1991); A canção de Rolando (1991); O senhor de Mompenedo (1992); O onagro de Sintra (1994); A sorte e a desdita de José Policarpo (1995); As filhas do Olho de Vidro (1996); Mazanga (1998); Travessa do Rosário (2001); A oralidade no romance histórico angolano moderno (2003); Nós, os Cabindas (2003); Cabinda e as construções da sua História (1783-1887) (2006); Angola e as retóricas coloniais (2012).

Alberto Praia (1974, Huambo) – A importância da oralidade na comunicação educativa (c/ Silvino Kassoma e Pedro Garcia) (2012).

Alberto Silva (1975, Luanda) – Demências poemas ou algo parecido (2011); Labirinto de nós (2011); Perfeitos encaixes (2012); Branco (2012).

Albina Faria de Assis Pereira Africano (1945, Luanda) – Gestão Sustentável do Petróleo Angolano (2013).

Albino Carlos (1965, Luanda) – Olhar de lua cheia (2006).

Alcides Sakala (1953, Chilume) – Memórias de um guerrilheiro (2006).

Alda Lara (1930, Benguela – 1962, Cambambe) – Poemas (1966); Tempo de chuva (1973); Poesia (1979); Obra poética (1997).

Alexandra Caracol (1964, Luanda) – Resolver traumas (com o passado) (2006); Português fácil (17 volumes) (2007).

Alexandra d’Oliveira (…, Luanda) – Quero ser um tigre (2012).

Alexandre Dáskalos (1924, Huambo – 1961, Caramulo) – Poesias (1961); Poesia de Alexandre Dáskalos (1975).

Alexandre do Nascimento (1925, Malanje) – A experiência Constitucional da Itália moderna (1968); Do homem sem fé – suas possibilidades e limites – Segundo Francisco Suarez (1968); Sobre o Belo e a Moral (1968); Escritos Pastorais (1979); Como li o Livro de Rute – Comentário Exegético (1981); Caminhos da Esperança (1992); Discursos e imagens (2002); Minhas imagens e aprendizagens (2006); Livros de ritmos (2006).

Alexandre Faria (1973, Luanda) – Filhos de África (2008); Em busca do autarca perdido (2008).

Alexandre Gourgel (1959, Benguela – 2002, Curitiba) – Um calvário chamado Jonas (1999).

Alexandre Silivondela Jamba (1980, Benguela) – Resgate de valores morais (2009); Conselhos quentes (2013).

Alexandrina Freitas Silva (1949, Lubango) – Pensamentos de ninguém (2013).

Alfredo Bobela-Motta (1905, Seixal, naturalizado – 1978, Lisboa) – Desaguisados (1948); Mangas trocadas (1962); Letras descontadas (1974); Massacres em Luanda (1974); Não adianta chorar: contos coloniais (1976); Sô Bicheira e outros contos (1978).

Alfredo Diogo Júnior (1926, Malanje) – Angola: a ocupação holandesa e a restauração: factores determinantes (1948); Angola na tradição e na lenda (1963); Angola perante uma conspiração internacional (1961); Angola: unidade e multiplicidade (1964); Angola perante a escravatura (1966); Luanda: estruturas socioculturais (1968).

Alfredo João Manuel “Fefe” (…, Luanda) – Procedimentos na Actividade Policial, Breves Considerações (2011).

Alice Berenguel “Avó Ximinha” (1955, Capenda Camulemba) – A união faz a força (2010); Onde o amor não cabe, cabe a inteligência (2012).

Alice Palmira (1944, Brazzaville) – Liberté (1981); Mulemba da saudade (2004); Dormir no chão (2012).

Alípio de Melo (1941, Benguela) – Vergílio Ferreira: um convite à leitura – um convite à reflexão (1986); Vergílio Ferreira: de Melo a cidadão do Mundo (2003).

Álvaro Alves (1980, Andulo) – Lágrimas de mulher (2010); A desgraça de um homem vigarista (2012).

Álvaro Macieira (1958, Sanza Pombo) – Castro Soromenho: cinco depoimentos (1988); Cantos de amor (1992).

Álvaro Manuel de Faria (1951, Luanda) – Arminda uala ni Angola ku Muxima (2012).

Álvaro Santo (1971, Kalandula) – Le ali della speranza / As asas da esperança (1996); Mille giorni in Angola / Mil dias em Angola (1999); L’uomo mistero / O homem mistério (2001); Lui e Telma / Ele e Telma (2002); Oceano d’amore / Oceano de Amor (2003); O eu do meu (2011).

Amadeu F. Mata (1952, Lobito) – Chave do enigma das viagens e morte de Diogo Cão (2006).

Amândio Vaz Velho (…, Luanda) – Mestres Portugueses de Gestão (co-autor) (2004); Arquitectura de Empresa (2004).

Amélia A. Mingas (1946, Luanda) – Interferência do Kimbundu no Português falado em Lwanda (2000).

Amélia Dalomba (1961, Cabinda) – Ânsia (1995); Sacrossanto refúgio (1996); Cacimbo 2000 (2000); Espigas do Sahel (2004); Noites ditas à chuva (2005); Sinal de mãe nas estrelas (2007); Aos teus pés quando baloiça o vento (2008); Uma mulher ao relento (2011); Nsinga: o mar no signo do laço (2012).

Américo Boavida (1923, Luanda – 1968, Bundas) – Angola: cinco séculos de exploração portuguesa (1963).

Ana Branco (1967, Lucapa) – Meu rosto e minhas mágoas (1997); A despedida de mim (2004).

Ana Casanova (1967, Luanda) – Desabafos d’alma (2010); Dialectos da memória (2010); Nós eternos (2011); Pinturas poéticas (2012).

Ana Clara Guerra Marques (1962, Luanda) – A alquimia da dança (1999); A companhia de dança contemporânea de Angola (c/ Rui Tavares) (2003); Para uma história da dança em Angola: entre a escola e a Companhia: um percurso pedagógico (2008).

Ana Coelho (1969, Huambo) – Nuances de um silêncio (c/ José António Antunes) (2010); O tacto das palavras (2011).

Ana de Sousa Santos (…, Malanje) – Catálogo da Exposição de miniaturas angolanas (1963); Subsídio etnográfico do povo da ilha de Luanda de 1960 (1965); Quitandas e quitandeiras de Luanda (1967); A alimentação do muxiluanda (1996).

Ana Faria (1949, Luanda) – Aventuras dos Queijinhos Frescos (1985); Sapatilhas de cetim (2005); Histórias em versos com música e dança (2006); Queridos livros (2007); Um livro sobre a minha mãe (2008); O tempo breve (2009); Tradição de família (2012).

Ana Major “Doriana” (1958, Luanda) – Estrela lundu (1998); O rival (1998).

Ana Maria de Oliveira (1951, Luanda) – Angola e a expressão da sua cultura material (1992); Elementos simbólicos do kimbanguismo (1994); Kauyka (5 vol.) (2012).

Ana Mónica Lopes (1970, Lubango) – História da África: uma introdução (c/ Luiz Arnaut) (2005); Nas Margens da História e da ficção: identidades impressas e as fronteiras do nacionalismo em Angola (2011).

Ana Paula de Santana (1960, Luanda) – Sabores, odores e sonho (1986).

Ana Paula Castro (1949, Huambo) – Deus acorda (2006); Sou jornalista, você é árabe? (2008); Orgasmo eterno (2013).

Ana Paula Godinho (…, Luanda) – Registos e Notariado de Angola (c/ Elisa Alves e Joaquim Barata Lopes) (2013).

Ana Paula Lavado (1960, Cambambe) – Vozes do vento (2007); Um beijo… sem nome (2008); Mentes perversas e outras conversas (2012).

Ana Paula Tavares (1952, Huíla) – Ritos de passagem (1985); Sangue da buganvília (1998); O lago da lua (1999); Africae Monumenta: a apropriação da escrita pelos africanos (c/ Catarina Madeira Santos) (2000); Dizes-me coisas amargas como os frutos (2001); Ex-votos (2003); A cabeça de Salomé (2004); Os olhos do homem que chorava no rio (c/Manuel Jorge Marmelo) (2005); Manual para amantes desesperados (2007); Como veias finas na terra (2010).

Anabela Moreira (1950, Namibe – 1971, Huambo) – Prelúdio inacabado (1996).

Anabela Spranger (1962, Malanje) – 24 anos depois (2010).

Anacleto Monteiro (…, Sumbe) – O ondjango africano na comunidade Cristã: uma forma de igreja-família na evangelização da Diocese do Sumbe/Angola (2009).

André Cristóvão Manuel “Brazza” (…, Luanda) – A História das Relações Internacionais (2013).

André de Oliveira João Sango (…, Nzeto) – O modelo político angolano: perspectivas (2002).

André Franco de Sousa (1931, Luena – 2010, Lisboa) – Angola: o apertado caminho da dignidade (1998).

André Lukamba (1950, Huambo) – A globalização e os conflitos no Sul: o caso angolano (2001); O que não estão a dizer sobre a sida (2003); Desafios éticos colocados pela clonagem: temores para África (2011).

André Vela Ngaba (…, Mbanza Kongo) – Angola: a voz profética dos bispos da CEAST (1975-2002). Uma antropologia teológica para a educação para a paz (2008); Políticas educativas em Angola (1975-2005): entre o global e o local: o sistema educativo mundial (2012).

Andreia Galhardo (1972, Malanje) – A Sedução no Anúncio Publicitário: Expressão Lúdica e Espectacular da mensagem (2002).

Angelino Firmino Jones (1968, Quilengues) – O grito silencioso de Kaendangongo (2007); A visão filosófica de Karl Marx e a sua aplicação na actualidade (2010).

Aniceto Gourgel (1953, Luanda) – Textos sobre o comércio triangular (2004); A povoação de Zavula na época colonial (2013).

Anny Pereira (1951, Kuíto) – Catorze poemas em Abril (1999); Uma vez só não basta (2000).

Anselmo Dias (1978, Kwanza Norte) – Amor, pára e pensa… (2013).

Antero Abreu (1927, Luanda) – A tua voz, Angola (1978); Poesia intermitente (1978); Permanência (1979); Textos sem pretexto (1992); Contos verdadeiramente infantis (2000).

Antónia Manuela Miguelito Domingos (1970, Cacuso) – Crianças vítimas de práticas de feitiçaria (2009).

Antonieta Ribeiro (1943, Luanda) – Sebastiana e Manas: os seis sentidos (2011).

António Augusto Martins Cristão (1911, Namibe – 2010, Lisboa) – Memórias de Angra do Negro: Moçâmedes (1958).

António Alberto Neto (1943, Luanda) – O Presidente da República Portuguesa e a revisão constitucional (1987); Poemas em liberdade (1993); Chongolola (2000); Lalipo (2001); Instituições políticas e sistemas constitucionais nos países africanos de expressão portuguesa (2003); A outra face de Angola (2010).

António Aniceto Monteiro (1907, Namibe – 1980, Argentina) – Algèbres de Heyting symétriques (1978).

António B. Coutinho (1972, Luanda) – 52 quase poemas (2011); Montesia (2012).

António Bernardes de Miranda (…, Luanda) – Sociologia: teorias de médio alcance (2010).

António Branco (1962, Malanje) – Fugidia comunhão (1996).

António Burity da Silva Neto (1955, Huambo) – Situação do sector da educação em 2003 (2008).

António Cabral (1969, Benguela) – A Lua da minha noite (2013).

António Cardoso (1933, Luanda – 2006, Lisboa) – Poemas de circunstância (1962); Economia política, poética (1979); Panfleto (poético) (1979); 21 (vinte e um) poemas da cadeia (1979); A casa de Mãezinha (1980).

António Cardoso Pinto (1945, Malanje) – A Lua dos astronautas não é a minha Lua (1999); Reflexos (2002).

António Castro (1959, Luanda) – Poemas (1974); Cântico Poético (1983); Ser Criança (1988); Mar Amor Ilha (1989); Viaggio all’Amore Universale (1989); Contos (1990); Cantamos para ti (1991); História em histórias (c/ Pedro Rebelo) (1992); Histórias com História (c/ Maria Elisa de França Brazão) (1992); Calheta – Roteiro Turístico e Cultural (c/ Maria Elisa de França Brazão) (1993); Calheta – Natureza em Fascínio (c/ Maria Elisa de França Brazão) (1999); Já não há trapos… e os velhos não existem… (c/ Maria Elisa de França Brazão) (1999); Santa Cruz – Voos de asa…na Ilha (c/ Maria Elisa de França Brazão) (2000); Santa Cruz – Vols d’aile… sur l’Île (c/ Maria Elisa de França Brazão) (2000); No Baú da Criação (c/ Maria Elisa Brazão e Maria Hiolanda Vieira) (2002); Novas histórias com História (c/ Maria Elisa de França Brazão) (2004); Maior do que a Lenda (2008); Funchal, uma promessa de Vida (2010); Água, Passaporte para a Vida (2010); Uma Amizade com Asas (2010); Banda Recreio Camponês – A Memória de 100 Anos em Concerto Intemporal (c/ Silvina Serrão) (2010); A fogueira dorme na bruma (2011); SPM: 30 Anos em Defesa da Classe Docente (c/ Elisa Brazão) (2012); Na Asa da Ilha… (2012); No Reino dos Penteados (2012); Da minha Rua… chego até à Lua (2013); Guia do Morador (2013).

António Cortês (Lutumba António Sebastião Simão) (1986, Luanda) – As faces do amor (2013).

António de Assis Júnior (1887, Golungo Alto – 1960, Lisboa) – Relato dos acontecimentos de Dala Tando e Lucala (1917); O segredo da morta (1935); Gramática de Kimbundu-Português (sem data); Estórias de Ngana Eusébio (…).

António de Azzevas (1958, Malanje) – Nu clima de mangas (2007).

António Duarte de Almeida e Carmo (1935, Namibe) – Prevenção de acidentes de trabalho e doenças profissionais na imprensa gráfica (c/ Maria Elisa Bastos Lopes e António Manuel Gomes Bidarra) (1975); A longa marcha das religiões na China (1994); A Igreja Católica na China e em Macau no contexto asiático: que futuro? (1997).

António Fonseca (1956, Ambriz) – Raízes (1982); Sobre os Kikongos de Angola (1985); Poemas de raiz e voo (1985); Crónicas de um tempo de silêncio (1988); Contribuição ao estudo da literatura oral e angolana (1996); Histórias e memórias desancoradas (2006); Contos de antologia (2008); Primo Narciso e outras histórias (2010); Antologia de contos angolanos: dos Desertos, dos Sonhos, das Travessias e do Futuro (c/ Irene Guerra Marques e Carlos Ferreira) (2013).

António Francisco Tuta “Audácia” (1948, Moxico) – A história do pioneiro heróico Augusto Ngangula (2011).

António Gonçalves (1960, Luanda) – Gemido de pedra (1994); Versos libertinos (1995); Adobes da terra vermelha (1996); Buscando o homem (2000); África que observo com os dedos (2002); Cenas que o musseque conheceu (2003); A quinta estação do tempo (2004); Transparências (2004); As imagens dos pássaros e dos sonhos (2005); As vozes do caminho (2005); Umbral de transmutações (2009); Canto misterioso que me acena com os pés (2011).

António Guebe (1958, Ganda) – O que eu aprendi no Otchoto (2003); Resistência à ocupação colonial do sul de Angola: região dos va-Nyaneka, va-Nkumbi e dos va-Ambo: 1850-1917 (2008); O pensamento social sobre cidadania e democracia em Angola: o caso da comunidade rural Va-Hanha: 1992-2007 (2009).

António Jacinto (1924, Luanda – 1991, Lisboa) – Poemas (1961); Outra vez Vovô Bartolomeu (1979); Em Kiluanje do Golungo (1984); Sobreviver em Tarrafal de Santiago (1985); Prometeu (1987); Fábulas de Sanji (1988).

António José Leitão das Neves Almeida (1963, Namibe) – Particulate carriers as immunological adjuvants (1993).

António José Ventura (…, Luanda) – Subsídio para a Compreensão da Independência do Poder Judicial na Constituição da República de Angola (2010); Regulação do Regime dos Juízes em Angola (2011).

António Luís Ferronha (1948, Lubango) – Angola, 10 anos de história (1666-1676) (1988); O confronto do olhar (coord.) (1991); Atlas da Língua Portuguesa na História e no Mundo (coord.) (1992); As cartas do rei do Congo D. Afonso (1992); O comércio português de escravos (1994); A Fauna Exótica dos Descobrimentos, (coord.) (1995); Deltinha, Aventura do Café – BD (1995); Estórias da CARRIS – BD (1996); As civilizações africanas: I – África e os africanos: II – A iconografia do encontro (1996); Viagem ao Mundo dos Correios – BD (1997); Porto, a aventura de um grande vinho – BD (1998); Foz Côa: Caminhos do homem – BD (1998); Linguagem Audiovisual – A Pedagogia da Imagem, Pedagogia com Imagem (2001); A perspectiva dos Músicos. A Música que eles não queriam que ouvíssemos (c/ Adriano Moreira) (2004); Frei Ramon Pané, Relação das Antiguidades dos Índios, «Uma Cultura da Desaparição» (2006); Pequeno Atlas da Língua Portuguesa (2006).

António Lungieki Pedro Bengui (1973, Damba) – Experiência constitucional angolana e a justificação dos direitos fundamentais (2012).

António Madeira Segadães Tavares (1944, Luau) – Análise Matricial de Estruturas (1972).

António Manuel Luvualu de Carvalho (…, Luanda) – Angola: economia e petróleo: 2002-2012 (2011); União Africana, Quo Vadis? (2013).

António Marcelo (1939, Luanda) – À sombra do imbondeiro (2010).

António Miguel Afonso (1985, Luanda) – O meu coração de amor (c/ Emanuel Eduardo) (2013).

António André Moisés “Natrusky” (…, Malanje) – Sonhos e confissões (…); Geologia e Técnicas de Prospecção Diamantíferas do Nordeste de Angola (2003).

António Ngula Chivinga (1974, Quipungo) – Exortação à maturidade cristã (2010).

António Nóbrega (1952, Namibe) – Manual do Licenciamento Municipal de Obras Particulares (1995); Análise do Regime do Licenciamento Municipal de Obras Particulares (1996); O Novo Regime da Instalação e do Funcionamento das Unidades de Exploração Turística, de Restauração e de Bebidas (1997); O Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação – Anotado (2002); As Unidades de Exploração Turística – Instalação e Funcionamento (2003); Os Estabelecimentos de Restauração e de Bebidas – Instalação e Funcionamento (2003); Os Recintos de Espectáculos e de Divertimentos e de Divertimentos – Instalação e Funcionamento (2005); O Regime Jurídico dos Estabelecimentos de Restauração e de Bebidas – Anotado e comentado (2009); O Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação – Anotado e Comentado (2009); Licenciamento Zero – Regime Jurídico do Acesso e Exercício de Actividades Económicas (2011); Reabilitação Urbana – O Actual Regime Jurídico – Anotado e Comentado (2011); Licenciamento Zero – As Actividades Económicas Face À Iniciativa Licenciamento Zero (2013).

António Oliveira e Castro (1951, Bongo-Lépi) – Houve mesmo um dia de desespero em que se cultivaram campos de cicuta (1985); As planícies donde vim (1987); A especiaria (2008); Tambwe: a unha do leão (2011).

António Panguila (1963, Luanda) – O vento do parto (1994); Amor mendigo (1996); Agostinho Neto: libertador e homem de cultura (2003); Corpo molhado de prazer (2011).

António Pedro Saraiva Coutinho (1947, Lubango) – Estórias d’aquém e d’além mar: contos breves (2003); A próstata e o divino (2007).

António Pitra Neto (1958, Luanda) – MPLA e as Eleições Legislativas de 2008: as nossas razões para a vitória (2008); Abordagens concretas sobre Administração Pública e Administração do Trabalho (2009); Apontamentos sobre matérias de Direito Administrativo (2012); Feliz raridade (2013).

António Pompílio (1964, Lobito) – O sal dos olhos do mar (1994); Simetrias (2003); Mambelé, o engraxador (2004); Mutudi: a dama de ventre de fogo (2007); Fronteira: a passagem do limite (2007); O camaleão e a cobra (2009); A preguiça do salalé (2011); O Anónimo (2013).

António Quino (1971, Luanda) – Conversa de homens no conto angolano (2011).

António Sá (…, Malanje) – Famílias na guerra: pesadelo infantil (2011).

António Sampaio (1987, Cangandala) – O jovem Cristão e os desafios da Pós-Modernidade (2006) | Aborto: a Síndrome da Humanidade (2006).

António Setas “Jubaba” (1942, Lobito) – Lusango: comércio internacional (2002); A caixa de chifre preto (2004); Os filhos do papá Dya Kota (2004); História do Reino do Kongo (2007); Os tesouros do retornado (2008); Cadernos do guerrilheiro frustrado (2011).

António Tomás (1973, Luanda) – O fazedor de utopias: uma biografia de Amílcar Cabral (2007); Poligrafia das páginas de jornais angolanos (2010).

António Valis (…, Luanda) – Manuel Muhongo ou a queda do pescador (1998); Desconseguiram Angola (2005).

António Venâncio (…, Luanda) – Introdução à Teoria da Fiscalização de Empreitadas de Obras Públicas (2009).

António Vicente Marques (…, Luanda) – Código Civil Angolano (2005); Código Comercial Angolano – Vol. I e II (2006); Direito do Trabalho Angolano (2007); Código das Custas Judiciais Angolano (2009); Direito Administrativo Angolano (2009); Direito Fiscal Angolano – Vol. I e II (2010); Código Civil Angolano (2010); Código de Processo Civil Angolano (2012); Direito Penal Angolano (2010); Direito das Obrigações – Vol. I (2012); Código do Processo Penal Angolano (2012).

António Xavier (…, Luanda) – O verdadeiro arrependimento (2007); Um crime (2011).

Appolo Yakuvela (…, Lubango) – Noções do direito do trabalho angolano (2013).

Aristides Van-Dúnem (1937 – 2007, Luanda) – A última narrativa de vavó Kiala (1973); Resignação (1974); Estórias antigas (1986).

Arlindo Barbeitos (1940, Catete) – Angola Angolê Angolema (1975); Nzoji (sonho) (1979); O rio: estórias de regresso (1985); Fiapos de sonho (1990); Na leveza do luar crescente (1998); Sociedade, Estado: Sociedade Civil, cidadão e identidade em Angola (2007); Angola-Portugal: entidades coloniais equívocas (2009).

Arlindo Dalla (…, Luanda) – Aprenda como viver na diferença (2012).

Arlindo Duarte Neto (…, Luanda) – Tempo que avança (2005).

Armando Frazão (1971, Bentiaba) – Sonhos da Atlântida (2011); Pagwagaya (2012).

Armando Manuel Valente (1966, Luanda) – O funge de bombó: vantagens e desvantagens (2005).

Armindo Francisco “Kianda” (…, Luanda) – A luta continua (1976).

Armindo Jaime Gomes “Arjago” (1962, Kuito) – Noite por dia (1998); Os Sobas. Apontamentos etno-históricos sobre os Ovimbundu de Benguela (2002).

Armindo Laureano (1976, Luanda) – Um ano de Vivências (2013).

Arnaldo Santos (1935, Luanda) – Fuga (1960); Uíje (1960); Quinaxixe (1965); Tempo de Munhungo (1968); Poemas no tempo (1977); Kinaxixi e outras prosas (1977); Na mbanza do Miranda (1986); Nova memória da terra e dos homens (1987); O cesto de Katandu e outros contos (1987); A boneca de Quilengues (1991); A casa velha das margens (1999); Crónicas ao sol e à chuva (2000); Estórias de Kuxixima (2003); O brinde seguido de A palavra e A máscara (2004); O vento que desorienta o caçador (2006); Momentos (2011); Sabina e os manuscritos do Kuíto (2013).

Arquimedes de Jesus Nganga (1965, Luanda) – The millenary fraud: The Bible (2010).

Artur Arriscado (1944, Moxico – 2013, Luanda) – Sakalumbu, o contador de histórias (2002); Tatchi (2003); Miassos da minha terra (2006); Jacaré (2008); Uma família de babuínos (2008); As minhas anharas (2009); Semelhanças nos nossos miassos (2010).

Artur Daniel Fula “Abbishilla” (1967, Bengo) – Retalhos (2001); Tetembwa (2003).

Artur Guilherme Carvalho (1962, Luanda) – Histórias de amanhecer (2006); Atrás do pôr-do-sol (2006); Conspiração mercuriana (c/ Carlos Manuel Azinheira) (2007); O nevoeiro e as sombras (2013).

Artur Pina (1974, Sanza Pombo) – A superação do ser violento (2012).

Artur Queiroz (…, Portugal, naturalizado) – A via agreste da liberdade (1978); Kapitupitu: a verdadeira estória dum anarquista fuzilado (1980); Mukandano (1980); Eu vi bombardear Bagdade (1992); Leões d’anhara (1995).

Assis Malaquias (…, Luanda) – Rebels and Robbers: Violence in Post-Colonial Angola (2006); Portugal, os Estados Unidos e a África Austral (2006); Angola: how to loose a Guerrilla War (2007).

Atanagildo Paulo de Castro (1986, Huambo) – O caçador sem carne (2012).

Augusto Alfredo (…, Amboim) – Memórias precoces: Luanda-Gabela, uma viagem de 30 anos (2010); Aventuras de um estudante angolano no estrangeiro (2012).

Augusto Caetano João (1944, Piri) – Textos de relações económicas internacionais (2002).

Augusto Chipesse (…, Seles) – Os demónios e o poder infinito (2005).

Augusto Eduardo Kambwa (…, Soyo) – Les metamorphoses de la libertè: libertinage et baroque chez Theophile de Viau (1992); O verso, o reverso e o controverso (2003); Variações literárias (2004).

Augusto Sapengo “Gugú” (1985, Cacilhas Norte) – Amor sem barreiras (2011); O coração de mulher (2012).

Augusto Thadeu Bastos (1872 – 1936, Benguela) – Traços gerais sobre a etnografia do Distrito de Benguela (1909); Monographia da Catumbella (1912); A vida nas selvas (1917); O caçador de leões (1917); Debaixo de um búfalo (1919); Os gigantes lusitanos através dos mares (1919); Aventuras policiais do repórter Zimbro (1932).

Augusto Trindade Bembele (…, Luanda) – O que são impostos e porque pagá-los (2011).

Áurio Quicunga (1983, Luanda) – Lodinho Menino de Lodo, Boneco de Ouro (2012); Quimera (2013); Jomwle – A Menina do Encanto do Sol (2013).

Aurora da Fonseca Ferreira (1948, Luanda) – A Kisama em Angola do século XVI ao início do século XX (2 vol.) (2013).

Avelino Sayango (1951, Caimbambo) – O meu pai (1997).

Azira Can (1963, Luanda) – Viver e reviver Goa – Crónicas de Goa (2002); Shigmó – Brincando com o fogo (2005).

B (25)

Balduíno Fio (1987, Huambo) – As mulheres valem mais do que imaginam (2013).

Banny di Castro (Albano de Castro Tchilala Sapondiya) (1989, Ganda) – Quando tudo parece breu… esvanecem-se as esperanças (2012).

Bárbara Guimarães (1973, Lubango) – Páginas do Páginas Soltas (2013).

Barros Neto (1945, Cazengo) – U’Lungu (1995); Terra Nova (…); Polifonias (…).

Basílio Tchikale (1973, Huambo) – Sabedoria popular dos Ovimbundu (2011); Cantares dos Ovimbundu (2011).

Basílio Tchindombe “Batchi” (1979, Huambo) – O que a África não disse… (2008); Jimbo (2013).

Belarmino Van-Dúnem (…, Luanda) – Prevenção de conflitos em África: da OUA a UA (2008); A dor que eu pari (2010).

Belchior Chihopio “Kandimblé” (1988, Lubango) – Gotas de lágrimas (2012).

Belita Bel (1960, Luanda) – Caminhos ledos (…); Laços de amor (…).

Belmiro Rosa (1955, Luanda) – Guia prático de Proctologia (2009).

Benedito Kapingãla (1966, Benguela) – A paixão do jornalismo (2013).

Benja Satula (1979, Luanda) – Branqueamento de capitais (2010).

Bens Nyoka Abílio (…, Uíje) – Bukamá (2009).

Bento Mântua (1878, Luanda – 1932, Lisboa) – Novo Altar (1905); Má sina (1908); Gente moça (1910); A Morte (1912); Ordinário…marche! (1913); O Fado (1915); Quando o coração manda (1932).

Bernardo Campos (…, Pungo-a-Ndongo) – Kiela (1998).

Bernardo Kativa (…, Menongue) – A pérola etno-antropológica dos Nganguelas (2012).

Bibino da Manutenção (1980, Quibala) – Contos em rimas ridículas (2013).

Boaventura Cardoso (1944, Luanda) – Dizanga dia muenhu (1977); O fogo da fala (1980); A morte do velho Kipacaça (1987); O signo do fogo (1992); Maio mês de Maria (1997); Mãe materno mar (2001); Noites de vigília (2013).

Bonifácio Tchimboto (1965, Benguela) – Os privados de Deus: Jb 24 e as tradições bíblicas sobre o pobre (2006).

Bornito de Sousa (1953, Quéssua) – Angola – História Constitucional (c/ Adérito Correia) (1996).

Bruno Matos (1975, Benguela) – A gesta do Magriço (c/ Alexandre Honrado) (2000); Histórias que apanharam bicho (c/ Alexandre Honrado) (2001); Trilogia Os 5 Moklins: I – A herança Moklin (2001); II – O herdeiro perdido (2002); III – O legado final (2002); O poder interior (2005); Heróis e monstros (2005); O Campo Fénix (2007); Ollusya, o reino encantado (2009).

Bruno Prata (1981, Luanda) – Dentro e fora de mim (2011).

Bula Mbungue (João de Figueiredo Alberto Wassamba) (1980, Saurimo) – Pétalas d’amor (2009); O grito do poeta (2012).

Bunga Zavenda Simão (…, Uíje) – Cruzes de um regresso em narrativas de partida (2008).

Bussulo Dolivro (Francisco Bussulo) (…, Bié) – Gritos e Penumbras (2009); Laços de emoções (2013).

C (86)

Cândido da Silva “Kunduma” (1959 – 2011, Luanda) – É mentira (1997); Aconteceu (2001); Calamidade (2003).

Cândido da Velha (1933, Ílhavo, naturalizado) – Quero-te intangível, África (1960); Equador: contos (1961); As idades da pedra (1969); Corporália (1972); Signo de Caranguejo (1972); Memória breve de uma cidade (1988); Navio dentro do mapa (1994); Lugares do vento Suão (1998).

Capela Dombaxi Tepa (1951, Noqui) – Contabilidade Analítica pormenorizada (vol. 1, 2 e 3) (2004, 2008, 2013).

Carla Baptista (1969, Luanda) – Portugal no olhar de Angola (2002); Jornalistas: do ofício à profissão (c/ Fernando Correia) (2007); Memórias vivas do Jornalismo (c/ Fernando Correia) (2010).

Carla Ferreira (1967, Luanda) – A conquista da cidade na narrativa de Luandino Vieira (2009).

Carla Gomes (1969, Luanda) – Mar, amor e alma (2012).

Carla M. Soares (1971, Namibe) – Alma rebelde (2012).

Carla Marques (1966, Luanda) – In-finitos sentires (2011).

Carla Queiroz (1968, Kwanza Sul) – Os botões pequenos (2001).

Carla Santos “Welvidizui” (…, Malanje) – Verdades da minha terra (2010).

Carlinhos Zassala (1946, Quibocolo) – Orientação escolar e profissional em Angola (2003); Iniciação à pesquisa científica (2012); Construção de uma Escala de Atitudes sobre Profissões (modelo Likert) (2013).

Carlos Alberto Alves (1968, Huambo) – Esperança (1997); Palavras, imagens e sons (1998).

Carlos Alberto Bravo Burity da Silva (1957, Luanda) – Poder Disciplinar e Discricionariedade (1996); Ilicitude e Legítima Defesa (1996); Teoria Geral do Direito Civil (2004); Actividade Policial, Direitos de Personalidade e Vitimologia (2008).

Carlos Alberto Domingues (…, Luanda) – Guerra, Justiça e Paz: Contribuição para a História Contemporânea de Angola (2002); Memórias de Manuel Ferreira Pedras (2010).

Carlos Alberto Mac-Mahon (1925, Lubango – 2009, Luanda) – Cala-te, Carlos (2003).

Carlos Alberto Sequeira (1953, Huambo) – Effect of grinding on the in vitro digestibility of forages (1982) | Efeito da Adição de Sais Sódicos ao Rúmen na Utilização Digestiva da Fibra (1988).

Carlos Alberto Van-Dúnem (1935, Luanda) – Vinte e dois poemas para o 29 de Março (2000).

Carlos Albuquerque (1940, Luanda) – Angola: a cultura do medo (2002).

Carlos Alves “Cave” (1900, Musserra – 1980, Lisboa) – O povoamento de Angola (1960); Vida familiar (1960); A mulher congo-portucalense (1960); O Congo portucalense (1960); Manda (1965); Os filhos de Manda (1970); Angola e o Distrito do Uíje: a hecatombe (1992, póst.).

Carlos André (…, Luanda) – A busca de sobrevivência (2011).

Carlos Cabombo (…, Calulo) – Trilhos de um peregrino (2009); Confidências do verso (2011).

Carlos Castro (1945, Namibe – 2012, Nova Iorque) – Solidão povoada: as histórias que nunca contei (2007); As mulheres que marcaram a minha vida (2010); Desesperadamente (2010); O chique e o choque (2010); Ruth Bryden: rainha da noite (2010).

Carlos Cebolo (1951, Lubango) – País encantado do faz-de-conta (2011); Nostalgia (2011).

Carlos Coelho (1963, Lobito) – Se a Lua soubesse (2012).

Carlos do Nascimento (1953 – 2013, Luanda) – Angolando poesias e canções (2011).

Carlos Duarte (1949, Malanje) – A primeira travessia de África ou como os pombeiros Pedro João Baptista e Amaro José atravessaram o continente africano (2012); Albert Potgieter, o boer ou um afrikanner no Rio Madeira (2012); Memórias e aventuras de um cabinda em terras brasilienses (2012).

Carlos Ervedosa (1932, Luanda – 1992, Sabrosa) – Arqueologia angolana (1970); Itinerário da Literatura Angolana (1972); Literatura angolana (resenha histórica) (1973); Roteiro da Literatura Angolana (1979); Saudades de Luanda (1986); Era no tempo das acácias floridas (1990); Carta arqueológica do concelho de Vila Real (1991).

Carlos Feijó (…, Luanda) – Problemas actuais do Direito Público Angolano: contributos para a sua compreensão (2001); A produção de Informações de Segurança no Estado de Direito Democrático: o caso angolano (2002); Pluralismo e Legitimação: a edificação jurídica pós-colonial (2003); Novo Direito da Economia de Angola: legislação básica (2004); Direito Administrativo (introdução) (2007); A Justiça Administrativa em Angola (2008); A Regulação do Gás Natural em Angola (c/ N’Gunu Tiny) (2009); A Coexistência Normativa entre o Estado e as Autoridades Tradicionais na Ordem Jurídica Plural Angolana (2012); Autonomia local e a organização do poder territorial em Angola (2013); Direito Administrativo (c/ Cremildo Paca) (2013).

Carlos Ferreira “Cassé” (1960, Luanda) – Projecto comum (1982); Projecto comum II (1983); O homem dos 4 andamentos (1985); Sabor a sal: crónicas (1986);Começar de novo (1988); Voz à solta (1991); Marginal (1994); Namoro o mar (1996); Ressaca (2000); A angústia do fim (2001); Quase exílio (2003); A magia das palavras (2005); Até depois… (2006); Eugénio Ferreira: um cabouqueiro da angolanidade (c/ Eugénio Monteiro Ferreira) (2009); Causas perdidas (2011); Antologia de poesia angolana do séc. XVII ao séc. XXI. Entre a Lua, o Caos e o Silêncio: a Flor (c/ Irene Guerra Marques); (2011); Antologia de contos angolanos: dos Desertos, dos Sonhos, das Travessias e do Futuro (c/ Irene Guerra Marques e António Fonseca) (2013); Memórias de nós (2013).

Carlos Francisco (…, Luanda) – Competências e requisitos para a cadeia de logística e política de angolanização (2010); Mercado de Capitais em Angola (2011); Empreendedorismo – Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME) (2013).

Carlos Frota (1947, Namibe) – O chão e as raízes (1997); Dos rios e suas margens (1998).

Carlos Furtado “Heavy C” (1982, Benguela) – Quando a mulher se cansa (2009).

Carlos Gouveia “Goia” (1930, Peniche, naturalizado – 2006, Queluz) – Utanha Wátua (1972); Olwali Yeto (1978); Olusapo (1980); A noite do meu exílio (1992); Na rota dos escravos (1994); Benguela – Poemas de amor e não só… (1995); Um Cântico de Guerra e Esperança (1994); Coração transplantado (1995); O Vagabundo da Cidade (1972); Revolta íntima (2004); O regresso dos passarinhos (2004).

Carlos M. Lopes (…, Luanda) – Roque Santeiro: entre a ficção e a realidade (2007); Candongueiros & Kupapatas: acumulação, riscos e sobrevivência na economia informal em Angola (2011).

Carlos Magalhães (1950, Kwanza Sul) – Defesa do Consumidor: a responsabilidade civil do fornecedor (2010).

Carlos Mariano Manuel (…, Negage) – O ensino da Medicina em Angola (1997).

Carlos Martins de Castro Alves (…, Namibe) – Bernardino Freire de Figueiredo Abreu e Castro: boquejo biográfico do colonizador de Moçâmedes (1970).

Carlos Mateus (1959, Lobito) – Restinga (1993); A Metrópole de Savimbi (2004).

Carlos Moutinho (1970, Luanda) – O Livro de Ouro do Café de Angola (2010).

Carlos Nobre “Pacman” (1975, Luanda) – Um outro amor: diário de uma vida singular (2008).

Carlos Pacheco (1945, Luanda) – José da Silva Maia Ferreira: o homem da sua época (1990); Arsénio Pompílio Pompeu de Carpo: uma vida de luta contra as prepotências do poder colonial em Angola (1992); José da Silva Maia Ferreira: novas achegas para a sua biografia (1992); MPLA: um nascimento polémico (1997); O nativismo na poesia de José da Silva Maia Ferreira (1996); Repensar Angola (2000); Angola: um gigante com pés de barro (2005).

Carlos Paço d’Arcos (1948, Luanda) – O xadrez do poder (1987); Imaginometria (1987); Lisbongate (1988); Droga, com cavalo também se abatem (1995); A droga é uma merda (1996); Geração à rasca (1996); Pedofilia e violações à portuguesa (1998); A divina tragédia (2002); Da lei da morte libertando (2005); Ensaio numa nota lá/A saudade mata (2005); Ensaio numa nota fá/Fado nosso (2012); Ensaio numa nota só/A solidão mata (2012); Escrevo a sonhar (2012).

Carlos Pedro (1983, Luanda) – Pegadas do passado (2009); Palavras sem fronteiras (2012).

Carlos Pedro Cláver Yoba (1956, Cacongo) – Ilha da Juventude. Experiências e vivências (2002); Exercício da profissão vs formação universitária (c/ Francisco Chocolate) (2007).

Carlos Pimentel (1944, Namibe) – Tijolo a tijolo (1980); Pano barato (1989).

