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Alipio Mendes Huambo
Alimentos do Alto Hama, Alípio Mendes
Na categoria Alimentos e Gastronomia
Isa Pontes , Descobrindo
Luisa Monteiropublicou noFilomena Barata
Não era a primeira vez que me acontecia ficar assim, um pouco tonta, na procura de causas para tal efeito. Por vezes sentia sensações semelhantes ao passar sob as minhas laranjeiras em flor, ou perto do jasmim frente à entrada da casa, todo ele um esplendor de brancura. Ficava como que levitando num êxtase interno, que disfarçava, na esperança de ser só meu e não parecer tonteira quando houvesse gente por perto. Até as glicínias que rebentaram agora, num grito de lilás, por esses muros fora, vieram transtornar-me os olhos e a alma. Quase me apetece dizer: o desassossego de Março. E, por ser Março, a inquietação aumentou e fez-me parar a meio do livro.
Penso que, finalmente, descobri: são os livros!
Pequenina, agarrava-me aos livros da Condessa de Ségur – “A Pousada do Anjo da Guarda” e aos de Jules de Peyrrany – “Dois Corações Generosos” e este último até me tocava mais, já que uma das personagens principais tinha o meu nome.
Depois, jovem, procurava os livros da colecção azul e li “John, o Chofer Russo“ e “A Cabana do Pai Tomás“ de Harriet B. Stowe. Aí encarnava as personagens que iam aparecendo, imaginando fazer, finalmente, justiça, defendendo os humilhados.
Mais tarde, mulher feita, abracei “Teresa Batista Cansada de Guerra“ e “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, deixando-me embalar e viver a sensualidade daquelas mulheres tão bem imaginadas pelo baiano Jorge Amado, abençoado pelo Senhor do Bonfim e por todos os Orixás.
Naveguei, e muito, pela vida de José Mauro de Vasconcelos, de quem tenho todos os livros, e aprendi com ele a ver anjos passarem junto a mim em momentos muito especiais, bem como a arte de falar com lagartixas.
Há poucos anos enveredei por outras vidas, na fome de saber, beber, mais. Assim, parti com Kapuscinski nas suas “Andanças com Heródoto”, o que foi para mim, como já alguém disse, um regalo para a alma.
Depois de acompanhar a sábia espera de Garcia Marques em “O amor nos tempos de cólera”, ainda parei por Ortega y Gasset para tentar descobrir se a circunstância que me tem rodeado ao longo dos anos me tem formado e moldado na mulher que sou hoje.
Foi quando resolvi partir em grandes viagens. Assim, acompanhei a fantástica Cristina Morató nas suas “Memórias de África” e fiquei a conhecer a vivência africana nos finais do séc. XIX e princípio do séc. XX; tomei gosto pelo prazer da aventura que envolveu as vidas de Karen Blixen, Delia Akeley, Livingstone e Sir Francis Burton, todos seres únicos.
A seguir, e para tratar os meus desvarios, entreguei-me a Eça, o meu Eça de Queiroz. Subi, lentamente, toda aquela serra até chegar a Tormes, deliciando-me com o mais belo livro escrito na nossa língua: “A Cidade e as Serras”. Aí, aprendi o segredo da transformação de um homem quando tem a sorte de possuir um bocado de terra, de chão. Talvez tenha sido nesta viagem que comecei a procurar os cheiros que chegam com a Primavera.
Agora, ando em novos achados. Parto quase sempre para África, lá é o meu refúgio. Pego n’ “A Verdadeira Estória de Domingos Xavier“ de Luandino; n’ “Os Predadores” de Pepetela; n’ “A Estação das Chuvas“ de Águalusa, e devoro as páginas de Julião Quintinha, notável jornalista português que veio mostrar-nos África, quando em Portugal esse era um tema para aventureiros.
Neste momento olho a capa de “Chão de Kanâmbua“, de Tomás Lima Coelho; sentada sob a oliveira velhinha sinto-me a viajar naquele comboio, abarcando todo o espaço de capim rasteiro onde, aqui e ali, surgem um imbondeiro ou catedrais de salalé. Parece-me que volto à minha terra… ao meu chão… Malanje.
- Fotografia Filomena Barata
Talvez tenha descoberto, talvez… Toda esta emoção que me envolve ao entrar nos livros deverá ser… será?… o meu crescimento como mulher, como pessoa; sou eu a formar-me ao longo dos anos; a fazer descobertas nos meus encontros; sou eu a aprender com quem já viveu muito; sou eu a despir disfarces preferindo ser transparente; a constatar o peso do poder, mas também a força inabalável da verdade; sou eu, sempre, a querer chegar mais além.
E porque tocam as ave-marias numa capelinha perdida lá ao longe, entre as faldas das montanhas, desperto.
Feita a descoberta que me apazigua o corpo e me lava a alma, volto ao comboio que vai a caminho de Malanje.
Isa Pontes
Friande – 23.4.2012
Na categoria A Mulher Angolana e Portuguesa
Os Palancas Negras – Questões linguísticas
Boa tarde família AEPPEA:
Dúvida: tratando-se da selecção nacional de Angola de futebol, relativamente ao nome do animal “PALANCA” com que foi apelidada, é correcto dizer-se:
Os Palancas negras ou as Palancas negras????
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Olga Sofia gosta disto.
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Ana PortugalO artigo é que nos diz o género e o número do substântivo, portanto, deve dizer-se: Os…. se for masculino. -
Olga Sofiae mas nada!!
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Gaspar Antonio Brandao Obrigado Ana Portugal. Sim, em Masculino. Mas não importa se o animal é do género feminino???
É que alguem lançou um livro sobre algumas frases e palvras mal expressas, onde fazia menção desta, em que a forma correcta de se dizer seria “as Palancas Negras” e não os “Palancas Negras”. Pode??? -
Olga SofiaHummm eu acho que não pode, pq por exemplo: se eu quiser perguntar onde fica a tua casa à alguém diria: sabes onde fica a casa do Gaspar? e não onde fica o casa do gaspar…bem na minha humilde opinião, deve ser isso hahahaha tbem n sei mt bem.
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Gaspar Antonio BrandaoQueria dizer, se expressa no genero feminino
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Ana Portugal Emilia Nave, podes dar aqui uma ajuda?
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Gaspar Antonio BrandaoOlga, a ideia é exactamente esta mana!!
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Tomás Gavino CoelhoEsperemos por um(a) professor(a) de português para explicar devidamente. Entretanto digo que me parece correcto dizer “os”, porque se refere a uma equipa masculina. Se fosse uma equipa feminina já se diria “as”. Penso eu.
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Alipio MendesEnquanto selecção Masculina penso que deverá ser OS se for uma equipe Feminina será AS.
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Tomás Gavino CoelhoPorque, verdadeiramente, palanca é de género único: dizemos palanca macho e palanca fêmea, certo?
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Olga Sofiahahahaha Santo Sr. Camões hahahaha a língua portuguesa é mesmo complicada, só não falo da matemática pq n me recordo mais do pai dela hahahahaha bjnhos a todos.
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Emilia NaveNa base do epíteto dado à seleção angolana — palanca negra – está um nome que dispõe de um único valor de género, qualquer que seja o sexo da entidade referida. Referindo nós um grupo de jogadores do sexo masculino, poderá ser considerado natural que a apropriação metafórica do nome palanca seja antecedida do artigo definido os para marcar o género dos jogadores da equipa. Nesse sentido, temos também «o pantera negra», referente à antiga estrela do futebol português Eusébio, em vez de «a pantera negra». Contudo, podemos esbarrar em exemplos nos quais não há concordância entre o artigo e o referente da metáfora: «Rommel, a raposa do deserto» (e não «o raposa»), ou «as águias», como referência ao clube português Benfica… Assim, o género, entendido como marca linguística, é uma categoria formal, gramatical, não devendo, à partida, ser confundido com diferenciação em termos de identidade masculina/ feminina. Talvez por isso, por haver um uso metafórico dos nomes epicenos, parece haver uma certa veleidade no uso do artigo, conforme se quer ou não salientar o género do referente metafórico externo a que o nome se refere.
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Tomás Gavino Coelho E, conforme pedido da Ana Portugal, cá está a explicação devida! Obrigado sôpessôra!

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Ana PortugalBeijinhos Emilia. Obrigada.
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Gaspar Antonio Brandao Não tinha reparado o comentário acima colocado e retirei o meu. peço desculpas. Agradeço muito pelo esclarecimento da Professora Emilia Nave e todos os participantes, em especial a Ana Portugal que deu o pontapé de saída e direccionou o assunto. “APRENDI”.
Entre amigos haviamos ficado quase 3 horas a discutir mas sem chegarmos a acordo nenhum. Resolvemos investigar. Foi neste sentido que resolvi trazer a questão a esta assembleia virtual.
Errando e aprendendo, é assim a vida.
Obrigado!!!!! -
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José Carlos MoutinhoA Emília sabe….É setôra…..Beijinho minha amiga.
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Emilia Nave Beijinho, José Carlos!
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Filomena Barata Só agora pude ver todos os comentários. Obrigada Gaspar Antonio Brandaopor teres colocado a questão e por te ver de novo no Grupo, pois já sentia a tua falta. Por ser tão interessante a discussão, vou levá-la para o nosso blogue.
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Na categoria A Mulher Angolana e Portuguesa
Almoço Angola em Portugal; Portugal em Angola
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Quem somos? Muitos, poucos? Alguns …
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Os suficientes para atravessar o mar, trazendo na mão as palavras com que nos entendemos
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Espera-nos o Tejo, ou a praia de Porto Amboim, quem sabe, mais acima, uma baía em Luanda, onde tudo pode acontecer
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pouco sabemos, mesmo nada, mas queremos juntos cruzar o Atlântico
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Estamos juntos, mesmo quando não nos podemos encontrar
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Vanessa Nunes Maria o nosso cantinho