Carlos Rocha Dilolwa (1939, Sumbe – 2009, Luanda) – Contribuição à História Económica de Angola (1978); Seguros e Resseguros (1997); Reflexões sobre a questão ambiental (2012).

Carlos Serrano (1942, Cabinda) – Os senhores da terra e os homens do mar (1983); As revoltas dos colonizados (1995); Brava gente do Timor: a saga do povo maubere (1997); Memória d’África: a temática africana na sala de aula (c/ Maurício Waldman) (2007); Angola: nascimento de uma nação: um estudo sobre a identidade nacional (2008).

Carlos Silvestre (1960, Luanda) – Dondo de 1500 – 2000 (2002); Um abismo no inferno (2013).

Carlos Taveira (1953, Lobito) – Mateus da Costa e os trilhos de Megumaagee (2006).

Carlos Teixeira (1965, Luanda) – Direito Angolano do Ordenamento do Território e do Urbanismo (2013).

Carlos Tomás (1970, Lubango) – Matar à portuguesa (c/ Luís Fontes e Valdemar Pinheiro) (2012).

Carlos Tronco (1962, Negage) – O que é a vida afinal? (2006); Les orangers fleurissent en hiver (2013).

Carmo Neto (1962, Malanje) – A forja (1985); Meu réu de colarinho branco (1988); Mahézu (2000); Joana Maluca (2004); Degravata: entre ter, aparecer e ser (2007).

Cássia do Carmo (1996, Luanda) – As duas amigas (2009).

Cavisita Lemos (…, Luanda) – Jacaré Bangão e as Pedras Mágicas (2013).

Cecília Ndanyakukwa “Pandeynge” (1975, Cunene) – Insónias líricas (2003).

César Augusto “Kiluanji” (1941, Nambuangongo) – Trajectória da vida de um guerrilheiro (1990); Miséria moral (2004).

César Viana (1942, Quibala) – Formação de atitudes integradoras (2010); Ausência e presença da Igreja em África: caso tipo de Angola (2010).

Chaahoo Avô Ngola Avô (Nilton André Ngola) (1975, Malanje) – Folhar o mar no ventre da saliva (2005).

Chavala (Mateus Justino Chaves) (1954, Moxico) – O papel reconciliador da Igreja no pós-guerra civil em Angola (2009).

Chico Adão (António Cortês) (…, Luanda) – As origens do fenómeno Kamutukuleni e o Direito Costumeiro aplicável: alguns aspectos da etnografia angolense (2005); Angola… ontem!!!: cronologia de passos a caminho da libertação (2007); Pontos nos iiis!!! (vol. I, II e III) (2006 a 2010); Direito costumeiro e poder tradicional dos povos de Angola (2011).

Chô de Guri (Maria de Fátima Morais) (1959, Quibala) – Vivências (1996); Bairro Operário: a minha história (1998); Morfeu (2000); Chiquito da Camuxiba da Samba (2003); Na boca árida da kianda (2006); A filha do alemão (2009); Songuito e Katiti (2009); Perversa (2012); O cambulador (2013).

Chuelsia de Carvalho (1996, Luanda) – Secrets of the forbidden kingdom (2011).

Ciro Gourgel (…, Luanda) – Contos soltos (1972).

Cláudia Moita Ribeiro (1964, Lubango) – No Dorso do Dragão. Aventuras e Desventuras de uma Portuguesa na China (2001).

Cláudia Morais (1976, Luanda) – Sobreviver à Crise Conjugal (2004); O Amor e o Facebook (2011).

Cláudio Fortuna (1975, Luanda) – Os meandros das manifestações em Angola (c/ Coque Mukuta) (2011); Reencontros com as Literaturas Africanas de Língua Portuguesa (2013).

Cláudio Kiala (1992, Luanda) – Perdidos na escuridão (2009); O homem que antecipou a sua morte (2012).

Cláudio Pedro António (1983, Luanda) – A Revolução de Aurélio (2012); Sou mais forte do que Eu (2013).

Cláudio Ramos (1973, Luanda) – Em nome dos homens (2002); As aventuras de Nocas (2006); Geneticamente fúteis (2008); Abraça-me (2009); Valorize-se, organize-se (2013).

Cláver Pitra “Tarisaval” (1965, Ordem, Cabinda) – Antologia de Poemas de Tarisaval (2012).

Clodoveu Gil (1929, Namibe) – Temas eternos: poesia (1957).

Cochat Osório (1917, Luanda – 2002, Lisboa) – Calema (1956); Capim verde (1957); Cidade (1960); Poemas (1966); Biografia da noite (1966); O homem do chapéu (1972).

Conceição Cristóvão (1962, Malanje) – A voz dos passos silenciosos (1990); Amores elípticos: entre o amor e a transparência (1996); Idade digital do verso (2002); Pela porta da palavra (2003); Solsalseiosexo: in(pre)cisões (2006).

Conceição João (…, Luanda) – Estudo dos conflitos conjugais (2012).

Coque Mukuta (Coque Francisco Manuel) (1984, Malanje) – Os meandros das manifestações em Angola (c/ Cláudio Fortuna) (2011).

Cornélio CaleyTimóteo Ulika” (1944, Bailundo) – A rola de Tchingandu (1988); Os petróleos e a problemática do desenvolvimento em Angola: uma visão histórico-económica (1996); Kandundu (2000); O julgamento do Homem (2005); Contribuição para o pensamento histórico e sociológico angolano (2005).

Costa Andrade “Wayovoka André” (1936, Lépi – 2009, Luanda) – Terra de acácias rubras (1960); Tempo angolano em Itália (1962); Armas com poesia e uma certeza (1973); Poesia com armas (1975); O regresso e o canto (1975); Caderno dos heróis (1977); No velho ninguém toca (1979); O país de Bissalanka (1980); Literatura angolana (opiniões) (1980); Estórias de contratados (1980); O Cunene corre para o Sul (1981); Ontem e depois (1985); Os sentidos da pedra (1989); Falo de amor por amar (1985); Limos de lume (1989); Memória de púrpura (1990); Lwini (1991); Irritação (1996); Luanda (1997); Terragretada (2000); Adobes de memória: Tukayana (2002); Com Verso Comigo (2003); A profecia (2003); Antúrios de náufrago (2005); O voo das 4 aves (2009).

Cremilda de Lima (1940, Luanda) – Kiko, o gatinho perdido (2000); O livro das brincadeiras (2000); O tambarino dourado (2001); Missanga e o sapupo (2001); O nguiko e as mandiocas (…); A kianda e o barquinho de Fuxi (…); A múcua que baloiçava ao vento (…); O maboque mágico e outras histórias (2004); O balão vermelho (2005); A velha sanga partida (2008); Mussulo: uma ilha encantada; Kabulo, o rei (2009); Histórias, historietas (2009); A viagem do Pai Natal (2010); O aniversário do vovô Imbo (2011); O sonho de um roboteiro (2012); Os patinhos no parque (2013); O medo voou pela janela (2013).

Cremildo Paca (1978, Quitexe) – As Autoridades Administrativas independentes e o Provedor de Justiça no Direito Angolano (2011); Direito do Contencioso Administrativo Angolano (2012); Direito Administrativo (c/ Carlos Feijó) (2013).

Cristiano António Pehena (…, Lubango) – Crónicas nostálgicas de um velho Mungambwe (2012).

Cristina Caras Lindas (1960, Cubal) – Sandálias de prata (2001).

Cristina Maia Caetano (1968, Luanda) – Conhecer o teatro em Moçambique (2004); Fadinha Lótus (2008).

Cristóvão Luís Neto (1964, Malanje) – Sinos d’alma (1994); Pausa (1998); Anoiteço (2005); Catarse (2005); Delirium, marcha lenta (2005).

Curry Duval (Bento Alexandre Vale Lopes) (1966, Luanda) – Obsessão. Fonografia de uma apreensão desconhecida (1995); Cristal de mel (1997); A paz e a reintegração social do homem angolano (2002); Húmus em alvorada (2003).

Custódio Sanguende (1990, Luanda) – Pedaços do meu coração (2012).

D (40)

Daniel Fernando Setila (1966, Huambo) – Upongo: um pranto poético (…).

Dárdano Santos (1975, Luanda) – Geração de adoradores (…); Ver-Te sorrir, Deus (2006); A Arte de seguir alguém (2009); Futuro até ao presente (2013).

Dario de Melo (1935, Benguela) – Quem vai buscar o futuro? (1982); Quem gosta de cantar só? (1983); Um comandante sem arma (1983); O galo e a rola (1984); Histórias do leão velho (1985); Inaldino (1986); Vou contar (1988); No país da brincaria (1988); Quitubo: a terra do arco-íris (1990); Onda dormida (1991); Contos infantis (1993); Os riscos mágicos (1993); Aqui, mas do outro lado (2000); Quando os meses tinham nome (2001); A quarta idade (2002); As sete vidas de um gato (2002); E agora, André? (2005); A senhora dos passarinhos (1995); O homem da quijinga (c/ Jacques dos Santos) (2007); Conto para contar (2010).

Dartanhã Fragoso (Domingos Rafael Fragoso) (1963, Luanda) – Milonga (1985); Paradigma (1995).

David Boio (…, Luanda) – Angoface: Facebook em Angola (c/ Nuno Santos) (2011).

David Capelenguela (1971, Namibe) – Planta da sede (1989); O enigma da Welwitschia (1997); Rugir do crivo (1999); Vozes ambíguas (2004); Acordanua (2009); Véu do vento: haikais e sonetos (2011); Gravuras d’outro sentido (2012); Tipo-Grafia lavrada (2012); Véu do vento: haikais e sonetos (2011); Ego do fogo (2013).

David João Buba (…, Dondo) – Provérbios Populares Kimbundu-Português (2012).

David Mestre (Luís Filipe Guimarães da Mota Veiga) (1948 – 1998, Loures, naturalizado) – Kir-Nan (1967); Crítica literária em Angola: resenha histórica e situação actual (1971); Crónicas do ghetto (1972); Dizer país (1975); Do canto à idade (1977); Nas barbas do bando (1985); O relógio de Cafucolo (1987); Obra cega (1991); Subscrito a giz: 60 poemas escolhidos (1996); Lusografias crioulas (1997).

De Cássia Vissuma (1985, Andulo) – No calar da noite (2011); Pedaços de mim (2013).

Deborah Ribas (1995, Huíla) – Histórias do coração (2012).

Décio Bettencourt Mateus (1967, Menongue) – A fúria do mar (2004); Os meus pés descalços (2006); Xé candongueiro! (2009); Gente de mulher (2012).

Delfina Lopes Teixeira (1936, Golungo Alto) – Retalhos de um pesadelo (2005); Palavra íntima (2008).

Delfina Velez Vernuccio (1976, Luanda) – Fragmentos de um deus inacabado (2008).

Demarte Dachala Pena (1989, Huambo) – My royal rebel blood (behind these scars) (2009).

Denilson Moreira (1987, Luanda) – De Lúcifer para os pecadores (2012).

Denise Kangandala (Denise Joana da Silva Pedro) (1983, Luanda) – Ascensão cósmica (2008); Galáxia de sorrisos (2012); A voz da estrelinha (2012).

Deolinda Rodrigues (1939, Icolo e Bengo – 1968, Kinkuzu) – Diário de um exílio sem regresso (2003); Cartas de Langidila e outros documentos (2004).

Diana Andringa (1947, Dundo) – Em defesa de Aquilino Ribeiro (c/ Alfredo Caldeira) (1994); “Demasiado!”: (uma viagem ao mundo dos refugiados) (1996); Ignacio Ramonet entrevistado por Diana Andringa: o que é o mundo de hoje; como funciona; resistir em nome de quê? (2001).

Dilma Esteves (1980, Huambo) – Relações de Cooperação China-África: o caso de Angola (2008).

Dinamene Ribeiro de Sousa (1975, Namibe) – Pedaços de mim. Partes vossas (2013).

Dino Matross (Julião Mateus Paulo) (1942, Bengo) – Memórias (2005); Cartas e documentos: Dino Matrosse na mira da PIDE/DGS (2005).

Diogo Joaquim Manuel “Barbosinha” (…, Luanda – 2001, Caxito) – Contos de serão (2002).

Dissengomoka Sebastião Alexandre (1953, Maquela do Zombo) – Psicologia da Enfermagem: educação, psicologia, desenvolvimento (1995); A Psicologia Filosófica dos Bakongos e sua Expansão no Mundo (2000); Psicologia e personalidade do homo-nacionalicus (2004); Psicanálise Africana ou Bruxaria (2007); Investigação sobre Mundos Profundos (2009); Metodologia e Investigação aplicada à educação (2010).

Divaldo Martins (1977, Luanda) – Pedaços da vida (2009).

Domingas Econgo de Almeida (1984, Luanda) – Antologia de contos angolanos (2011); Como se viver fosse assim: antologia do conto angolano (2012).

Domingas Miguel Nazaré (…, Luanda) – A ENSA e a reforma do sector segurador em Angola (2008).

Domingas Monte (Domingas Henriques Monteiro) (1982, Bembe) – O Perfume (co-autora) (2008); O cruzeiro da morte (co-autora) (2008); Agenda literária (co-autora) (2009).

Domingos da Cruz (…, Luanda) – Para onde vai Angola? (2009); Quando a guerra é necessária e urgente (2011); A Liberdade de Expressão e de Imprensa. Implicações Éticas na Infância (2012).

Domingos das Neves (…, Luanda) – Os Jovens perguntam: o que é a Democracia? Subsidio para a educação cívica e a democracia em Angola: volume 1 (c/ Henriques Tomás) (2011).

Domingos Ferreira (…, Luanda) – Liberdade por momento (2001); Impactos da vida (2003).

Domingos Florentino (Marcolino Moco) (1953, Huambo) – Raízes do porvir (1995); À luz alfabetizada das palavras (2002); Vocifuka colonyane: na ilha das garças (2007); Organizações Internacionais (2008); Vimbo Li’olonjoi : terra dos sonhos) (2010).

Domingos Gouveia (…, Luanda) – Dos Santos: arquitecto da paz (2011).

Domingos José Franque (Boma-Zanei-N’Vimba) (1855 – 1941, Cabinda) – Nós, os Cabindas: História, Leis e Costumes dos Povos do N’Goio (1940).

Domingos Nguizani (1953, Mucaba) – Neto em 13 letras (2002); Como dirigir e montar uma obra de dança (2003).

Domingos Van-Dúnem (1925, Caxito – 2003, Paris) – Auto de Natal (1972); Uma história singular (1975); Kuluka (1980); Milonga (1985); Sobre o vocábulo quitandeira (1987); Dibundu (1988); O panfleto (1988); Maria da Pouca Sorte (1993).

Drumond Jaime (…, Luanda) – Angola: depoimentos para a história recente (c/ Helder Barber) (1999).

Dulce Braga (1958, Nharea) – Sabor de maboque (2010); Ndapandula, Mama África (2013).

Dulce Neto (1964, Tombwa) – Difícil é sentá-los. A Educação de Marçal Grilo (2009).

Duque Kate Hama (Bartolomeu Alicerces Neto) (1963, Bailundo) – A siamesa – I: Aparição (2009).

Dya Kasembe (Amélia de Fátima Cardoso) (1946, Bengo) – Angola: 20 anos de guerra civil: uma mulher acusa (1995); Soigner en noir et blanc (1999); Tchiala, l’enracinée (2002); Les bons tous de Capidon (2004); As mulheres honradas e insubmissas de Angola (2005); Cartas para maridos temerários (2007); O livro da paz da mulher angolana: as heroínas sem nome (c/ Paulina Chiziane) (2009); Os amores das sanzalas (2011).

E (53)

Edgar Álvaro (1978, Cabinda) – Um olhar ao casamento (2011); Adultério: passos práticos para evitar a infidelidade conjugal (2012).

Edgar Valles (1953, Kuíto) – África, Colonialismo e Socialismo (1975); Apartheid em crise (1977); O que foi a descolonização portuguesa? (1978); Guia do Autarca (2005); Consórcio, ACE e outras Figuras (2007); Cobrança Judicial de Dívida, Injunções e Respectivas Execuções (2008); Prática Processual Civil (2008); Actos Notariais do Advogado (2008).

Edgardo Xavier (1946, Huambo) – Corpo de abrigo (2011).

Edmundo Rocha (1931, Porto Amboim) – Angola: contribuição ao estudo da génese do Nacionalismo Moderno Angolano (período de 1950-1964) (2003); Viriato da Cruz: o Homem e o Mito (c/ Francisco Soares e Moisés Fernandes) (2008).

Edson Silvestre (1986, Dondo) – A mulher dos meus sonhos (2012).

Eduardo André Muaca (1924, Cabinda – 2002, Luanda) – Breve história da evangelização de Angola: 1491-1991(1991).

Eduardo Baptista Pinheiro de Azevedo (1914, Luanda – 1999, Lisboa) – Vidas rasas (1943); Água-forte: contos (1948); Terra da esperança: romance duma viagem a Angola (1954); Os civilizados (1960); Eda: drama da infância e adolescência (19…); O estranho mundo das aranhas (19…); Amor 59 (19…); Deus e eu: juízos de um escritor independente (1968); História e vida do Sporting Clube de Portugal (19…); Mundo droga (1975).

Eduardo Beny (1957, Nzeto)) – A paz e a guerra nas novas relações internacionais (2005); A nova geopolítica do petróleo do Golfo Pérsico ao Golfo da Guiné (2008).

Eduardo Bettencourt Pinto (1954, Gabela) – Menina da água (1997); Tango nos pátios do sul (1999); Casa das rugas (2004); Viajar com sombras (2008).

Eduardo Brazão Filho (1937 – 2002, Namibe) – Cidade e sanzala (1972).

Eduardo Elavoko Paulo Bonga (1938, Katchiungo – 1994, Luanda) – Memórias de um combatente pela liberdade: Frente Leste (2013).

Eduardo Fernandes Pimenta (1955, Libolo) – N’Gana Pondero e o seu filho Lango (1977); Dipanda (1987).

Eduardo Mónica (…, Kindombele) – Monómios e polinómios (2011); Números e medição (2011).

Eduardo Sacalima (1992, Moxico) – O sabor de saborear a alma-lágrimas de amor (2013).

Eduardo Vera-Cruz Pinto (1961, Luanda) – As Origens do Direito Português (1996); Os Tratados inter-Hispânicos na Formação de Portugal como reino Independente (2006); Curso de Direito Romano (2009); Curso Livre de Ética e Filosofia do Direito (2010).

Efraim Tchissingui Soma (1983, Catumbela) – Lições de Meteorologia e Climatologia (2013).

Egídio Sousa Santos (…, Kalandula) – A cidade de Malanje na História de Angola: dos finais do século XIX até 1975 (2005); Esboço da História Política de Angola (2013).

Eleutério Sanches (1935, Luanda) – Tuque-tuque de batuque (1970); O elogio do ritmo: XX aniversário da independência, 11 de Novembro, 1975/1995 (1995); Universo transverso (2004); Serenata Luanda II (2009).

Elga Luísa Tati (…, Cabinda) – Melodias do amor puro (2011); Encontrei o oposto (2012).

Elias Chinguli de Oliveira (…, Muriaje) – A Geopolítica do conflito étnico nos Grandes Lagos (2006); Segurança regional em África (2008).

Elias Sanjukila (…, Huambo) – Reino do Bailundo: sua história na resistência tenaz contra o colonialismo Português (1997).

Eliezer Kalundo (1975, Kalundo) – Terra Perdida, parte I (2004); Terra Perdida, parte II (2006).

Elis Cruz (Elizabeth Ceita Vera Cruz) (…, Luanda) – Sete vozes (1995); Deserto de emoções (2002).

Elisa Rangel Nunes (…, Luanda) – Elementos de Direito Comparado para o estudo das Finanças Públicas Municipais em Angola (2004); O Aval do Estado: conceito, enquadramento, regime jurídico de prestação e controlo financeiro pelo Tribunal de Contas (2005).

Elsa Cochat Sequeira (1922, Humpata) – Kúria ya kuku: comida da avozinha (com sabor de Angola) (1997); Luanda antiga: histórias do tempo do Caprandanda (2002).

Elsa Ventura Major (1963, Namibe) – Sensações, emoções, impressões (2010).

Elvídio de Oliveira (1926, Luanda) – A Matemática é um bicho-de-sete-cabeças? (2006); Quem te manda falar (2006); Turista kalu em Loanda: Luanda da minha infância (2009); Os problemas que estamos com eles (2012).

Emanuel Dundão “Kiama” (1986, Luanda) – Ecos d’alma (2011).

Emanuel Eduardo (1982, Luanda) – A verdade do passado (2003); O meu coração de amor (c/ António Miguel Afonso) (2013).

Emanuel Kunzika (…, Maquela do Zombo) – Petição para Angola à 16ª Assembleia da ONU (1961); Unidade angolana, in para a Independência de Angola (1963); A formação da nação angolana e a luta da libertação (1974); Dicionário de Provérbios Kikongo, traduzidos e explicados em português, francês e inglês (2008).

Emmanuel Moreira Carneiro (1946, Benguela) – Especialização Rendeira e Extroversão na África Subsariana. Caracterização e consequências (2004).

Emídio Fernando (…, Seles) – O último adeus português (2005); Jonas Savimbi (2012).

Emídio Rangel (1947, Lubango) – Em directo (2005).

Emília Manuel (1986, Gabela) – Reencontros e vivências (2013).

Emílio de Carvalho (1935, Pungo-a-Ndongo) – Ouço os passos de milhares… etapas do metodismo em Angola (1994); História da Vida do reverendo Zacarias Mendes Café (2005).

Emílio Miranda (1966, Luanda) – A última vinda de Marte (1985); A princesa do Corgo (1986); Teppô-Ki: o Livro dos Mosquetes (2003); Uma árvore intemporal (2011).

Emílio Simões de Abreu (1909, Humpata – 1980 (?), Lisboa) – O imposto nas transmissões (1936); Orçamentos coloniais (c/ Armando Augusto Gonçalves de Morais e Castro) (1939); A obra dos “beirais” (1956).

Emílio Sumbelelo (1965, Cubal) – O Matrimónio. Os fiéis leigos interrogam os Párocos (2000); A constituição do dote e suas implicações na pastoral familiar (2009).

Engrácia Miguel da Cunha Rodrigues (…, Benguela) – Aliança matrimonial: segredos para manter a felicidade no lar (2012).

Ernesto Guerra Pires (1941, Luanda) – Eu era assim (2012).

Ernesto Lara Filho (1932, Benguela – 1977, Huambo) – Picada de marimbondo (1961); O canto do martrindinde (1963); Seripipi na gaiola (1970); Crónicas da roda gigante (compilação de Artur Queiroz) (1990).

Ernesto Nzakundomba (…, Zaire) – Nkongo ye kisi Kongo (2007).

Esmeralda Augusto (…, Luanda) – Poemas de Angola (2008); Gritos da alma (2012).

Esperança da Costa (…, Luanda) – Plantas ameaçadas em Angola (c/ Manuela Pedro e André Dombo) (2009); Plantas medicinais de Angola (c/ Manuela Pedro) (2013).

Esteves Carlos Hilário (…, Luanda) – A Constituição da República de Angola: Direitos Fundamentais, a sua promoção e protecção: avanços e retrocessos (c/ Mihaela Neto Webba) (2011).

Etaungo Daniel Henriques (…, Chissamba) – Dicionário Umbundo-Português (2002); Concordância Bíblica Umbundo-Português (2002); Hinário Evangélico Ungomba Umbundo-Português (2004); Adivinhas Umbundo-Português (2010); Dicionário Português-Umbundo (2011).

Euclides dos Prazeres Lucas Mariano (1962, Golungo Alto) – Cânticos de sobrevivência (1995).

Eugénio Alves da Silva (1957, Moxico) – Uma escola à procura de rumo (1998); O burocrático e o político na administração universitária: continuidade e roturas na gestão dos recursos humanos universitários na Universidade Agostinho Neto (2004); Universidade Agostinho Neto: quo vadis? (2012).

Eugénio da Costa Almeida (1956, Lobito) – Fundamentalismo islâmico: a ideologia e o Estado (2003); África: projectos políticos, religiosos e culturais (2005); Angola: potência regional em emergência (2012).

Eugénio Ferreira (1907, Funchal, naturalizado – 1998, Luanda) – Itinerário: estudos e ensaios (1954); Feiras e presídios (1958); Intercolúnio (1958), O realismo literário (1961); O alvorecer dos dias findos (1963); A crítica neo-realista (1975); Espiral literária (1989).

Eugénio Monteiro Ferreira (1949, Luanda) – Caminho longo (1981); As ideias de Kimamuenho: um intelectual rural do período 1918-1922 (1989); Cartas de Maria Lamas (2004); O peso das medalhas de Frank Hollis (2005).

Eugénio Trigo (…, Luanda) – Angola: a lágrima dos sonhos (2011); As nuvens como degraus para uma vagina (2012); As flores mais impossíveis eram dos teus lábios (2012); Todos os lagos descalçam o silêncio (2013).

Eurico Josué Ngunga “Kandjila” (1973, Katchiungo) – Chipenda (2009); Njango: contos em volta da fogueira (2010).

Evaristo Solano (…, Luanda) – Processo executivo angolano (2012).

Ezequiel Bernardo (1981, Luanda) – Na terra de quem (2006).

F (87)

Fátima Amaral Montezinho (1974, Luanda) – Identidade_Humanidade (2010); A pirâmide (2011).

Fátima Moura Roque (1951, Luanda) – Economia de Angola (1991); Democracia económica em Angola (1991); Angola, em nome da esperança: o meu depoimento (1994); Construir o futuro em Angola: uma estratégia de desenvolvimento económico a longo prazo (c/ Jorge Braga de Macedo) (1997); Construir a paz em Angola: uma proposta política e económica (2000); África, a NEPAD e o futuro (2007).

Fátima Porto (1959, Catumbela) – Ecos d’alma (2012).

Fátima Viegas (…, Tombwa) – Angola e as religiões (1999); Panorâmica das religiões em Angola independente (1975-2008) (c/ Viegas Bernardo e Irene Guerra Marques) (2008).

Fausto Kakumba (Faustino Bento) (1982, Benguela) – Descer antes de Subir: Contos e Provérbios no Ondjango Umbundu (2013).

Felisberto Filipe (…, Luanda) – Um minuto para amar (2011).

Félix Miranda (…, Benguela) – Angola: o futuro é possível (2000); O mundo da mentira e da hipocrisia (2011).

Felizardo Tyiengo (1983, Kuíto) – O lado obscuro do amor (2010).

Fernanda Baião (1961, Luanda) – Minhas lágrimas (2003).

Fernanda Mualeia (1979, Luanda) – Guia Prático de Direito Comercial (c/ Sofia Vale) (2013).

Fernanda Vicente (1950, Bocoio) – A garota do Kalussowa (1998).

Fernandes Manuel (…, Luanda) – Consumo de Bebidas Alcoólicas entre os Estudantes Universitários (2012); Homicídios em Angola (2013).

Fernando Amaro Monteiro (1935, Luanda) – Vozes no muro (1961); Poema para um ritmo bíblico (1963); O coronel Sardónia (1970); Da identidade na evolução I (1971); Da identidade na evolução II (1973); Um certo gosto a tamarindo (1979); Portas fechadas: balada para um capitão executado (1988); O Islão, o poder e a guerra: Moçambique 1964-1974 (1993); A Guiné do século XVII ao século XIX (c/ Teresa Vázquez Rocha) (2004); Salazar e a Rainha (2006); Salazar e o Rei (que não foi) (2009); Moçambique: memória falada do Islão e da guerra (2011); D. Manuel II e D. Amélia: cartas inéditas do exílio (2012).

Fernando Brízio (1968, Huíla) – Arte e Criatividade: Designer Fernando Brízio (2013).

Fernando Cervino Padrão (1926, Kuito) – A colonização do Sul de Angola (1485-1974) (2000).

Fernando Correia (1970, Katchiungo) – Torres gémeas, cidades distantes (2011).

Fernando Couto (…, Luanda) – Alguns temas nacionais (1938).

Fernando Couto “Tiago de Buca” (1960, Luanda) – A esta juventude. Canto angustiado (1983); Esquebras de uma paixão: re-parindo a esperança (1998).

Fernando Dacosta (1945, Caxito) – Um jeep em segunda mão (teatro) (1983); A súplica (teatro) (1983); Sequestraram o senhor presidente (1984); Os retornados estão a mudar Portugal (1984); O viúvo (1988); A nave adormecida (teatro) (1991); Onde o mar acaba (1991); Moçambique: todo o sofrimento do mundo (1991); Paixão de Marrocos (1992); Os infiéis (1992); Imaginários portugueses (1992); Um olhar português (1992); A clínica das inovações (1995); A ilha da sabedoria (1996); O príncipe dos Açores (1996); Máscaras de Salazar (1997); Os sete pecados capitais (1998); Salazar: fotobiografia (2000); Nascido no Estado Novo (2001); A escrita do mar (2001); Os mineiros (2001); Fotobiografia de José de Castro (2001); A frigideira (teatro) (2007); Os mal-amados (2008); O Botequim da Liberdade (2013).

Fernando da Glória Dias (1940, Benguela) – Trilhos – I (2013).

Fernando da Trindade Jordão (…, Benguela) – … só por azar (1985).

Fernando Edviges Chasse (Fernando Correia) (1945, Luanda) – O Ministério das Finanças: Evolução Histórica (1325-1975) (2001); Américo Boavida: tempo e memória (1923-1968) (2009); O Processo dos Cinquenta: tempo e memória (1940-1962). Considerações históricas (2012).

Fernando Ferreira de Loanda (1924, Luanda – 2002, Rio de Janeiro) – Equinócio: poemas (1947-1948) (1953); Do amor e do mar (1964); Antologia da moderna poesia brasileira (1967); Poemas (1982); Oda a Bartolomé Dias y otros poemas (1984); O signo da serpente (2002).

Fernando Fonseca Santos (1949, Benguela) – Só se foi amanhã (1992); Os caminhos da terra (1997); A lenda dos homens de vento: Oma-Handa Ekwanime (1998); A lenda dos homens de vento: O tempo do meio (1998); A morte e a sorte (2002); Vai voltar no Huambo (20…).

Fernando Gamboa (…, Luanda) – A educação humanista e os intelectuais angolanos no último quartel do século XIX: o exemplo de José de Fontes Pereira (1997).

Fernando J. Velez (1970, Benguela) – WiMAX Networks: Techno-Economic Vision and Challenges (2010); Curso de Electrónica Industrial (co-autor) (2010).

Fernando Kafukeno (1962, Luanda) – Boneca do Bê-Ó & outros devaneios poéticos (1997); Na máscara do litoral (1997); Sobre o grafite de cera (2000); Missangas kituta (2000); Sublimação de aresta (2006); Erosão de fogo (2006).

Fernando Laidley (1918, Luanda – 2010, Lisboa) – A Guerra da Guiné (…); A Guerra e Independência de Angola (…); Missão em África: primeiro “raid” terrestre Luanda-Lourenço Marques-Bissau (1956); Roteiro africano: primeira volta a África em automóvel (1958); Missão na Ásia: primeiro “raid” automóvel Lisboa-Goa (1960); Missões de guerra e de paz no Norte de Angola (1964); África desaparecida (c/ António Sérgio Azenha) (2000); Missão em África: Angola, Moçambique e Guiné: percurso de uma história (2001).

Fernando Macedo (1968, Ndalatando) – Anotações à Lei da Prisão Preventiva e Legislação Complementar (c/ Pedro Romão) (2008).

Fernando Machado Faia (…, Luanda) – Provavelmente poesia (2012).

Fernando Manuel Girão Monteiro (1952, Lobito) – Factores Determinantes do Hidromorfismo em Solos do Sul de Portugal (2004).

Fernando Marcelino (1931, Luena – 1992, Huambo) – Canto motivado (1977).

Fernando Mawéze (1971, Malanje) – Histórias da cultura africana: hábitos e costumes (2007).

Fernando Monteiro (1954, Luanda) – Como um pingo de caju (1979).

Fernando Monteiro Kawewe “Dacar” (1966, Bié) – Lágrimas de crocodilo (2008); O meu desencanto (2013).

Fernando Ndombele Kidima Tadi (1928, Maquela do Zombo) – Kinzonzi – Manual de Aprendizagem da Eloquência através de provérbios kikongo (2012).

Fernando Nobre (1951, Luanda) – Viagem contra a indiferença (2004); Gritos contra a indiferença (2007); Histórias que contei aos meus filhos (2008); Imagens contra a indiferença (2008); Humanidade: despertar para a cidadania global solidária (2009).

Fernando Oliveira (1946, Huambo) – A Defesa do Consumidor (1973); Textos de Direito Internacional I (1981); Breve Glossário de Latim para Juristas (1984); Textos de Direito Internacional II (1985); Le rôle du mercenariat en Afrique. Une approche juridique (1985); Defesas Penais. Peças Forenses (1990); Praticando o Direito. Peças forenses (1998); Prédio Comfabril. A reparação de uma ilegalidade. Recurso para o Tribunal Supremo (1999); Conditions environnementales attachés à l’aide au Développement. Ecologie contre souveraineté (2002); O Sangue e o Solo da Cidadania. Jus Soli ou Jus Sanguinis? (2004); Questões Fiscais e Administrativas. Peças e Pareceres (2005); Breve Glossário de Latim para Juristas (10ª edição, ampliada, 2008); Textos de Direito Internacional. Vol. I (2012).

Fernando Peyroteo (1918, Humpata – 1978, Lisboa) – Memórias de Peyroteo (1957).

Fernando Ribeiro (…, Luanda) – A evolução da componente de defesa e segurança da CPLP (2013).

Fernando Teixeira “Baião” (1940, Aveiro, naturalizado – 2010, Luanda) – Estórias a corta mato (2002); Branco de quintal (2006); O crime do Bairro da Cuca (2007); Kimalanga (2009).

Fernão Domingos Mateus “Fulas” (1964, Luanda) – Kanata (2003); Zenza-do-Itombe, o drama de uma viagem sem chegada possível (2009).

Ferreira Fernandes (1948, Luanda) – Os primos da América (1991); Sampaio: retratos de uma vitória (1996); Madeirenses errantes (2004); Frases que fizeram a História de Portugal (c/ João Ferreira) (2006); Lembro-me que… (2008).

Filipa Melo (1972, Kuito) – Este é o meu corpo (2001).

Filipe Correia de Sá (1953, Balombo) – Tala Mungongo (1995).

Filipe Mascarenhas (1951, Luanda) – Memórias de Icolo e Bengo: Figuras e Famílias (2008); Remendos da vida (2010).

Filipe Olímpio Candala (1969, Bongo) – As fronteiras humanas em África (2013).

Filipe S. Fernandes (1961, Luanda) – Fortunas & Negócios – Empresários do Século XX (2003); Excomungados de Abril (c/ Hermínio Santos) (2005); Organizem-se! A Gestão segundo Pessoa (2007); Negócios vigiados (c/ Luís Villalobos) (2008); Homem Sonae (2008); 20 Anos do Diário Económico (2009); António Champalimaud: Construtor de Impérios (c/ Isabel Canha) (2010); O segredo não é a alma do negócio (2012).

Filipe Zau (1950, Lisboa) – Encanto de um mar que eu canto (1996); Angola: trilhos para o desenvolvimento (2002); Meu canto à razão e à quimera das circunstâncias (2005); Marítimos africanos e um clube com história (2007); Notas fora da pauta (2007); Educação em Angola: novos trilhos de desenvolvimento (2009); Do acto educativo ao exercício de cidadania (2012).

Filomena Alcobia (1946, Kunhinga) – O nosso Bié (1990); A vida é cor-de-rosa (1994); Vamos recordar o nosso querido Huambo (1997).

Filomena Barata (1957, Luanda) – Folhas soltas: o meu testemunho (2012); Malanje – O tempo e a memória (c/ Lito Martin e Tomás Lima Coelho) (2013).

Filomena Carreira (1957, Luanda) – Angola: entre o amor e o ódio (1997).

Filomena Delgado (1961, Luanda) – Vida minha de carrossel vestida (2013).

Filomena Embaló (1956, Luanda) – Tiara (1999); Carta aberta (2005); Coração cativo (2008).

Filomena Gomes Camacho (1954, Luena) – Grito frente ao mar (1983); Poemas nossos (2009).

Filomena Vieira Angélico (1960, Luanda) – Nunca te esquecerei (2012).

Filomeno Fialho (…, Luanda) – Banco Nacional de Angola – 60 anos de edificação (2013).

Flas Ndombe (1959, Luanda) – Postal erótico (1995); O Maria Lixívia (…); Massoxi (…); O impotente (…); Risos diluídos (2009); Kumenguena Kimbi, o violador de cadáveres (2009).

Flávio Armando (1980, Uíge) – O condutor e o peão (2012).

Fonseca Sousa (…, Dala) – Etnografia de Angola: entre a pesquisa e o desenvolvimento de políticas culturais (2012); Provérbios de Angola. A perspicácia do espírito dos tchokwe (c/ Márcio Undolo) (2013).

Fonseca Wochay (…, Luanda) – Lutar é viver (1982).

Fragata de Morais (1941, Uíge) – Terreur en Verzet (1972); Como iam as velhas saber (1980); A seiva (1995); Inkuna minha terra (1997); Jindunguices (1999); Momento de ilusão (2000); Amor de perdição (2003); Antologia panorâmica de textos dramáticos (2003); A sonhar se fez verdade (2003); A prece dos mal-amados (2005); Sumaúma (2005); Memórias da ilha (2005); O Fantástico na prosa angolana (2010); Batuque Mukongo (2012).

Francisco Amaral Jorge (1951, Sabugal, naturalizado) – O tempo das incertezas (2009); A sombra da memória (2010).

Francisco António Macongo Chocolate (1979, Cabinda) – Exercício da profissão vs formação universitária (c/ Carlos Yoba) (2007); Orientação Profissional: um estudo comparado da escolha da profissão docente, entre Angola e Brasil (2013).

Francisco António Manuel “Lumbo” (1953, Quissama) – Os multi-sistemas socioeconómicos (2006).

Francisco António Terra “Chico Terra” (1958, Luanda) – Letras soltas (2005); Pedaços de um retrato (2009).

Francisco Castelbranco (…, Luanda) – História de Angola: desde o descobrimento até à implantação da República: 1482-1910 (1932).

Francisco Castro Rodrigues (1920, Lisboa, naturalizado) – Um cesto de cerejas. Conversas, memórias, uma vida (c/ Eduarda Dionísio) (2009).

Francisco Domingos Luís “Tokoji” (1947, Icolo e Bengo) – O amanhã como será (2000); Na trajectória do tempo (2007).

Francisco Fani (1962, Kuíto) – Os filhos da guerra do Kuíto (2000).

Francisco Fwallah (…, Uíje) – A new journey (2008); Quinquangua-Kicolo, meus pensamentos (2010); Outros pensamentos (2012).

Francisco José Fernandes (…, Luanda) – Angola e os desafios da integração económica regional (2013).

Francisco Lisboa Santos (1990, Luanda) – Os meus poemas (2012).

Francisco Luemba (1956, Suso) – O problema de Cabinda exposto e assumido à luz do Direito e da Justiça (2008).

Francisco Manuel Queirós (1951, Kuíto) – O sector informal de economia em Angola: contributos para a sua compreensão (1998).

Francisco Narciso Cobe (1944, Bembe) – Dicionário Português-Kikongo (2011).

Francisco Nóbrega (1935, Namibe) – A nossa África: manta de retalhos (2001).

Francisco Panzo (…, Luanda) – Reflexão (2011).

Francisco Pestana (1934, Luanda) – Cartilha do Condutor (2003); Tutela da DNIC – Uma questão de estratégia política (2004); Polícia Integral, uma questão de segurança (2009).

Francisco Santos “Xikito” (…, Luanda) – Gramática em língua nacional Kimbundu /2011).

Francisco Soares (1954, Benguela) – A autobiografia lírica de M. António: uma estética e uma ética da crioulidade angolana (1996); Los rumblos del viento (2005); Antologia da nova poesia angolana (2001); Teoria da literatura: criatividade e estrutura (2007); Kicola: estudos sobre a literatura angolana do século XIX (2012).

Francisco Teixeira Homem (1954, Lubango) – Um ilustre flaviense, Francisco de Barros, Senhor da Casa de Samaiões (2012); Mário Duarte, o sportsman mais completo de Portugal (2012).

Francisco Vunge Bimba (…, Malanje) – A cidadania e a gestão de desastres em Angola (2010).

Francisco Xavier Yambo (…, Dundo) – Dossier Ngangela: motivo suficiente para um estudo científico da etnomínia angolana (1997); Pequeno dicionário antroponímico Umbundu (2003).

Frederico Ningi (1959, Benguela) – Os címbalos dos mudos (1994); Infindos nas ondas (1998); Títulos de areia (2003); Sandumingu: o nome de um miúdo (2010).

Freitas Manuel (1945, Mbanza Kanga) – Princípios da fabricação da cerveja (2013).

Fridolim Camolakamwe (1978, Benguela) – Ventos líricos (1997); Bíblia sangrada (2001).

Fuxi dya Manda (1973, Luxilo) – Esse viver (2010); A quietude (2011).

G (34)

Gabriel Baguet Júnior (1965, Luanda) – Fotobiografia de Óscar Ribas (2009); Paulo Flores: o talento da utopia (2011).

Gabriel Cumbaxi (…, Uíje) – O anti-feiticeiro e a parapsicologia (2003).

Gabriel Nionje Seda (1930, Cabinda) – Manual de alfabetização em língua Ibinda: segundo o método Inongo-Nongo (1996).

Gabriel Tchingandu (1973, Londuimbali) – Ética profissional sobre o jornalismo (2012).

Gabriel Tomás (…, Luanda) – A Justiça no País (2011).

Gabriel Vinte e Cinco (1948, Quibala) – História sobre o metodismo no Kwanza Sul (1988); Os Kibalas: origem e tradição (1992); Quiôngua: o berço do episcopado angolano (1992).

Gabriela Antunes (1937, Huambo – 2004, Lisboa) – A águia, as galinhas e os 50 lwei (1982); Kibala, o rei-leão (1983); O castigo do dragão glutão (1983); Histórias velhas roupas novas (1988); Crónicas apressadas: ano um (2002).

Gabriela Rangel (1952, Namibe) – Ventos da vida (2012).

Gaby Simões (1956, Luanda) – Mãe divina (2004); Criança em paz, nossa esperança (2009); Portador de deficiência é nosso irmão (2009); O medo da 3ª idade (2011); O pintainho da pata de pau (2012); A pata dos ovos de diamante (2012).

Garcia Bires (1944, Luanda) – Dia de Calendário (1986); O silêncio acordado (1988); Olhadelando (2000); Poesia dispersa: imagens (2004); Cantares de um dia (2007); Expressão (2009); Estorietas do meu beco (2012).

Gaspar Tomás da Silva (1961, Malanje) – Noite sangrenta (2006).

Gaudêncio Félix Yakuleinge (…, Cunene) – Para uma liturgia vivida com alma e arte (2008); Anúncio e vivência do Evangelho (2011); Uma teologia cristã desde os ritos de Owakwanyama (2012); Via Crucis e Via Lucis (2012).

Gema Manuela (1967, Andulo) – Rosto de criança (2001).

Geraldo Bessa Victor (1917, Luanda – 1985, Lisboa) – A poesia e a política (1937); Ecos dispersos (1941); Ao som das marimbas (1943); Debaixo do céu (1949); A Restauração de Angola (1951); Minha terra e minha dama (1952); Cubata abandonada (1958); Mucanda (1964); Sanzala sem batuque (1967); Quinjango no folclore angolense (1970); Problemática da cultura angolana (1973); Monandengue (1973); Ao som das marimbas (2 vol.) (1974); Intelectuais angolenses dos séculos XIX e XX: (1) Augusto Bastos (1975); Ensaio crítico sobre a primeira colecção de provérbios angolenses (1975).

Geraldo Quiala (1978, Luanda) – O mundo fantástico da linguagem desportiva (2010).

Gerardo Namolo (1935, Onanwe) – Origem e trajectória de Hatiwikulipi (2007); Breves reflexões sobre o Rosto Evangélico da Igreja local (2012); Breves reflexões sobre o Ano da Fé (2012); Colectânea de Expressões Latinas (2012).

Gersy Pegado (1979, Luanda) – As Gingas na minha retina (2011); O arroz e o feijão (2012).

Gil Miangueni Filipe Tchipalanga (…, Lubango) – Lições sobre o Direito Internacional Público (2013).

Gilberto Luther “Gyka” (1978, Luanda) – Do consórcio e dos contratos de distribuição comercial (2008); A dor merece um poema meu (2008); Serena Hélia (2009).

Gilberto Moisés Moma Capeça (…, Huambo) – O relato financeiro electrónico (2012).

Gilberto Veríssimo (…, Luanda) – Coisas do destino (2006).

Gociante Patissa (1978, Bocoio) – O consulado do vazio (2008); A última ouvinte (2010); Não tem pernas o tempo (2013).

Gomes Cardoso (…, Luanda) – Comércio em Angola: 31 anos de metamorfoses e evolução da actividade comercial (2006).

Gonçalo M. Tavares (1970, Luanda) – Livro da dança (2001); Investigações. Novalis (2002); O senhor Valéry (2002); O senhor Henry (2003); Um homem: Kaus Klump (2003); A colher de Samuel Beckett (teatro) (2003); Biblioteca (2004); 1 (2004); A perna esquerda de Paris seguido de Roland Barthes e Robert Musil (2004); O senhor Brecht (2004); O senhor Juarroz (2004); A máquina de Joseph Walser (2004); Jerusalém (2004); Investigações geométricas (2005); Histórias falsas: contos (2005) O senhor Krauss (2005); O senhor Calvino (2005); O senhor Walser (2006); Breves notas sobre ciência (2006); Breves notas sobre o medo (2007); Aprender a rezar na era da técnica (2007); O senhor Breton (2008); Breves notas sobre as ligações (2009); O senhor Swedenborg (2009); O senhor Eliot (2010); Uma viagem à Índia (2010); Matteo perdeu o emprego (2010); Short movies (2011); Cancões mexicanas (2011); Atlas do corpo e da imaginação (2013).

Gonçalves Pedro Pacavira (1960, Bengo) – Árduas esperanças (2003); São Nicolau: inferno nas salinas (2011).

Gonzaga Lambo (1927, Huambo – 2013, Lisboa) – Cancioneiro popular angolano: subsídios (1962); Europa e África: racismo e xenofobia (1994); Da criação popular angolana (1996); Filho de pai incógnito (1996); O feiticeiro (1996); A rainha Nzinga de Angola (2004).

Graça Arrimar (1955, Chibia) – Nos braços do vento (2000); A Assistência da Santa Casa da Misericórdia de Tomar: os Expostos (1799-1823) (2002); Viagens de sal e de mel (2003); Tomar: um rio de vida (2005); Janelas de orvalho (2008); Silêncios de Outono (2012).

Graça Tchipepe (1958, Catabola) – As Custas Judiciais e o seu Regime Jurídico em Angola (2012).

Graciano Domingos (1962, Kwanza Norte) – O poder local em Angola na Constituição e nas leis ordinárias: compilação da legislação administrativa local (1963-1999) (2002); O velho Calumbunze e outros contos (2008).

Graciano Kalukango (…, Luanda) – Sobre a Responsabilidade Civil dos Administradores e Gerentes das Sociedades Anónimas e por Quotas para com os Sócios na Ordem Jurídica Angolana (2013).

Graciano Tavares (…, Benguela) – O Defensor da verdadeira Fé Cristã (2011).

Gracinda Candeias (1947, Luanda) – Gracinda Candeias: Antologia 1992/2002 (2009).

Gregório Utingólua (1985, Calilongue) – A Chave da Felicidade (2013).

Guilherme Ferraz (1987, Luanda) – Marcas de um amor sem tempo (2013)

H (23)

Hadjalmar el Vaim (1984, Luanda) – Cânticos da alma (2011); A girafa Kika e outros contos (2012).

Helder Barber (…, Luanda) Angola: depoimentos para a história recente (c/ Drumond Jaime) (1999).

Helena Osório (1967, Benguela) – Dos 8 aos 80: histórias pintadas (2008); A árvore que falava. O menino do deserto (2009); O grande feiticeiro amarelo (2009); Num tempo em que os animais falam (2010); Viagens de José pelo mundo dos sonhos (2010); Quem chama pela fada do galo preto? (2011); Tempo de magia: duendes, elfos e gnomos para adormecer sem medo (2011); Osvaldo, enfeitiçador de cobras e lagartos. Impressões de uma viagem à terra vermelha: Angola (2012); Voando nas asas de um pombo verde (2013).

Helena Pinto Magalhães (1952, Luanda) – Mousse de manga (2008).

Helena Prata (…, Luanda) – Lições de Direito Económico (2008).

Helena Rocha (1944, Namibe) – Beijos e sorrisos (2012).

Helga Santos (…, Luanda) – Cassinda: o cão que não tinha nome (2009).

Henda Pinto de Andrade (1964, Luanda) – Mário Pinto de Andrade: um olhar íntimo (2010).

Hendrick Vaal Neto (1944, Kwanza Sul) – Vagueando (1999); Estigmas sagrados (2003); Flor de cactos (2005); Roque Santeiro: romance de um mercado (2007); Makala, o menino do mercado (2009).

Henrique Abranches (1932, Lisboa, naturalizado – 2006, África do Sul) – Cigarros sujos (1960); Diálogos (teatro) (1962); História de Angola (c/ Pepetela e Adolfo Maria) (1965); Sobre o feiticismo (1978); Manual de Museologia (1979); Sobre as culturas regionais angolanas (1979); Reflexões sobre cultura nacional (1980); Konkhava de Feti (1981); Titânia (1983); Cântico barroco (1987); Sobre a colina de Calomboloca (1987); Identidade e património cultural (1989); O clã de Novembrino (3 volumes) (1989); Kissoko de guerra (1989); Sobre os Bassolongos: arqueologia da tradição oral (1991); Misericórdia para o reino do Kongo! (1996); O arcano do leão (1997); Os senhores do areal (1997); O elogio do paradoxo (1998); O Ovo Magentino (2000); Nsanta Madiya habitou entre nós (2003); O homem dos sete talentos (2003); Gente que anda por aí (2004).

Henrique Dinis da Gama (1944, Caála) – Lisboa: Inclinações, Desvios (1993); A Baixa Pombalina: a luz escura do Iluminismo (2005); Entre Mar e Margem (2006); O Tejo: margens e memória (2005); Regresso a Lisboa: pequena praia extrema (2005); Sintra: o verso da paisagem (2005).

Henrique Lopes Guerra “Andiki” (1937, Luanda) – A cubata solitária (1962); Angola: estrutura económica e classes sociais (1975); Quando me acontece poesia (1976); Alguns poemas (1978); O círculo de giz de bombó (1979); Três histórias populares (1980); O tocador de quissanje (2013).

Henrique Manuel S. Pereira (1967, Malanje) – Sinfonia de um Homem Vivo! (1990); Ele sabe que somos assim (1992); Opus-Dei: Revista Litúrgica Mensal. Índices. 1926-1927 (1992); Do Microfone ao Papel (1993); De pé como as árvores (1995); Os Paraísos são Interiores (1997); Conversas com… Princípio, Meio e Fim (1997); As Barbas de Junqueiro (1999); Rita de Jesus: Paixão pela Infância de Jesus, Compaixão pela Dor Humana (1999); Ausência que nos une (1999); Nem quero crer: uma catequese para crentes e não crentes (2002); Mas há Sinais… (2002); Viajar com… Guerra Junqueiro (2003); Guerra Junqueiro: percursos e afinidades (2005); Pensar a Vida: 8 palavras (co-autor) (2007); Pensar a Morte: 8 palavras (co-autor) (2007); A Música de Junqueiro (2009); À Volta de Junqueiro: Vida, Obra e Pensamento (2010); Guerra Junqueiro: De Freixo para o Mundo (2013); Nome de Guerra, a Viagem de Junqueiro: O Documentário. Olhares e Argumento (2013); Daniel Serrão: Aqui Diante de Mim (2013); Telmo Ferraz: Uma vida, tantas vidas! Nos 50 anos da casa do Gaiato de Malanje (2013); Telmo Ferraz: Mibangas e Frutos. Documentário. Argumento (2013).

Henrique Novais Pessoa (1928, Camacupa) – Histórias infantis africanas: Akixe (lobisomem) (sem data); O jacaré no Bote (1986); Segura bem para o branco não cair (1986); Comboio Comakovi (1987); Da minha infância (1988); Histórias infantis africanas de embalar (I e II) (1988/1991).

Henriques Salomão “Kaypuluya” (1986, Lobito) – Miscelânea do Kamutra (2013).

Hermenegildo Cachimbombo (1974, Luanda) – Influência do Sistema de Recursos na falta de celeridade processual (2008); Manual dos Recursos no Direito Processual Civil Angolano (2013).

Hoji Fortuna (1974, Luanda) – New York for actors (2012).

Honoré Mbunga (1958, Damba) – Como elaborar um projecto? (2012).

Honorinda Cerveira (1935, Ndalatando – 2007, Aveiro) – Kiangala (1971); Transfiguração (1971).

Horácio Caio (1928, Namibe – 2008, Lisboa) – Angola: os dias do desespero (1961); Guiné: 9 dias em Março (1970).

Horácio Sousa dos Reis (1949, Abrantes, naturalizado) – Ao Lubango… um monte de histórias (2012).

Hugo Seia (1938, Maquela do Zombo) – Mundjamba: a vida de um caçador africano (1995); Mundjamba II: a caça e o caçador africano (1999); Caçadores africanos (2004); O mundo dos bichos (2006).

Humberto da Sylvan (Humberto José de Leston e Silva) (1925, Luanda – 1991, Lisboa) – Silêncio (1948).

I (32)

Igor de Jesus (1991, Luanda) – Alguns passos… uma caminhada…! (2012).

Iko Carreira (Henrique Alberto Teles Carreira) (1933, Luanda – 2000, Madrid) – O pensamento estratégico de Agostinho Neto (1996); Memórias (2005).

Ildeberto Teixeira (Negage) – E aos costumes disse nada (1988); As algemas soldadas (1993).

Ilídio do Amaral (1926, Luanda) – Bibliografia não exaustiva: Subsídios para o estudo da evolução da população de Luanda (1959); Aspectos do povoamento branco de Angola (1960); Descrição de Luanda setecentista através de uma planta de 1755 (1961); Ensaio de um estudo geográfico da rede urbana de Angola (1962); Santiago de Cabo Verde: a terra e os homens (1964); Luanda: estudo de geografia urbana (1968); “Inselberg” (ou montes-ilhas) e superfícies de aplanação na bacia do Cubal da Hanha, em Angola (1969); Aspectos do relevo do noroeste de Angola entre os rios Loge e Cuanza (1970); Nota sobre a evolução da população urbana de Angola (1970); Contributo para o conhecimento do “karst” ou carso de Nova Caipemba, no noroeste de Angola (1973); Formas de “inselberg” (ou montes-ilhas) e de meteorização superficial e profunda em rochas graníticas do deserto de Moçâmedes (Angola), na margem direita do rio Curoca (1973); Nota sobre o “karst” ou carso do planalto da Humpata (Huíla) no sudoeste de Angola (1973); Alguns aspectos geomorfológicos do litoral da ilha de Santiago (arquipélago de Cabo Verde) (1974); A propósito de formas escavadas em leitos fluviais e em vertentes de rochas graníticas no deserto de Moçâmedes (1974); Paisagens morfológicas do deserto de Moçâmedes (Angola) entre os rios Curoca e Cunene (1977); Entre o Cunene e o Cubango, ou a propósito de uma fronteira africana (1980); O Reino do Congo, os mbundu (ou ambundos), o reino dos ngola (ou de Angola) e a presença portuguesa, de finais do século XV a meados do século XVI (1996); O consulado de Paulo Dias de Novais: Angola no último quartel do século XVI e primeiro do século XVII (2000); Em torno dos nacionalismos africanos: memórias e reflexões em homenagem ao Mário Pinto de Andrade (2000); O rio Cuanza (Angola), da barra a Cambambe: reconstituição de aspectos geográficos e acontecimentos históricos dos séculos XVI e XVII (2000); Construindo a história de Angola: a importância da utilização de fontes (2002); As Academias das Ciências no contexto da globalização (2003). 

Ilonka Dilvanio de Assis e Costa (1984, Luanda) – O processo político Angolano desde o início da guerra colonial (2010).

Inácio Rebelo de Andrade (1935, Huambo) – Um grito na noite (1960); Apontamentos da rua (1961); Saudades do Huambo: para uma evocação do poeta Ernesto Lara Filho e da “Colecção Bailundo” (1994); O sabor doce das nêsperas amargas (1997); Quando o Huambo era Nova Lisboa (1998); Parábolas em português (1999); Aconteceu em Agosto (2000); Mãe loba (2001); Revisitações no exílio: contos angolanos (2001); Passageiro sem bilhete (2003); Adeus Macau, adeus Oriente (2004); Na babugem do êxodo (2005); O pecado maior de Abel (2009); Quando as rolas deixam de arrulhar (2010); De uma Angola de antigamente: fotos recolhidas e legendadas (2010); Ficava em Angola e chamava-se Nova Lisboa (2011); Que nem uma flor por abrir (2012); Em versos me revelo: poemas (2013).

Inácio Valentim (1973, Huambo) – Em nome do absurdo (2004); O pensador de canapé (2005).

Inês Secca Ruivo (1972, Malanje) – Design para o futuro. O indivíduo entre o artifício e a natureza (2009).

Inês Stanisiere (1971, Luanda) – O caderno podrão do bolinha e do bolão (2007); O superblog das maravilhooosas (2007); A história secreta das meninas tempestivas (2008; Laila, a garota detective – O caso da Seita das Sete (2010); Guia de bolso para todas as mulheres (2010); Esperança (2010); Aprendendo a me amar (2011); Perdoar é libertar (2011); Diário da Carol (2011); De menina para menina (2011); Girl – A revista de Luma (2011); Ligadas e antenadas (2012); Mitos virtuais (2013); Patchwork (2013).

Infeliz Carvalho Coxe (1982, Malanje) – 150 exercícios resolvidos de cálculo diferencial e integral (2013) | As funções racionais na integração e discussões de conteúdos básicos no ensino superior usando o software maple (2013).

Iracema Cordeiro “Popoleta” (1980, Luanda) – Poemas d’Coração (2013).

Irene Alexandra Neto (1961, Lisboa) – Angola, à flor da pele (1998).

Irene Guerra Marques (1933, Luanda) – Poesia de Angola (1976); Algumas considerações sobre a problemática linguística em Angola (1985); Panorâmica das religiões em Angola independente (1975-2008) (c/ Viegas Bernardo e Fátima Viegas) (2008); Antologia de poesia angolana do séc. XVII ao séc. XXI. Entre a Lua, o Caos e o Silêncio: a Flor (c/ Carlos Ferreira) (2011); Antologia de contos angolanos: dos Desertos, dos Sonhos, das Travessias e do Futuro (c/ António Fonseca e Carlos Ferreira) (2013).

Isaac António (1977, Luanda) – Alma poética (2006).

Isaac José (1933, Katchiungo) – Angola no Labirinto do Colonialismo (2013).

Isaac Paulo (…, Luanda) – Guiados por Deus. A obra médica e missionária adventista em Angola: os Parsons e a Missão do Bongo (2013).

Isabel Branco (1957, Lobito) – Dez degraus até ao Sol (10 livros num volume): Marcas, O soneto e o momento, Certas horas sem ponteiros, A ilha dos espelhos, Uma mulher algures na cidade, Brancas noites vestidas de azul, Filhos d’alma, 40 anos depois, Meia vida… entre duas vidas, A outra parte de mim (2007); Imanências em tons de azul (2007).

Isabel Ferreira (1958, Luanda) – Laços do amor (1995); Caminhos ledos (1996); Nirvana (2004); Fernando d’Aqui (2005); A margem das palavras nuas (2006); O guardador de memórias (2008); O coelho conselheiro, matreiro e outros contos que eu te conto… (2012).

Isabel Fontes Pires (1948, Almeirim, naturalizada)Inaandra. Qualidade de Vida (2005).

Isabel Lafayette (1961, Lisboa) – As orelhas de Mutaba (2013).

Isabel Luísa de Leston (1960, Luanda) – Atalhos e Espantalhos (2009).

Isabel Pinto Morais (…, Cabinda) – Sensibilidades (2013).

Isabel Silva Martins (1946, Porto, naturalizada) – O Homem e o Território (co-autora) (2005); Angola Património Cultural e Natural (co-autora) (2010); Arquitecturas de Luanda (co-autora) (2010); Arquitetura Sustentável em Angola. Manual de Boas Práticas (co-autora) (2010); La modernidade ignorada arquitectura moderna de Luanda (co-autora) (2011); Património de Origem Portuguesa no Mundo. Arquitectura e Urbanismo (co-autora) (2011).

Isaías Chingufo (…, Luanda) – Polícia e sociedade (2002).

Isaías Samakuva (1946, Kunje) – Paz. Liberdade. Democracia – O pensamento político de Isaías Samakuva (2013).

Isaquiel Cori (1967, Luanda) – Sacudidos pelo vento (1996); O último feiticeiro (2005); Pessoas com quem falar (c/ Aguinaldo Cristóvão) (2006); O último recuo (2010).

Isaura Maria da Conceição Epanda (…, Huambo) – Memórias de uma alcoólica (2012).

Isidro Sanene (1988, Benguela) – Utopia das marés: poemas de amor (2009).

Ismael Mateus (1963, Luanda) – Bué de bocas (1992); Angola: a festa e o luto (c/ Reginaldo Silva e Bernardo Vieira) (2000);Tempos de ya kala ya: ascenção e queda de Bartolas Matias (2001); UNITA, que futuro? (2002); Sobras de guerra (2003); Experiências do sentir (2004); Cinco dedos de vida (2011); Laços de sangue (2011).

Israel Bonifácio (…, Luanda) – O estado do Estado: o Poder Politico em Angola (2011).

Ivandra Ferreira (…, Luanda) – Cartas a um viciado (c/ Joel Sérgio) (2010).

Ivone Pontes Cardoso (1955, Lobito) – Sonhos estilhaçados (2011).

J (144)

Jacinto de Lemos (1961, Icolo e Bengo) – Undengue (1989); O pano preto da velha Mabunda (1997); A dívida da peixeira (2001); Chico Nhô (2009).

Jacinto Rodrigues (1939, Luanda) – Urbanismo e Revolução (1973); Na Ilha há gritos de revolta: o diário de Sexta-Feira (1974); Le Bauhaus et sa signification historique (1975); Perspectivas sobre a Comuna e a 1ª Internacional em Portugal (1976); Urbanismo: uma prática social e política (1976); Utopia, Espaço e Sociedade (1979); Frente Cultural (1981); Viva Reich (1982); Ecologia (1982); A Bauhaus e o Ensino Artístico (1989); A Arte e a Arquitectura de R. Steiner (1990); Cem anos de Arte no Porto (1992); Álvaro Siza – Obra e Método (1992); Ecodesenvolvimento, Arte, Urbanismo e Arquitectura (1993); Arte, Natureza e Cidade (1993); O Projecto como Processo Integral na Arquitectura de Álvaro Siza (1996); A Conspiração Solar de M.A.G. Himalaya: esboço biográfico dum pioneiro da ecologia (1999); Sociedade e Território – Desenvolvimento Ecologicamente Sustentado (2006); Pedagogia para uma Sustentabilidade (2007).

Jacques dos Santos (1943, Libolo) – Casseca: cenas da vida em Calulo (1993); ABC do Bê Ó (1999); Berta Ynari ou Pretérito imperfeito da vida (2000); Kasakas & Cardeais (2002); Chove na grande kitanda (2004).

Jacques Raul Soares (1953, Lubango) – Angola: batucada sangrenta (1979).

Jacucha Kimbanda (1977, Luanda) – As Tecnologias de Informação e Comunicação no Processo Educativo (2013).

Jaime David Webba (1937, Muhongo) – O diário do combatente (2009).

Jaime Madaleno da Costa Carneiro (…, Luanda) – Código da Família de Angola (2010); Pauta Aduaneira de Angola (2011); Código Aduaneiro e Legislação Correlativa de Angola (2011).

Jaime Sousa Araújo (1920, Luanda) – Um vulto da Literatura Angolana do século XX: Lourenço Mendes da Conceição (…).

Januário Bernardo (…, Luanda) – Prostituição em Luanda: causas e consequências (2011).

Januário Filipe (…, Huambo) – A vaidade do morto (2010).

Jardo Muekalia (1959, Huambo) – Angola: a segunda revolução (2010).

Jerónimo Belo (1948, Luanda) – Jazz: geometria variável (1991); Feijoada (1998); Blues e poética contra a indiferença (2005).

Jessé Chivango (…, Huambo) – Mágoas e lágrimas (2012).

Jika (Gilberto Teixeira da Silva) (…, Benguela – 1974, Cabinda) – Reflexões sobre a luta de libertação nacional (1982).

Jimmy Rufino (1962, Luanda) – Kianda kiá Ngola (2006); Pecados do silêncio (2010).

Joana Amaral Dias (1973, Luanda) – Maníacos de qualidade (2010); Portugal a arder (2011).

João Abel (1938 – 2008, Luanda) – Bom dia (1971); Nome de mulher (1973); Assim palavra de mim (2004).

João Amaro (1957, Bula Atumba) – Coisas da fronteira: retratos do colonialismo (1987).

João Baptista Abreu Manassa (…, Kambulo) – Lunda: história e sociedade (2011).

João Baptista Lukombo Nzatuzola (1951, Zaire) – Cabinda à luz de traçados fronteiriços em África: uma problemática de sociologia política (1995).

João Benedito (1971, Luanda) – Querida Bricolage (2012).

João Bernardo de Miranda (1952, Caxito) – Nambuangongo (1998); Pathelo-a-Kuma, o menino inteligente (2002); Hebo (2012).

João Caramelo (1972, Luanda) – Formação de professores: um estudo temático (c/ José Alberto Correia e Vaz Henrique) (1997).

João Cravinho (1936, Malanje) – Visões do Mundo. As Relações Internacionais e o Mundo Contemporâneo (2002).

João da Cruz Kundonguende (…, Kwanza Norte) – Crise e resgate dos valores morais e cívicos na sociedade angolana (2012).

João da Graça (…, Kwanza Sul) – Martinho Cassinda: um exemplo do testemunho leigo na expansão do evangelho (2008); Emílio J. M. de Carvalho: uma biografia (2012).

João Damião (…, Luanda) – Conheça a Constituição da República de Angola (2010).

João de Almeida e Sousa “Cachimbinha” (1911 – 1974, Luanda) – Apontamentos de etnografia por africanos: inquérito aos hábitos e costumes do povo adstrito à administração de Nrikinya (1945).

João Domingos Morais (…, Malanje) – A terra do nunca (2012).

João Evangelista H. Hailonga (1928 – 2005, Cunene) – Trajectória de um Kwanyama: as minhas memórias (2006).

João Fernandes (1956, Huambo) – Angola: Povos e Línguas (c/ Zavoni Ntondo) (2002).

João Fita (…, Uíge) – Uma longa viagem (2013); Viver com terramoto (2013).

João Gonçalves (…, Luanda) – Gastronomia Angolana Internacional (2013).

João Isalino (…, Bengo) – Evasão e fraude fiscal em Angola: factores determinantes (2013).

João Lara Macuva Hotalala (1987, Huíla) – Gravidez de um pôr-de-sol (2011); Lágrimas da terra (2012).

João Luís Silva (1961, Luanda) – A paixão é um estado de sítio (2011).

João Maimona (1955, Maquela do Zombo) – Trajectória obliterada (1985); Les roses perdues de Cunene (1985); Traço de união (1987); Diálogo com a peripécia (teatro) (1987); As abelhas do dia (1988); Quando se ouvir o sino das sementes (1993); Se a água falasse (1996); Idade das palavras (1997); No útero da noite (2001); Festa de monarquia (2001); Lugar e origem da beleza (2003); As colheitas do Senhor Governador (2010); Memória de sombra (2012).

João-Maria Nabais (1950, Luanda) – O silêncio das palavras (1992); Crepúsculo das noites breves (1996); Instantes (1997); Poemas (1997); Novos navegantes (1998); Memórias de amor e sedução (2000); Cidade dos rios (2001); Sons de urbanidade (2001); Espírito do vento (2002); Monsaraz (2002); Palhais (2002); Criança (2002); Interior à luz (2003); O lugar e o mito (2005); Terra de húmus e neblinas (2007).

João Melo (1955, Luanda) – Definição (1985); Fabulema (1986); Poemas angolanos (1989); Tanto amor (1989); Canção do nosso tempo (1991); O caçador de nuvens (1993); Limites e redundâncias (1997); Jornalismo e política (1991); Imitação de Sartre e Simone de Beauvoir (1998); Filhos da Pátria (2001); The serial killer e outros contos risíveis ou talvez não (2004); A luz mínima (2004); O dia em que o Pato Donald comeu pela primeira vez a Margarida (2006); Todas as palavras (2006); Auto-retrato (2007); Novos poemas de amor (2009); O homem que não tira o palito da boca (2009); Os marginais e outros contos (2013).

João Milando (…, Luanda) – Cooperação sem desenvolvimento (2005); Desenvolvimento e Resiliência Social em África – Dinâmicas Rurais de Cabinda, Angola (2007).

João Neves Bolwele (1959, Congo) – Noções básicas sobre táctica criminalística (2011); S. Nicolau: antes e depois (2012).

João Paulo Nganga (1974, Luanda) – Preto no Branco: a Regra e a Excepção (1995); Dendém de açúcar (1997); O pai do Nacionalismo Angolano. As memórias de Holden Roberto. I Volume (1923-1974) (2009); Bonga, o Maioral (2013).

João Pedro (…, Luanda) – Ponto de situação (1978).

João Pedro Canda (1986, Huíla) – Ética do Jovem e a Preparação para a Vida (2012); A Controvérsia do Namoro (2013).

João Pinto (João Manuel Francisco) (1973, Luanda) – Direito Administrativo Angolano (2008); Justiça internacional e direitos humanos na Constituição Angolana (2010).

João Portelinha da Silva (1957, Huambo) – Crónicas de risos e lágrimas (1997); O dia em que um Ngola descobriu Portugal (2011).

João Rebocho (1960, Malanje) – Urdidura (2001); Pão e água (2006); Fama de bom (2012); Fama de mau (2013).

João Rosa Santos (1961, Malanje) – Quando o coração chora (…); Contornos da vida (…); Que mal fizemos nós (…); Croningolando (…); Preta fula (…); Ndolo (2006); Balabina (2009).

João Saveia (1972, Luanda) – Psicologia Organizacional e do Trabalho (2010).

João Tala (1959, Malanje) – A forma dos desejos (I; II e III) (1997); O gasto da semente (2000); Os dias e os tumultos (2004); Lugar assim (2004); A vitória é uma ilusão de filósofos e loucos (2005); Surreambulando (2007); Forno feminino (2009); Rosas & Munhungo (2011) Rua da insónia: um manifesto de inquietações (2013).

João Teixeira Pinto “Kurika” (1876, Namibe – 1917, Moçambique) – A ocupação militar da Guiné (1936).

João Tomás Landa (1957, Uíje – 2013, Namíbia) – A Indústria Petrolífera: seu papel no desenvolvimento sócio-económico de Angola – Desafios e perspectivas (2012).

Joaquim Albino Kisela (1961, Uíje) – Simão Toco: a trajectória de um homem de paz (2013).

Joaquim Belo Mangueira (1958, Luanda) – O Direito Internacional e a Endoculturação de Valores (2003).

Joaquim Dias Cordeiro da Matta (1857, Cabiri – 1894, Barra do Kwanza) – Delírios (1891); Philosophia popular em provérbios angolenses (1891); Cartilha nacional para se aprender a ler o Kimbundu (ou lingua angolense) escrita segundo a Cartilha Maternal do Dr. João de Deus (1892); Ensaio de Diccionário Kimbundu-Portuguez (1893).

Joaquim Gimbi (…, Luanda) – Estratégia para vencer nas eleições e na democracia (2007).

Joaquim Pedro Arroja Júnior (1931, Namibe) – Flores negras (1954); Koringa (1960); Imo (1965).

Job Graça (…, Dondo) – Economia do Desenvolvimento (2012).

Job Grilo (…, Luanda) – Mãe (2002); Por sobrevivência, ocorrências e contos (2009).

Joca Luandense (…, Luanda) – Crónicas de Luanda (2003).

Joel Sérgio (1974, Cazombo) – Cartas a um viciado (c/ Ivandra Ferreira) (2010); A vida é uma dança (c/ Fernando Saluiza) (2012); Desperte o campeão que há em si (c/ Morais Abreu) (2012).

Jofre Rocha (Roberto de Almeida) (1941, Icolo e Bengo) – Tempo de cicio (1973); Estórias do musseque (1976); Assim se faz madrugada (1977); Canções do povo e da revolução (1977); Estórias de Kapangombe (1978); Crónicas de ontem e de sempre (1985); Golanções de amor e luta (1988); Entre sonho e desvario (1989); Meu nome é Moisés Molambo (2003); Intervenções sobre literatura, artes e cultura (2004); Peço a palavra: peças de oratória parlamentar (2012).

John Bella (Jorge Marques Bela) (1968, Luanda) – Água da vida (1995); Panelas cozinharam madrugada (2001); A canção mágica (2001); Canto romântico à paz (2003); As orelhas do coelho Hélio (2008); Nzamba o rei sou eu (2008); Estes dois são cão e gato (2008); O regresso da rainha Njinga (2011); As lágrimas do Rei-Sol (2012); Os primeiros passos da rainha Njinga (2012).

Jójó Mundundi (1988, Luanda) – Lágrimas secas (2012).

Jonas Albino Chicomo (1975, Quilengues) – Kuíto: a resistência de um povo (2009).

Jonas Nazareth (1964, Luanda) – Contrariedades da vida (2013).

Jonas Savimbi (1934, Munhango – 2002, Lucusse) – A cartilha do guerrilheiro (1977); Angola: a resistência em busca de uma nova nação (1979); Quando a terra voltar a sorrir um dia (1985); Angola: por um futuro melhor (1986).

Jonuel Gonçalves (José Gonçalves) (1943, Luanda) – Angola a fogo intenso (1991); Socio-Economie des grandes fleuves d’Afrique (2001); Valoração da água em economia de desenvolvimento (2005); Café gelado (2006); Franco atiradores: informal e espontâneo nas vias de abertura em Angola (2010); Relato de guerra extrema seguido de fragmentos de outros extremos (2010); A economia ao longo da História de Angola (2011).

Jorge Américo Rodrigues de Paiva (1933, Cambondo) – A Crise Ambiental. Apocalipse ou Advento de uma Nova Idade (2000); A Relevância do Património Natural (2002); Catalogue des Plantes Vasculaires du Nord du Maroc (co-autor) (2003).

Jorge Arrimar (1953, Chibia) – Ovatyilongo (1975); Poemas (c/Eduardo B. Pinto) (1979); 20 poemas de savana (1981); Cinco cronistas dos Açores (1983); Murilaonde (1990); Fonte do Lilau (1990); Secretos sinais (1992); A Biblioteca Nacional de Macau (1992); Confluências (c/ Manuel Yao) (1997); Os Bettencourt da ilha da Madeira ao planalto da Huíla (1997); Viagem à memória das ilhas (2002); O planalto dos pássaros (2002); Os infortúnios de Juvêncio (2003); Ovatyilongo: poesia da terra (2010); O planalto do salalé (2012); Catarina (2013).

Jorge Campinos (1937, Lobito – 1993, Moçambique) – A ditadura militar: 1926-1933 (1975); Carta constitucional de 1926 (1975); Ideologia política do Estado salazarista (1975); O presidencialismo do Estado Novo (1978).

Jorge Caravana (1953, Luanda) – Rituais de poder. Armas orientais (2011).

Jorge Henrique da Cruz Pinto Furtado (1925, Luanda) – Breves notas para a História da Administração da Justiça em Angola (1956); Conselho Ultramarino (1969); Código Comercial Anotado, 1º Volume (1975); Das sociedades em especial (2 vol.) (1979); Curso de Direito das Sociedades (1983); Disposições gerais do Código Comercial (1984); Curso de Direito dos Arrendamentos Vinculísticos (1984); Código das Sociedades Comerciais Anotado (1987); Manual do Arrendamento Urbano (1996); Os centros comerciais e o seu regime jurídico (1997); Títulos de crédito – Letra*Livrança*Cheque (2000).

Jorge Kalukembe (…, Lubango) – Chicoronho (2009); Angola e o mundo na era pós-petróleo (2011).

Jorge Leão Peres (1963, Luanda) – Crónicas de interlúdio ou o cruzar de várias histórias (2000); A Moeda em Angola: subsídios para o seu estudo (2005); Contabilidade Bancária (2011).

Jorge Macedo (1941, Malanje – 2009, Luanda) – Tetembu (1966); As mulheres (1970); Pai Ramos (1971); Irmã Humanidade (1973); Clima do povo (1977); Gente do meu bairro (1977); Voz de tambarino (1978); Geografia da coragem (1980); Página do Prado (1989); Literatura angolana e texto literário (1989); Poéticas na literatura Angola (1989); Sobre o Ngola Ritmos (1989); O livro das batalhas (1993); O menino com olhos de bimba (1999); As aventuras de “Jójó” na aprendizagem da língua (2003); Poesia angolana (1975-2002): apontamentos históricos (2003); Ternura de olhos verbais (2004); Luanda detrás de suas “cidades” (2004).

Jorge Monteiro dos Santos (1947, Cutato) – Corpus (1974); Mar ie mil (1974); Flor de jacaré (1977).

Jorge Ntyamba (1957, Huíla) – Huambo: 56 dias de terror (1995); O templo do voo (2008).

Jorge Pessoa (1950, Luanda) – Angola: a obsessão (2005).

Jorge Simão (1969, Luanda) – Fados nossos (c/ Alexandra Carita) (2012).

Jorge Simeão Ferreira Chimbinda (…, Bailundo) – O Nome na Identidade Umbundu. Contributo Antropológico (2013).

Jorge Valentim (1937, Lobito) – Esperança (2005); Caminho para a paz e reconciliação nacional: de Gbadolite a Bicesse (1989-1992) (2011).

José A. Bastos Jr. (…, Luanda) – Negro: Realidade, Proeminência e Reconsiderações: factores da história luso-afro-brasileira (c/ Sílvia Bastos) (2007).

José Abel Moma (…, Luanda) – Estados da Linha da Frente e a gestão de ameaças na África Austral (2012).