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Filomena Barata Alipio Mendes, vá lá, quero uma frase para o nosso blogue que descreva o almoço, onde tive tanta pena de não poder estar. Tinha voado se pudesse, acreditem.
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Vanessa Nunes Marianao te preocupes chegara o dia de juntarmos os dois paiseshá 3 minutos ·Não gostoGosto ·
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Francisco Caldeira O sol a dar-me mesmo no coco -
Filomena Barata Vanessa Nunes Maria, os Céus te oiçam, que as lágrimas comovidas de vos ver sejam a água que fará brotar essa flor ( e acredita que me vieram mesmo aos olhos, não tenho vergonha de o dizer).É mentira dizer que as Mulheres com sonhos não choram. Choram, sim, até de alegria.
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Vanessa Nunes Mariaja me ouvirar e podes crer que um dia vais chorar mais vai ser é de alegria -
Filomena Barata Um abraço do tamanho do nosso Atlântico! Afinal de lágrimas também se faz o mar e ele é tão grande que cabemos lá todos nós e o sonho que nos faz estar aqui (ficou mais cheio, é verdade, das que me cairam rosto abaixo, agora, mas não faz mal).
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Alipio Mendes – Almoço em Angola -
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Tu, Titina Domingues e Olga Sofia gostam disto.
- Filomena BarataOlá, olá, quero saber tudo! Vou levar para o nosso blogue.
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Tu e Fatima Coimbra gostam disto.
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Valiosa Africana Afonsoeste sumo estava uma maravilha,nem imaginam,mas so que tive de partilla-lo com duas moscas,rsrsrsrhá 11 minutos · “}’>GostoNão gosto ·
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Valiosa Africana AfonsoAssassina eu???,deixei o sumo para elas,so que de tão bom que estava o sumo, elas afogaram-se nele, bem que tentei ajuda-las mas não deu,umas pessoas não deixaram.rsrs.
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Alipio MendesAs moscas não sabem nadar ya!!!!!!!!!!!!!!!!
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Ana PortugalMas era sumo com quê? Eu ontem bebi um bom vinho verde da Lixa.
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Obrigado Filomena por me adicionares ao grupo………Bjsssssssss e continuação de uma boa semanaaaaaaaaaaaaaaaa
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Tu e Ana Portugal gostam disto.
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Filomena BarataBem vinda ao nosso Grupo!
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Tu, Ana Portugal e Valiosa Africana Afonso gostam disto.
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Ana PortugalVIVA!!!!!
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Filomena Barata Viva pois, e agora dia 2, quando é que vou conseguir acabar de actualizar o blogue? Ai, ai.
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Titina Domingues e Olga Sofia gostam disto. -
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Tu, Ana Portugal e Olga Sofia gostam disto.
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Olga SofiaPois … hahaha
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Ana Portugal Sorte a vossa. Cá tudo tem que ir fumar na rua… ao frio e á chuva!
Filomena Barata Adoro esta fotografia. Tudo, até o cigarro puxado com tando prazer.
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Fui tentada, a entrar no vosso Grupo…..não prometo ,passar todos os dias….farei, sempre que possa….tudo ,que me fala de Angola tenta-me…..pois eu nasci em Luanda e fui criada ,na bela cidade d’UÍGE…de onde tenho mais 3 irmãos….obrigada ,por me terem aceite….!!!…desejo-vos ,uma boa noite e boa continuação de semana…até brve….!!!!
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«Não importa de onde seja, o que importa é que seja de Angola e que tenha bem Portugal no coração. somos um grupo de opinião que partilha os sentimentos comuns , nas diferenças que nos unem. Uige tbem diz-me muito, pois por lá passei os melhores momentos da minha vida dos tempos de colégio, ao tempos de liceu. «Estamos juntos-
Um grande abraço para ti Eduardodracula Matumona, meu conterrâneo. Por pessoas como tu vale a pena continuar.. No dia 1 de Maio haverá, de novo, um encontro do nosso Grupo.
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Um abraço para o pessoal do Angola em Portugal Portugal em Angola apesar da situação penso sempre em vós, a situação da Guiné mantem-me um pouco oucupado. Adoro-vos dia 1 dos trabalhadores teremos motivo de celebrar um aniversario do nosso grupo porqe foi nesta data que realizamos um almoço simutanéo em Angola e Portugal, abraço especial para a Filomena, Olga, Alipio e Alvaro, Nguimba e todos do meu querido grupo ».
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Ana Portugal Que inveja! Todos cheios de calor….. e nós de inverno! Falamos de vocês. Recebam o abraço fraterno do lado de cá.
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Vanessa Nunes Maria SO A MINHA CARA
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Vanessa Nunes MariaSO A MINHA CARA