José Adão Fragoso (1948, Icolo e Bengo) – O meu testemunho: a purga do 27 de Maio de 1977 e as suas consequências trágicas (2009); Nito Alves: a última vítima do MPLA no século XX (c/ Lucas Pedro) (2011).

José Alberto Rangel (…, Luanda) – Como fazer uma entrevista (2005); Como fazer uma reportagem (2007).

José Albuquerque Barroso (1945, Luanda) – Português ainda (1980); Neste tempo… (1980); Paralelo anónimo (1982); Pai Pátrio (1989); Anjos em moldura de prata (2003); A virgindade de Maria Faustosa (2011).

José António Barreiros (1949, Malanje) – A Lusitânia dos espiões (1995); O homem das cartas de Londres (2003); Uma agente dupla em Lisboa (2006); O 13º passageiro (2007); Contos do desaforo (2007); Não se brinca com facas (2009); Traição a Salazar (2012); Infinito Majestoso (2013).

José Baptista Pinheiro de Azevedo (1917, Luanda – 1983, Lisboa) – Trigonometria: navegação estimada e costeira (1957); 25 de Novembro sem máscara (1979); Olivença está cativa pela Espanha: por culpa de quem? (1982).

José Belo Chipenda (…, Lobito) – Le temps propice pour le changement : quelle espérence dans une Afrique en crise? : projet de texte de réflexion ( c/ André Karamaga) (1991).

José Bento Duarte (…, Namibe) – Senhores do sol e do vento (1999); Peregrinos da eternidade (2003).

José Cândido Feliciano Canjimbi “Asas Brancas” (1972, Huambo) – Sem nome próprio (2002).

José Carlos Calado (1957, Luanda) – A emergência do empresariado em Angola: motivações e expectativas (1997).

José Carlos de Almeida “Makiesse” (1968, Luanda) – Ensaboado e enxaguado (2011).

José Carlos Venâncio (1954, Luanda) – Espaço e dinâmica populacional em Luanda no século XVII (1984); Uma perspectiva etnológica da literatura angolana (1987); Literatura versus sociedade: uma visão antropológica do destino angolano (1992); Literatura e poder na África lusófona (1992); A economia de Luanda e hinterland no século XVIII: um estudo de sociologia histórica (1996); Colonialismo, antropologia e lusofonias. Repensando a presença portuguesa nos Trópicos (1996); O desafio africano (coord.) (1997); Lusotropicalismo: uma teoria social em questão (co-coord. c/ Adriano Moreira) (2000); O facto africano (2000); A dominação colonial: protagonismos e heranças (2005).

José Cassequi (…, Sanza Pombo) – Pombo, minha terra (2012).

José Cavalheiro Homem (1958, Luena) – O meu curso de aviação (2001); M’Africando (2006); Trilhos (2008); Para além da Terra (2010); Tormentório (2012).

José Conceição Gonçalves “Dick” (1953, Luanda) – Um contributo à história da Marinha de Guerra Angolana (2012).

José Cordeiro (1967, Luanda) – As minhas Recei­tas para Cozi­nhei­ros Ama­do­res (2012).

José da Silva Maia Ferreira (1827, Luanda – 1881, Rio de Janeiro) – Espontaneidades da minha alma (1849).

José de Freitas (1956, Andulo) – Silêncio em chamas (1979).

José de Oliveira Ascensão (1932, Luanda) – Angola rumo à independência: o governo de transição, documentos e personalidades (1975).

José Diogo Ventura (1929, Malanje) – Recordações minhas (2011).

José Domingos Cassanji Santos (1970, Huambo) – Como ser feliz (2002); Repensar o homem na Angola do século XXI: uma antropologia em perspectiva (2009).

José Domingos Francisco Tuta (1943, Kulende) – Aconteceu no Leste: a minha experiência (2008).

José Doria (1963, Bengo) – O Regime Jurídico da Corte Penal Internacional (2009).

José Eduardo Agualusa (1960, Huambo) – A conjura (1989); D. Nicolau Água-Rosada e outras estórias verdadeiras e inverosímeis (1990); O coração dos bosques (1991); A feira dos assombrados (1992); Lisboa africana (1993); Estação das chuvas (1996); Nação crioula (1997); Fronteiras perdidas: contos para viajar (1999); Estranhões e bizarrocos (2000); Um estranho em Goa (2000); A substância do amor e outras crónicas (2000); O homem que parecia um domingo (2002); Catálogo de sombras (2003); O ano em que Zumbi tomou o Rio (2003); O vendedor de passados (2004); Geração W (teatro) (2004); Manual prático de levitação (2005); A girafa que comia estrelas (2005); Passageiros em trânsito (2006); O filho do vento (2006); As mulheres do meu pai (2007); Chovem amores na rua do matador (teatro) (c/ Mia Couto) (teatro) (2007); Na rota das especiarias (guia) (2008); Aquela mulher (teatro) (2008); Barroco tropical (2009); A caixa preta (c/ Mia Couto) (2010); Milagrário pessoal (2010); Teoria geral do esquecimento (2012); A vida no Céu (2013); Catálogo de luzes (os meus melhores contos) (2013).

José França Van-Dúnem (1952, Luanda) – Contribuição de Portugal à formação da fronteira em África (1984).

José Guerreiro (1955, Baía Farta) – Publicidade em Angola: contribuições (2011)

José Joanes André (1963, Soyo) – Infra-estruturas integradas e Saneamento Básico em Angola, Projecto e Execução (2012).

José Luandino Vieira (1935, Vila Nova de Ourém, naturalizado) – A cidade e a infância (1960); A vida verdadeira de Domingos Xavier (1961); Vidas novas (1962); Luuanda (1963); Velhas estórias (1974); No antigamente da vida (1974); Nós, os do Makulusu (1975); Macandumba (1978); João Vêncio: os seus amores (1979); Lourentinho, Dona Antónia de Sousa Neto e eu (1991); Kapapa (1998); Nosso musseque (2003); A guerra dos Fazedores de Chuva com os Fazedores de Nuvens: guerra para crianças (2006); De rios velhos e guerrilheiros: I – O livro dos rios (2006); II – O livro dos guerrilheiros (2009); III – Ela e os velhos (…); Kaxinjengele e o poder: uma fábula angolana (2008).

José Luís Mendonça (1955, Golungo Alto) – Chuva novembrina (1981); Gíria de cacimbo (1986); Respirar as mãos na pedra (1989); Quero acordar a alva (1997); Logaríntimos da alma (1998); Poemas de amar (1998); Ngoma do negro metal (2000); Um canto para Mussuemba (2002); Gramática do amor contemporâneo (2002); Os vinte dedos da vida (2003); Cal & Grafia (2005); Um voo de borboleta no mecanismo inerte do tempo (2009); Africalema (2010); Nua maresia (2009); Poesia manuscrita pelos hipocampos (2010); Olfacto do afecto (2011); Não saias sem mim à rua esta manhã (2012); Esse país chamado corpo de mulher (2012).

José Manuel Cordeiro (1967, Vila Nova de Seles) – As minhas primeiras orações (2011); O Bispo, servidor da esperança (2011); Fé acreditada, Fé rezada (2012); Youcat, orações para jovens (2012); Vaticano II: 50 anos, 50 olhares (2012); Liturgia, a primeira escola da Fé (2012).

José Manuel Jara (…, Huambo) – Reconhecimento da Psiquiatria (1992); Razão reencontrada (2003); Causas da Psiquiatria. Questões da Saúde Mental (2006); O render dos ideais: políticas do discurso (2009); Mensagens trocadas: diálogos com alguma moralidade (2010).

José Manuel Mendes (1948, Luanda) – Enquanto cresce este rio audaz (1966); Salgema (1969); A esperança agredida (1973); Três chamas na palma da mão (1974); Por uma literatura de combate (1975); Pedra a pedra (1977); Ombro, arma! (1978); Os dias do trigo (1980); Limiar da terra (1983); O despir da névoa (1984); O homem do corvo (1989); Rosto descontínuo (1992); Presságios do sul (1993).

José Maria Bondo (1959, Luanda) – Renascer (2006).

José Maria Pimentel (…, Luanda) – Levante, 1487: a vã glória de João Álvares (2010).

José Mário Costa (1948, Soyo) – Cuidado com a língua! (2008).

José Mena Abrantes (1945, Malanje) – Cinema angolano: um passado a merecer melhor presente (1986); Ana, Zé e os escravos (teatro) (1988); Meninos (1991); Nandyala ou a tirania dos monstros (teatro) (1993); Sequeira, Luís Lopes ou o mulato dos prodígios (teatro) (1993); O teatro angolano (1994); A órfã do rei (teatro) (1996); Caminhos desencantados (1996); Objectos musicais (1997); Teatro Angola Cena Lusófona (I e II) (1999); Na curva do cão morto (2001); Angola em paz: novos desafios (2005); Apuros de poetas (2007).

José Moreno Pereira da Gama (…, Luanda) – Factos históricos sobre Kabiri e Funda (1998); Adão Jingongo, o político (2005); Luanda: fragmentos de memórias (2007); Esperança Sardinha: terapeuta revolucionária (2011).

José Nascimento Félix (1946, Luanda) – Geografia da árvore: a reinvenção da memória (2003); Travessia (2008).

José Neto da Cruz Fernandes (1958, Luanda) – Manual de Electrónica (1983); Sistemas digitais e processadores (2010).

José Octávio Serra Van-Dúnem (1962, Luanda) – Fundos Sociais: Um Colírio no Combate a Pobreza? (2009).

José Paulino Cunha da Silva (…, Luanda) – As Resoluções das Nações Unidas sobre Angola (c/ Frederico Cardoso) (2002); A Problemática do Novo Direito Internacional do Mar e os Espaços Marítimos sob jurisdição de Angola (2005).

José Pinheiro da Silva (1924, Cabinda – 2012, Lisboa) – Um saneamento exemplar (2007); Há só uma língua culta portuguesa: a batalha da educação em Angola (1964-1971) (2009); A educação e o futuro de Angola: 1970 (2009); Trincheiras de paz construídas em clima de guerra: subsídios para a história da educação em Angola (1964-1971) (2010).

José Prata (…, Luanda) – Como conquistar um lar feliz (2013).

José Quipungo “Mestre Luka” (1950, Kangandala) – Cristão num Mundo Novo (…); Teologia e Cultura Africana no Contexto Sócio Político de Angola (1987); Akuaxi (2003).

José Ramos (1954, Luanda – 2006, Lisboa) – No Ar: Live on Paper (2005).

José Samakaka (1966, Huambo) – Senhores da guerra: verdades ocultas (2007).

José Samwila Kakweji (1943, Moxico) – Viximo (1987); Viximo II (1989); Gira-Bola na selva (2006); Saltem! O comboio não tem travões – ééé! (2012).

José Sende (José Paulino Chissende) (1966, Lobito) – Rentes de memórias (2012).

José Silva Pinto “Tonspi” (1959, Lobito) – Cá entre nós (2012).

José Vaz Jacinto (1960, Malanje) – O meu bairro era azul (2002); Triângulo Atlântico (2006); Sina: Malanjieu (2011).

José Weza (José Júnior) (1957, Luanda) – O percurso histórico da música urbana luandense: subsídios para a história da música angolana (2007).

José Xavier Ezequiel (1962, Luanda) – Fados & Desgarrados (2010).

José Zan Andrade (1946, Luanda) – Absolut Zan: 1996-2002 (2003); Grande Fumarada (2012).

Jucas Isaías dos Santos (…, Huambo) – Ecos de memória (2012).

Júlia Talaia (1978, Luanda) – O neo-realismo na poética de Agostinho Neto (2008).

Juliana Evangelista de Jesus Ferraz (…, Luanda) – Inovar para prosperar (2009).

Juliana Pedro (1991, Malanje) – Cumplicidades (2004).

Júlio Borges Pereira (1953, Benguela) – O último retornado (2012).

Júlio de Almeida (1940, Namibe) – Vaicomdeus, SARL (2002).

Júlio Lucas (1950, Luanda) – Kandimbanza – Gastronomia angolana (2010).

Júlio Mendes Lopes (1963, Sumbe) – Caminho de Ferro do Amboim (2002); Olhar sobre Africa: Antologia sobre História de África (2012).

Júlio Sebastião de Carvalho (…, Luanda) – 7 Momentos em Setembro eu com saudade me lembro (1986); Mulher Soldado no ordenamento jurídico angolano (2009).

Jurema Rodrigues Martins “Kalasha” (1981, Luanda) – A tua parte de mim (2007).

Justino Pinto de Andrade (1948, Luanda) – O processo de transição para o multipartidarismo em Angola (c/ Nuno Vidal) (2006); Sociedade civil e política em Angola: enquadramento regional e internacional (c/ Nuno Vidal) (2008); Economia Política e Desenvolvimento em Angola (c/ Nuno Vidal) (2011).

K (11)

Kajim Ban-Gala (1958, Kubaza) – O fervor da kianda (1997).

Kalaf Angelo (1978, Benguela) – Estórias de amor para meninos de cor (2011).

Kamu de Almeida (Sebastião Pascoal de Almeida Kambundanga) (1940, Icolo e Bengo – 2013, Lisboa) – Sua origem e memórias (2010).

Kanguimbo Ananaz (Maria Manuela Cristina Ananaz) (1959, Namibe) – Seios do deserto (2002); Avô Sabalo (2006); Regresso de Kambongue (2011); Soba Kangeiya e a palavra (2012); As férias de Yahula (2012).

Kardo Bestilo (1976, Luanda) – ControVerso (2006).

Kiala Divino O Sapiens (Kiala Divino Lemba) (1992, Namibe) – O alvorecer poético (2013).

Kiluanje Fragoso (…, Huambo) – Despertar o louvor em Angola (2010).

Kiokamba Cassua (Adilson Henriques Gomes Cassua) (…, Luanda) – Outros sorrisos nos nossos lábios (2012).

Kizola Nzambi (…, Luanda) – Os candengues e o Pensador desaparecido (c/ Hugo Leão) (2013).

Kudijimbe (Nicolau Sebastião da Conceição) (1955, Muxima) – Fogo na kanjica (1987); O fardado (1987); António Jacinto e os guerrilheiros (2003); Kassumbula (…); Pedaços de areia (…); No amanhecer da curva (2004); A morte da noite (2006); Também lutaram por Angola (2007).

Kuxixima Kwami (Gastão Neto) (1961, Luanda) – Kuxixima Kwami (2004); O sol nasceu escuro (2010).

L (52)

Laurindo Vieira (1964, Dange) – Angola: a dimensão ideológica da educação (1975-1992) (2007).

Lazarino Poulson (1973, Luanda) – Pensar Direito (I,II,III) (2007/2008/2009); A justiça administrativa angolana (c/ Carlos Feijó) (2008); Esboço de uma teoria subjectiva do Poder Local (2009); As parcerias pública-privadas (na arte de governar) (2011).

Lázaro Dias (1921-2003, Luanda) – O Prontuário do Deputado (1995).

Leila dos Anjos (…, Luanda) – Angels (2005).

Leonor Correia de Matos (1925, Catumbela) – Origens do povo Chope segundo a tradição oral (1973); A Ordem de Cister e o Reino de Portugal: mito e razão (1999); Sim África (2006).

Leonor Macedo (1952, Luanda) – A poetisa de mim (2010).

Licita (Feliciana Maria Neto) (…, Kwanza Norte) – Desistir é pior (2007).

Lígia Guerra (…, Benguela) – Nos caminhos do tempo (2005); Não vamos chorar os mortos (2007).

Ligito (…, Luanda) – Cantar em vez de chorar (1987).

Lília da Fonseca (1916, Benguela – 1991, Alverca do Ribatejo) – Panguila (1944); Poemas da hora presente (1958); Filha de branco (1960); O relógio parado (1961); O malmequer das cem folhas (1984); O moinho da Inácia (1987); Os ladrões das barbas de arame farpado (1989).

Lino Diamvutu (…, Luanda) – Estudos de Direito Comercial Internacional (2008).

Lino Silva (1986, Malanje) – A banca no sistema económico e financeiro nacional (2011).

Lisa Castel (1955, Quela) – Mukanda (1988).

Lito Martin (João Manuel Pires Martin) (1951, Malanje) – Malanje – O tempo e a memória (c/ Filomena Barata e Tomás Lima Coelho) (2013).

Lito Silva (1968, Luanda) – Masala, o leopardo I (1990); Os “prubulemas” que estamos com eles (c/ Sérgio Piçarra) (1990); Um presente para Dinora (1990); Mambos & Makas (1991); Masala, o leopardo II (1992); A paz que estamos com ela (c/ Sérgio Piçarra) (1992); Rumo ao ano 2000… (1993); Coisas do (p)ovo (1995); Dinora e o rouba risos (1996); Geração do Holocausto (c/ Hugo Fernandes) (1998); Uma viagem ao mundo da fantasia (1999); Recortes da História (2005); O calvário de Joceline (2011).

Loide Francisco Manuel “Lofra” (1983, Malanje) – O segredo do olhar (2009).

Lopes Faria “Kizakazaka” (António Lopes Coelho da Costa Faria) (1943, Ndalatando) – O regresso da lavra de Maiombola (2004).

Lopes Neves Calueto (…, Marimba) – Manual de Laboratório: fertilizantes, solos, água e plantas (2011).

Lopito Feijó (1963, Lombe) – Entre o ecrã e o esperma (1985); Doutrina (1987); Rosa cor-de-rosa (1987); Corpo-a-corpo (1987); Na idade de Cristo (1987); Cartas de amor (1990); Meditando (1994); O brilho do bronze: haikais (2005); Marcas da guerra: percepção íntima & outros fonemas doutrinais (2012); Lex & Cal Doutrina (2012); Andarilho e Doutrinário: 50 Anos/Poemas (2013).

Lopo do Nascimento (1942, Luanda) – Considerações breves acerca de “O Dilúvio Africano” (1975).

Lourenço Bento (…, Luanda) – Memórias de futebol do meu tempo (2013).

Lourenço Mendes da Conceição (1898, Muxima – 1965(?), Luanda) – Portugueses de direito e portugueses de facto (1961).

Luana Sul (Maria José Ferreira Rodrigues) (1943, Chinguar) – Henriqueta branca e preta (2010); A minha avó fumava cachimbo (2011).

Lubanzo Vita Vemba (1956, Damba) – As três dimensões críticas do sistema de saúde angolano (2002).

Lucas Katimba (…, Benguela) – Discurso secreto dos pássaros (2012).

Lúcio Assis (1968, Luanda) – Canção na noite (2003).

Lúcio Lara (1929, Huambo) – Um amplo movimento (3 volumes): I – Até Fevereiro de 1961 (1998); II – 1961/1962 (2006); III – 1963/1964 (2008).                                                                                                                                                                                                                                 

Lueji Dharma (1977, Lunda Norte) – Uma história de amor à procura de um final feliz (2008); Aldeia de Deus: Tcheunda tcha Nzambi (2010).

Luís Abreu (1973, Luanda) – Insónia (2012).

Luís Amorim de Sousa (1937, Huambo) – Oceanografia (1984); Crónica dos dias tesos (1996); Ultramarino (1997); O Pico da Micaia (1997); O verbo Trafalgar (2002); Londres & Companhia (2005); Bellini e Pablo também (2007); Às sete no Sa Tortuga: um retrato de Alberto de Lacerda (2010).

Luís Bernardino (…, Huambo) – A posição de Angola na arquitectura de Paz e Segurança Africana (2013).

Luís Caminha (1967, Luanda) – Um pinguim na garagem (2009); O caso do cadáver esquisito (2011).

Luís Chinguar (José Luiz Teixeira) (…, Chinguar) – A Síndrome do Ipiranga: porque Angola não ficou um novo Brasil? (2013).

Luís Fernando (1961, Uíge) – Noventa palavras (1999); Antes do quarto (2004); Clandestinos no Paraíso (2005); A saúde do morto (2007); João Kyomba em Nova Iorque (2008); A cidade e as duas órfãs malditas (2008); Um ano de vida (2009); Dois anos de vida (2012); Bruna Eterna, amén: testemunho (2013).

Luís Filipe B. Teixeira (1959, Luanda) – A Consciência Sacra: Contribuição para uma Arqueologia do (Re)Conhecimento (Ensaio de Hierofanologia) (1987); O Nascimento do Homem em Pessoa: A Heteronímia como Jogo da Demiurgia Divina (1992); Fernando Pessoa e o Ideal Neo-Pagão: subsídios para uma edição crítica, transcrição, organização dos fragmentos e notas Pensar Pessoa: A dimensão filosófica e hermética do pensamento de Fernando Pessoa 996); (1997); Obras de António Mora, de Fernando Pessoa: Edição e Estudo, edição crítica dos textos de António Mora-Fernando Pessoa transcritos, organizados e anotados na edição integrada nas Obras Completas de Fernando Pessoa, no âmbito da Equipa Pessoa dirigida por Ivo Castro (2002); Hermes ou a Experiência da Mediação (Comunicação, Cultura e Tecnologias) (2004).

Luís Filipe Baião (1957, Dundo) – Medicina tradicional chinesa: uma opção para os angolanos (2012).

Luís Filipe Marcelino Batista Coelho (…, Lubango) – Sistemas financeiros e desenvolvimento económico: o caso de Angola no contexto das economias africanas (1998).

Luís Kandjimbo (1960, Benguela) – Apuros de vigília. Ensaios de meditação genérica (1988); Sobre um poeta da África eterna (1988); A estrada da secura (1996); Apologia de Kalitangi (1997); O noctívago e outras histórias de um benguelense (2000); De vagares a vestígios (2000); Ideogramas de Ngangi: exercícios angolanos de ler e parafrasear (2003); Ensaio para inversão do olhar: da Literatura Angolana à Literatura Portuguesa (2011).

Luís Mascarenhas Gaivão (1948, Luanda) – História de Portugal em disparates (1988); Estórias de Angola (2006); História desatinada de Portugal (2008); Um adido cultural no Luxemburgo (2011); Manuel Rui: percursos transculturais na obra do escritor (2013).

Luís Neves (…, Luanda) – Imagens e Olhares (c/ Pedro Matos) (2013).

Luís Quintais (1968, Luena) – A Imprecisa Melancolia (1995); Lamento (1999); Umbria (1999); Verso Antigo (2001); Angst (2002); Duelo (2004); Canto onde (2006); Mais espesso que a água (2008).

Luís Rosa Lopes (1954, Luanda) – A gota d’água (1985); Mu ukulu ki tuexilé ku mayombola (2005); Uma Maria João e uns knunca (2009); Oras em eras da ira e de amor (2012).

Luís Samacumbi “Aires” (1971, Nazaré – Angola) – Pilares de sucesso (2012); Construindo pontes: vida e obra do Reverendo José Belo Chipenda (2012).

Luís Soveral Varella (1961, Luanda) – O sangue português de Teresa Heinz Kerry (2004); Os guerreiros da comarca de Ourique (2011); Os Soveral da Beira (2012).

Luísa Coelho (1954, Luena) – O canto de amor das baleias (1992); Cavalgar um raio de luz (2000); Monique (2003); Os espaços do desejo (2004); O porquinho Fortalhaças (2009); Kunuar (2009); Marcela e o segredo das ilhas perdidas (2009); Nkuma e Chem-Chem (2009).

Luísa de Andrade Leite (1934, Kuíto) – País-raiz (1988); Mangas doces e papaia (1988); Livro de horas e eternidades (1993); O menino de vidro (1993); Requiem por uma flor (1994); O ser único e outros contos (1994); Que título? (1995); Dicionário proveta: dicionário bébé de matéria confusa (1998).

Luísa Ngueve (1953, Tchimuanga Sambo) – Atmosfera psíquica familiar (2011).

Lukonde Luansi (1957, Uíje) – Crise ou Fracasso do Sistema Comercial Multilateral (c/ Gilberto António) (2012).

Lutina Santos (1983, Luanda) – Fluxos migratórios em Angola (c/ Simão Milagres) (2013).

Luzia Dumbo (…, Luanda) – A delinquência juvenil em Luanda (2012).

Luzia Sebastião (1953, Luanda) – O Anteprojecto de Código Penal (co-autora) (2003); Nova realidade constitucional na República de Angola (co-autora) (2003); Sobre o tipo de ilícito (2005).

Lygia Salema (Luena, 1947) – Desterro de mim (1973).

M (134)

M. Azancot de Menezes (…, Luanda) – Reflexões sobre educação (2010).

Mabi Tito Mulaza (1981, Luanda) – A importância do registo imobiliário para a segurança jurídica dos direitos imobiliários do cidadão: um olhar sobre a realidade angolana (2013); O impacto das atividades de responsabilidade social no domínio da educação. O caso da Odebrecht em Angola (2013).

Madalena da Silva Vilela (1984, Luena) – Ninguém como tu (2012).

Madalena Lourenço (1966, Luanda) – Madang: crónicas retornadas d’África (2011).

Maló de Abreu (1957, Namibe) – Um tiro no porta-aviões (2006); Andam à procura de beijos (c/ José Marques) (2012).

Mambu Teresa Muanza (…, Luanda) – Manual Didáctico de Filosofia (c/ Urania Neves) (2012).

Mantorras (Pedro Manuel Torres) (1982, Luanda) – Livro Directo (c/ José Gabriel Quaresma) (2009).

Manu (João Paca Manuel Sebastião) (1971, Maquela do Zombo) – Memórias de um desconhecido (2012); Mémoires d’un inconnu (2 vol.) (2013).

Manuel Alves da Rocha (1947, Malanje) – Angola: estabilização, reformas e desenvolvimento (1999); Opiniões e reflexões: colectânea de artigos, conferências e palestras sobre Angola, África e o mundo (2004); Os limites do crescimento económico em Angola: as fronteiras entre o possível e o desejável (2011); As transformações económicas estruturais na África subsariana: 2000-2010 (2013).

Manuel Alves de Castro Francina (18…, Luanda) – Elementos grammaticaes da lingua Nbundu Offerecidos a sua magestade fidelissima o senhor D. Luiz I pelo dr. Saturnino de Sousa e Oliveira e Manuel Alves de Castro Francina (c/ Saturnino de Sousa Oliveira) (1865).

Manuel António (1960, Luanda) – Um olhar e pensar televisão (2003).

Manuel António Africano (1959, Uíge) – L’UNITA et la 2e guerre civile angolaise (1995).

Manuel Arsénio Mateus (1966, Luanda) – Fundamentos da Matemática (2013).

Manuel C. Amor (1946, Lisboa, naturalizado) – Na rota do Quinaxixe (1971); A metáfora das asas (2008); Despolarização ou o Diário dos dias brancos (2009); Canto de Diáspora (2013).

Manuel Camati (1971, Lubango) – Os títulos do Banco Central de Angola (2012).

Manuel Canjungo (Manuel António da Costa) (1946, Golungo Alto) – As memórias de Kamasoxi (2011).

Manuel Cirilo da Cruz (1965, Gabela) – Fundamentos básicos do treinamento desportivo (2006).

Manuel Dionísio (…? – 2008, Lisboa, naturalizado) – Escritos ao vento (1983); Poemas (1995); Do amor e outras merdas (1997).

Manuel dos Santos Lima (1935, Kuíto) – Kissanje (1961); As sementes da liberdade (1965); A pele do Diabo (teatro) (1977); Os anões e os mendigos (1984); As lágrimas e o vento (1975).

Manuel Ennes Ferreira (…, Luanda) – Angola-Portugal: do espaço económico português às relações pós-coloniais (1976); A Indústria em tempo de guerra: Angola (1975-1991) (1991); Angola: política económica num contexto de incerteza e instabilidade (1993); Angola: da Política Económica às Relações Económicas com Portugal (1994); O financiamento informal e as estratégias de sobrevivência económica das mulheres em Angola: a Kixikila no município do Sambizanga (Luanda) (c/ Henda Lucia Ducados) (1998).

Manuel Francisco Bandeira (…, Benguela) – Estratégias para o Desenvolvimento do Turismo na Região Litoral Centro de Angola (2012).

Manuel Jorge (1948, Luanda) – Para compreender Angola: da política à economia (1999).

Manuel José Domingos (…, Luanda) – Investigação criminal em países lusófonos (2012).

Manuel Júlio de Mendonça Torres (…, Namibe) – O Distrito de Moçâmedes nas fases de origem e da primeira organização (1950); O Distrito de Moçâmedes no ciclo áureo da cultura algodoeira (1956); O Distrito de Moçâmedes (2 volumes) (1974).

Manuel Mira Godinho (1959, Huambo) – O futuro tecnológico: perspectivas para a inovação em Portugal (c/ João Caraça) (1999); Pescas e Pescadores: futuros para o emprego e os recursos (c/António Brandão Moniz e Ilona Kovacs) (2000); Como está a Economia portuguesa (c/José Manuel Zorro Mendes e Ana Sofia Ferreira) (2001); Para uma política de inovação em Portugal (c/Maria João Rodrigues e Arminda Neves) (2003); Utilização da propriedade industrial: um estudo sobre inovação em Portugal (co-autor) (2003); Estudo de caracterização e análise de tendências da indústria de moldes na China (c/Fernando Gonçalves) (2004); Estudo sobre a utilização da propriedade industrial nos sectores dos plásticos e dos moldes (c/Miguel Pinto e Nuno Correia) (2005); Inovação e competitividade na indústria farmacêutica portuguesa: que perspectivas? (c/António Bica e Rui Rodrigues) (2006).

Manuel Muanza (…, Luanda) – Caderno de estudo literário e linguístico (2010); Como se lê um texto literário? (2011).

Manuel Pedro Pacavira (1939, Golungo Alto) – Nzinga Mbandi (1979); Gentes do mato (1981); Ndalatando em chamas (1997); José Eduardo dos Santos: uma vida dedicada à pátria (2006); Memórias (2008); O 4 de Fevereiro pelos próprios (2010).

Manuel Pereira Tristão Júnior (1959, Luanda) – Os batuques da terra (2003).

Manuel Ribeiro (…, Luanda) – Biografia de um desmobilizado e outros contos (2008).

Manuel Rui (1941, Huambo) – Poesia sem notícias (1967); A onda (1973); Regresso adiado (1973); O espantalho (teatro) (1973); 11 poemas em Novembro (ano I a VII) (1976 a 1984); Sim camarada (1977); A caixa (1977); Agricultura (1978); Cinco dias depois da independência (1979); Memória de mar (1980); Quem me dera ser onda (1982); Assalto (1981); Meninos de Huambo (teatro) (1985); Crónica de um mujimbo (1989); Um morto & os vivos (1993); Rio seco (1997); Da palma da mão (1998); Saxofone e metáfora: estórias (2001); Um anel na areia (2002); Nos brilhos (2002); Maninha: crónicas (cartas optimistas e sentimentais) (2002); Conchas e búzios (2003); O manequim e o piano (2005); Estórias de conversa (2006); Ombela (2006); A casa do rio (2007); Janela de Sónia (2009); O semba da nova ortografia (2009); Travessia por imagem (2012); Quitandeiras e aviões (2013); A bicha e a fila (c/ Marco Guimarães) (2013).

Manuel Secca Ruivo (1943, Malanje) – Autores e Escritores de Angola – naturalidade e bibliografia (c/ Tomás Lima Coelho) (2013).

Manuela Cerqueira (1933, Tombua) – Menina do deserto: na Baía dos Tigres (1969).

Manuela de Abreu (1939, Katchiungo) – Em cada manhã de longe (1994).

Marcos Inglês (Joaquim Francisco) (1992, Huíla) – No continente da luta do poeta (2013).

Marcy Lopes (…, Luanda) – Estudos de Direito Público (2011).

Margarida Paredes (1953, Coimbra, naturalizada) – O Tibete de África (2009).

Margarida Ventura (1958, Lubango) – O stress traumáutico e suas sequelas nos adolescentes do Sul de Angola (2004).

Maria Alexandre Dáskalos (1957, Huambo) – O jardim das delícias (1991); Do tempo suspenso (1998); Lágrimas e laranjas (2001); A política de Norton de Matos para Angola: 1912-1915 (2008).

Maria Alice Gouveia (…, Lobito) – Pais desumanos (2007); Diversas formas de amar (2008).

Maria Arlete Barreira (1965, Capunda Cavilongo) – Aprender a ser gente (2012).

Maria Celestina Fernandes (1945, Lubango) – A borboleta cor de ouro (1990); Kalimba (1992); Retalhos da vida (1992); A árvore dos Gingongos (1993); Poemas (1995); A rainha Tartaruga (1997); A filha do soba (2001); O presente (2002); O meu canto (2004); Os panos brancos (2004); A estrela que sorri (2005); É preciso prevenir (2006); As três aventureiras no parque e a joaninha (2006); União Arco-Íris (2006); Colectânea de contos (2006); A muxiluanda (2008); Os dois amigos (2011); A filha do soba (2013).

Maria David (1953, Kuíto) – Sonhei com o V Império (2010).

Maria da Conceição Barbosa Mendes (1967, Catabola) – Compreensão da Universidade. Avaliação Institucional e estatuto da carreira Docente (c/ Tuca Manuel) (2010); Compreensão da Universidade: do interpretativo ao pragmático (c/ Tuca Manuel) (2011).

Maria da Encarnação Pimenta (1954, Kwanza Norte) – Eventuais causas e consequências da delinquência em Angola (2010); Quem produz os delinquentes (2010); Amantes, concubinas ou esposas (2012); Até dizem que o meu filho já se droga (2013); Tomada de posse e o casamento tradicional do Kamá comissário provincial com a Kamá secretária (2013).

Maria de Fátima Viegas (…, Huíla) – Angola e as religiões (2000).

Maria de Jesus Haller (…, Luanda) – Fá… pe… lááá!!! (1988).

Maria de Lourdes Soares (1942, Luanda) – Desabrochar (…); A borboleta Leta (1999); A serra lilás (2003); Histórias de longe e de perto (c/ Maria Odete Tavares Tojal) (2004); A semente sem sono (2010); Branca de Neve e Rosa Vermelha (…); A família Soluas (2010); A flor do coração (2010); A folha bailarina (2011); A raiz sem medo (2011); O caule sentinela (2011); A cambalhota (2012); O fruto da esperança (2012); Querido fim-de-semana (2013).

Maria do Carmo Fernandes (1949, Camacupa) – O fluir da vida (2011).

Maria do Carmo Marcelino (…, Huambo) – Obra poética (1972).

Maria do Carmo Medina (1925, Lisboa, naturalizada) – Direito da Família (2001); Processos políticos da luta pela independência (2005).

Maria do Rosário Sambo (1959, Benguela) – Um olhar sobre as doenças médicas na gravidez (c/ Augusta Borges e Catarina Marques) (2013).

Maria Eduarda Ribeiro (1942, Luanda) – Fixação do Salário Mínimo e problemas conexos (1970); Os trabalhadores de baixos salários no mercado de emprego em Portugal (1980); O desemprego, um desafio à coesão nacional e à cidadania (c/ Isabel Roque de Oliveira e Mário Murteira) (2006); Pobreza, Direitos Humanos e Cidadania (c/ Isabel Roque de Oliveira e Manuela Silva) (2007).

Maria Emília Venda (1927, Lobito) – Folhas de Outono (1990); Creio (2002); Histórias da Avó Micas (2002).

Maria Eugénia Lima (1935, Luanda) – Entre a parede e o espelho: poemas (1964).

Maria Eugénia Morais dos Santos Mendes (1940, Caála) – O feitiço de uma terra maravilhosa: 1906-1975 (2008).

Maria Eugénia Neto (1934, Trás-os-Montes, naturalizada) – Foi esperança e foi certeza (1976); E nas florestas os bichos falaram (1977); A formação de uma estrela e outras histórias na terra (1979); Em Cabo Verde nasceu um menino e o menino chamou-se Agostinho Neto (1985); A menina Eu Flores/Planeta do tempo (1988); O vaticínio da Kianda na piroga do tempo (1989); Este é o canto (1989); As nossas mãos constroem a liberdade (1989); A lenda das asas e da menina Mestiça-Flor (1989); As aventuras do amor/Flor em África (1989); A montanha do sol (1989); O soar dos quissanjes (2000); A trepadeira que queria ver o céu azul (2011).

Maria Helena Saiago (1935, Lobito) – Angola, sonho dourado (2012).

Maria Jawaa (1942, Huambo) – Memória do esquecimento (2011).

Maria Joana Couto (1909, Sumbe) – Braseiro ardente (1954); Recordações: pétalas dispersas (1957); Estrelas no deserto (1959); Sol tropical (1963); Cinzas de uma fogueira longe (1969).

Maria João (1960, Lubango) – A gotinha rebolinha (1990); A dona Lata (1994); A aventura do vento e outros contos (2009); Contos de Maria João (2010).

Maria João Cantinho (1963, Luanda) – O anjo melancólico (2003); O traço do anjo (2011).

Maria José Alves Pereira da Silva (1925, Luanda) – Labaredas em prece (1964).

Maria José Guerreiro da Franca (1954, Luanda) – Memórias de Maria Veleda: feminista republicana, escritora e conferencista (c/ Natividade Monteiro e José Esteves) (2011).

Maria José Morgado (1951, Malanje) – O inimigo sem rosto: fraude e corrupção em Portugal (2003).

Maria Karaje (…, Luanda) – A imagem da mulher na trilogia de Camaxilo (2006).

Maria Luísa Abrantes (…, Luanda) – Contribuição das Instituições Internacionais para o Desenvolvimento (1990); A Teoria dos Jogos e os Oligopólios (2004); As Relações Económicas Internacionais – a Cooperação EU/ACP (2006); As privatizações do Sector Empresarial do Estado em Angola (2011).

Maria Luísa Mendes Carmelino (1931, Huambo) – Felicidade após a cegueira (2009).

Maria Madalena (1909, Catumbela – 1980, Algés) – Confissões (sem data).

Maria Manuela Araújo (1959, Luanda) – Diálogos Literários entre a África e os E.U.A. no Despertar dos Nacionalismos Africanos (2010).

Maria Odete Tavares Tojal (1944, Luanda) – Histórias de longe e de perto (c/ Maria de Lourdes Soares) (2004); Caracterização do nível de literacia da população portuguesa (2010).

Maria Paula Dionísio Vieira (1961, Luanda) – O que será a Geometria senão Poesia no Espaço? (2002); A tomada de Ceuta (2008); Plásticos, Fléxion (2008).

Maria Pernadas (1957, Lobito) – Angola Terra Mãe (2010); Angola 2011 (2011); Brasil 2012 (2012); Egipto-Praia (2013); Emoções (c/ Nela Cruz) (2013).

Maria Perpétua Candeias da Silva (1928, Bissapa) – A mulher de duas cores: falsos trilhos (1958); O homem enfeitiçado (1961); Navionga, filha de branco (1966).

Maria Teresa Cárcomo Lobo (1929, Malanje) – Ordenamento jurídico comunitário: União Europeia Mercosul (1997).

Maria Vitória Gonçalves (1950, Luanda) – Falas do pensamento (2010).

Marihel Ramos (Maria Helena Miguel) (…, Gabela) – Dinâmica da pronominalização no português de Luanda (2005); Memórias cativas (2010).

Mário António (1934, Maquela do Zombo – 1989, Lisboa) – Poesias (1956); Amor (1960); Poemas & canto miúdo (1960); Tomaz Vieira da Cruz (1961); Gente para romance: Álvaro, Lígia, António (1961); Chingufo (1962); 100 poemas (1963); Era tempo de poesia (1966); Mahezu (1966); Rosto da Europa (1968); Crónica de uma cidade estranha (1964); Farra de fim-de-semana (1965); Nossa Senhora da Vitória: Massangano, 15 de Agosto de 1968 (1968); Luanda: ilha crioula (1968); Rosto da Europa (1968); Coração transplantado (1970); Memórias e epitáfios (1974); Lusíadas (1978).

Mário António Guedes da Silva (1932, Namibe) – Memórias desportivas do Distrito de Moçâmedes (2006).

Mário Augusto (…, Luanda) – As Nações Unidas no Contexto do Direito Internacional (2004).

Mário Borges Alexandrino (1920, Lubango) – Angola, saudade nossa (c/ Rui Ferreira Coelho e Tolstoi Nunes Moita) (1991).

Mário Bragança (1976, Luanda) – Os segredos da liderança na família (2010); Os segredos da liderança (2013).

Mário de Souza Clington (1938 – -2012, Luanda) – Angola libre? (1975).

Mário Ferreira do Carmo (1931, Luanda) – Eu sou a Chimba (1996); Eu sou a Chimba II (2013).

Mário Frota (1941, Namibe) – Contrato de Trabalho (1978); Manual de Direito do Arrendamento Urbano (1987); Condições Gerais dos Contratos (1998); Direito à Informação (2000); A Publicidade em Portugal (2001); Casas & Casos (2002); Direito do Consumo em Acção (2003); Política de Consumidores na União Europeia (2003); A Publicidade Infanto-Juvenil (2004); A Publicidade Infanto-Juvenil: perversões e perspectivas (2006); Direitos do Consumidor Endividado, superendividamento e crédito, co-autoria (2006); Do Ordenamento do Tabaco e seus produtos na UE e em Portugal (2007).

Mário Lopes Guerra “Benúdia” (1939 – 2010, Luanda) – A bola e a panela de comida (1973); Nossa vida, nossas lutas: estórias (1979); Kabocoio (2004).

Mário Milheiros (1916, Humpata – 1973, Luanda) – O imbondeiro maldito (1948); Muata-Maiende: o crocodilo (1950); A família gentílica de Angola (1951); Anatomia social dos Maiacas (1956); Entre negros e corsários (1957); Concepções gentílicas sobre a morte (1960); A família tribal (1960); Não! (1960); Notas de etnografia angolana (1967); Índice histórico-corográfico de Angola (1972); Influências sinonímicas angolano-brasílicas na língua portuguesa (1972).

Mário Pinto de Andrade (1928, Golungo Alto – 1990, Londres) – Antologia temática de poesia africana (1953); Antologia da poesia negra de expressão portuguesa (c/ Francisco José Tenreiro) (1969); A guerra em Angola (c/ Mark Olivier) (1971); Amílcar Cabral: essai de biographie politique (1980); As origens do nacionalismo africano (1997).

Mário Rui Silva (1952, Luanda) – O Ensino da Música (2003).

Mário Rui Simões Rodrigues (1967, Luanda) – Compilação de Elementos para o Estudo da Questão de Olivença (2001); Olivença na Conferência da Paz de 1919 (2001); Actualidade, Justiça e Oportunidade da Questão de Olivença (2001); Viagens pela História de Alvaiázere (2007); Notícias e Memórias Paroquiais Setecentistas – 5. Alvaiázere (c/ Saul António Gomes) (2007); Da Estrada Romana ao Telégrafo Visual: dois mil anos de viagens e comunicações por terras de Alvaiázere (2008); O Diário “Perdido” da Viagem de José Cornide por Espanha e Portugal em 1772 (2010); Notícias e Memórias Paroquiais Setecentistas – 10. Ansião (c/ Saul António Gomes) (2012); Informações Paroquiais e História Local: a Diocese de Coimbra (Século XVIII) (2013).

Mário Tendinha (1950, Namibe) – Ventos do leste (2012).

Marisa Cruz (1974, Luanda) – Em forma com Marisa Cruz (2011).

Marques de Oliveira (…, Luanda) – Colectânea de casos práticos (2009); Os caminhos históricos das fronteiras de Angola (2011); Manual de Direito Comercial angolano (2011).

Marta Santos (1963, Luanda) – Gita e outros contos (2006); E nos céus de África… era Natal (2009); O olhar do saber (2009); Biografia de Elias Dia Kimuezo: a voz e o percurso de um povo (2012); Por essa Angola que vovó contou (2012); Contos de cá… pedaços de mim (2012).

Martinho Bangula (1958, Benguela) – Sexorcismo (2008).

Massalo (Matos Araújo) (1980, Luanda) – Aquarela (c/ Ângelo Reis) (2005); Silhuetas (2008); Massalo (2010); O mar também tem nuvens (c/ Joana Taya) (2012).

Mateus André Garcia “Mateuzinho” (1967, Lucala) – O corneado (2007).

Mateus Gonçalves (…, Lubango) – Trumunu (2 volumes) (c/ Carlos Pacavira) (1977/2009).

Matias Adriano (1966, Mussende) – Eu e o Futebol (2011).

Matilde Regina Castro (1995, Luanda) – Casos do coração (2011).

Maurício Francisco Caetano “Mafrano” (1916, Dondo – 1982, Luanda) – Onomástica angolense: Njinga ou Nzinga? (1976); Idiomas nacionais: Kimbundu (1976); O menino Luís irmão de João Cassabalo (1986) .

Maurício Makemba (1954, Bengo) – Angola: trabalho e luta (1985).

Maurício Soares (1918, Lubango) – … e Ramiro também ficou (1940); O devoto de Santa Teresa (1951); O teu marido troca-te por ela (1957); O homem que crucificou o Diabo (1958); Silvina: retrato de uma madeirense (1958); Quando o sangue manda (1960); Casa de sobrado (1971); Angola sob o signo da violência (1975); Idiomas nacionais: Kimbundu (1976).

Mauro Yange (1992, Luanda) – Escritos de um rapaz angolano (2011); O resto é só areia (2012).

Mbeto Traça (…, Luanda) – Do EPLA às FAPLA – Apontamentos para a história das Forças Armadas de Angola (2013).

Mbiavanga Fernando (…, Zaire) – Morfologia e sintaxe dos afixos verbais em Kikongo (2010).

Melo Nzeytu Josias (…, Zaire) – O segredo de Deus: Jesus Africano (2001).

Mendes Abrão Hiluca (…, Casseche) – Aprenda Inglês sem mestre, em três meses (2013); Aprenda Francês sem mestre, em três meses (2013); Gramática de Inglês (2013).

Mendes Reichenback Martins (1956, Soyo) – A prisão contemplada de uma forma empírica (2012).

Mendonça Ferreira Jonatão (1987, Kuíto) – O soltar da voz no silêncio da alvorada (2012); Erotismo numa carta de amor (2013); O príncipe de Olinda Solela (2013).

Mfumu-Kiaku (1964, Damba) – Contos infantis de África (2011); Um velho (em África) é uma biblioteca (2012).

Miguel Ângelo da Silva Ferreira (1953, Luanda) – (Bibliografia não exaustiva) – Vítima ou vitoriosa (…); Cuida de ti e da doutrina (…); Encontrando o amor para toda a vida (…); Supondo tenha chegado o dia do Senhor (…); Cura do câncer e doenças malignas (…); Faça diferença: viva um ano profético (…); Jornada apostólica de fé e milagres (2 vol.) (…); Vida em abundância (…); Nascemos para vencer (…); Andando no espírito / A dança da morte (…); Explosão de fé (…); O renascer dos desígnios de Deus (…); Profecias (…); Estratégias vitoriosas (…); Chamados à vitória (…); Nem uma hora comigo? (…); Os remidos do Senhor (…); Os quatro mundos (…); Intimidação (…); Força para vencer, coragem para viver (…); O que é uma profecia na visão bíblica? (…).

Miguel Barroso Quiala “Bwa Telama” (1951, Damba) – Ingana ye ’Mvovo mya Bakongo (Provérbios e Máximas dos Bakongo) (1998) | Longoka Kikongo (Aprenda Kikongo) (2013); Wavunzwua (2013).

Miguel Domingos Bembe (1975, Cabinda) – O Terrorismo Transnacional: sistematização do fenómeno e estratégias para o seu combate (2012); O estudo científico da ciência política (c/ Fernando Muquepe e Paulo C. J. Faria) (2013); A questão de Cabinda: uma visão estratégica (evolução da situação e cenários de futuro) (2013).

Miguel Francisco “Michel” (1955, Dala Cachibo) – Nuvem negra: o drama do 27 de Maio de 1977 (2007); Reflexão (2010); Chaga: 27 de Maio de 1977 (2013).

Miguel Gaspar Neto (1936, Kalomboloca) – Os sacrificados de Icolo e Bengo (2006).

Miguel Júnior (…, Luanda) – A bessangana Kikinhas da Fonseca (1994); A batalha de Kifangondo (2011); O fracasso da Operação Savannah: Angola, 1975 (2011); Forças Armadas Populares de Libertação de Angola: 1975-1992 (2012); Guerra Colonial – O Envolvimento das Forças de Defesa da África do Sul no Sudeste de Angola (1966-1974): um estudo de contra-insurreição (2013).

Miguel Manuel Zola (…, Luanda) – Luyi, la Princesse Eternelle (2011).

Miguel Neto (…, Luanda) – A Sarrabulhada de Miguel Neto (2009).

Miguel Nzau Puna (1932, Cabinda) – Mal me querem (2012).

Mila Stephánie Malavoloneque (…, Luanda) – Encontro com Mi. Malavoloneque (2011).

Miller Gomes (…, Luanda) – O outro lado do título (2007).

Mira Clock (Ana Zulmira da Silva Ramalheira) (1991, Luanda) – Desabrochar (2012).

Moichele Katonhe (Moisés António) (1958, Luanda) – Prevenção contra minas terrestres (2007); Gritos surdos e outros (2008); Transparência I (2009); À luz do contraste (2010); Dicionário Militar (2011); Estórias e crónicas entrançadas (2011).

Moisés Kamabaya (1937, Malanje) – O renascimento da personalidade africana (2003); Os heróis da Baixa de Kasanji (2007).

Moisés Malumbu (…, Sangeve-Tchipindu) – Os Ovimbundu de Angola: Tradição, Economia e Cultura Organizativa (2005); Angola: gestão e dinâmica dos recursos (2005); Gramática de língua Umbundu (2009.

Moisés Mbambi (1937, Andulo) – Cenas do feitiço (2006).

Moisés Sandombe (1979, Huambo) – Recital nos lábios da palavra (2012).

Moniz Mário Monteiro Marques (…, Luanda) – Lágrimas do girassol (2012).

Monty (Jorge Augusto de C. e Silva de Morais) (…, Luanda) – Luta de libertação, exército nacional e revolução (1978).

Morais Tomás (1966, Luena) – As grandes batalhas (1988); Moxico, Terra-Mãe (1988); Adeus às guerras (1998); As cinco versões dos 45 dias de guerra no Luena (2003).

Mota Yekenha (1962-1993, Huambo) – Kambonha (1992).

Muamba Garcia Neto (1970, Luanda) – Aproximação Linguística e Experiência Comunicacional (2012).

Muanamosi Matumona (1965, Uíje – 2011, Luanda) – Jornalismo Angolano: História, desafios e expectativas (2002); A Reconstrução de África na era da modernidade. Ensaio de uma Epistemologia e Pedagogia da Filosofia Africana (2004); Cristianismo e mutações sociais em África. Elementos para uma Teologia Africana da Reconstrução (2005); Teologia Africana da Reconstrução como novo paradigma epistemológico. Contributo lusófono num mundo em mutação (2008); Os Media na era da globalização. Para uma sociologia do Jornalismo Angolano (2009); Filosofia Africana … na Linha do Tempo… (2011).

Muphu-iuiu (Francisco Martins) (1968, Bimbe) – Ebo, minha terra (2007).

N (37)

Naiole Cohen dos Santos (…, Luanda) – Para além das desigualdades: a Mulher em Angola (c/ Henda Ducados) (2000).

Nandinho dia Paxi (Domingos Carlos André Fernandes) (1977, Luanda) – A falsa profetisa (2010); Kizua kia henda: o dia dos amores (2012).

Nany da Costa (…, Luanda) – Cheiros e sabores (2013).

Narciso Benedito (1957, Dundo) – Centralidade, autonomia e diversidade nos sistemas educativos de Angola e de Portugal (2012).

Nástio Mosquito (1981, Huambo) – Pai Natal, a viagem (2008).

Natália Vale (1949, Caála) – A minha tempestade e outros contos (2009); Emoções inacabadas (2009).

N’Dá Lussolo (João do Espírito Santo Carvalho) (1951, Luanda) – O homem das sereias (1996); Puko o Ngombo: a deusa da verdade (1997).

Ndombele Silva “Sabactani” (1965, Zaire) – Azombo: questões socioculturais (2012).

Nela Cruz (1954, Lobito) – Emoções (c/ Maria Pernadas) (2013).

Nélia Daniel Dias (1972, Lisboa) – A responsabilidade civil subjectiva (2008); Teoria geral do Direito Civil: hipóteses práticas (2008).

Nelson João Tobias Tukondjeni (1980, Cunene) – O Estado Angolano e a Delinquência (2012).

Nelson Kabenda (1973, Luanda) – Perspectiva de ordenamento e planificação turística em Angola (2006).

Nelson Lourenço (1945, Namibe) – Família Rural e Indústria. Mudança Social na Região de Leiria (1991); Violência na Sociedade (1991); Representações da violência. Percepção social do grau, da frequência, das causas e das medidas para diminuir a violência em Portugal (1992); Em Terra de Tufões. Dinâmicas da etnicidade macaense (co-autor) (1993); Violência contra as mulheres (co-autor) (1997); O ordenamento do território e a influência da participação pública nos processos de decisão (co-autor) (1998); Dez anos de crime em Portugal: análise longitudinal da criminalidade participada às polícias (1984-1993) (1999); Land use change. Methodological aproach to understand the interactions Nature/Society in coastal areas (co-autor) (1999); A Qualificação dos Recursos Humanos e o Desenvolvimento de Zonas Periféricas (co-autor) (2000); As Dimensões Motivacionais e Estruturais de Incêndios Florestais (co-autor) (2002); Coastal Tourism, Environment and Sustainable Local Development: a road map (co-autor) (2002); Coastal Tourism, Environment and Sustainable Local Development (co-autor) (2003).

Nelson Nent (João dos Anjos Marcolino) (1966, Luanda) – Mágoas de uma noiva amargurada (2008); A madrinha (2011); O vigarista (2011) A evasão da minha voz (2012); A minha carta perdida (2013).

Nelson Pestana “E. Bonavena” (1955, Luanda) – Ulcerado de míngua luz (1987); Os limites da luz (2003); As dinâmicas da sociedade civil em Angola (2003); Pobreza, água e saneamento básico (2011).

Neto Assunção (1977, Bengo) – Vasos de lágrimas (2010).

Neto Muhindo (1976, Luanda) – No silêncio dos olhos (2013).

Ngaiele Muacheno Fundão (1980, Camissombo) – Poemas e Crónicas (2009); Pensamentos da alma (2009).

Ngonguita Diogo (Etelvina da Conceição Alfredo Diogo) (1963, Ndalatando) – No Mbinda o ouro é sangue (2010); Weza, a princesa (2010); A minha baratinha (2011); Sinay (2012); Acudam Maria do Rangel (2013).

Ngudia Wendel (…, Luanda) – Ngombe filho de Kambole e de Niangombe (1976); Nós voltaremos, Luanda! (1976).

Nguimba Ngola (Isalino Nguimba da Cruz Augusto) (1976, Quibaxe) – Mátria (2009).

Nicolau Santos (1954, Luanda) – Jacarandá e mulemba (c/ António Costa Silva) (2008); Portugal vale a pena (2010); Aroma de pitangas num país que não existe (c/António Costa Silva) (2011).

Nicolau Spencer (…, Cabinda – …, Lunda Norte) – Poesia de Nicolau Spencer (1984).

Niki Menezes (…, Luanda) – Entre a sombra e o corpo (2007).

Nilton (Nilton Rodrigues) (1972, Huambo) – As teorias do Nilton (2004); O Pai Natal não existe (2006); Eu amo você (2009); Paga o que deves! (2010).

Nito Alves (1952, Piri – 1977, Luanda) – Memória da longa resistência popular (1977).

Njamba Yemina (Kandingo Tchipongue) (1924, Luhenho) – O mundo e o homem: a luta pela sobrevivência (sem data).

Nok Nogueira (Emílio Miguel Casimiro) (1983, Luanda) – Sinais de sílabas (2004); Tempo africano (2006); Jardim de estações (2012).

Norberto Capeça (1975, Luanda) – Da Ilicitude do Despedimento Disciplinar e suas consequências (2012).

Norberto Costa (1964, Luanda) – Tentações: ensaios e reflexões (1992); Subsídios sobre cultura, língua e literatura (2003); Prazeres do delírio sensual (Poemas de Amor) (2013).

Norberto de Castro (1938, Calumbo – 2004, Luanda) – Ano de Kassanji (1996).

Nuno Albuquerque (1964, Ganda) – Cheiros de África (2006).

Nuno Roque da Silveira (1940, Chibia) – Um outro lado da guerra (2007); Lourenço Marques: acerto de contas com o passado: 1951-1965 (2012).

Nuno Silveira Ramos (1964, Huambo) – Tartan, as velas da liberdade (c/ Pedro Silveira Ramos) (2010).

Nuno Valdez Thomaz dos Santos (1930, Luanda – 2012, Lisboa) – O desconhecido Niassa (1964); A fortaleza de S. Miguel (1967); As fortalezas de Bissau (1971); Certezas e incertezas da batalha de Aljubarrota (1979); Setecentos anos de Estudos Navais em Portugal (1985); As raízes das Instituições Militares Portuguesas (1986); Apontamentos para a História da Marinha Portuguesa (2 vol. (1991/2003); Dieta Náutica e Militar (co-autor) (2004).

Nuno Vidal (1970, Luanda) – O processo de transição para o multipartidarismo em Angola (c/ Justino Pinto de Andrade) (2006); Angola: the weight of history (c/ Patrick Chabal) (2007); Sociedade Civil e Política em Angola (c/ Justino Pinto de Andrade) (2008); Southern Africa: Civil Society, Politics and Donor Strategies; Angola, Zimbabwe, Democratic Republic of Congo, Mozambique, Namibia and South Africa (c/ Patrick Chabal) (2009); Poverty eradication in Southern Africa: involvement of civil society organisations. Mozambique, Tanzania, Democratic Republic of Congo and Angola. National and regional poverty observatories (2011); Economia Política e Desenvolvimento em Angola (c/ Justino Pinto de Andrade) (2011).

Nvunda Tonet (1976, Luanda) – Psicólogos, porquê e para quê? (2011).

O (15)

Octaviano Correia (1940, Lubango) – Fizeste fogo à viuvinha (1980); O país das mil cores (1980); O esquilo da cauda fofinha e o dendém apetitoso (1982); O patinho que não sabia nadar (1982); O reino das rosas libertas (1984); A amizade do leão não se faz com traição (1984); O monstro das sete cabeças e as meninas roubadas (1990); Histórias com gente dentro (1995); Coisas simplesmente (1996); O menino dos olhos azuis de água (2007); ABCD: alguma bicharada até ao Z (2009); EFGH: alguma bicharada até ao Z (2010); IJKL: alguma bicharada até ao Z (2010); MNOP: alguma bicharada até ao Z (2010); Contos quase cruéis (2010); A magia das lendas: lendas de Santana (2011).

Olga Gonçalves (1929, Luanda – 2004, Lisboa) – Movimento (1972); 25 composições e 11 provas de artista (1973); Mandei-lhe uma boca (1973); Só de amor (1975); A floresta em Bremerhaven (1975); O emigrante là-bas (1978); Ora esgardae (1982); Olotolilisobi (1983); Rudolfo (1985); Sara (1986); Armandina e Luciano, o traficante de canários (1988); Eis uma história (1993).

Olivan (Oliveira Castro Santareno) (1985, Zamba Kipuku) – Lágrimas de sobrevivência (2012).

Ondjaki (Ndalu de Almeida) (1977, Luanda) – Actu sanguíneu (2000); Bom dia camaradas (2001); Momentos de aqui (2001); O assobiador (2002); Há prendisajens com o xão (2002); Quantas madrugadas tem a noite (2004); Ynari: a menina das cinco tranças (2004); E se amanhã o medo (2005); Os da minha rua (2007); Avó Dezanove e o segredo do soviético (2008); O leão e o coelho saltitão (2008); Materiais para a confecção de um espanador de tristezas (2009); Os vivos, o morto e o peixe-frito (teatro) (2009); O voo do golfinho (2009); Dentro de mim faz Sul seguido de acto sanguíneo (2010); A bicicleta que tinha bigodes (2011); Os transparentes (2012); Uma escuridão bonita (2013).

Onofre dos Santos (1941, Luanda) – Eleições angolanas de 1992: uma lição para o futuro (1995); Um sorriso para a democracia (1994); Elections in Sierra Leone (1995); Os (meus) dias da Independência (2002); Registo Eleitoral: Legislação Anotada (2006); Eleições em tempo de cólera (2006); O conto da sereia (2013).

Orlando Castro (1954, Huambo) – Algemas da minha traição: poesia (1975); Açores: realidades vulcânicas (1995); Ontem, hoje e amanhã (teatro) (1997); Memórias da memória (2001); Alto Hama: crónicas (diz)traídas (2006); Cabinda: ontem protectorado, hoje colónia, amanhã nação (2011); Guerra Colonial: a História na primeira pessoa (c/ Paulo F. Silva) (2011).

Orlando Ferraz (…, Luanda) – Angola: depois da tempestade a bonança (1977); A política alemã para com a SADC (2005).

Orlando Kingunzo (Orlando Victor Muhongo) (1982, Uíje) – A arte de sentir (2008).

Óscar Braga (1931, Malanje) – Versejar (2011).

Óscar Ribas (1909, Luanda – 2004, Cascais) – Nuvens que passam (1927); O resgate duma falta (1929); Flores e espinhos (1948); Uanga (1950); Ecos da minha terra (1952); Ilundu; espíritos e ritos angolanos (1958); Misoso (I, II e III) (1961/1962/1964); Alimentação regional angolana (1965); Izomba: associativismo e recreio (1965); Sunguilando: contos tradicionais angolanos (1967); Kilandukilu: contos e instantâneos (1973); Tudo isto aconteceu (1975); Cultuando as musas (1992); Dicionário de regionalismos angolanos (1994); Temas da vida angolana e suas incidências (2002). 

Osmar Garrido (1982, Luanda) – Jesus é ateu (2011).

Osvaldo Énio (1936, Lubango) – Degraus (2011); Uma terra lá longe (2013).

Osvaldo Sousa (…, Luanda) – Odisseia poética com a ética da tormenta (2011).

Ottoniela Bezerra (1990, Luanda) – Uma parte de mim (2012); Retratos de uma mulher (in)comum (2013).

Ovídio Pahula (…, Quinteve) – Firmezas da Vida (1999); No fundo da pedra há um tchingugono (2006); A evolução da Constituição Económica Angolana (2010).

P (49)

Pascoal Pedro Adão Neto (1968, Luanda) – Cuentos de Angola (1993); Angolako ipuinak (2009).

Pascoal Pedro da Gama (1931, Luanda) – Mastro Brilhante (2008); O Pentecostes e os Apóstolos (2012).

Papá Sambo (Adriano Domingos Sambo) (…, Luanda) – O alívio do “stress” (2011).

Patrício Batsikama (…, Maquela do Zombo) – Etonismo: uma filosofia da arte sobre a razão tolerante (2009); As Origens do reino do Kôngo (2010); O reino do Kôngo e a sua origem meridional (2011); Origens do reino do Kôngo consoante a bibliografia e a tradição oral (2012); Lumbu: democracia do antigo Kôngo (2013).

Paula Maria (…, Lubango) – Juventude em fuga (1977).

Paula Nabais (1959, Luanda) – Por favor… também se usa (2012).

Paula Russa (Ana Paula de Jesus Gomes) (…, Caconda) – Despertar do amanhecer (1996); Presença (2003); O primeiro Natal de Joaninha (2005); Narrativas populares: mitos e tradições (2007); Amigos para sempre (2011); Jonito, vovô Juju e o arco-íris (2012).

Paulino Lukamba (1981, Caimbambo) – L’Africa che non si appartiene (2002); L’Africa all’alba del nuovo millennio (c/ Zeferino Capoco) (2003); Direito Internacional Público (2011); Direito Internacional Penal e Princípios Fundamentais (2012); História das Ideias Políticas (c/ Carlos Barracho) (2012).

Paulo Adão Campos (1944, Luanda) – Os meus outros filhos (2001); Um kangundu (2005); E o Rio Kwanza criou a mulher (2009).

Paulo Airosa (1980, Luanda) – Agente 10335 (2013).

Paulo Alzamora (1962, Luanda) – Por uma nesga (2011).

Paulo Anjos Santos (1968, Luanda) – Os corpos uniram-se sôfregos de desejo (2013).

Paulo António Maria (1964, Luanda) – Legislação e normas sobre a comunicação social em Angola (2010).

Paulo Benjamim “Nelito” (1976, Benguela) – Vinte e uma qualidades (2006).

Paulo Cardoso (1964, Luanda) – Papéis trocados: adormeci professor, acordei aluno (2010).

Paulo Castro Seixas (1967, Luanda) – A Carreira dos Professores. Constrangimentos, Oportunidades e Estratégias (1997) / Cultura e Arquitectura (co-autor) (1997) / Antropológicas. 6º Congresso Internacional de Estudantes de Antropologia (co-autor) (1998) / Nós e os Outros. A Exclusão em Portugal e na Europa (co-autor) (1998) / O Futuro do Passado. Timor LoroSae (co-autor) (2002) / Identidade, Identidades (co-autor) (2002) / Portugal and the World – The Future of the Past. Timor Lorosae (co-autor) (2002) / Figurado, Uma Visão do Mundo (co-autor) (2002) / Pluralidades Portuenses. Símbolos Locais, Relações Globais (co-autor) (2003) / Congresso Lusófono do Terceiro Sector (2005) / Relações e Situações Críticas na Enfermagem (co-autor) (2005).

Paulo da Costa (1965, Luanda) – The scent of a lie (2002); Notas de rodapé (2005); O perfume da mentira (2012); The green and purple skin of the world (2013).

Paulo de Carvalho (1960, Luanda) – Atitude dos habitantes de Varsóvia para com diferentes grupos étnico-raciais (1987); Estrutura social da sociedade colonial angolana (1989); Estrangeiros na Polónia: adaptação, estereótipos e imagens étnicas (1990); Estrutura social e linguagem: o caso da Angola colonial (1991); Angola: quanto tempo falta para amanhã? – Reflexões sobre as crises política, económica e social (2002); Audiência de Media em Luanda (2002); Até você já não és nada! (2007); Exclusão social em Angola: o caso dos deficientes físicos de Luanda (2008); A campanha eleitoral de 2008 na imprensa de Luanda (2010).

Paulo dos Santos (1968, Gandala) – Zé Povito (1998); Missão 77 (2009).

Paulo Freire Ramos (1975, Luanda) – Akasha (2013).

Paulo Grilo (1976, Luanda) – O cão salva vida (2013).

Paulo Matias (1992, Luanda) – O jornalismo comunitário em Angola: um desafio para a participação dos cidadãos na comunidade (2011).

Paulo Miguel Júnior (1940 – 2007, Luanda) – Lembranças da vida (1998); José Mendes de Carvalho (Comandante Hoji Ya Henda). Um testemunho à sua memória (2001).

Paulo Salvador (1965, Lubango) – Era uma vez… Angola (2003); Recordar Angola (I, II e III) (2006/2008).

Paulo Seco (1974, Luanda) – Uma gota de água repousada na pétala da flor da esperança (2001); Sermão da noite desconhecida (2003); Laços verticais (2007); A nudez cristalina de Susana (2008).

Paulo Soma (1973, Cubal) – Kuyula (2012); A Problemática do Irracionalismo e do Pessimismo na Poesia Angolana (2013); Para compreender o notariado em Angola (2013).

Paulo Teixeira Pinto (1960, Luanda) – Do Direito ao Império de D. Sebastião (1985); Compêndio de Direito Económico e Financeiro (1991); Um dever chamado futuro (2001); Querer crer (2002); LXXXI: poema teorema (2008).

Pedro A. H. Paixão (1971, Lobito) – Bouzean (c/ Rui Moreira e Tiago Marrecas) (2005); Desenho: a Transparência dos Signos (2008); A Festa/The Feast : “ed oi layla yadura” (c/ Rui Moreira) (2009).

Pedro Ângelo (…, Sumbe) – As lendas da Kilenda (c/ Josefa Mige) (2013).

Pedro Benga Lima “Foguetão” (1949, Uíje) – Percursos espinhosos (2007).

Pedro Caiombo (1979, Luanda) – A menina de cabelos longos (2013).

Pedro Couceiro (1970, Lobito) – Sonho sem fim (c/ Rui Ricardo e Hugo de Jesus) (2009).

Pedro da Paixão Franco (1869 – 1911, Luanda) – História de uma traição (1911).

Pedro da Silva Feijó Sobrinho (1950, Quindambiri) – Comunidade dos países de língua portuguesa: institucionalização e relações culturais, político-diplomáticas e económicas (1997).

Pedro Dembue Lupédia (…, Luanda) – História e Desenvolvimento da Criminalística em Angola (2011).

Pedro Félix Machado (1860, Luanda – 1907, Lisboa) – Scenas de África: ? Romance íntimo (1892); Sorrisos e desalentos (1892).

Pedro Jorge (1981, Icolo e Bengo) – A traiçoeira e o feiticeiro (2012).

Pedro Lusakalalu (1957, Kibokolo) – Línguas e Unidades Glossonímicas (2005).

Pedro Paulo Ramos Ventura (1975, Luanda) – A culpa é do Monoteísmo (2011) | A Utopia do Perdão (2012).

Pedro Poças (1975, Luanda) – Nazunia, 2011.

Pedro Proença (1962, Lubango) – The great tantric gangster (1997); A Arte do Microscópio (2000); O Homem Batata (2000); Comentários ao Apocalipse (2010).

Pedro Romão (…, Luanda) – Anotações à Lei da Prisão Preventiva e Legislação Complementar (c/ Fernando Macedo) (2008).

Pedro Sampaio Nunes (1953, Lobito) – Livro Verde da Segurança de Abastecimento de Energia para a Europa (2005).

Pedro Sousa Pereira (1966, Luanda) – Nem tudo começa com um beijo (c/ Jorge Araújo) (2005); Paralelo 75 ou O segredo de um coração traído (c/ Jorge Araújo) (2007); Cinco balas contra a América (c/ Jorge Araújo) (2009).

Penelas Santana (1981, Ndalatando) – Crónicas da nossa gente (2005); Dikwatu, morte na sanzala (2006); Quando o adultério é sinónimo de amor (2008); Algumas das razões que fazem o MPLA e dos Santos ganharem eleições (2 volumes) (2012).

Pepetela (Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos) (1941, Benguela) – As aventuras de Ngunga (1973); Muana Puó (1978); A corda (teatro) (1978); Mayombe (1980); A revolta da casa dos ídolos (teatro); O cão e os caluandas (1985); Yaka (1985); Lueji (1989); Geração da utopia (1992); O desejo de Kianda (1995); Parábola do cágado velho (1997); A gloriosa família (1997); A montanha da água lilás (2000); Jaime Bunda, agente secreto (2001); Jaime Bunda e a morte do americano (2003); Predadores (2005); O terrorista de Berkeley, California (2007); O quase fim do mundo (2008); Contos de morte (2008); O planalto e a estepe (2009); A Sul. O Sombreiro (2011); O tímido e as mulheres (2013).

Pereira Alfredo (…, Luanda) – Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos no Município do Dande, na Cidade de Caxito – Angola (2011).

Pindi Dueme (1971, Kinshasa) – Entender o porquê das coisas (2009); Entender a Nova Aliança (2010); Revisita-te a ti mesmo (2013).

Pombal Maria (…, Luanda) – Asas do sonho ferido (2001); Palavras lavradas (2010).

R (61)

Rafael de Castro Manuel “Ngedynho dya Kamumba” (1972, Quimuquia) – Kalunga, a senhora das águas (2012).

Rafael Marques de Morais (1971, Luanda) – No coração do inimigo (1998); Lundas: as pedras da morte (2005); Operação Kissonde: os diamantes da miséria e da humilhação (2006); A colheita da fome nas áreas diamantíferas (2008); Diamantes de sangue: tortura e corrupção em Angola (2011).  

Raimundo Sotto Mayor (1935, Benguela) – A história de uma traição (1985).

Ralph Delgado (1901, Benguela – 1970, Lisboa) – O amor a 12 graus de latitude sul: cenas da vida de Benguela (1935); A famosa e histórica Benguela: catálogo dos governadores: 1779-1940 (1940); Ao sul do Cuanza: ocupação e aproveitamento do antigo Reino de Benguela (1944); História de Angola (4 vol.) (1952 a 1955).

Ramiro Santos (1992, Luanda) – Um homem do mundo em busca do mundo do homem (2010).

Raquel Vaz-Pinto (1973, Luanda) – A Grande Muralha e o legado de Tiananmen (2010).

Raul Araújo (1954, Luanda) – Os sistemas de Governo de Transição dos PALOP (2000); A organização do Estado Angolano (2000); O Presidente da República no sistema político angolano (2009); A protecção do ambiente e a Constituição em Angola (2012).

Raul Carlos de Freitas Rodrigues (…, Namibe) – O Consumidor no Direito Angolano (2009).

Raul David (1918, Ganda – 2005, Benguela) – Colonizados e colonizadores (1974); Escamoteados na lei (1987); Poemas (1977); Contos tradicionais da nossa terra (I e II) (1982); Narrativas ao acaso (1988); Cantares do nosso povo: versões escritas de cantos e poemas em língua umbundu (1987); Ekaluko lya kwafeka (1988); Crónicas de ontem para ouvir e contar (1989); Da justiça tradicional dos Umbundos (1997); Estórias da velha coruja (2004).

Raul Luís Fernandes Júnior (1961 – 2007, Saurimo) – Yamuno (2002).

Raul Tati (1963, Ponta Negra) – Crise africana e processo de democratização em África (2001).

Rebelo Carvalheira (…, Luanda – 1985, Lisboa) – Histórias, historietas e… outras tretas… dos gloriosos lusitanos das máquinas voadoras (1998).

Receado Francisco Pedro (…, Luanda) – Sustentabilidade de exploração dos navios e lanchas da marinha de guerra – Reflexão e conclusãoSustentabilidade de exploração dos navios e lanchas da marinha de guerra. Reflexão e conclusão (2010).

Reginaldo Silva (…, Luanda) – Angola: a festa e o luto (c/ Ismael Mateus e Bernardo Vieira) (2000).

Reis Luís “Mbwango” (1968, Waku-Kungo) – Vozes ecoantes num mundo sem eco (1998); Sonho diluído no pensamento (2001); Crónicas da minha terra (2002); Zebra (2007); À conquista: da dispersão à Kianda (2007).

Réjo Marpa (Reinaldo Pacheco) (1955, Tombwa) – Os luzidios reflexos de Lagos (2009) | Os luzidios reflexos da gastronomia algarvia (2012) | Os luzidios reflexos da Freguesia da Luz (2013).

Renato Aires (1973, Luanda) – O Totem de Marmaraharmmuke (2012).

Ribeiro Tenguna (1979, Luanda) – Nas ruas de Luanda, o meu romance (2004); Quanto vale a vida do africano (2008); A última virgem (2008); A mensagem de Deus para as pessoas que perderam a esperança (2010); A história dos ditadores da África (2011); A biblioteca abandonada (2011); O menino que queria ver a Copa do Mundo na África (2011); As três pessoas que podem destruir o seu casamento (2012).

Ricardo Adolfo (1974, Luanda) – Os chouriços são todos para assar (2003); Mizé. Antes galdéria do que normal e remediada (2006); Depois de morrer aconteceram-me muitas coisas (2009); Os monstrinhos da roupa suja (c/ Jessica Kersten) (2011).

Ricardo Ferreira (…, Luanda) – O grande banquete: a transformação e o templo (2013).

Ricardo Manuel (1930, Lisboa, naturalizado – 2007, Lisboa) – Angola, meu amor (1979); Na ponta da língua (1981); Tu barbaramente meu amor (1994); Cantares para Maria (1995); Figuras e mujimbisses (1998); Crónicas para Luanda (2001).

Rigoberto Kambovo (…, Bimbe) – Direito Marítimo: transporte marítimo de mercadorias (2011).

Rita André Tomás (1943, Luanda) – Memória da Luta de Libertação (2005).

Roberto Correia (1932, Namibe) – Assim somos todos (1956); Do Tejo grandioso ao Zaire poderoso (1990); Angola: datas e factos (1º vol. 1482/1652; 2º vol. 1652/1837; 3º vol. 1837/1912; 4º vol. 1912/1961; 5º vol. 1961/1975; 6º vol. 1975/2002) (1998 a 2002); Do Zaire poderoso ao Cunene misterioso (2002); Do Cunene misterioso ao Zambeze esplendoroso (2005).

Roberto da Conceição “Zarito Mukonda” (1965, Luanda) – Cântico ao Deus da Pedra (2011).

Roberto Mártin (Augusto Lucas Martins) (1979, Nzeto) – Lutarei até ao fim (2008).

Roberto Sukama Ngoma (…, Cabinda) – Finalmente chegou a Taça de Africa das Nações Orange-Angola2010 (2010).

Roderick Nehone (Frederico Manuel dos Santos e Silva Cardoso) (1965, Luanda) –Estórias dispersas da vida de um reino (1996); Génese (1998); O Ano do Cão (1998); Peugadas de musa (2001); Tempos sem véu (2003); Uma bóia na tormenta (2007); O catador de bufunfa (2012); As aventuras de Kid Kamba, o Super-Herói Angolano (2013).

Rodrigo de Matos (1975, Kuíto) – Ponto fatal (2012).

Rodrigues Vaz (1944, Moimenta da Beira, naturalizado) – Albino Moura: a cor do imaginário (1994); À roda da fogueira (1996); Albino Moura: o inventado olhar (1997); Um poeta em Paço de Arcos (1997); A simbólica nos desenhos de Troufa Real (2001); Angola: estórias esquecidas (2003); Os galegos nas letras portuguesas (2008).

Rogério Paulo (1927, Kuíto – 1993, Carnaxide) – Um actor em viagem (1976); Introdução ao teatro cubano (1978); As portas foram abertas aos bandidos (1981).

Rola da Silva (1928, Luanda) – A Censura: consequências marginais (1969); Angola: os símbolos de um fracasso (1977); H. L. – No fim colonial (1979); Eanes e os mistérios de Macau (1985); A mulher de Jededias (1991); Macau: de Mário Soares a Jorge Sampaio (2001).

Rosa Cruzeiro (1965, Bocoio) – Brilho oculto (2005).

Rosa Matunga “Kiesse/Olo” (1960, Luanda) – Nzinga: os descendentes (2005).

Rosa Melo (1963, Namibe) – De menina a mulher: iniciação feminina entre os Handa no Sul de Angola (2005); Para lá da manipulação dos espíritos. Crenças e práticas de cura entre os Handa no Sul de Angola (2009).

Rosa Roque (1953, Quela) – Natal, pão e amor (2011).

Rosa Vaz (1963, Malanje) – Beatriz e o espelho mágico (c/José Ilídio Torres) (2013).