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Lito Martin Agora que estava a fazer a minha reza, já ninguém comenta!! Todo o cuidado é necessário, prevenção -
contra milongos !!!
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Ana Portugal AHAHAHAH!!!!!
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Almoço no norte… — com Lito Martin e
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Lito Martin- Um gajo já não pode matar a fominha com comida do norte!!! Eu que vos apanhe cá pelas minhas bandas.
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Almoço no norte…
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Lito Martin Mano Tomás Gavino Coelho, só bebi suminho de laranja… tinha que conduzir, acabei por levar a carrinha…

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Lito Martin Tava tudo bastante animado, foi pela ter que ausentar-me tão cedo.

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Idalina Oranth A minha amiga Emília Nave, à esquerda.
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Ana PortugalFalamos de ti Idalina, e do vosso encontro. A Emilia é uma simpatia.há 12 horas ·Não gostoGosto ·
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Idalina Oranth Foi giríssimo! Ainda me emociona como tudo aconteceu…É o que faz andar de comboio e meter-me com meio mundo…Nada acontece por acaso…
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Emilia Nave É mesmo… nada acontece por acaso! Que pena estares tão longe, Idalina…há 11 horas ·Não gostoGosto ·
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Isa Franco Franco Saúde para todos amigos, abreijos

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Filomena Barata E eu estive lá, mesmo não estando. Ansiosa pelo fim da tarde para ver as fotografias. Ali no meu lugar, à espera que chegassem. Um abraço enorme a todos.
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Filomena BarataVou tentar colocar no blogue.

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Filomena Barata Mas não fiquem tristes, porque demora importar e não posso colocar todas de uma vez.
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Lindo!!!!! Quem me dera ter estado convosco.
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Tomás Gavino CoelhoJá somos dois, Filomena…
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Na categoria Eventos e Efemérides

































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