Rosalina Pombal (…, Luanda) – O pequeno elefante e o crocodilo (1982); Lutchila e outras histórias (1986).

Rosária Silva (1959, Kuanza Norte) – Totonya (1998).

Rosário Marcelino (1953, Malanje) – Ibundus vermelhos (1979); Jisabhu: contos tradicionais em kimbundu/português (1984); Loucura e kimbandices (1989).

Rossana da Piedade (Guilhermina da Piedade) (1981, Luanda) – Entre amor e droga (2009); Depois da tempestade (2011); Viagem à descoberta do seu interior (2012).

Rufino Samoli (1986, Huambo) – A evasão (2012).

Rui Alexandrino Ferreira (1943, Lubango) – Rumo a Fulacunda (2000).

Rui Augusto (1958, Camabatela) – A lenda do chá (1987); O amor civil (1991); Colar de maldições (1994).

Rui Bueti (Rui Alberto da Costa Campos Pacheco) (…, Calulo) – Piô (1978).

Rui Burity da Silva (Afonso Milando) (1940, Lobito – 198…, Luanda) – Ochandala (1965); Cantigas de Mama Zefa (1969); Significado do Museu do Dundo entre os povos de Luanda: algumas considerações (1970); Foi assim… (1971); A arte afro-americana no contexto africano: aspectos e considerações (1971); Recado para Deolinda (1973).

Rui Campos (1956, Dondo) – Sementes de algodão (2012).

Rui Cruz (…, Luanda) – Fiscalidade e desenvolvimento económico e social de Angola (1994); Angola: colectânea de legislação fiscal (1998); Estudos Fiscais (2001).

Rui Luís Falcão Pinto de Andrade (1960, Namibe) – Escutismo: um método educativo não-formal (2010).

Rui Malaquias (…, Luanda) – Manual de Contabilidade Angolano (co-autoria) (2013).

Rui Matata Manuel (…, Icolo e Bengo) – Gestão de denúncias nas organizações públicas e privadas (2013).

Rui Pêgo (1951, Luanda) – Nação valente (2003).

Rui Rangel (1958, Lubango) – O Registo da Prova: a Motivação das Sentenças Civis no Âmbito da Reforma do Processo Civil e as Garantias Fundamentais do Cidadão (1996); A Vinculação das Sociedades Anónimas (1998); Espaços Comerciais: Natureza e Regime Jurídico dos Contratos de Utilização (1998); A Prova e o Regime de Gravação das Audiências: Aspectos Legais e Controversos (1998); Direito Processual Civil – Estudos Sobre Temas do Processo Civil (2000); O Ónus da Prova no Processo Civil (2000); Ser Juiz hoje (co-autor) (2006); Justiça e Sociedade (c/ José Eduardo Sapateiro) (2009).

Rui Romano (1932, Luanda – 2000, Lisboa) – Poesia (1974).

Rui Santos (…, Luanda) – Do Tsunami económico à solução utópica: reflexões sobre as verdadeiras razões da Crise Económica Internacional (2011).

Rui Teixeira (1965, Porto Amboim) – Camaleão (2012).

Ruth Mac-Mahon de Victória Pereira (1927, Lubango – 2009, Loulé) – Crónicas de família (2001).

Ruy Aleixo (1962, Luanda) – A morte inglória de Massamba (2003); Contos de fronteiras (2011); Depoimentos de um sobrevivente: o ruir das montanhas (2011).

Ruy de Morais e Castro (1935, Sumbe) – Memórias de um taxista (2007); Flagrantes da vida real (2012).

Ruy Duarte de Carvalho (1941, Santarém, naturalizado – 2010, Swakopmund) – Chão de oferta (1972); A decisão da idade (1976); Como se o mundo não tivesse Leste (1977); Exercícios de crueldade (1978); Sinais misteriosos… já se vê (1980); Ondula savana branca (1982); O camarada e a câmara (1984); Lavra paralela (1987); Hábito da terra (1988); Ana a Manda: os filhos da rede (1989); Memória de tanta guerra (1992); Ordem de esquecimento (1997); A câmara, a escrita e a coisa dita (1997); Aviso à navegação: olhar sucinto e preliminar sobre os pastores Kuvale (1997); Vou lá visitar pastores (1999); Lavra reiterada (2000); Observação directa (2000); Os papéis do inglês (2000); Os Kuvale na História, nas guerras e nas crises (2002); Actas da Maianga (2003); Lavra (2005); As paisagens propícias (2005); Desmedida: crónicas do Brasil (2007); A terceira metade (2009).

Ruy Serrano (1935, Cabinda) – Epicentro (2012).

S (42)

S. Ventura de Azevedo (1963, Luanda) – Das fitas… e outras fitas (2012).

Sá Kandumba (Pedro Finda Lukoki) (1972, Luanda) – Polefessôle (2005); Materna (2010).

Salas Neto (Gonçalves Manuel Afonso Neto) (1960, Luanda) – Kafuka-Fuka. Crónicas do areal (2004).

Salomão Paulo Soares Firmino “Paulo d’Angola” (…, Luanda) – África, uma história de eterna gratidão (2005).

Salvador Carvão de Eça Barata Feyo (1899, Namibe – 1990, Porto) – A escultura de Alcobaça (1945); José Tagarro: 1902-1931 (1960).

Salvador de Figueiredo (1927, Ondjiva) – Angola: o último café (2006); Os sobreviventes da África perdida (2008).

Salvador Ferreira “Santinho” (…, Luanda) – Parceria Público Privada – Uma experiência sobre o Microcrédito (2011); A fotografia do quotidiano (2012).

Samuel Chiwale (1944, Bailundo) – Cruzei-me com a História (2010).

Samuel de Sousa (1927, Ambriz) – Poemas (1972).

Samuel Pequenino (1948, Maxixe, naturalizado) – Esteve em chamas o Kuito (2009); A grande caminhada (2009); O guerrilheiro (2009); Lança ardente: Angola em 888 oitavas (2010).

San Miguel (António Miguel de Oliveira e Costa) (…, Luanda) – Mito Neto (2006); Ascensão (2007); Epístolas (2008); Diálogo com o Cosmos (2013).

Sandra Daniela (1967, Cacuso) – Ivo matou-se (2011).

Sandro Bettencourt (1975, Lubango) – Em paz por terras de Angola (2010); As mais belas cidades de Angola. Uma viagem inesquecível pelas Sete Jóias de África: Luanda / Sá da Bandeira / Nova Lisboa / Malange / Lobito / Moçâmedes / Benguela (2011).

Sandro Feijó (…, Viana) – Seja optimista: a persistência é o caminho para o sucesso (2012).

Sandro Rilho (1968, Benguela) – Destino em Vermelho e Preto (2012).

São Vicente (…, Luanda) – Cultura e incultura angolana (1975); Sul do Sol (1990); A estabilização da economia de Angola (1994); Angola e África do Sul (1994); Ela, a andua (1995); Cultura e incultura angolana (1995).

Sapyruca (António João Manuel dos Santos) (1963, Luanda) – Quando o sol nascer (1995); A erosão do fogo (2002).

Sara Diogo Quitumbo (…, Luanda) – Minhas calças azuis (2012).

Saydi Mingas (1942-1977, Luanda) – Poesia (1979).

Sebastião Coelho (1931, Huambo – 2002, Argentina) – Angola: Histórias e Estórias da Informação (1999).

Sebastião Marques Panzo (1974, Nambuangongo) – Visões do além: narrações e vivências para ler sentado (2010); Como escrever diferente: dicas para se virar como jornalista (2012); Empreendedorismo em Angola: entre as ideias e a acção (2012).

Sebastião Pessoa (1925, Luanda) – História duma luta (2005).

Seke Ia Bindo (…, Luanda) – Contos Populares Angolanos (c/ Casimiro Pedro) (2013).

Sendi Baptista (…, Luanda) – Cori, a tartaruga em perigo (c/ Fernando Hugo Fernandes) (2012); Vari, a incrível palanca (c/ Fernando Hugo Fernandes) (2012); Juba, a chita do deserto (c/ Fernando Hugo Fernandes) (2013).

Sequeira Lopes (1980, Luanda) – Kena, a menina do rio azul (2009); O dia mais feliz para os meus pais (2011).

Sérgio Almeida (1975, Luanda) – Não conto (2013).

Sérgio Fonseca (1970, Huambo) – Homens (deste mundo) (2009).

Sérgio Piçarra (…, Luanda) – Man’Kiko, o imbumbável (1991).

Sérgio Ribeiro Soares (1955, Malanje) – Laura (2003); Persona non grata (2011).

Severino Moreira (1949, Malanje) – Flores no charco (1973); Vivências e reflexões de um Pai Natal (2011).

Silva Candembo (…, Luanda) – Breve História de Angola nos Afrobasket’s: 1980-2005 (2007).

Silvério Conceição (1965, Luanda) – Ambiguidades de um destino (1997); Águas de Mara (2001); Postal de Natal (2009); Cânticos de romagem (2009).

Silvino Mazunga (1966, Lândana) – O caminho do filho (2002); Manual de Espiritualidade (2002); IIándulu (2008); Ser jovem Hoje (2008); Gramática elementar de Ibinda (2011); Histórias do avô Luemba (2012); África pôde e pode: as implicações da Rádio e da Televisão na revalorização do Homem Africano (2013).

Sílvio Peixoto (1963, Kalandula – 1995, Luanda) – Crónicas indigestas (1985); O abraço da guilhotina (1989).

Simão Milagres Tchitungo (1974, Lubango) – Fluxos migratórios em Angola (c/ Lutina Santos) (2013).

Siona Casimiro (1944, Matadi) – Maquis e arredores: memórias do jornalismo que acompanhou a luta de libertação nacional (2011).

Soberano Kanhanga (1976, Libolo) – O sonho de Kaúia (2011); Manongo-Nongo (2012); 10 encantos (2013).

Sócrates Dáskalos (1921, Huambo – 2002, Lisboa) – Memórias. Eu foi S. Tomé. Aiué (piratas do século XX) (1992); Memórias: a Casa dos Estudantes do Império (1993); Do Huambo ao Huambo: um testemunho para a História de Angola (2000).

Sónia Gomes (…, Luena) – Encontro com o passado (2005); Por pena morreu Mulemba e outros contos (2006); Erros que matam (2007); Apenas entre mulheres e outros contos (2008); A filha do General (2011); Por força das circunstâncias (2012); A mulata e o velho sujo (2012); Histórias de vida e morte de gente simples (2012).

Soraia Tchitiku Mendes (1981, Lubango) – Borboletas no jardim (1996); A liberdade dos pássaros (2009); O sonho do Sol (2011).

Sousa Jamba (1966, Dondi) – Patriotas (1990); On the banks of the Zambezi (1993); Confissão tropical (1994).

Susana Moreira (1966, Dundo) – Doce paixão (2012).

Suzana Benje (Graça de Sousa) (1946, Lubango) – Bandeira a meia haste! (2003); A valsinha (2013).

T (20)

Tadeu Fortes “Hosi” (1962, Luanda) – Utopias (2010); Gritos de silêncio nas neves do Kilimanjaro (2012).

Tazuary Nkeita (José Soares Caetano) (1956, Luanda) – 42.4 : A voz dos dibengos (2001); A minha pulseira de ouro (2005); O último segredo (2011).

Tchiaku Spiele (…, Cabinda) – Memórias de um guerrilheiro (1982).

Tchikakata Balundu (Aníbal Simões) (1955, Huambo) – Cipembúwa (1986); O feitiço da rama de abóbora (1996); Entre a morte e a luz (2002); A clave da insatisfação (2013).

Tchitcha (Ciciolânia Filomena P. Marques) (1988, Lubango) – A borboleta doirada (2006).

Teodósio Cabral (…, Humpata – …, Moçambique) – Da vida e da morte dos bichos: subsídios para o estudo da fauna de Angola e notas de caça (5 vol.) (c/ Henrique Galvão e Abel Pratas) (1951).

Teresa Adelina Neto (…, Luanda) – História da Educação e Cultura em Angola (2011).

Teresa Cohen (…, Benguela) – Bases gerais de epidemiologia (2007).

Teresa Cunha “Teresa Amal” (1959, Huambo) – Timor-Leste: A Crónica da Observação da Coragem (2002); Artº - Nós de Outras Teias. Solidariedade Feminista (2005); Depois da guerra, antes da paz: vozes das mulheres de Timor Leste (2006); Artº : Andar – Por Outros Caminhos (2007); Sete Mulheres de Timor Feto Timor Nain Hitu (2007); Artº Feminino. Das Raízes da ParticipAcção (2008); Somos Diferentes Somos Iguais. Diversidade, Cidadania e Educação (2008); Por tentativa e erro (2009); Ensaios pela Democracia. Justiça, dignidade e bem-viver (2011); Elas no sul e no norte (2011).

Teresa Gouveia “Tenina” (1963, Namibe) – A derradeira chance (2003).

Teresa Quianguaia (…, Luanda) – O desabafo da noite (2010).

Teresa Sá Carneiro (1952, Namibe) – Moçâmedes. Namibe. Angola: uma saudade (2013).

Tolstoi Nóbrega Nunes Moita (1919, Lubango) – Angola, saudade nossa (c/ Rui Ferreira Coelho e Mário Borges Alexandrino) (1991).

Tomás Jorge (1928, Luanda – 2009, Lisboa) – Areal (1961); Talamungongo!… “olha o mundo!…”: 50 anos de poesia (2005).

Tomás Lima Coelho (1952, Namibe) – Chão de Kanâmbua ou O feitiço de Kangombe (2010); Autores e Escritores de Angola – naturalidade e bibliografia (c/ Manuel Secca Ruivo) (2012); Malanje – O tempo e a memória (c/ Filomena Barata e Lito Martin) (2013).

Tomaz Kim (Joaquim Fernandes Tomaz Monteiro-Grillo) (1915, Lobito – 1967, Lisboa) – Em cada dia se morre (1939); Para a nossa iniciação (1940); Os quatro cavaleiros do apocalipse (1943); Dia de promissão (1945); Flora e fauna (1958); Exercícios temporais (1966).

Tinito Sakangombo (1946, Luanda) – Ecos de São Nicolau (1988).

Tony Nguxi (António José Augusto) (1968, Luena) – Mahamba: verdade, paz, tempo e lugar (2007).

Trajanno Nankhova Trajanno (1958, Luanda) – A morte do pão (…); Fronteira da lágrima (…); De que lado está Deus (…); Terra Nova (…); Pedestal de argila (…); Melodia da água (2003); Caminhos da mente (2004); Fisionomia do limite (2005); Laço de aço lasso (2011).

Tuca Manuel (1968, Mussende) – A Terra, a Tradição e o Poder (2003); Compreensão da Universidade. Avaliação Institucional e estatuto da carreira Docente (c/ Maria da Conceição Barbosa Mendes) (2010); Compreensão da Universidade: do interpretativo ao pragmático (c/ Maria da Conceição Barbosa Mendes) (2011).

U (3)

Uanhenga Xitu (Agostinho André Mendes de Carvalho) (1924, Calomboloca) – O meu discurso (1974); “Mestre” Tamoda (1974); Bola com feitiço (1974); Manana (1974); Vozes na sanzala (Kahitu) (1976); Maka na sanzala (1979); Os sobreviventes da máquina colonial depõem (1980); Os discursos de “Mestre” Tamoda (1984); O Ministro (1989); Cultos especiais (1997); Mungo (2002).

Urânia Neves (1971, Benguela) – Biblioteca Escolar: Centro de Recursos Educativos (2012); Manual Didáctico de Filosofia (c/ Mambu Teresa Muanza) (2012).

Urbano Chassanha (…, Huambo) – Angola: onde os guerreiros não dormem” (2000); Esanju: a rebelde do Wambu (2003).

V (33)

Valdemiro de Faria (1984, Luanda) – Arquitectura do amor (2012).

Valter Filipe (…, Luanda) – O Banco Nacional de Angola e a crise financeira (2013).

valter hugo mãe ( Valter Hugo Lemos) (1971, Saurimo) – Silencioso corpo de fuga (1996); O sol pôs-se calmo sem me acordar (1999); Entorno a casa sobre a cabeça (1999); Egon Schielle; auto-retrato de dupla encarnação (2000); Estou escondido na cor amarga do fim da tarde (2000); Três minutos antes de a maré encher (2001); A cobrição das filhas (2001); O futuro em anos-luz (2001); Série poeta (2003); A alma não é pequena: 100 poemas portugueses para sms (2003); Útero (2003); O resto da minha alegria seguido de a remoção das almas (2004); O nosso reino (2004); Desfocados pelo vento (2004); Apeadeiro nº 4/nº5 (2004); Afectos e outros afectos (2006); Livro de maldições (2006); O remorso de Baltazar Serapião (2007); Pornografia erudita (2007); Bruno (2008); São Salvador do mundo (2008); Contos policiais (2008); Folclore íntimo (2008); O apocalipse dos trabalhadores (2009); A verdadeira história dos pássaros (2009); A história do homem calado (2010); A máquina de fazer espanhóis (2010); Contabilidade (2010); O rosto (2010); As mais belas coisas do mundo (2010); O filho de mil homens (2011); A desumanização (2013).

Vanderley Diogo Quizucula “Vanderdiq” (1985, Luanda) – Em um mundo de fábulas (2005); Águia Dourada na Floresta do Mayombe (2010); A toca familiar (2013).

Vanessa Pereira (1986, Lisboa) – Palavras de amor (2009); Olá doce (2010); Um novo rumo… (2013).

Vanessa Rato (1975, Luanda) – Tráfego – Antologia Crítica das Novas Visualidades Portuguesas (c/ Alexandre Melo e Paulo Cunha e Silva) (2001).

Vasco da Gama (Bernardo dos Santos) (1982, Uíje) – Problemática do Congestionamento em Luanda, a Avenida Deolinda Rodrigues (2013).

Vasco Vieira da Costa (1911, Aveiro – 1982, Porto, naturalizado) – Luanda: plano para a cidade satélite Nº3: Concurso para obtenção do diploma de arquitecto (1948).

Vatomene Kukanda (1949, Luanda) – L’emprunt français en lingála de Kinshasa : quelques aspects de son intégration phonétique, morphologique, sémantique et lexicale (1983); A personalidade luso-bantu: cristalização e ambivalência: o caso do ambaquista (1999).

Vaumara Rebelo (1991, Luanda) – Um passo para a mudança (2013).

Venâncio F. Lucungo “Virex” (1974, Luanda) – S. Valentim (2012).

Veríssimo Neves Dias (1955, Huambo) – Retratos de Abril 35 anos depois (2009).

Vicente Muanda (1955, Belize) – A importância da Missão Católica do Maiombe para a expansão da Administração Colonial em Cabinda, o Maiombe (1922-1975) (2010).

Vicente Netto (1941, Icolo e Bengo) – Princípios Gerais de Direito: noções fundamentais (1970); A água e a lenda (1985).

Victor Amorim Guerra (…, Benguela) – Contos do céu e da terra (2012).

Victor de Sá Machado (1933, Cuima – 2002, Lisboa) – A candidatura à UNESCO e a política externa portuguesa (1989).

Victor Fontes (1960, Negage) – Luz no prisma (1985).

Victor Fortes (1953, Luanda) – Tecnologias de informação e comunicação (2012).

Victor Hugo Mendes (1982, Malanje) – O meu livro de pensamentos (2013).

Victor Kajibanga (1964, Alto Chicapa) – A alma sociológica na ensaística de Mário Pinto de Andrade: uma introdução ao estudo da vida e obra do primeiro sociólogo angolano (2000).

Victor Mendes (1964, Negage) – Guia do candidato a autarca (1993); Legislação sobre Comunicação Social (1993); Leis dos Médicos (2001); Direitos Humanos (2002); Leis dos Jornalistas (2005); Leis dos Mediadores e Angariadores Imobiliários (2006); Guia dos Contratos: fórmulas práticas (2008); Como constituir uma Associação (2008); Legislação sobre Associações (2009); Como criar uma Fundação (2009); O terceiro sector: economia social e solidária (2013).

Victor Nguma (1954 – 2008, Cabinda) – Reflexões sobre a colonização portuguesa em Cabinda (2005).

Victoriano Nicolau “Kanda” (…, Luanda) – Os longos dias da resistência (2012).

Victorino Reis (…, Zaire) – Sociolinguística: dinâmica funcional da linguagem e problemas funcionais da língua (2007).

Virgílio Coelho (…, Luanda) – Agostinho Neto: Kilamba Kyaxi da nossa esperança (1996); Os Tumundongo: os “génios” da natureza e o quilamba: estudos sobre a sociedade e a cultura Kimbundu (2010); Em busca de Kabasa! Estudos e reflexões sobre o reino de Ndongo: contribuições para a História de Angola (2010).

Viriato da Cruz (1928, Porto Amboim – 1973, Beijing) – Poemas (1961).

Vítor Burity da Silva (1961, Huambo) – Rua dos Anjos (2009); Este lago não existe (2010); Novembro (2011); O velho do rio sem nome (2013).

Vítor Ramalho (1948, Caála) – Que futuro? África (1995); A memória do futuro (2001); A dança do fogo (2002).

Vladimiro Fortuna (…, Luanda) – Angolanos na Formação dos Estados Unidos da América (2012).

Vladmir Walter (1981, Luanda) – A Caminho do Sucesso Empresarial-Empreendedorismo e Inovação (2011).

Vlady Russo (Vladimir Russo) (1974, Luanda) – Estrofes da bicharada (2013).

Voguiana M. Francis (Ana Paula de Moura Pereira) (1955, Lubango) – Meu nome é Maria (2012); Miqueias, o Profeta (2013).

Vum Vum Kamusasadi (Manuel Rosário das Neves) (1943, Dondo) – Simplesmente Joana (2012).

W (8)

Waldemar Tadeu (1971, Huambo) – Conclusões Sobre o Simpósio Internacional da Mulher (2003); Acta do Estudante Percurso de um Associado (2004).

Walter Fernandes (1979, Luanda) – A Portrait of a New Angola (c/ Francesca Galliani) (2012).

Walter Filipe “Jamba Kajy” (…, Luanda) – Um abraço quente da lusofonia (2004).

Walter Paulo (1977, Luanda) – O mau atendimento ao cliente: como compreender e melhorar (2010); As dez razões da perda dos valores morais em Angola (2012).

Wanda (1943, Lobito) – Angola no adeus e no regresso (2006).

Wanda Ramos (1948, Dundo – 1998, Lisboa) – Nas coxas do tempo (1970); E contudo cantar sempre (1979); Que rio vem forçar a entrada desta casa? (1979); Percursos: do Luachimo ao Luena (1981).

Wladimiro Cardoso (1986, Luanda) – O perfume (2008); Viagem doméstica (2009); Sexo e comida (2012).

Wuta Sebastião (1948, Maquela do Zombo) – Angola Marítima no contexto do Desenvolvimento Nacional, Regional e Internacional (2005); Angola Marítima 2000: dinâmica de gestão integrada do domínio público marítimo (2 vol.) (2006).

X (1)

Xakolo Monangumba (Paulo C. J. Faria) (1973, Malanje) – Quissanje (1999); Makas da banda (2001); Scientific Realism in International Relations Today: Why Norms Matter in International Politics (2010); The Post-War Angola: Public Sphere, Political Regime and Democracy (2013) O estudo científico da ciência política (c/ Fernando Muquepe e Miguel Domingos Bembe) (2013).

Y (3)

Ya Nguene (Carvalho Neto) (1962, Luanda) – Adágios Meus (…); Peleja a Paz (…) Kilamba (2010).

Yelisa Visimilo (Beleza da Conceição Virgílio) (1979, Huambo) – Navegando no tempo (2012).

Yola Castro (1977, Luanda) – O menino pescador (2006); Boneca de trapo (2007); A borboleta colorida e a linda joaninha (2009); Dois reis no céu (2009); Vovô Kietu (2010); O Golozo (2011).

Z (11)

Zaida Dáskalos (…, Huambo) – Duas histórias (1984); O Elefante Moribundo e da Irreflexão dos Animais da Floresta (1984).

Zavelino de Campos (José Avelino de Campos) (1927, Luena) – Fábulas e Poemas (2005).

Zavoni Ntondo (1953, Uíje) – Angola: Povos e Línguas (c/ João Fernandes) (2002); Morfologia e Sintaxe do Ngangela (2006).

Zé Mulemba (Alberto Telésforo Afonso) (1942, Luanda – 2007, Bruney) – Kurikutela: nos caminhos de Angola (2006); Parlamento selvagem: a anarquia dos animais (2007).

Zé Ndunguilo (José Nguinguilo Joaquim Fernando) (1977, Negage) – Prelúdio sobre o fogo dos oceanos (2008).

Zeca Santana (1954, Uíje) – Land of shattered dreams (2009).

Zeferino Capoco (1967, Benguela) – L’Africa all’alba del nuovo millennio (c/ Paulino Lukamba) (2003); O nacionalismo africano como paradigma do independentismo Angolano (1945-1975) (2007); O seminário de filosofia: 25 anos de História (2011); Nacionalismo e Construção do Estado – Angola (1945-1975).

Zetho Cunha Gonçalves (1960, Huambo) – Exercício de escrita (1979); Coração limite/Sobre a sombra do corpo (1981); A construção do prazer/Reportagem do silêncio (1981); O incêndio do fogo (1983); O outro mapa da terra (1997); O voo da serpente (1998); A palavra exuberante (2004); Debaixo do arco-íris não passa ninguém (2006); Sortilégios da terra: canto de narração e exemplo (2007); A caçada real (teatro) (2011); Brincando, brincando, não tem macaco troglodita (2011); Rio sem margem: poesia da tradição oral (2012); Dima, o passarinho que criou o mundo (2013).

Zilda Fontes (1979, Luanda) – Amor protegido (2009).

Zulinni Bumba (…, Luanda) – O aniversário do Rei Leão (2011); Kambinda (2013).

Zunyabra (…, Luanda) – Sobrevivência (2007).

NÃO ANGOLANOS, MAS INCONTORNÁVEIS (264)

A (48)

Abílio Lima de Carvalho (1928 – 2006, Viana do Castelo) – Angola, anos 60: aspectos da questão racial (1990).

Abílio Teixeira Mendes (1939 – 1989, Lisboa) – Henda Xala (1984); Coisas d’África: arquive-se (1987).

Acácio Barradas (1936, Vila Nova de Gaia – 2006, Lisboa) – Agostinho Neto, uma vida sem tréguas (organização) (2005).

Adelino Santos da Fonseca e Castro (…, Portugal) – Eu, o aeroclube e a Divisão dos Transportes Aéreos (1947).

Adelino Torres (1939, Lisboa) – Força Nova: Antologia de Poesia dos Estudantes de Luanda (1961); Sociologia e Teorias Sociológicas (1985); Estudos de Economia Portuguesa (c/ Laura Veloso) (1984); O Império Português entre o Real e o Imaginário (1991); Portugal – Palop: as Relações Económicas e Financeiras (c/ João Estêvão, Manuel Ennes Ferreira, Nuno Cassola e Paulo Brito); Demografia e Desenvolvimento (1996); Horizontes do Desenvolvimento Africano no Limiar do Século XXI (1999); Novos Elementos do Método no Estudo (2000); Uma fresta no tempo seguida de Ironias (poesia I) (2008); Histórias do tempo volátil (poesia II) (2009); Cantos do crepúsculo (poesia III) (2010); Tempo irreversível – Poesias IV (2011); Memórias do futuro e do tempo (poesia V) (2012); A caminho do Sul (poesia VI) (2013).

Adolfo Pina (18…, Porto – 195…, Lisboa) – A Província de Angola (1934).

Adriano Correia Barbosa (…, Portugal) – Folclore Angolano: Cinquenta Contos Quiocos (1973); Dicionário Cokwe-Português (1989); Contos Tshokwé d’Angola (1992); Quinhentos Provérbios Quiocos (1983); Angola – Imagens e Mensagens: Contos Tradicionais (1990).

Adriano Vasco da Fonseca Rodrigues (1928, Guarda) – Construções bantas de pedra, em Angola (1968); Contribuição para a história do ensino em Angola: a grande batalha da educação na década de 60 (1989); Escultura africana: perenidade e mudança (1996); De Cabinda ao Namibe: memórias de Angola (2011).

Afonso Maria Lang (18…, Portugal) – Ensaios de gramatica Nyaneka (1906).

Agostinho Sisenando Marques (1847-1923, Lisboa) – Expedição Portuguesa ao Muatiânvua. Os climas e as producções das terras de Malange à Lunda (1889).

Aida Freudenthal (1940, Maputo) – A recusa da escravidão: quilombos de Angola no século XIX (1999); Angola: 1825-1890 (2001); Arimos e fazendas: a transição agrária em Angola (1850-1880) (2005); Angola no século XIX: cidades, território e arquitecturas (c/ José Manuel Fernandes e Maria de Lurdes Janeiro) (2006); Livro dos Baculamentos (c/ Selma Pantoja) (2013).

Alberto Castanheira Diniz (1923 – 2008, Portugal) – Contribuição para o fomento da cultura da bananeira em Angola (c/ Abílio M. Gaspar) (1963); Geomorfologia, solos e ruralismo da região central angolana (c/ F. Q. de Barros Aguiar) (1966); Características mesológicas de Angola: descrição e correlação dos aspectos fisiográficos, dos solos e da vegetação das zonas agrícolas angolanas (1973); Angola: o meio físico e potencialidades agrárias (1991).

Albino Alves (…, Portugal) – Dicionário Etimológico Bundo-Português (2 Vol.) (1951).

Albino Estêvão de Victória Pereira (1849, Óbidos – 1919, Marinha Grande) – A Nova Lisboa: uma exploração africana – romance científico (1890); Portuguezes e inglezes em África (1892).

Albino Forjaz de Sampaio (1884 – 1949, Lisboa) – Salvador Correia de Sá e Benevides: o restaurador de Angola (1935).

Alfredo Augusto Lisboa de Lima (1866 – 1935, Lisboa) – As colónias portuguesas e a crise económica e financeira de Angola (1925).

Alfredo de Albuquerque Felner (1872 – 1937, Portugal) – A indústria da pesca em Mossamedes (1924); Um inquérito à vida administrativa e económica de Angola (1931); Angola: apontamentos sobre a ocupação e início do estabelecimento dos portugueses no Congo, Angola e Benguela: extraídos de documentos históricos (1933); Angola: apontamentos sobre a colonização dos planaltos e litoral do Sul de Angola (2 vol.) (1940).

Alfredo Margarido (1928-2010, Lisboa) – Poema para uma bailarina negra (1958); Estudos sobre Literaturas das Nações Africanas de Língua Portuguesa (1980); As surpresas da flora no tempo dos Descobrimentos (1984); A Lusofonia e os Lusófonos: novos mitos Portugueses (2000).

Alfredo Troni (1845, Coimbra – 1904, Luanda) – Nga Muturi (1882).

Alexandre Simão Portugal (1913, Belmonte – 2002, Lisboa) – A prática da redacção na escola primária (1965); Centelhas da minha vida (1995).

Álvaro Rego Cabral (1915, Paranhos da Beira – 2010, Lisboa) – Tundavala (1971); Jamba (1972); A vingança de Macário (1974); O gatilho (1975).

Amadeu Castilho Soares (1930, Sernada do Vouga) – Política do bem-estar rural em Angola (1961); Levar a Escola à sanzala: plano de ensino primário rural em Angola (1961-1962) (2002); Universidade em Angola: a sua criação em 1962 (2004).

Amândio César (1921, Arcos de Valdevez – 1987, Lisboa) – Elementos para uma Bibliografia da Literatura e Cultura Portuguesa Ultramarina Contemporânea: Poesia, Ficção, Memorialismo, Ensaio (c/ Mário António) (1968); Novos Parágrafos da Literatura Ultramarina (1971); Antologia do Conto Ultramarino (1972).

Américo Cardoso Botelho (1918, Ferreira do Zêzere – 2010, Lisboa) – Holocausto em Angola: memórias entre o cárcere e o cemitério (2007).

Américo de Carvalho (1929, Pampilhosa) – Angola, anos de esperança (c/ Luís Reis Torgal) (2001).

Andrew Battel (1589-1614, Leigh, Essex) – As estranhas aventuras de Andrew Battel em Angola e territórios adjacentes (1905).

Ângela Caires (1939, Funchal – 2013, Lisboa) – Daqui em diante só há dragões (1988).

Antero Simões (1930, Póvoa de Varzim) – Nós somos todos nós (4 vol.) (1969/1974).

António Alberto Banha de Andrade (1915, Montemor-o-Novo – 1982, Lisboa) – A política portuguesa em África no século XVIII (1953); Muitas raças, uma só nação: esboço da teoria do humanismo português (1968); Balanço da colonização portuguesa (1975); Antecedentes da travessia de África (1982); Francisco Alvares e o êxito europeu da verdadeira informação sobre a Etiópia (1982); O Naturalista José de Anchieta (1989).

António Augusto da Rosa Pinto (…, Portugal) – Aves da colecção do Museu do Dundo (1973); Ornitologia de Angola (1978).

António Barroso (1854, Remelhe – 1918, Porto) – O Congo: seu passado, presente e futuro (1889); Padroado de Portugal em África (1894).

António Brásio (1906 – 1985, Portugal) – A missão e seminário da Huíla (1940); Ngonga a Mwiza: um sobado angolano sob domínio português no século XVII (1958); D. António Barroso: missionário, cientista, missiólogo (1961); Angola (1966); História do Reino do Congo (1969); Monumenta missionaria africana: África Ocidental (1970); História e missiologia: inéditos e esparsos (1973).

António Custódio Gonçalves (…, Portugal) – Reestruturação do poder político e inovação social na sociedade Kongo (1984); Le lignage contre l’État: dynamique politique Kongo du XVIéme au XVIIIéme siècle (1985); Questões de antropologia social e cultural (1992); África subsariana: multiculturalismo, poderes e etnicidades (2002); Estado, cidadania e nacionalismo: o caso de Angola (2002); Tradição e modernidade na (re)construção de Angola (2003); A história revisitada do Kongo e de Angola (2005).

António de Almeida (1900, Penalva do Castelo – 1984, Lisboa) – Sobre mutilações étnicas dos aborígenes de Angola (1937); Alguns velhos e novos conceitos sobre os povos não-bantos de Angola (1964); Os bosquímanos de Angola (1994).

António Francisco Nogueira (…, Portugal) – A raça negra sob o ponto de vista da civilisação de África: usos e costumes de alguns povos gentílicos do interior de Mossamedes e as colónias portuguezas (1880).

António Pereira d’Eça (1852 – 1917, Lisboa) – A campanha do sul de Angola (1922).

António Pinto da França (1935, Matosinhos – 2013, Lisboa) – Angola: o dia-a-dia de um Embaixador (2004).

António Silva Maia (1905 – 1981, Ovar) – Manual prático de conversações em português e mussule (1955); Dicionário Complementar Português-Kimbundu-Kikongo (1961).

António de Aguilar (1899 – 1966, Porto) – Aventuras de caça (1935); Funantes (1969).

António de Oliveira de Cadornega (1623, Vila Viçosa – 1690, Luanda) – História general das guerras Angolanas (1680).

António Joaquim de Magalhães (1882, Ponte de Lima – 1938, Lisboa) – Manual de Línguas de Angola (1922); Os Ambundos de Angola (1934); Preparação antropológica e etnológica dos missionários portugueses (1934); Alma negra (1938).

António Pires (1916, Lisboa) – Sangue Cuanhama (1949); Luiana (1950); Matérias-Primas Angolanas numa política de integração económica nacional (1955); Angola e o mercado comum europeu (1956); Tonga: Epopeia do Café (1959); Angola, essa desconhecida (1964); Panorama e perspectivas da exploração dos minérios de ferro de Angola (1965); Com os olhos no futuro (1972); Se queremos fazer de Angola um País novo (1975); A ultima viagem (1975); Retornados-Desalojados-Expoliados (1975).

António Trabulo (1943, Almendra) – Mulemba. Contos de África (2003); O Diário de Salazar (2004); No tempo do Caparandanda. Selecção e adaptação de contos tradicionais angolanos (2004); Eu, Camilo (2006); Os colonos (2007); A última profecia (2007); Retornados (2009) 1910 (2009); República. Luz e sombra (2010); Lubango (2010); O túmulo de Camões (2012).

Armando Ribeiro Simões (1921 – 2006, Portugal) – Angola – Os Bailundos: Kalubonjanbonja (o homem que casou com uma alma do outro mundo) (2011).

Arsénio Pompílio Pompeu de Carpo (1792, Funchal – 1869, Luanda) – Memória sobre Angola (1846); Dedo de pygmeu (1863).

Artur de Moraes (1865, Olivais – 1940, Kuíto) – Memórias de Angola (1936).

Aslak Orre (1972, Oslo) – Entrenching the party-state in the multiparty era: Opposition parties, traditional authorities and new councils of local representatives in Angola and Mozambique (2010).

Augusto Casimiro (1889, Amarante – 1967, Lisboa) – Naulila: 1914 (1922); África Nostra (1923); Nova Largada – Romance de África (1929); A Alma Africana (1936); Paisagens de África (1936); Cartilha Colonial (1937); Portugal Crioulo (1940); Portugal Atlântico – Poemas da África e do Mar (1955); Angola e o Futuro: alguns problemas fundamentais (1956).

Augusto Cerveira Baptista “Gabriello de Altamira” (1905, Mealhada – 1981, Cascais) – Mais alto e mais além (1955); O céu ainda é azul (1960); Réstia de luz (1963); Claridade (1966); Poemas do tempo disperso (1969); Roteiro sentimental de Malanje (1970); Intimidade (1981).

Avelino Teixeira da Mota (1920 – 1982, Lisboa) – Topónimos de Origem Portuguesa na Costa Ocidental de África desde o Cabo Bojador ao Cabo de Santa Catarina (1950); A Cartografia Antiga da África Central e a Travessia entre Angola e Moçambique 1500-1860 (1964); Evolução dos roteiros portugueses durante o século XVI (1969); Reflexos do Tratado de Tordesilhas na Cartografia Náutica do Século XVI (1973); A África no planisfério português anónimo “Cantino”: 1502 (1977).

B (6)

Basil Davidson (1914, Bristol – 2010, Londres) – A libertação da Guiné: aspectos de uma revolução africana (1969); Angola no centro do furacão (1974); Os camponeses africanos e a revolução (1975); Mãe Negra. África: os anos de provação (1978); A política da luta armada: libertação nacional nas colónias africanas de Portugal (1979); Os Africanos. Uma introdução à sua História Cultural (1981); À descoberta do passado de África (1981); O fardo do Homem Negro (2000).

Beatrix Heintze (1939, Viena) – Fontes para a história de Angola do século XVII: memórias, relações e outros manuscritos da colectânea documental de Fernão de Sousa (1622-1635) (c/ Maria Adélia de Carvalho Mendes) (1985); Ngonga a Mwiza : um sobado angolano sob domínio português no século XVII (1988); Lwimbi: desenhos etnográficos dos lwimbi: ngangela do centro de Angola (1994); Asilo ameaçado: oportunidades e consequências da fuga de escravos em Angola no século XVII (1995); Pioneiros africanos: caravanas de carregadores na África Centro-Ocidental entre 1850 e 1890 (2004); A lusofonia no interior da África central pré-colonial: um contributo para a sua história e compreensão na actualidade (2005); Angola em movimento: vias de transporte, comunicação e história (2008).

Bernardino José Brochado (1822, Portugal – 1909, Angola) – Descripção das Terras do Humbe, Camba, Mulondo, Cuanhama e outras, contendo uma ideia da sua população, seus costumes e vestuários (1850).

Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo (1795, Santarém – 1876, Lisboa) – O tráfico da escravatura e o Bill de Lord Palmerston (1840); Factos e considerações relativas aos direitos de Portugal sobre os territórios de Molembo: Cabinda e Ambriz e mais lugares da costa ocidental d’África situada entre os 50 graus 12 minutos e os 80 graus de latitude austral (1853); O trabalho rural africano e a administração colonial (1873); A emancipação dos libertos (1874).

Bernardo Maria de Cannecatim (17…, Palermo) – Collecção de observações grammaticaes sobre a lingua bunda, ou angolense, a que se junta um diccionario abbreviado de lingua congueza, ao qual acresce uma quarta columna, que contém os termos da lingua bunda, identicos ou similhantes á língua congueza (1805).

Brito Aranha (18…, Portugal) – Subsídios para a história do jornalismo nas províncias ultramarinas portuguesas (1885).

C (12)

C. R. Boxer (1904, Sandown – 2000, St. Albans) – Salvador de Sá and the struggle for Brazil and Angola, 1602-1686 (1952); The Portuguese Seaborne Empire (1969).

Camilo Rebocho Vaz (1920, Avis – 1998, Lisboa) – Angola 1961: a verdade e os mitos (1993).

Cândido Guerreiro da Franca (1899, Odivelas (Alentejo) – 1977, Montijo) – No sertão dos diamantes (1936).

Carlos Alberto Garcia (…, Portugal) – Sobre um exemplo de Literatura Ecológica: Duarte Lopes e a Relação do Reino do Congo (1962); Paulo Dias Novais e a sua época (1964); A acção dos portugueses no antigo reino do Congo: 1482-1543 (1968); Moçâmedes: a cidade que o homem impôs ao deserto (1968); Do Cabo de Santa Catarina à Serra Parda (1971).

Carlos Dias Coimbra (1910, Figueira da Foz – 1959, Luanda) – Livro de patentes do tempo de Salvador Correia de Sá e Benevides (…); Livros de “Ofícios para o Reino” do Arquivo Histórico de Angola: 1726-1801 (1959).

Carlos Estermann (1896, Ilfurt – 1976, Huíla) – Etnografia do sudoeste de Angola (1956); Penteados, adornos e trabalhos das Muílas (1970); A vida económica do Bantos do sudoeste de Angola (1971); Cinquenta contos Bantos do sudoeste de Angola: texto bilingue com introdução e comentários (1971); Etnografia e turismo na região do Cunene inferior (1973); Etnografia de Angola (sudoeste e centro): colectânea de artigos dispersos (1983).

Carlos L. Antunes Cabrita (…, Portugal) – Em terras de Luenas: breve estudo sobre os usos e costumes da tribo Luena (1954).

Carlos Roma Machado de Faria e Maia (1861 – 19…?, Portugal) – A cidade do Huambo (1913); Colonização do planalto de Huíla e Mossâmedes: seu desenvolvimento agrícola e industrial (1919); O Sul de Angola e as águas do rio Cunene (1922); Recordações de África (1930); Nostalgia africana: verídicas narrativas (1936); Na fronteira sul de Angola (1941).

Carmen Lúcia Tindó Secco (1947, Rio de Janeiro) – Guia bibliográfico das literaturas africanas em bibliotecas do Rio de Janeiro (1996); Antologia do mar na poesia africana de língua portuguesa (3 vol.) (1996/1997/1999); A magia das letras africanas (2003/2008); Brasil/África: como se o mar fosse mentira… (co-autora) (2003); África & Brasil: letras em laços (2 vol.) (co-autora) (2010).

Castro Soromenho (1910, Chinde – 1968, S. Paulo) – Lendas negras (1936); Nhari: o drama da gente negra (1938); Imagens da cidade de S. Paulo de Luanda (1939); Noite de angústia (1939); Homens sem caminho (1941); Sertanejos de Angola (1943); A aventura e a morte no sertão: Silva Porto e a viagem de Angola a Moçambique (1943); Rajada e outras histórias (1943); A expedição ao país do oiro branco (1944); Mistérios da terra (1944); Calenga (1945); A maravilhosa viagem dos exploradores portugueses (1946); Terra morta (1949); Samba (1956); A voz da estepe (1956); Viragem (1957); Histórias da terra negra (1960); Portrait: Jinga, reine de Ngola et de Matamba (1962); A chaga (1970).

Charles Duparquet (1830, L’Aigle – 1888, Loango) – Viagens na Cimbebásia (1953).

Christine Messiant (1947 – 2006, Paris) – L’Angola dans la guerre (1995); Les chemins de la guerre et de la paix: fin des conflits en Afrique Orientale et Australe (1997); Viriato da Cruz: cartas de Pequim (2003); 1961, l’Angola colonial, histoire et société: les prémisses du mouvement nationaliste (2006).

D (8)

Dalila Cabrita Mateus (1952, Viana do Castelo) – A luta pela independência: a formação das elites fundadoras da FRELIMO, MPLA e PAIGC (1999); A PIDE-DGS na Guerra Colonial: 1961-1974 (2004); Memórias do colonialismo e da guerra (2006); Purga em Angola: o 27 de Maio de 1977 (c/ Álvaro Mateus) (2007); Angola 61 – Guerra Colonial: Causas e Consequências (c/ Álvaro Mateus) (2011).

David Birmingham (…, Grã Bretanha) – A conquista portuguesa de Angola (1965); Alianças e conflitos: os primórdios da ocupação estrangeira em Angola: 1483-1790 (1966); Pre-colonial african trade: essays on trade in central and eastern Africa before 1900 (c/ Richard Gray) (1979); A África Central até 1870 (1992); Frontline nationalism in Angola and Mozambique (1993); The decolonization of Africa (1996); History of Central Africa: the contemporary years since 1960 (1998); Trade and empire in the Atlantic: 1400-1600 (Introductions to History) (2000); A History of post-colonial lusophone Africa (2002); Portugal e África (2004); Empire in Africa: Angola and its neighbors (2006).

David Livingstone (1813, Blantyre – 1873, Ilala) – Explorations in Africa (1872); The Last Journals of David Livingstone in Central Africa: 1866-1873 (1875).

Djamba Dàllá (1927, Bragança) – Calema: romance africano (1960); O miúdo bailundo (1963).

Domingos de Abreu de Brito (Séc. XVI, Brasil) – Sumário e descrição do Reino de Angola: 1590-1591 (1931).

Domingos Gonçalves (Século XVIII, Lisboa) – Notícia Memorável da vida e acçoens da Rainha Ginga Amena, natural do Reyno de Angola (1749).

Domingos Vieira Baião (18…, Portugal) – Elementos de gramática Ganguela: idioma falado na região do Cubango (1938); Dicionário Ganguela-Português: língua falada nas regiões do Cubango, Nhemba e Luchaze (1940); O Kimbundu prático ou Guia de conversação em Português-Kimbundu: idioma falado nas regiões de Luanda e de Malange (1940); O Kimbundu sem mestre (1946).

Douglas L. Wheeler (1937, St. Louis) – Livingstone and Angola: some new letters 1854-6 (1962); Angola (c/ René Pélissier) (1971); The portuguese exploration, expeditions and expansion in Angola: 1877-1983 (1987); História de Angola (c/ René Pélissier) (2009).

E (8)

Eduardo dos Santos (1930, Moimenta da Serra) – Sobre a “medicina” e magia dos Quiocos (1960); Atlas Missionário Português (1962); Elementos de Gramática Quioca (1962); Sobre a religião dos Quiocos (1962); O Estado Português e o problema missionário (1964); Maza: elementos da Etno-História para a interpretação do terrorismo no Norte de Angola (1965); A questão do Biafra (1968); Vida e morte do Biafra (1970); Socialismo africano (1971).

Eduardo Luna de Carvalho (1921 – 2006, Portugal) – Notas sobre alguns coleópteros adéfagos das colecções do Museu do Dundo (1950); Paussídeos novos para a fauna de Angola (1971); Alguns animais do folclore Quioco (1991).

Eduardo Teófilo (1923 – 1980, Portugal) – Estrelas da noite escura (1958); Quando o dia chegar (1962); Primeiro Livros de Horas (1964); Cacimbo em Angola (1966); Contos velhos (1971).

Elias Alexandre da Silva Correia (Século XVIII, Brasil) – História de Angola (1782).

Elísio Romariz Santos e Silva (1923, Portugal) – Jogos de quadrícula do tipo Mancala com especial incidência nos praticados em Angola (1995).

Ernest Lecompte (1862, Normandia – 1908, Huíla) – Plan’Alto do sul de Angola: missões portuguesas Caconda, Catoco, Bihé e Bailundo… (1897); Katekisimu okutia êndunge ddo ku Kalunga: resumo de doutrina christã (1908); Pequeno método de aprender português para uso dos povos Quimbundos (1929); Pequeno método de aprender português para uso dos povos do Cuanhama (Sul de Angola) (1935); Cartilha da doutrina cristã em português e mbundu (1955); Método prático da língua mbundu: falada no distrito de Benguela (1963).

Ernesto Marecos (1836, Coimbra – 1879, Goa) – Maria: história de uma mulher (1855); Primeiras inspirações: poesias (1865); Juca, a matumbolla: lenda africana (1865); Folhas sem flores (1878).

Eugénia Rodrigues (…, Portugal) – A geração silenciada: a Liga Nacional Africana e a representação do branco em Angola na década de 30 (2003).

F (17)

Fernando Abranches Ferrão (1908, Coimbra – 1985, Lisboa) – Angolanos no Tarrafal: alguns casos de “habeas corpus” (1974).

Fernando Augusto de Albuquerque Mourão (1934, Lisboa) – Contribuição a uma bio-bibliografia sobre Fernando Monteiro de Castro Soromenho (1977); A sociedade angolana através da literatura (1978); O contexto histórico-cultural da criação literária em Agostinho Neto (1989); Continuidades e descontinuidades de um processo colonial através de uma leitura de Luanda: uma interpretação do desenho urbano (2006).

Fernando Batalha (1908, Redondo – 2012, Lisboa) – A Igreja de Nossa Senhora do Pópulo da cidade de Benguela (1950); A arquitectura tradicional de Luanda (1950); Urbanização de Angola (1950); A vila do Dondo (1959); Povoações de interesse histórico, arqueológico e turístico (1960); Em defesa da Vila do Dondo (1963); Em defesa do Património Histórico e Tradicional de Angola (1963); A arquitectura em Angola: ciclo conguês (1966); Angola. Arquitectura e História (2006); Povoações históricas de Angola (2008).

Fernando de Utra Machado (1882 – 1949, Lisboa) – No distrito da Lunda: a ocupação de Cassange (1913).

Fernando dos Santos Neves (1932, Gondomar) – Cristianismo e Sociedade em Angola (1968); Ecumenismo em Angola, do Ecumenismo Cristão ao Ecumenismo Universal (1968); Negritude e Revolução em Angola (1973); As Colónias Portuguesas e o seu Futuro (1974); Negritude, Independência, Revolução (1975); Para um Ecumenismo Omnitotidimensional (1975); Quo Vadis, Angola? Sobre a Presença do Cristianismo na Angola deste Tempo (1975); Para uma crítica da razão lusófona: onze teses sobre a CPLP e a lusofonia (2002).

Fernando Tavares Pimenta (1980, Soure) – Brancos de Angola. Autonomismo e Nacionalismo (1900-1961) (2005); Angola no percurso de um nacionalista. Conversas com Adolfo Maria (2006); Angola. Os Brancos e a independência (2008); República e Colonialismo na África Portuguesa (2012).

Ferreira da Costa (1907 – 1974, Lisboa) – A punição do “soba vermelho” (1917); Na pista do marfim e da morte (1944); Cinco noites de tormenta (1645); Pedra do Feitiço (1945); As chaves do Inferno (1968).

Filipe Neiva (1934, Esposende) – Namoro tropical (1970); Lendo e comentando (I): apontamentos críticos sobre a poesia angolana (1971) (1972).

Filipo Pigafetta (1533 – 1604, Vicenza) – Relatione del Reame di Congo et delle circonvicine contrade (c/ Duarte Lopez) (1591).

Francisco Álvares (1465, Coimbra – 1541, Roma) – Verdadeira informaçam das terras do Preste João das Índias (1540).

Francisco da Cunha Leal (1888, Pedrógão de S. Pedro – 1970, Lisboa) – Calígula em Angola (1924); Oliveira Salazar, Filomeno da Câmara e o império colonial português (1930); Subsídios para o estudo do problema do crédito em Angola (1930); Coisas do tempo presente: coisas da Companhia de Diamantes de Angola (1957); A gadanha da morte: reflexões sobre os problemas euroafricanos (1961); Coisas do tempo presente: o colonialismo dos anticolonialistas (1961).

Francisco da Mata Mourisca (1928, Mata Mourisca/Pombal)Decálogo do Matrimónio (1972); Escândalo da Justiça (1975); Protagonistas do 3º milénio (2000); Angola: escândalo da Paz (2002); África renascida (2004); Lágrimas e sombras: recordação de Angola (…); Por amor de Angola (2007); Cartas políticas ou cartas de amor? (2008); Católicos e protestantes na aventura da unidade (2009); Surpresas bíblicas (2010).

Francisco José de Lacerda e Almeida (1753, S. Paulo – 1799, Cazembe) – Instruçoens e Diario de Viagem q’ fez ao centro d’África, o Governador q’ foi dos Rios de Sena Francisco Joze d’Lacerda e Almeida, no anno de 1798 (1780).

Francisco José Tenreiro (1921, S. Tomé – 1963, Lisboa) – Illha de nome santo (1942); Coração em África (1967); Antologia da poesia negra de expressão portuguesa (c/ Mário Pinto de Andrade) (1969).

Francisco Manuel de Mello Breyner (1837, Serpa – 1903, Lisboa) – Plantas úteis da África Portuguesa (1883).

Francisco Xavier Lopes (1814 – 1883, Lisboa) – Três fortalezas de Luanda em 1846 (1954).

Friedrich Welwitsch (1806, Maria Saal – 1872, Londres) – Apontamentos Fito-geograficos sobre a Flora da Província de Angola na Africa Equinocial (1858); Sinopse explicativa das amostras de Madeiras e drogas medicinais (…) coligidos na provincia de Angola (1862); Sertum Angolense (1869).

G (10)

Garibaldino de Andrade (1914 – 1970, Ponte de Sor) – O sol e a nuvem: contos (1944); Árvores no caminho: contos (1957); O tesouro (1960); O homem e o sardão (1960); Contos de África: antologia de contos angolanos (c/ Leonel Cosme) (1961); Novos contos de África (c/ Leonel Cosme) (1962); Mákua: antologia poética I e II (c/ Leonel Cosme) (1962-1963); Antologia Poética Angolana (c/ Leonel Cosme) (1963); Sete espigas vazias: romance (1964); O homem e a solidão (1968).

Gastão Sousa Dias (1887, Chaves – 1955, Lubango) – África portentosa (1928); Cartas de Angola (1928); A defesa de Angola (1932); O Ensino em Angola (1934); D. Francisco Inocêncio de Sousa Coutinho: administração pombalina em Angola (1936); José de Anchieta (1939); Povoamento de Angola (1939); S. Tomé e Angola (1940); O destino da grei: crónicas angolanas (1940); A batalha de Ambuíla (1942); Heroísmo e lealdade: quadros e figuras da restauração em Angola (1943); Como Serpa Pinto atravessou a África (1944); A mulher portuguesa na colonização de Angola (1947); Julgareis qual é mais excelente…: no tricentenário da restauração de Angola (1948); Silva Porto: crónicas angolanas (1948); Jornadas heróicas de Artur de Paiva (1949); Tomada das Pedras de Pungo Andongo (1953); A cidade de Sá da Bandeira (1957); A ocupação do Alto Cuito (1957); Pioneiros de Angola: explorações portuguesas no Sul de Angola (séculos XVII e XVIII) (1971).

Georges Balandier (1920, Aillevillers) – Sociologie actuelle de l’Afrique noire. Dynamique des changements sociaux en Afrique centrale (1955) ; La vie quotidienne au royaume de Kongo du XVIe au XVIIIe siècles (1965).

Gerald J. Bender (…, USA) – Portugal in Africa: a biliography of the UCLA collection  (1972); Angola sob o domínio português: mito e realidade (1975).

 

Gérard de Villiers (1929 – 2013, Paris) – Angola a ferro e fogo (2013).

Gervase Clarence-Smith (…, Londres) – Slaves, Peasants and Capitalists in Southern Angola, 1840-1926 (1979); The Third Portuguese Empire (1825-1975): a study in economic imperialism (1985).

Gilberto Freyre (1900 – 1987, Recife) – Casa-Grande & Senzala (1933); O mundo que o português criou (1940); Os escravos nos anúncios de jornais brasileiros do século XIX (1963).

Giovanni Antonio Cavazzi (1621, Montecuccolo – 1678, Génova) – Istorica descrizione de’ tre’ regni Congo, Matamba et Angola (1687).

Grégoire le Guennec (1754, Carnac – …?) – Dicionário Português-Umbundu (1972).

Guilherme de Ayala Monteiro (1896 – 1973, Lisboa) – A conquista do sertão (1930).

Guilhermina de Azeredo (1894, S. Mamede de Infesta – 1976, Porto) – Feitiços: contos (1935); Brancos e Negros (1956); O mato (1972).

H (11)

Héli Chatelain (1859 – 1908, Morat) – Grammatica Elementar de Kimbundu ou lingua de Angola (1888); Folk-Tales of Angola (bilingue: Kimbundu-Português) (1894).

Henrique de Carvalho (1843 – 1909, Lisboa) – A Lunda ou os estados do Muatiânvua. Domínios da soberania de Portugal (1890); Expedição Portuguesa ao Muatiânvua. Ethnographia e História Tradicional dos Povos da Lunda (1890); Expedição Portuguesa ao Muatiânvua. Méthodo prático para fallar a língua da Lunda contendo narrações históricas dos diversos povo (1890); Expedição Portuguesa ao Muatiânvua. Meteorologia, Climatologia e Colonização: estudos sobre a região percorrida pela expedição comparados com os dos benemeritos exploradores Capello e Ivens e de outros observadores nacionaes e estrangeiros: modo practico de fazer colonisar com vantagem as terras de Angola (1890); Expedição Portuguesa ao Muatiânvua 1884-1888: Descripção da Viagem à Mussumba do Muatiânvua. vol. I: de Loanda ao Cuango, 1890; vol. II: do Cuango ao Chicapa, 1892; vol. III: do Chicapa ao Luembe, 1893 e vol. IV: do Luembe ao Calanhi e regresso a Lisboa, 1894

Henrique de Paiva Couceiro (1861 – 1944, Lisboa) – Relatório de viagem entre Bailundo e as terras do Mucusso (1892); Angola: Estudo Administrativo (1898); Projecto de Orçamento do Ano Económico de 1917/18 do Distrito de Angola (1900); Experiência de Tracção Mecânica na Província de Angola (1902); Angola: Projecto de Fomento (1931); Angola: dois anos de governo, Junho 1907 — Junho 1909 (1948); Angola, história e comentários (1948).

Henrique Galvão (1895, Barreiro – 1970, S. Paulo) – No rumo do Império (1934); O Império (1938); Ronda de África: outras terras, outras gentes (1942); Kurika (1944); Impala (1946); Antropófagos (1947); Por Angola: quatro anos de actividade parlamentar (1949); Da vida e da morte dos bichos: subsídios para o estudo da fauna de Angola e notas de caça (5 vol.) (c/ Teodósio Cabral e Abel Pratas) (1951); Império ultramarino português: monografia do império (4 vol.) (c/ Carlos Selvagem) (1950-1953); Pele (1957); Depoimento torpedeado, Portugal, a ONU, o salazarismo e a situação na áfrica Portuguesa (1962); Da minha luta contra o salazarismo e o comunismo em Portugal (1965); O assalto ao Santa Maria (1974) (póst.); Carta aberta ao dr. Salazar (1975) (póst.).

Henrique Mota (1938, Lisboa) – Angola, lágrimas e sangue: crónicas do tempo colonial (2008); História do Clube Atlético de Luanda (2010); Demósthenes de Almeida: o homem e o desportista (2013).

Hermann Possinger (…, Alemanha) – Problemática da instalação de um projecto de extensão rural no planalto central: caso específico do projecto do Andulo (1972); A transformação da sociedade Mbundu desde o colapso do comércio das caravanas (1986).

Hermenegildo Capelo (1841, Palmela – 1917, Lisboa) – De Benguela às terras de Iaca (c/ Roberto Ivens) (1881); De Angola à contracosta (c/ Roberto Ivens) (1886).

Hipólito Raposo (1885, Castelo Branco – 1953, Lisboa) – Ana a Kalunga: os filhos do mar (1926).

Horácio José de Sá Viana Rebelo (1921 – 1985, Lisboa) – Angola na África deste tempo (1961).

Hubert von Breisky (1908, Viena – 1967, Cascais) – A grande calema (1960).

Hugo Rocha (1906 – 1993, Porto) – Rapsódia negra (1933); Quissange (1940); Éramos quatro irmãos (1945).

I (1)

Inocência Mata (…, S. Tomé e Príncipe) – Literatura Angolana: silêncios e falas de uma voz inquieta (2001); Mário Pinto de Andrade: um intelectual na política (c/ Laura Padilha) (2001); Boaventura Cardoso: a escrita em processo (c/ Rita Chaves e Tânia Macedo) (2005); Laços de Memória & outros ensaios sobre Literatura Angolana (2006); A Mulher em África: vozes de uma margem sempre presente (c/ Laura Padilha) (2007); A Literatura Africana e a crítica pós-colonial: reconversões (2007); Ficção e História na Literatura de Angola: o caso de Pepetela (2010).

J (58)

J. M. Cerqueira de Azevedo (1896 – 1977, Caminha) – Guia contendo a legislação aduaneira e marítima em vigor na Colónia de Angola em 31 de Janeiro de 1930 (1934); A árvore das Macutas (1938); Subsídios para o estudo da economia de Angola nos últimos cem anos (194…); Jinga, rainha de Matamba: 1583-1663 (1949); Angola: exemplo de trabalho (1958).

Jaime Rodrigues (…, Brasil) – De Costa a Costa – Escravos, marinheiros e intermediários do tráfico negreiro de Angola ao Rio de Janeiro (1780-1860) (2009).

James Edward Alexander (1803 – 1885, Escócia) – Expedition of discovery into the interior of Africa: through the Hitherto undescribed countries of the Great Namaquas, Boschmans, and Hill Damaras (2 volumes) (1838).

Jean Baptiste Douville (1794 – 1837, França) – Un voyage au Congo, 1827-1828: les tribulations d’un aventurier en Afrique équinoxiale (3 vol.) (1832).

Jean Louis Castilhon (1720, Toulouse – 1782, Bouillon) – Zingha, reine d’Angola (1769).

Jean-Luc Vellut (…, Bélgica) – Relations internationales du Moyen-Kwango et de l’Angola dans la deuxième moitié du XVIII siècle (1970); Notes sur la Lunda et la frontiére luso-africaine: 1700-1900 (1972).

Jean Vansina (1929, Antuérpia) – Oral Tradition. A Study in Historical Methodology (1965; Kingdoms of the Savanna (1966); Oral Tradition as History (1985); Paths in the Rainforests (1990); Living with Africa (1994); How societies are born: governance in West Central Africa before 1600 (2004).

Jerónimo do Couto Rosado (18…, 19…, Portugal) – Angola, notas ligeiras (1937); Grandes valores de Angola (1944); Fazenda “Bom Jesus”: alguns edificantes documentos e alguns flagrantes instantâneos (1944).

Jill Dias (1944, Grã-Bretanha – 2008, Lisboa) – África nas vésperas do mundo moderno (1992); O Império Africano: 1825-1890 (1999).

João Alves das Neves (1927 – 2012, Arganil) – Poetas e cronistas africanos de expressão portuguesa (1963).

João Baptista Pereira (1899, Alijó) – Sombras de um crepúsculo (1915); Fumo passageiro (1929); Sombras do caminho (1940); Canções do sertão (1947); Flores do mato (1949); 70 sonetos de João Baptista Pereira (1949).

João Carlos Feo Cardoso de Castello Branco e Torres (1798 – 1868, Lisboa) – Memórias contendo a biographia do vice almirante Luiz da Motta Feo e Torres: a história dos governadores e capitaens generaes de Angola, desde 1575 até 1825, e a descripção geographica e política dos reinos de Angola e de Benguella (1825).

João Charulla de Azevedo (1933, Lisboa – 1967, Luanda) – Notas várias (sem data).

João da Chela (Manuel de Jesus Pinto) (1896, Lousã – 1968, Lubango) – África lusíada: crónicas angolanas (1956).

João de Almeida (1873, Guarda – 1953, Lisboa) – Operações militares nos Dembos (1907); O Sul de Angola (1912).

João de Mattos e Silva (18…, Portugal) – Contribuição para o estudo da região de Cabinda (1904).

João Evangelista de Lima Vidal (1874 – 1958, Aveiro) – Por terras d’Angola (1916).

João Falcato (1915 – 2005, Borba) – Angola do meu coração (1961); As raízes de Angola (1962).

João Maria Vilanova (João Guilherme Fernandes de Freitas) (1933, Madeira – 2005, Porto) – Vinte canções para Ximinha (1971); Caderno de um guerrilheiro (1974); Mar de minha terra e outros poemas (2004).

João Medina (1939, Moçambique) – A rota dos escravos: Angola e a rede do comércio negreiro (c/Isabel Castro Henriques) (1996).

João Nogueira Garcia (1926, Vila Nova do Ceira – 2006, Coimbra) – Quitexe: uma tragédia anunciada / O velho Canzenza e outras histórias (2003).

João Paulo Guerra (1942, Lisboa) – Operação África (c/ Fernando Semedo) (1984; Os “Flechas” atacam de novo (1988); Memória das Guerras Coloniais (1994); Savimbi: Vida e Morte (2002); Descolonização Portuguesa – O Regresso das Caravelas (1996).

João Sarmento Pimentel (1888, Mirandela – 1987, Lisboa) – Memórias do Capitão João Sarmento Pimentel: Angola, 1915 (1974).

João Serra (João Alberto Martins) (1950, Faro – 2013, Luanda) – Venho das teses de Outubro (1977); Hino geográfico aos Heróis (1977).

João Teixeira de Vasconcelos (1882 – 1964, Amarante) – Memórias de um caçador de elefantes (1924).

João Vicente Martins (1917, Moimenta) – Provérbios Quiocos (1951); A Idade dos Metais na Lunda (1963); Contos dos Quiocos (1972); Elementos de Gramática de Utchokwe (1990); Crenças, adivinhação e medicina tradicionais dos Tutchokwe do Nordeste de Angola (1993); De Bragança à Lunda: a vida errante de um transmontano aventureiro (2005).

Joaquim António Cartaxo Martins (1923, Perolivas – 2002, Lisboa) – Angola. Memórias de um missionário (2010)

Joaquim José Duro (1919, Vila Nova de Cerveira) – Angola no coração de um minhoto (2004).

Joaquim Pinto Furtado (18…, Portugal) – A viagem às terras do Marquez do Mussullo e alguns apontamentos do concelho de Ambriz (1894).

John Gossweiler (1873 – 1952, Londres) – Contribuição para o estudo da flora do Maiombe (1918); Um reconhecimento topográfico à região produtora de café (1918); Carta fitogeográfica de Angola (c/ F. A. Mendonça) (1939); Elementos para a história da exploração botânica de Angola (1939); Flora exótica de Angola (1950); Fomento geral de Angola: estudo sobre os palmares do vale e do delta do rio Mucanga (1953); Nomes indígenas de plantas de Angola (1953).

John Marcum (…, USA) – The Angolan revolution (1969).

John Stockwell (1937, USA) – A CIA contra Angola (1979).

Jorge Cobanco (1940 – 1990, Lisboa) – 11 meses de guerra em Angola (1970); Na margem do tempo (1973); Seiva de sangue (1988).

Jorge Eduardo da Costa Oliveira (1933, Monsul) – Economia de Angola: os fundamentos da Política Económica (1965); Problemas da Economia de Angola (1967); Economia de Angola: evolução e perspectivas (1962-1969) (1970); Conjuntura económica de Angola (1970); Relatório da Pasta da Economia (4 volumes) (1970-1971); Servindo o futuro de Angola (1972); A Cooperação Portuguesa (1995); Cooperação de Portugal com os países africanos (1997); Memórias de África (2005).

José Alberto de Oliveira Anchieta (1832, Lisboa – 1897, Caconda) – Traços Geológicos da África Occidental Portugueza (1885).

José Augusto Alves Roçadas (1865 – 1926, Vila Real) – Conferência sobre o Sul de Angola a propósito das operações do Cuamato (1908); Relatório das operações de guerra no Distrito da Huíla em 1905 (1908); La main d’oeuvre indigène à Angola (1914); Relatório sobre as operações no Sul de Angola em 1914 (1919).

José Augusto da Cunha Moraes (1855, Coimbra – 1933, Porto) – Africa Occidental – Álbum Photographico-Litterario (1880); Africa Occidental – Album Photographico e Descriptivo (3 vol.) (1885-1888).

José Bacelar Bebiano (1894 – 1967, Lisboa) – Reconhecimentos Geográficos no Distrito de Benguela (1919); Geologia e riqueza mineira de Angola (1923); Subsídios para o estudo geológico e mineiro de Angola (1926); A valorização do subsolo das colónias portuguesas (1935); Ocupação científica do Ultramar Português (1945).

José Brandão (1944, Algés) – A Cronologia da Guerra Colonial: Angola, Guiné, Moçambique (1961-1974) (2008).

José Carlos de Oliveira (1938, Torres Novas) – O comerciante do mato: o comércio no interior de Angola e Congo (2003).

José de Almeida Correa de Sá (1874 – 1945, Lisboa) – A abolição da escravatura e a ocupação do Ambriz (1934).

José de Almeida Santos (1922 – 1997, Portugal) – Longe, lá longe… (1962); Conceitos e métodos de colonização (1963); Alguns aspectos histórico-sociais da Província e da Capital no período que antecedeu o estabelecimento da Associação Comercial de Luanda (1964); Luanda d’outros tempos (1965); Seis histórias quiocas (1965); Tábua de esmeralda (1966); Problemas do povoamento (1966); Vinte anos decisivos da vida de uma cidade: 1845-1864 (1970); Apenas um punhado de bravos! (1971); Crónicas da velha cidade (1972); A alma de uma cidade (1973).

José de Macedo (1876, Vila Nova de Gaia – 1948, Lisboa) – As nossas riquezas coloniaes (1901); Os contratos de serviçaes (1903); Autonomia de Angola (1910).

José de Oliveira Ferreira Diniz (18… – 19…, Lisboa) – Negócios indígenas: relatório do ano de 1913 (1914); Populações indígenas de Angola (1918); A missão civilisadora do estado em Angola (1926).

José Freire Antunes (1954, Covilhã) – O Império com pés de barro. Colonização e descolonização: as ideologias em Portugal (1980); O factor africano: 1890-1990 (1990); A guerra de África: 1961-1974 (4 vol.) (1995).

José Joaquim Lopes de Lima (1797, Porto – 1852, Batávia) – Ensaios sobre a statistica das possessões portuguezas na Africa Occidental e Oriental, na Asia Occidental, na China e na Oceania: escriptos de ordem do Governo de Sua Magestade Fidelissima a Senhora D. Maria II (3 vol.) (1844); Portuguezes no seculo XV, sua conquista por as nossas armas no seculo XVI, e successos subsequentes até o começo do seculo XVII (1845).

José Lourenço Tavares (18…, Portugal) – Gramática da Língua do Congo (Kikongo). Dialecto Kisalongo (1915).

José Manuel Zenha Rela (1935, Porto) – Angola: entre o presente e o futuro (1992); Angola: o futuro já começou (2005).

José Martins Vaz (…, Portugal) – Filosofia tradicional dos Cabindas (1969); No mundo dos Cabindas (2 vol.) (1970).

José Pereira do Nascimento (1860, Portugal) – Questões médico-coloniais (1891); O distrito de Moçâmedes (1892); Grammatica do Umbundu ou Lingua de Benguela (1894).

José Redinha (1905, Bemposta – 1983, Lisboa) – As gravuras rupestres do Alto Zambeze (1948); As máscaras africanas: esboço (1952); Paredes pintadas da Lunda (1953); Campanha etnográfica ao Tchiboco (Alto Chicapa), anotações e documentação gráfica (1955); Máscaras e mascarados angolanos: uso, formas e ritos (1955); Máscaras de madeira da Lunda e Alto Zambeze (1956); Etno-sociologia do Nordeste de Angola (1956); Subsídios etnográficos (1964); Os Benamai da Lunda (1965); Cerâmica angolana: esboço de classificação (1966); Escultura angolana: esboço de classificação (1967); O fenómeno económico e a etnografia (1969); Palácio dos Governadores de Angola: Notas históricas e catálogo-guia (1969); Sincretismos religiosos dos povos de Angola (1971); Álbum etnográfico (1971); Práticas e ritos de circuncisão entre os quiocos da Lunda (1973); A habitação tradicional angolana: aspectos da sua evolução (1973); A caça, seus processos e mitos entre os povos angolanos: notas descritivas e esboço de sistematização (1973); Bibliografias temáticas: etnografia e etnologia de Angola (1973); Insígnias e simbologias dos chefes nativos de Angola (1974); Etnias e culturas de Angola (1974); Instrumentos musicais de Angola: sua construção e descrição: notas históricas e etno-sociológicas da música angolana (1984); Siderurgia tradicional angolana (Metalurgia do ferro em Angola) (2012).

José Ribeiro da Cruz (1907, Sobreira Formosa – 2011, Castelo Branco) – Geografia de Angola (1940); Notas de Etnografia Angolana (1940); Resumo da História de Angola (1940).

José Veloso de Castro (1869 – 1930, Lisboa) – Provincia de Angola Album de aspectos, vida e costumes do interior da Africa occidental portugueza: Malange (1905); Provincia de Angola Album de aspectos, vida e costumes do interior da Africa occidental portugueza: o Cuango : Utunguila ao Luremo (1905); A campanha do Cuamato em 1907 (1908); Reconhecimento do Rio Cambo desde Catalla Caginga para jusante e do rio Cuango desde as quedas D. Luiz (Matanga) até ao posto Infante D. Manuel (Luremo) (1910); O Cuanza desde Quibinda a Cumanga (c/ Eugénio Torre do Valle) (1913).

José Vicente Barbosa du Bocage (1823, Funchal – 1907, Lisboa) – Ornitologia de Angola (1877-1881); Herpetologia de Angola e do Congo (1895).

Joseph C. Miller (1940, Virginia) – Equatorial Africa (1976); Kings and kingsmen: early Mbundu states in Angola (1976); The African past speaks: essays on oral tradition and history (1980); Slavery: a worldwide bibliography, 1900-1982 (1985); Way of death: merchant capitalism and the Angolan slave trade, 1730-1830 (1988).

Joseph Fenykovi (…, Hungria) – Angola: no visor da máquina fotográfica e da carabina (1958).

Julião Quintinha (1886, Silves – 1968, Lisboa) – Terras de fogo (1923); Oiro africano: crónicas e impressões duma viagem jornalística na África Oriental Portuguesa (1929); A derrocada do Império Vátua e Mouzinho de Albuquerque (1930); África misteriosa: crónicas e impressões duma viagem jornalística nas colónias da África Portuguesa (1931); Reis negros (1932); Terras do sol, do oiro e da febre: reportagem em colónias estrangeiras (1932); Novela africana (1933); Figuras das guerras de África (1936).

Júlio de Castro Lopo (1899 – 1971, Valpaços) – Estudos de historiografia Angolense: o vocábulo “Loanda”: subsídios históricos (1942); Para a História da Imprensa de Angola (1962); Recordações da Capital de Angola de outros tempos (1963); Para a História do Cacau de Angola (1964); Jornalismo de Angola: subsídios para a sua História (1964); Ensaios bio-bibliográficos. Um intelectual: Monsenhor Doutor Manuel Alves da Cunha: Notas Biográficas e Bibliográficas (1948); Uma Rica Dona de Luanda (1959); Uma Bragança no Cemitério de Luanda; Um doutor de Coimbra em Luanda (1959); Dois Brasileiros na Capital de Angola (1962); Conferências: Em louvor de Guerra Junqueiro e de sua obra (1950); Para a História do Jornalismo de Angola (reportagens arquivadas em opúsculos) (1952); Alguns aspectos dos Musseques de Luanda (1948); A propósito do Centenário da Associação Comercial de Luanda (1965); Paiva Couceiro, uma grande figura de Angola (1968).

Jurema de Oliveira (1970, Rio de Janeiro) – Violência e Violação: uma leitura triangular do autoritarismo em três narrativas contemporâneas luso-afro-brasileiras (2007); O espaço do Oprimido nas literaturas de língua portuguesa do século XX: Graciliano Ramos, Alves Redol e Castro Soromenho (2008); No limite entre a memória e a história: a poesia (2009); Literaturas portuguesas de língua moderna (2010).

L (19)

Ladislau Batalha (1856 – 1939, Lisboa) – Angola (1889); Línguas d’África (1889); Costumes angolenses (1890); O continente negro (1894); Memórias e aventuras: reminiscências autobiográficas (1928).

Lagrifa Fernandes (1926, Portugal) – Em defesa da Palanca Real (1970).

László Magyar (1818, Szombathely – 1864, Cuílo) – Viagens de László Magyar na África Meridional: 1849-1857 (1859).

Laura Cavalcante Padilha (1937, Rio de Janeiro) – Entre Voz e Letra: a ancestralidade na Literatura Angolana (1995); Novos pactos, outras ficções: ensaios sobre literaturas afro-luso-brasileiras (2001); Mário Pinto de Andrade: um intelectual na política (c/ Inocência Mata) (2001); A Mulher em África: vozes de uma margem sempre presente (c/ Inocência Mata) (2007); Lendo Angola (c/ Margarida Calafate) (2008).

Laurens Jan van der Post (1906, Orange – 1996, Londres) – The Lost World of the Kalahari (1958).

Lawrence W. Henderson (1921, Yankton) – Angola: five centuries of conflict (1979); A Igreja em Angola (1990).

Lázaro Cárdenas Sierra (1948, Havana) – Angola e África Austral (2010).

Leonel Cosme (1934, Guimarães, Portugal) – Quando a tormenta passar: contos angolanos (1959); A dúvida (1961); Cultura e revolução em Angola (1978); A revolta (1983); Agostinho Neto: a poesia e o homem (1986); A terra da promissão (1988); A hora final (1992); Crioulos e brasileiros de Angola (2001); Agostinho Neto e o seu tempo (2004); A separação das águas: Angola 1975-1976 (2007).

Leonor Figueiredo (1956, Espinho) – Ficheiros Secretos da Descolonização de Angola (2009); Sitta Valles, revolucionária, comunista até à morte (1951-1977) (2010); Luanda 1974/1975 – O Movimento Estudantil (2012).

Levi Maria Jordão (1831 – 1875, Lisboa) – História do Congo (1877).

Lígia Guterres (1932, Lisboa) – Mussumar (1966); Kalunga (1972); Lendas e contos tradicionais do Sul de Angola (1998); Gente de Benguela antiga (2000).

Limbânia Jimenez Rodriguez (1936, Cuba) – Heroínas de Angola (2010).

Luciano Cordeiro (1844, Mirandela – 1900, Lisboa) – A hidrografia Africana no século XVI, segundo as primeiras explorações portuguesas (1878); Notícias do Cunene (1878); Questões africanas (1880); A questão do Zaire: Direitos de Portugal e Portugal e a escravatura (1883); Direitos do padroado de Portugal em África (1883).

Luís Alfredo Keiling (18…, Alsácia – 1937, Huambo) – Ovifelivilo l’ovisungo uyouakilistão uo K’olomissão Katolika (1918); Guia de conversação Portuguez-Ganguela (1919); Quarenta anos de África (1934); Cartilha elementar de leitura Kuanhama-Português: para a primeira classe dos centros de catequese das missões católicas (1937); Elementos de gramática Mbundo (1937); Cartilha elementar de leitura Nganguela-Português: para a primeira classe dos centros de catequese das missões católicas (1937); Cartilha elementar de leitura Mbundo-Português: para a primeira classe dos centros de catequese das missões católicas (1937).

Luís Cajão (1920 – 2008, Figueira da Foz) – Os desiludidos de Angola (2004).

Luís Cancela (1866 – 1927, Portugal) – Elementos para o estudo do Kimbundu (1920); Surpresas do sertão (1946).

Luís da Câmara Cascudo (1898 – 1986, Natal) – A cozinha africana no Brasil (1964); Made in Africa: pesquisas e notas (1965); Angola: a guerra dos traídos (1979).

Luís Manuel Rebelo de Sousa (…, Portugal) – Moedas de Angola (1967); O papel-moeda em Angola: subsídios para o seu estudo (1969).

Luís Wittnich Carrisso (1866, Figueira da Foz – 1937, deserto do Namibe) – A Missão Académica a Angola: os seus objectivos e resultados (1932); Função colonial das Missões Religiosas (1933); Ocupação científica das colónias portuguesas (1934); Conspectus Florae Angolensis (1937).

M (26)

Manuel Alfredo de Morais Martins (1918, Castelo Branco) – Contribuição para o estudo da influência do português na língua quicongo (1958); Contacto de culturas no Congo Português: achegas para o seu estudo (1973); Angola: do meu bornal de recordações (1998).

Manuel Alves da Cunha (1872, Chaves – 1947, Luanda) – Missões católicas de Angola (1935); Igreja de Nossa Senhora do Carmo (1953).

Manuel da Costa Lobo Cardoso (1907 – …?, Lisboa) – São Paulo da Assumpção de Luanda: apontamentos para a sua história (1950); Luanda antiga (1951); Subsídios para a história de Luanda (1954).

Manuel Ferreira (1917, Gândara dos Olivais – 1994, Linda-a-Velha) – Fabulário do Ultramar (1962); No reino de Caliban (3 volumes) (1975/1976/1996); Literatura africana de expressão portuguesa (1976); An unknown Literature: African Writing in Portuguese (1976); Literaturas africanas de expressão portuguesa I e II (1977); Bibliografia das literaturas africanas de língua portuguesa (com Gerald Moser) (1983); Que Futuro para a Língua Portuguesa em África? (1988); 50 Poetas Africanos. Antologia Selectiva (1989); O Discurso no Percurso Africano (1989).

Manuel Francisco de Barros Leitão Carvalhosa (1791, Lisboa – 1855, Paris) – Memoria sobre a prioridade dos descobrimentos portuquezes na costa de África Occidental, para servir de illustração à «Chronica da Conquista da Guiné» por Azurara (1841); Atlas composé de cartes des XIVe, XV, XVI et XVII siécles [Material cartográfico]: pour la plupart inédites, et devant seuvir de preuves a l’ouvrage sur la priorité de la découverte de la Côte Occidentale d’Afrique au dela du Capo Bojador par les portugais (1841); Demonstração dos direitos que tem a corôa de Portugal sobre os territórios situados na costa Occidental d’Africa, entre o 5.º grau e 12 minutos e o 8.º de latitude meridional (1855).

Manuel Nunes Gabriel (1912, Fouto – 1996, Portalegre) – Les missions catholiques et la politique de l’État Portugais (1973); Angola: cinco séculos de Cristianismo (1978); D. Moisés Alves de Pinho e os bispos de Congo e Angola (1980); Padrões da fé: igrejas antigas de Angola (1981); A Diocese de Malanje (1982); Caconda: berço da evangelização no planalto central de Angola (1991); D. Afonso I, Rei do Congo: um missionário leigo do século XVI (1991); Os Jesuítas na primeira evangelização de Angola (1993).

Manuel Ruela Pombo (1888 – 1960, Bunheiro) – Paulo Dias de Novais e a fundação de Luanda (1926); Inconfidência Mineira: 1789: os conspiradores que vieram deportados para os presídios de Angola, em 1792 (1932-1933); Angola Menina: 1560-1565: informações inéditas (1944); Anais de Angola: 1630-1635: época da decadência (no governo de D. Manuel Pereira Coutinho): fontes documentais e narrativas (1945).

Manuel Viegas Guerreiro (1912, Querença – 1997, Carnaxide) – Bochimanes !khu de Angola (1968); Povo, Povos e Culturas (Portugal, Angola e Moçambique) (1997).

Marcelo Bittencourt (1969, Rio de Janeiro) – Dos Jornais às Armas. Trajectórias da Contestação Angolana (1999); Estamos Juntos! O MPLA e a luta anticolonial (1961-1974) (2008); Mais do que um jogo: o esporte e o continente africano (co-autor) (2010); Esporte e lazer na África: novos olhares (co-autor) (2013); História da África (c/ Andrea Marzano) (2013).

Marcelo Caetano (1906, Lisboa – 1980, Rio de Janeiro) – Os Nativos na Economia Africana (1954); Portugal e a Internacionalização dos Problemas Africanos (1963); Factos e Figuras do Ultramar (1973).

Márcia Maro da Silva (1963, Rio de Janeiro) – A Independência de Angola (2008).

Maria Aparecida Santilli (1936, Assis – 2010, S. Paulo) – Entre Linhas: desvendando textos portugueses (1984); Estórias Africanas (1985); Africanidade (1985); Paralelas e Tangentes: literaturas de língua portuguesa (2003).

Maria Archer (1899 – 1982, Lisboa) – África selvagem (1935); Sertanejos (1936); Singularidades de um país distante (1936); Ninho de bárbaros (1936); Angola Filme (1937); Viagem à roda de África (1938); Colónias piscatórias em Angola (1938); Caleidoscópio africano (1938); Roteiro do Mundo Português (1940); Terras onde se fala Português (1957); Os últimos dias do fascismo português (1959); África sem luz (1962); Brasil, fronteira da África (1963); Herança Lusíada (sem data).

Maria da Graça Freire (1918, Benavente – 1993, Lisboa) – A terra foi-lhe negada (1958); Portugueses e negritude (1971).

Maria Emília Madeira Santos (…, Pombal) – Viagens de exploração terrestre dos portugueses em África (1978); Silva Porto e a exploração científica da África (1980); Perspectiva do comércio sertanejo do Bié na segunda metade do século XIX (1981); Silva Porto e os problemas da África portuguesa no século XIX (1982); Viagens e apontamentos de um portuense em África: diário de António Francisco Ferreira da Silva Porto (1986); Travessias científicas da África: recursos e dependências (1987); Viagens de exploração terrestre dos portugueses em África (1988); Das travessias científicas à exploração regional em África: uma opção da Sociedade de Geografia de Lisboa (1991); Portugaliae monumenta africana (c/ Luís Albuquerque) (1993); Nos caminhos de África: serventia e posse (Angola – século XIX) (1998); A África e a instalação do sistema colonial (c.1885-c.1930) (2000).

Maria Helena de Figueiredo Lima (1918, Moçambique) – Em torno da Guiné e de Cabo Verde (1963); Paisagens e figuras típicas do Cuanhama (1969); Nação Ovambo (1977); Epopeia da África (1989).

Maria Ondina Braga (1932 – 2003, Braga) – Eu vim para ver a terra… (1965).

Marie-Louise Bastin (1918, Bruxelas – 2002, Porto) – Ngombo: notes sur les instruments de divination employés dans le district de la Lunda en Angola (1959); Art décoratif Tshokwe (1961); Y a-t-il des clés pour distinguer les styles Tshokwe, Lwena, Songo, Ovimbundu e Ngangela? (1971); Statuettes Tshokwe du héros civilisateur Tshibinda Ilunga (1978); La Sculpture Tshokwe (1982); Introduction aux Arts d’Afrique Noire (1984); Entités Spirituelles des Tshokwe (Angola) (1988); Escultura Angolana : Memorial de Culturas (1994); The Mwanangana Chokwe Chief and Art (Angola) (1998); Escultura Tchokwe (1999); Arte Decorativa Tchokwe (2010).

Mário Mota (1916 – 1981, Portugal) – Gonga: poemas de Angola (1962); Angola, eu quero falar contigo (1962); Reencontro com Luanda (1967); Uma bibliografia da literatura ultramarina (1969).

Marius Bonnefoux (1861, Viverols – 1937, Huíla) – Dicionário Olunyaneka-Portuguez (1940, póst.)

Martins dos Santos (1926, Guarda) – A história de Angola através dos seus personagens principais (1967); Cinquentenário do Liceu Nacional de Salvador Correia: monografia 1919-1969 (1969); História do ensino em Angola (1970); Patronos das escolas de Angola (1970); Primeiras letras em Angola (1973).

Maximino Correia (1911, Vila Flor – 1969, Coimbra) – Angola: “a costa d’África” (1937).

Mesquita Brehm (1927, Lisboa) – Kambuli: o despertar da consciência (1962); Os mitos enforcados (1962); O papagaio da meia-noite (teatro) (1970).

Mesquitela Lima (1929, Mindelo – 2007, Lisboa) – Tatuagens da Lunda (1956); Da importância dos estudos Bantos para a compreensão da problemática sócio-cultural brasileira (1963); Alguns aspectos sociológicos da colonização (1964); A etnografia angolana: considerações acerca da sua problemática actual (1964); A etnologia e o serviço social: o caso de Angola (1966); Elementos de antropologia cultural: lições proferidas no II Curso de Portugalidade da Mocidade Portuguesa (1966); Museu do Dundo: subsídios para a história, arqueologia e etnografia dos povos da Lunda: os Akixi (mascarados) do nordeste de Angola (1967); A possessão espírita entre os quiocos da luanda (1971); Fonctions sociologiques des figurines de culte Hamba dans la société et dans la culture Tshokwé (Angola) (1971); O dilúvio africano (1972); A escultura negro-africana (1981); Descoberta do Zaire por Diogo Cão: as artes angolanas (1984); Os Kyaka de Angola: história, parentesco, organização política e territorial (1988); Angola: uma perspectiva socio-antropológica (1991).

Michel Laban (1946, Constantine – 2008, Paris) – Angola: encontro com escritores (1991).

Mugur Valahu (1920, Roménia – 2003, França) – Angola – Chave de África (1968).

N (5)

Neves e Sousa (1921, Matosinhos – 1995, S. Salvador da Bahia) – Motivos angolanos (1946); Mahamba. Poesias 1943-1949 (1949); Angola: etnografia, história, paisagem (1956); Macuta e meia de nada (1961); Batuque (1962); Muênho (1968); Mulheres de Angola (1973); Angola a branco e preto (s/data); Da minha África e do Brasil que eu vi (s/data); Olohuma (1982); Angola, minha terra (1986).

Nita Lupi (1900, Silves – 1999, Lisboa) – Dikembe: poemas tropicais (1960).

Norberto Gonzaga (1898 – 19…, Portugal) – Os que não transigem (1934); Aspectos de Angola (1937); África de sangue do oiro e da morte (1942); Nova Lisboa: alavanca do futuro (1952); História de Angola: 1482-1963 (1964); Angola: pequena monografia (1965); Cuanza-Norte (1970).

Norton de Matos (José Maria Mendes Norton de Matos) (1867 – 1955, Ponte de Lima) – A província de Angola (1926); Memória e trabalhos da minha vida (1943-46, 4 volumes) (1946); África nossa: o que queremos e o que não queremos nas nossas terras de África (1953).

Nuno Porto (…, Portugal) – Angola a preto e branco: Fotografia e Ciência no Museu do Dundo (1940-1970) (1999).

O (1)

Orlando de Albuquerque (1925, Maputo – 1997, Braga) – Batuque negro (1947); Estrela perdida e outros poemas (1962); O homem que tinha a chuva (1968); A casa do tempo (1995); Crónica dos dias da vergonha (1995); Os imbondeiros também morrem (1997); Histórias vagabundas (1998).

P (8)

Pascoal Leite de Aguiar (1919, Portugal) – História dos reinos do Congo e Angola: uma perspectiva filosófica (1996); Administração colonial portuguesa no Congo, em Angola e em Benguela: 1661-1799 (2001).

Paulo Freire (1921, Recife – 1997, S. Paulo) – A África ensinando a gente: Angola, Guiné-Bissau, S. Tomé e Príncipe (c/ Sérgio Guimarães) (2003).

Pedro Augusto Dias (16…, Portugal) – Arte da lingua de Angola, offerecida á Virgem Nossa Senhora do Rosário, mãe e Senhora dos mesmos pretos (1697).

Peter Benenson (1921, Londres – 2005, Oxford) – Persecution 1961 (1962).

Pinheiro Chagas (1842 – 1895, Lisboa) – As negociações com a Inglaterra (1890); As colónias portuguesas no século XIX (1891).

Pires Laranjeira (1950, Melgaço) – Antologia de poesia pré-angolana: 1948-1974 (1976); De Letra em Riste: Identidade, Autonomia e outras questões na Literatura de Angola, Cabo Verde, Moçambique e S. Tomé e Príncipe (1992); A negritude africana de língua portuguesa (1995); Literaturas africanas de expressão portuguesa (1995); Ensaios afro-literários (2001); Estudos de literaturas africanas: cinco povos, cinco nações (2005).

Políbio Valente de Almeida (1932, Porto – 2008, Cascais) – Fundamentos de uma política de subversão africana (1964).

Pompílio da Cruz (1908, Tavira – …?) – Angola: os vivos e os mortos (1976).

R (7)

Ramiro Ladeiro Monteiro (1931, Guarda – 2010, Lisboa) – Os Ambós de Angola. Antes da Independência (1994); A África na política de cooperação europeia (1997).

Raul de Figueiredo Fernandes “Farrica” (1915, Avelar – 2010, Lisboa) – Da minha mutala (2 vol.) (…); Kimbanda (…); O caquinda da Maria (…); Limbulula (Recordar) (…); Ondembo ya pita (Coisas do passado) (…); Estrelas cadentes (…); E os abutres vieram (…); Ver, ouvir e contar (…).

Reis Ventura (1910, Seara Velha – 1988, Oeiras) – O após-guerra em Angola (1954); Quatro contos por mês (1955); Os problemas de Angola no primeiro congresso dos economistas portugueses (1956); Cafuso: memórias dum colono de Angola (1957); Cidade alta (1958); Filha de branco (1960); Fazenda abandonada (1962); O caso de Angola (1964); Caminhos: vida e paixão dum motorista de Angola (1965); Queimados do Sol (1966); Em defesa de Angola (1967); Cidade e Muceque (1970); A 100ª C.CMDS: uma companhia de comandos em Angola (1970); Sangue no capim atraiçoado (1981); Os dias da vergonha: de 25 de Abril de 1974 a 11 de Novembro de 1975: os nomes e os acontecimentos da libertação de Angola (1986).

René Pélissier (1935, França) – Campagnes militaires au Sud-Angola (1885-1915) (1969); Angola (c/ Douglas L. Wheeler) (1971); La colonie du minotaure: nationalismes et révoltes en Angola (1926-1961) (1978); Explorar: voyages en Angola et autres lieux incertains (1979); Le naufrage des caravelles: études sur la fin de l’empire Portugais (1961-1975) (1979); Africana: bibliographies sur l’Afrique luso-hispanophone: 1800-1980 (1980); História das Campanhas de Angola: resistência e revoltas 1845-1941 (2 vol.) (1997); Angola, Guinées, Mozambique, Sahara, Timor, etc.: une bibliographie internationale critique (1990-2005) (2006); As campanhas coloniais de Portugal (2006); História de Angola (c/ Douglas L. Wheeler) (2011).

Ryszard Kapuscinsky (1932, Pinsk – 2007, Varsóvia) – Mais um dia de vida – Angola 1975 (1998); Ébano: febre africana (2001).

Rita Chaves (…, S. Paulo) – Angola e Moçambique: o lugar das diferenças nas identidades em processo (2001); Angola e Moçambique: experiência colonial e territórios literários (2005). Brasil/África: como se o mar fosse mentira (c/ Tânia Macedo) (2006); Marcas da diferença (c/ Tânia Macedo) (2006); A kinda e a missanga: encontros brasileiros com a literatura angolana (c/ Tânia Macedo e Rejane Vecchia) (2007).

Russell G. Hamilton (…, EUA) – Voices from an Empire: a History of Afro-Portuguese Literature (1975); Literatura Africana, Literatura necessária (1984).

S (9)

Salvato Trigo (…, Portugal) Angolana (c/ António Soares) (1974); Introdução à Literatura Angolana de expressão Portuguesa (1977); A poética da geração da “Mensagem” (1979); Luandino Vieira: o logoteta (1981); Ensaios de literatura comparada afro-luso-brasileira (1986); O evangelismo poético em Agostinho Neto (1989).

Saturnino de Souza Oliveira (1820, Rio de Janeiro – 1871, Luanda) – Considerações sobre a epidemia de 1860 em Luanda e parecer dado sobre ela (1862); Vocabulário de língua Kimbundu (1864); Vocabulário de língua kimbunduVocabulário de língua kimbunduVocabulário de língua kimbunduRelatório Histórico sobre a epidemia de varíola que grassou em Luanda em 1864 (1867).

Selma Pantoja (1949, Rio de Janeiro) – Angola e Brasil na rota do Atlântico Sul (c/ J. F. Saraiva) (1999); Nzinga Mbandi: mulher, guerra e escravidão (2000); Uma antiga civilização africana: História da África Central Ocidental (2011); Livro dos Baculamentos (c/ Aida Freudenthal) (2013).

Sérgio Príncipe (1880, Elvas – 1971, Lisboa) – Huambo-Nova Lisboa: subsídios para a sua história (1958); Diamantes que falam (1966); O Regime Municipalista em Angola (1966).

Serpa Pinto (1846, Cinfães – 1900, Lisboa) – Como eu atravessei a África (2 volumes) (1881).

Serra Frazão (18…? – …? Portugal) – Associações secretas entre os indígenas de Angola (1946).

Silva Porto (1817, Porto – 1890, Kuíto) – Silva Porto e Livingstone: manuscripto de Silva Porto encontrado no seu espólio (1891); Viagens e Apontamentos de um Portuense em África (1986).

Silvestre Newton da Silva (…, Portugal) – A caça e a protecção da fauna em Angola (1958); A grande fauna selvagem de Angola (1970).

Sousa Viterbo (1845, Porto – 1910, Lisboa) – A armaria em Angola (1907).

T (4)

T. Ernest Wilson (1859, Iowa – 1946, Memphis) – Angola Beloved (1967).

Tânia Macedo (…, S. Paulo) – Angola e Brasil: estudos comparados (2002); Portanto…Pepetela (2002); Literaturas em movimento: hibridismo cultural e exercício crítico (2003); Boaventura Cardoso: a escrita em processo (c/ Rita Chaves e Inocência Mata) (2005); Brasil – África: como se o mar fosse mentira (c/ Rita Chaves) (2006); Marcas da diferença: as literaturas africanas de língua portuguesa (c/ Rita Chaves) (2006); Literaturas de Língua Portuguesa – Angola (c/ Rita Chaves) (2007); A kinda e a missanga: encontros brasileiros com a literatura angolana (c/ Rita Chaves e Rejane Vecchia) (2007); Luanda: cidade e literatura (2008).

Telmo Ferraz (1925, Bruçó) – O lodo e as estrelas (1960); Contigo no planalto (2010); Pelo Caminho do planalto (2010); Mourela (2011); Mibangas e frutos (2011); Pelo caminho das tipóias (2013).

Tomaz Vieira da Cruz (1900, Constância – 1961, Lisboa) – Quissanje: saudade negra (1932); Vitória de Espanha (1939); Tatuagem (1941); Cinco poesias de África (1950); Cazumbi (1950).

V (1)

Victor Turner (1920 – 1983, Glasgow) – Schism and continuity in an African Society (1957); The Forest of Symbols: aspects of Ndembu ritual (1967); Drums of Affliction: a study of religious processes among the Ndembu of Zambia (1968); Revelation and Divination in Ndembu ritual (1975.

W (1)

Walter Strangway (1899, Petrolia – 1980, Toronto) – Oncocercose em Angola (1950); Deficiência de ácido ascórbico na doença africana “Onyalai?” (1954).

Z (1)

Zarco d’Almeirim (João Pereira do Rio) (1902 – …?, Almeirim) – Memória histórica do Santuário de Nossa Senhora do Monte (1923); Da terra dos pretos: crónicas gentílicas (1931); A bailarina negra (1942).

 

Publicado por: Filomena Barata | Novembro 11, 2013

Filomena Camacho, OS TCHOKWES

OS TCHOKWESOs Tchokwés são descendentes do Império Lunda Tchinguri rei dos Imbangalas e do Império de Muata Tchiniama, mais tarde deserdados pela irmã Lwéji a Nkondi que veio a ser rainha dos Lunda. Estes, por sua vez, eram uma ramificação do povo Bantu.

O povo Bantu surgiu pelo Oeste, na bacia do Rio Congo, abrangendo os territórios do Gabão, República do Congo, República Democrática do Congo e Angola.

Os Lundas ou Tchokwés, que se fixaram em Angola, ocuparam as zonas limítrofes da Zâmbia – parte Leste – estendendo-se, posteriormente, ao longo do rio Zambeze até ao rio Kuvango, nas zonas do Moxico, Kuando Kubango, Huila e Bié
Este povo chamado pelos Ovimbundos de N’ganguela é constituído pelas seguintes tribos:

Ambuelas ou Mbwelas, Ambuila-Mambumbos, Avicos, Bundas, Canachis/Kamaxis, Cangales , Ganguelas ou Ganguilas, Genguistas, Iahumas, Lovales, Luimbes, Lutchazis, Lwénas, Luios, Mbandes, Ndungos, Ngonoielos ou Ngonjelos, Nhengos/Nyengos e Nicoias /Nkoyas.

Entre estes povos existem grandes semelhanças anatómicas e linguísticas.
Há uma ligação genealógica entre Nganguelas/Tchokwes, com o povo Ruud da Namibia e com o povo Tchokwé do sul da Lunda.

Os Tchokwés formavam um exercito bem treinado tendo conquistado várias regiões na zona do Luéna. Praticavam uma técnica de luta com bastante semelhança a chamada, pelos Brasileiros, de “capoeira”. (Não esquecer que foram levadas, para o Brasil, muitas das praticas e cultura do povo Angolano durante a migração de Angola para aquele Pais.)

Foram exímios nas técnicas de fundição de ferro, consideradas bastante avançadas por muitos estudiosos, ficando apenas aquém das siderurgias das indústrias modernas. Também são grandes artesãs em cerâmica negra, no polimento e no envernizamento. Esta cerâmica está patente na criação das máscaras exibidas durante os ritos da iniciação ou rituais da puberdade para a vida adulta.

Sem dúvida foram bastante notórios em escultura.

Mwnaa-Pwo é uma mascara usada pelos dançarinos masculinos nas cerimonias da puberdade.

Kalelwa, poli-cromatica, usada nos rituais da circuncisão.

Tchikungu e Tchihongo simbolizam imagens da mitologia de Lunda-Tchokwe. figuras a representar a princesa Lweji e o príncipe da civilização Tchimbinda-Ilunga.

A escultura do “Pensador de Tchokwe” é uma obra-prima na harmonia e simetria da linha.

O Lunda-Tchokwé é bastante conhecido pela eloquência da sua habilidade em artes
plásticas superiores influenciando, grandemente, a Europa.

Pablo Picasso inspirou a sua arte, em cubismo, através deste povo.

Filomena Gomes Camacho.
Londres, 02/11/13

Foto: OS TCHOKWES</p><br />
<p>Os Tchokwés são descendentes do Império Lunda Tchinguri rei dos Imbangalas e do Império de Muata Tchiniama, mais tarde deserdados pela irmã Lwéji a Nkondi que veio a ser rainha dos Lunda. Estes, por sua vez, eram uma ramificação do povo Bantu. </p><br />
<p>O povo Bantu surgiu pelo Oeste, na bacia do Rio Congo, abrangendo os territórios do Gabão, República do Congo, República Democrática do Congo e Angola. </p><br />
<p>Os Lundas ou Tchokwés, que se fixaram em Angola, ocuparam as zonas limítrofes da Zâmbia –  parte Leste –  estendendo-se, posteriormente, ao longo do rio Zambeze até ao rio Kuvango,  nas zonas do Moxico, Kuando Kubango, Huila e Bié<br /><br />
Este povo chamado pelos Ovimbundos de N’ganguela é constituído pelas seguintes tribos: </p><br />
<p>Ambuelas ou Mbwelas,  Ambuila-Mambumbos, Avicos, Bundas, Canachis/Kamaxis, Cangales , Ganguelas ou  Ganguilas, Genguistas, Iahumas, Lovales, Luimbes, Lutchazis, Lwénas, Luios, Mbandes, Ndungos, Ngonoielos ou Ngonjelos, Nhengos/Nyengos e   Nicoias /Nkoyas. </p><br />
<p>Entre estes povos existem grandes semelhanças anatómicas e linguísticas.<br /><br />
Há uma ligação genealógica entre  Nganguelas/Tchokwes, com o povo  Ruud da Namibia e com o povo Tchokwé do sul da Lunda. </p><br />
<p>Os Tchokwés formavam um exercito bem treinado  tendo conquistado várias regiões na zona do Luéna. Praticavam uma técnica de luta com bastante semelhança a chamada, pelos Brasileiros, de  “capoeira”. (Não esquecer que foram levadas, para o Brasil, muitas das praticas e cultura do povo Angolano durante a migração de Angola para aquele Pais.)</p><br />
<p>Foram exímios nas técnicas de fundição de ferro, consideradas bastante avançadas por muitos estudiosos, ficando apenas aquém das siderurgias das indústrias modernas. Também são grandes artesãs em cerâmica negra, no polimento e no envernizamento. Esta cerâmica está patente na criação das máscaras exibidas durante os ritos da iniciação ou rituais da puberdade para a vida adulta.  </p><br />
<p>Sem dúvida foram bastante notórios em escultura. </p><br />
<p>Mwnaa-Pwo é uma mascara usada pelos dançarinos masculinos nas cerimonias da puberdade. </p><br />
<p>Kalelwa, poli-cromatica,  usada nos rituais da circuncisão.</p><br />
<p>Tchikungu e Tchihongo simbolizam imagens da mitologia de Lunda-Tchokwe. figuras a representar a princesa Lweji e o príncipe da civilização Tchimbinda-Ilunga.</p><br />
<p>A escultura do  "Pensador de Tchokwe" é  uma obra-prima na harmonia e simetria da linha.</p><br />
<p>O Lunda-Tchokwé é bastante conhecido pela eloquência da sua habilidade em artes<br /><br />
plásticas superiores influenciando,  grandemente, a Europa. </p><br />
<p>Pablo Picasso inspirou a sua arte, em cubismo, através deste povo. </p><br />
<p>Filomena Gomes Camacho.<br /><br />
Londres, 02/11/13″ src=”<a href=https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn2/p480x480/1424544_562284443844764_205504735_n.jpg&#8221; width=”203″ height=”249″ />
Publicado por: Filomena Barata | Novembro 11, 2013

Independência de Angola, Filomena Barata (a partir de 2011)

  • Tomás Gavino Coelho Parabéns Angola, meu chão natal! Um país jovem construído em volta de nações e reinos seculares cujas sabedorias próprias ainda não se perderam. E é essa amálgama de idiossincrasias individuais que faz de Angola um país tão belo e diverso. Saibam os vindouros nunca delas se esquecerem. Parabéns, Angola!

 

Porque hoje é dia da Independência de Angola, vamos aqui deixar um conjunto de testemunhos dos aderentes do nosso Grupo, esperando que os mesmos venham a ser enriquecidos com a cobertura fotográfica das comemorações em Angola.

Queria testemunhar que neste mesmo dia 11 de Novembro de 1975 desmbarquei em Portugal, que mal conhecia, pois apenas de férias aqui tinha estado, através de uma “ponte aérea” criada para o efeito, sem ter conhecimento dos meus pais durante um mês, pois haviam sido evacuados de Malanje para o Sumbe, sem que houvesse comunicações.
Comigo vinha a mágoa de deixar Angola, apenas um pouco refeita pelo facto de ter encontrado os meus pais vivos, “sãos e salvos” em Portugal, pois quis o destino que, no mesmo dia, tivessem chegado a este país. Não obstante, nunca deixei que a mágoa ou a saudade e, muito menos a revolta, se sobrepusessem à convicção que um país que desejava a sua independência o pudesse deixar de ser. Por esse motivo talvez não entenda as pessoas a quem a mágoa e o rancor a tudo se sobreponham e, por isso, aqui estou e partilhei com «O Meu Testemunho». Estamos juntos.
http://www.bubok.pt/livros/4585/Folhas-Soltas–O-meu-testemunho

Da tua bandeira farei uma flor. Fotografia de Filomena Barata
Angola em reconstrução, Alípio Mendes

Sei que nasci em Angola, numa família maioritariamente constituída por Despachantes Oficiais, que já aí vivia há três gerações.
Ao meu pai ouvira falar do seu envolvimento, julgo que distanciado, mas atento, com o que defendia Humberto Delgado.
Mas tive quatro pessoas que me marcarão toda a vida, pelas longas reflexões sobre a situação que se vivia no país que me viu nascer, Angola, então colónia portuguesa e que me ajudaram a moldar a mentalidade e o pensamento político:
Bicas Mira, com quem partilhava a inquietude ou mesmo a irreverência, ainda sem saber bem de que forma a canalizar.
Aloisio Cruz, amigo de bairro e colega de filosofia, mestiço de cor e de todas as cores no coração. Ingenuamente ainda e sem que um pensamento político nos estruturasse de facto, tecíamos considerações sobre a igualdade e a desigualdade, sobre o sentido das coisas e do viver.
Contudo, foi com ele que fui gritar no dia 25 de Abril pela Liberdade, junto ao Governo Distrital de Malanje, cidade onde vivíamos.

O António Martinho que tanto gostaria de reencontrar um dia e que me ensinou o milagre da fotografia revelada com líquidos e que produziam milagrosamente imagens, e que, porque em Portugal já acompanhava o “Movimento do Rato”, me ensinou o que era a seara Nova, o Jornal do Funchal, de que curiosamente e pese todas as dificuldades da descolonização, ainda consegui trazer alguns exemplares (poucos) para Portugal.
Com ele ouvi, pela primeira vez, «O soldaninho não volta … do outro lado do mar» que muito o comovia, pois aos 20 anos, por ter reprovado no Técnico, porque as suas actividades políticas o haviam desviado do estudo, à “guerra colonial” havia ido parar.

O António Manuel Natividade Coelho também estudante do IST e que, pelos mesmos motivos, à tropa não pôde fugir, pese todas as tentativas familiares de disso o isentarem.
Sofreu as agruras de uma zona longínqua e um dos palcos mais ferozes da guerra em Angola: Zala. Ainda conservo comigo alguns slides desse “acampamento militar”, onde jovens soldados elouqueceram do que viram, passeando-se alguns com camaleões presos por um cordel.
Com ele pintei, para o cinema de Malanje, uma faixa do Primeiro Congresso do MPLA nessa cidade.
E assim me tornei eu simpatizante desse movimento, mais particularmente da OMA embora me tenha desiludido numa fase posterior com o célebre julgamento popular de Luanda, entre outras coisas terríveis que a guerra sempre traz.
Dessa altura me ficaram os poucos objectos que consegui trazer para Portugal e que ainda hoje conservo comigo (na fotografia).
Mas quem me deu a notícia do golpe de Estado, rua fora apitando no seu “Mini” foi a Lurdes Alves, ainda hoje minha amiga, e que assim dava voz pela cidade de um acontecimento cujos contornos não conhecíamos, mas que muitos de nós acreditámos poder significar uma mudança desejada.

Não falarei das desilusões, da monstruosa guerra civil que vi rebentar em Angola, de algum espírito de vingança, compreensível mas atemorizador, a que se assistiu contra os Portugueses, “culpados” ou não da situação vigente até aí!
A História disso se encarregará, não este testemunho.
Sei que durante muitos anos senti a estranheza de afinal não pertencer a país nenhum, pois o da minha origem tive que abandonar, com o agravamento da guerra.
Esse que, em período colonial até os seus maltratava, chamando-lhe «portugueses de segunda», como ainda constara no BI do meu pai.
Em Portugal fui depois “retornada”, coisa que nunca entendi o porquê da designação, pois aqui a nenhum lugar tinha retornado, porque apenas de férias o conhecera. Ainda hoje me ofende tal epíteto.

Hoje sei que não sou “branca de segunda”, como chamava o Regime Fascista aos brancos nascidos nas colónias: mas sou de Angola e de Portugual, em qualquer lugar do Mundo.

Acredito na DEMOCRACIA que Abril instalou e creio que o meu lugar é o Atlântico, ou num Templo onde estão de todas as cores e credos os que acreditam que é possível existir a IGUALDADE, LIBERDADE E FRATERNIDADE.

Hoje, ainda no rescaldo de ter ouvido ontem quatro testemunhos extraordinários e comoventes sobre o que tinha representado o 25 de Abril, sei que pertenço a esse lugar onde me reconhecem também.

Independência da minha, nossa Angola!!
Terra de Ngola Kiluange, Nzinga Mbamdi, Mandume e tantos outros que deram também o litro por ela.
É um dia para reflexões. A liberdade foi conquistada a custa de muito sangue derramado, mas se havia esquecido do dia de amanhã. Ainda hoje são visíveis as sentidas expressões como: eu tenho a 4 quarta classe do colono. Ali naquela esquina havia a loja do senhor Afonso, não faltava nada havia de tudo um pouco, até o fiado (Kilapi hoje) dava-se. Ali vivia o Senhor Lemos dentista, sem esquecer o Senhor Moutinho da marcenaria onde trabalhou o meu pai… (todo este cenário passou-se nas cidades, assim como nos nossos kimbos) onde o comércio e outros serviços, fundamentalmente estiveram presentes.
O inteligente aprende com os seus erros, porém o sábio, com os erros dos outros.
Viva Angola, viva Portugal e que Deus ilumine a mente dos nossos governantes e dê muita, mas muita paciência aos nossos povos. Tenho fé que o amanhã sorrirá.
Deus abençoe!!!!!

Salome Campos Obrigado Garpar ! Muito bonito aquilo que escreveste ! Faço minhas as tuas palavras ” Viva Angola, viva Portugal e que Deus ilumine a mente dos nossos governantes e dê muita, mas muita paciência aos nossos povos. Tenho fé que o amanhã sorrirá.
Deus abençoe!!!!! ” …Um Bom S.Martinho para todos ! Bjs ♥

Alvaro Silva Lembro-me como se fosse hoje. Assisti a proclamação da independência, pela voz do Dr. António Agostinho Neto, no Campo do Cubaza no Bairro Popular com imagens das primeiras emissões da TPA(Televisão Pública de Angola).Nesse dia as pessoas estavam receosas, já que ao longo da noite e de todo o dia se ouviam o ribombar dos canhões de guerra, em Kifangondo, onde se travava um intenso combate contra as forças mercenárias, o exercito de Mobutu e o exército do Coronel Santos e Castro que invadiram Angola entrando pelo Norte e foram travados precisamente em Kifangondo.Viveram-se momentos de grande tensão, pois estavamos todos preparados para a guerra e para a Defesa de Luanda, baluarte da nossa recém proclamada soberania… Estamos Juntos.

É grande a saudade de minha terra e, quantas vezes deitei minha cabeça no travesseiro para abafar o choro da saudade. Hoje, tantos anos passados ainda me alimento das boas recordações da minha infância e, os momentos tristes procuro apaga-los de minha mente. Desejo do coração que a minha querida Angola tenha paz, muita paz e prosperidade. PARABÉNS ANGOLA.

Parabéns, minha querida e única Terra.ANGOLAANGOLA continua de cor
… na minha cabeça,
colorida com a força com que me baptizou
na saída ao encontro Dela.
ANGOLA continua retida dentro da minha expansão
pelo mundo fora,
eu que nunca consegui sair de dentro Dela.
ANGOLA continua despida,
pois as cobertas que encontrei pelo mundo, até agora,
não cobriram a beleza
da Minha Terra querida.
Não há como Ela.ANGOLA menina,
desde cedo cortejada,
mas nunca comprometida.
ANGOLA, Senhora,
desejada.
ANGOLA bendita,
sublimada.
ANGOLA abençoada
por Nossa Senhora da Muxima.
ANGOLA, Sina
Terra Minha.O olhar reflecte o desejo,
do encontro longe da vista.
Mas, Hoje, Só,
apenas o Coração resiste
contra a ausência.
Não é desistência,
é Conquista!
da serenidade,
oferta de saudade à Terra Amada.José Jacinto

Quando eu voltar…Se um dia voltar…
posso abrir as gavetas
escancarar as portas
… deixar o vento passar
e…
no bater das janelas
abertas de par em par
festejar nas coisas belas
a alegria do regressar.Se um dia voltar…de: aileda/adeliavazFOTO: “Espinheira” (Deserto – Tombwa – Namibe – Angola)

Avocação

Aos meus 12 camaradas de armas, que tombaram na noite de 10 para 11 de Novembro de 1975, no Morro do Tongo, Zona da Quibala (Centro de Angola), durante um bombardeamento da artilharia do Exército da África do Sul

Ao entardecer
ecoaram armas mortíferas.

Sobre a planície que se queria verde
pairou um sol mais vermelho do que o habitual.

A noite chegou
Para abafar o lamento
nas bocas destroçadas
dos guerreiros moribundos

Num fundo de embondeiros

plúmbeo mausoléu
em saudação ao espírito dos mártires purpúreos
de tão espinhosa caminhada

junta-se sangue derramado.
De uma grande geração sofrida sofredora
Que alimentou a chama ardente da esperança.

Manuel C. Amor
Horta 2011

Margarida Rosa Morais

Cheguei a Portugal, onde nunca tinha estado, umas semanas antes da Independência. Triste por ter deixado a minha Terra. Uns meses antes quase perdi o meu pai, bem perto de minha casa, num daqueles ataques que os portugueses sofreram e que alguém como Alto Comissário dizia que era tudo boato. Mas a saudade persistiu e eu só pedia a Deus que me concedesse a graça de pisar solo angolano, nem que tivesse que descer do avião e ter voltar a subir! Numa das viagens Moçambique/Portugal, tive a oportunidade de pisar esse solo que um dia me viu partir com lágrimas nos olhos. Não gosto muito de falar sobre essa época, por me trazer más recordações. Vivi dias de muita angústia, que evito lembrar. Mas aqui fica o meu testemunho. Envio ao povo angolano aquele kandando bem patriótico, desejando que os governantes pensem também um pouco na modernização a parte mais alta da cidade, naqueles bairros que até agora têm estado esquecidos. Feliz dia da Independência!

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